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Diferenciar as teorias de Thomas Hobbes e Jean Jacques Rousseau, indicando as principais contribuições de cada um

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3 resposta(s)

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Brunna

Há mais de um mês

Usualmente ao se falar em Thomas Hobbes, articula-se a ideia deste a partir da sua obra O Leviathan. Assim, ele defende a monarquia e o poder absoluto, entendendo também os pilares de um Estado Eclesiástico e Civil (pois são os conflitos religiosos que abalam as estruturas no período dele, porém essa religião civil seria tão somente a paz. Não se preocupa com uma fé verdadeira, não exige dos súditos uma crença, somente a obediência). Hobbes parte da ideia de que o homem, no estado de natureza, é um concorrente do outro, pois está em uma guerra constante. O homem no estado de natureza, portanto, seria curel. "O homem é o lobo do homem", pois há uma desconfiança recíproca, o medo da morte é o seu total desprazer. O ponto chave é, pois, entender que para esse articulador, É O MEDO que obriga o homem natural a se associar, é o medo que faz com que o homem recorra ao Estado (homem artificial). Esse homem artificial é o Leviathan, sua função é proteger o homem natural que renunciou sua liberdade para alcançar a paz. E o mesmo é constituído por um pacto voluntário, pois o acordo é entre os indivíduos naturais que renunciam suas liberdades para que haja um homem artificial. Jamais o acordo é entre o homem natural com o homem artificial, neste articulador. Outro aspecto relevante é que não foi a natureza que colocou no homem o seu instinto de sociabilidade, o que determina isso é o seu interesse. O seu egoísmo. Ele só se associa pela sua preservação. Já em Rousseau temos uma ideia de Estado de Direito, pois formaliza-se o contrato social - pois na igualdade do estado de natureza a força NÃO é o principal meio. Há uma ideia abstrata de modificação química a partir do momento em que os indivíduos se submetem ao contrato social (liberdade e igualdade). E essa liberdade e igualdade passa por uma concepção da vontade geral. Separa também a ideia de soberania do governo, onde governo é diferente de Estado. Busca, pois, no Direito, a fonte da legitimação. Leva em conta os seguintes aspectos: - Iluminismo/ - Não é possível um pacto de submissão/ -Lei/ - Ideia de cidadã e súdito (Súditos quando se submetem às leis que ele mesmo criou, soberano como cidadão porque se encontra no mesmo copo político). / -Vontade Geral/ -Inalienável, indivisível, infalível e absoluta.

 

Bons estudos! Espero ter ajudado. 

Usualmente ao se falar em Thomas Hobbes, articula-se a ideia deste a partir da sua obra O Leviathan. Assim, ele defende a monarquia e o poder absoluto, entendendo também os pilares de um Estado Eclesiástico e Civil (pois são os conflitos religiosos que abalam as estruturas no período dele, porém essa religião civil seria tão somente a paz. Não se preocupa com uma fé verdadeira, não exige dos súditos uma crença, somente a obediência). Hobbes parte da ideia de que o homem, no estado de natureza, é um concorrente do outro, pois está em uma guerra constante. O homem no estado de natureza, portanto, seria curel. "O homem é o lobo do homem", pois há uma desconfiança recíproca, o medo da morte é o seu total desprazer. O ponto chave é, pois, entender que para esse articulador, É O MEDO que obriga o homem natural a se associar, é o medo que faz com que o homem recorra ao Estado (homem artificial). Esse homem artificial é o Leviathan, sua função é proteger o homem natural que renunciou sua liberdade para alcançar a paz. E o mesmo é constituído por um pacto voluntário, pois o acordo é entre os indivíduos naturais que renunciam suas liberdades para que haja um homem artificial. Jamais o acordo é entre o homem natural com o homem artificial, neste articulador. Outro aspecto relevante é que não foi a natureza que colocou no homem o seu instinto de sociabilidade, o que determina isso é o seu interesse. O seu egoísmo. Ele só se associa pela sua preservação. Já em Rousseau temos uma ideia de Estado de Direito, pois formaliza-se o contrato social - pois na igualdade do estado de natureza a força NÃO é o principal meio. Há uma ideia abstrata de modificação química a partir do momento em que os indivíduos se submetem ao contrato social (liberdade e igualdade). E essa liberdade e igualdade passa por uma concepção da vontade geral. Separa também a ideia de soberania do governo, onde governo é diferente de Estado. Busca, pois, no Direito, a fonte da legitimação. Leva em conta os seguintes aspectos: - Iluminismo/ - Não é possível um pacto de submissão/ -Lei/ - Ideia de cidadã e súdito (Súditos quando se submetem às leis que ele mesmo criou, soberano como cidadão porque se encontra no mesmo copo político). / -Vontade Geral/ -Inalienável, indivisível, infalível e absoluta.

 

Bons estudos! Espero ter ajudado. 

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Matheus

Há mais de um mês

Esse arquivo pdf fala sobre os dois, acho que poderá te ajudar 

 

http://www.cmb.ensino.eb.br/dmdocuments/teoriascontratualistas.pdf

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Iara

Há mais de um mês

obg Ajudou muito...

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes