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DIREITO PENAL TIPIFICAÇÃO

Tião, Ferrerinha, e Juvenal Impetuoso, antigos e estáveis parceiros de empreitadas criminosas, no dia 02 de agosto de 2012, ingressam numa agência bancária fortemente armados com fuzis, de onde subtraíram todo o dinheiro existente no cofre, cerca de R$ 500.000,00. O fato ocorreu na cidade de São Paulo, por volta das 15:00hs do mencionado acima. Os agentes aproveitaram que a agência bancária estava prestes a fechar e, neste momento, renderam o segurança, os três funcionários da agência, cinco clientes e o gerente da agência o senhor Infelício Sortudo. Todos foram colocados numa sala fechada, sendo que tal medida foi necessária para garantir a subtração dos objetos. Fererinha ficou com as vítimas, enquanto os demais subtraíram a quantia acima mencionada. Toda ação demorou cerca de cinco horas. As vítimas passaram por um intenso terror e a todo o momento foram ameaçadas de morte. Além da quantia, os agentes subtraíram também a espingarda calibre 22 do segurança terceirizado da agência. Antes de saírem resolveram levar o senhor Infelício Sortudo, que tinha 60 anos, como refém. Quando os policiais chegaram, encontraram uma das vítimas mortas. Apurou-se que essa vítima, chamada Katilanga, se recusou a entregar seu valioso relógio Rolex. Por tal razão, Funesto Dias a fuzilou sem piedade, contudo não levou tal relógio. Durante a fuga, os agentes se dirigiram até um barraco localizado na favela Puxa Faca, na cidade de São Bernado do Campo; local onde já tinham combinado de se encontrar e dividir todo o dinheiro. Quando chegaram ao local combinado, os agentes puseram o senhor Infelício Sortudo dentro de um buraco, localizado no banheiro do barraco. Passadas algumas horas, Tião entrou em contato com a família da vítima e exigiu o pagamento de R$ 100.000,00. A mulher de Infelício, desesperada, conseguiu levantar o dinheiro e deixou no local, conforme combinado. Exatas 24 horas desde o início da privação da liberdade, Infelício foi solto numa rua daquela cidade, sofrendo lesões corporais leves. Após a soltura, os agentes se dirigiram a outro barraco, na mesma favela, para dividirem os R$ 100.000,00. Chegando a tal local, Tião fuzilou seus comparsas, assegurando, dessa forma, toda a quantia dos crimes anteriores. Depois de dois meses de intensa investigação por parte da polícia civil, Tião foi preso. 

Tião, Ferrerinha, e Juvenal Impetuoso, antigos e estáveis parceiros de empreitadas criminosas, no dia 02 de agosto de 2012, ingressam numa agência bancária fortemente armados com fuzis, de onde subtraíram todo o dinheiro existente no cofre, cerca de R$ 500.000,00. O fato ocorreu na cidade de São Paulo, por volta das 15:00hs do mencionado acima. Os agentes aproveitaram que a agência bancária estava prestes a fechar e, neste momento, renderam o segurança, os três funcionários da agência, cinco clientes e o gerente da agência o senhor Infelício Sortudo. Todos foram colocados numa sala fechada, sendo que tal medida foi necessária para garantir a subtração dos objetos. Fererinha ficou com as vítimas, enquanto os demais subtraíram a quantia acima mencionada. Toda ação demorou cerca de cinco horas. As vítimas passaram por um intenso terror e a todo o momento foram ameaçadas de morte. Além da quantia, os agentes subtraíram também a espingarda calibre 22 do segurança terceirizado da agência. Antes de saírem resolveram levar o senhor Infelício Sortudo, que tinha 60 anos, como refém. Quando os policiais chegaram, encontraram uma das vítimas mortas. Apurou-se que essa vítima, chamada Katilanga, se recusou a entregar seu valioso relógio Rolex. Por tal razão, Funesto Dias a fuzilou sem piedade, contudo não levou tal relógio. Durante a fuga, os agentes se dirigiram até um barraco localizado na favela Puxa Faca, na cidade de São Bernado do Campo; local onde já tinham combinado de se encontrar e dividir todo o dinheiro. Quando chegaram ao local combinado, os agentes puseram o senhor Infelício Sortudo dentro de um buraco, localizado no banheiro do barraco. Passadas algumas horas, Tião entrou em contato com a família da vítima e exigiu o pagamento de R$ 100.000,00. A mulher de Infelício, desesperada, conseguiu levantar o dinheiro e deixou no local, conforme combinado. Exatas 24 horas desde o início da privação da liberdade, Infelício foi solto numa rua daquela cidade, sofrendo lesões corporais leves. Após a soltura, os agentes se dirigiram a outro barraco, na mesma favela, para dividirem os R$ 100.000,00. Chegando a tal local, Tião fuzilou seus comparsas, assegurando, dessa forma, toda a quantia dos crimes anteriores. Depois de dois meses de intensa investigação por parte da polícia civil, Tião foi preso. 

Direito Penal IUNIFRAN

1 resposta(s)

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Gabriela

Há mais de um mês

Crime impossível: Quando o agente não possui menor possibilidade de conhecer o conteúdo da carta. Exemplo: Max abriu uma correspondência em que sua escrita estava toda em inglês e ele não entende nada de inglês.

  • Artigo 152 do CP: Correspondência comercial.
  • Artigo 153 do CP: Divulgação de segredo.
  • Artigo 154 do CP: Violação de segredo profissional.

By: KPM.

Crime impossível: Quando o agente não possui menor possibilidade de conhecer o conteúdo da carta. Exemplo: Max abriu uma correspondência em que sua escrita estava toda em inglês e ele não entende nada de inglês.

  • Artigo 152 do CP: Correspondência comercial.
  • Artigo 153 do CP: Divulgação de segredo.
  • Artigo 154 do CP: Violação de segredo profissional.

By: KPM.

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