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Qual a teoria adota pelo CP em relação a embriaguez não acidental para aferir a culpa do agente ?

Quatão sobre culpabilidade do agente.


1 resposta(s)

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Igor Truzzi

Há mais de um mês

A embrigaguez, sendo ela acidental ou voluntária, dando-se pela perda da noção dos fatos, não exime a responsabilidade - e sendo autor de fato delituoso, responderá integralmente por suas consequências.

Porém, pode ela, ao contrário, ser motivo de isenção da responsabilidade ou redução da pena se, quando o fato delituoso se deu, o indivíduo não podia compreender sua gravidade e consequências, motivada por uma embriaguez dita acidental, causada por caso fortuito ou força maior. Excluirá a responsabilidade se a perda da razão for completa; reduzirá a pena, se for parcial essa perda da capacidade de discernimento.

Via de regra, a embriaguez no Código Penal é encarada sob o prisma da motivação.

A embrigaguez, sendo ela acidental ou voluntária, dando-se pela perda da noção dos fatos, não exime a responsabilidade - e sendo autor de fato delituoso, responderá integralmente por suas consequências.

Porém, pode ela, ao contrário, ser motivo de isenção da responsabilidade ou redução da pena se, quando o fato delituoso se deu, o indivíduo não podia compreender sua gravidade e consequências, motivada por uma embriaguez dita acidental, causada por caso fortuito ou força maior. Excluirá a responsabilidade se a perda da razão for completa; reduzirá a pena, se for parcial essa perda da capacidade de discernimento.

Via de regra, a embriaguez no Código Penal é encarada sob o prisma da motivação.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes