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O que não se sabia sobre o átomo até a década intermediária entre as duas grandes guerras mundiais do século passado?

I Guerra Mundial (1914 a 1918) II Guerra Mundial (1939 a 1945)


3 resposta(s)

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Wéslei

Há mais de um mês

 

Procurando na internet achei este trecho de um site interessante que irá responder sua pergunta!


http://www.fem.unicamp.br/~em313/paginas/person/einstein.htm

 

 

 

Os fenômenos fotoelétricos apresentaram outra dificuldade para a teoria da radiação de Maxwell. Lord Rayleigh estimou em 1916 que, de acordo com Maxwell levaria horas para um elétron absorver energia de um feixe de radiação suficiente para desligar-se de um átomo. Mas Elster e Geitel tinham observado que o aparecimento de fotoelétrons ocorria simultaneamente com a iluminação da superfície do metal. De fato, E. Lawrence e J. W. Beams, em 1928, descobriram que o tempo gasto entre a incidência da radiação e o aparecimento de fotoelétrons era menor que 3x10-9 segundos. Se o efeito fotoelétrico era iniciado pela colisão de dois corpúsculos, o elétron e o fóton, então não há dificuldade para entender o caráter instantâneo da emissão.

O sucesso da hipótese do fóton em unificar a equação de Einstein (6) e em interpretar outros fenômenos fotoelétricos contrasta com a aplicação da teoria ondulatória da radiação ao campo de interferência e os efeitos de difração. Conclui-se que um duplo caráter deve ser associado à radiação e que uma descrição completa da sua interação com a matéria não pode ser obtida pelo uso consistente nem de uma teoria ondulatória nem de uma teoria corpuscular.

 

Procurando na internet achei este trecho de um site interessante que irá responder sua pergunta!


http://www.fem.unicamp.br/~em313/paginas/person/einstein.htm

 

 

 

Os fenômenos fotoelétricos apresentaram outra dificuldade para a teoria da radiação de Maxwell. Lord Rayleigh estimou em 1916 que, de acordo com Maxwell levaria horas para um elétron absorver energia de um feixe de radiação suficiente para desligar-se de um átomo. Mas Elster e Geitel tinham observado que o aparecimento de fotoelétrons ocorria simultaneamente com a iluminação da superfície do metal. De fato, E. Lawrence e J. W. Beams, em 1928, descobriram que o tempo gasto entre a incidência da radiação e o aparecimento de fotoelétrons era menor que 3x10-9 segundos. Se o efeito fotoelétrico era iniciado pela colisão de dois corpúsculos, o elétron e o fóton, então não há dificuldade para entender o caráter instantâneo da emissão.

O sucesso da hipótese do fóton em unificar a equação de Einstein (6) e em interpretar outros fenômenos fotoelétricos contrasta com a aplicação da teoria ondulatória da radiação ao campo de interferência e os efeitos de difração. Conclui-se que um duplo caráter deve ser associado à radiação e que uma descrição completa da sua interação com a matéria não pode ser obtida pelo uso consistente nem de uma teoria ondulatória nem de uma teoria corpuscular.

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Especialistas PD

Há mais de um mês

Em 1926, Heisenberg mostrou que não se pode determinar com exatidão a posição de um elétron, substituindo o conceito de posição por probabilidade de posição. Em 1927, Schrödinger conseguiu adaptar ao elétron a teoria de Heisenberg e outros. Utilizando equações de movimento de ondas, conseguiu deduzir equações matemáticas que determinam regiões no espaço onde temos a máxima probabilidade de encontrar determinado elétrons. Esta região é chamada orbital.

Não temos mais a ideia de que os elétrons são “bolinhas” em movimento rápido, girando em torno do núcleo. De acordo com esse novo modelo atômico, o elétron é uma partícula-onda que se movimenta no espaço, mas estará localizado com maior probabilidade no orbital. Devido à sua velocidade, o elétron permanece dentro do orbital, assemelhando-se a uma nuvem eletrônica.

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Rômulo

Há mais de um mês

Tem mais, porém sua resposta é satisfatória e merece ser aprovada!

Abçs

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes