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3. Relacione o trajeto do espermatozoide desde epidídimo até a tuba uterina

Gente me ajudem a responder isso a que


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Mariana

Há mais de um mês

Os espermatozoides, quando saem do testículo, atingem o epidídimo. A passagem por esse órgão é essencial e longa na espécie humana (dura mais ou menos 12 dias). Esse processo é denominado trânsito epididimário e nele ocorrem os seguintes eventos principais:

  • Absorção de grande volume de líquido testicular;
  • Estocagem de espermatozoides até a ejaculação;

Além dessas mudanças, também ocorre modificação a nível de superfície da membrana, ou seja, na membrana plasmática do espermatozoide. Saindo da cauda do epidídimo, começam a se misturar com as secreções das glândulas anexas, encarregadas na produção do líquido seminal.

As vesículas seminais, secretam frutose e prostaglandina; a próstata possui uma secreção rica em enzimas proteolíticas sendo a mais importante a fibrinolisina que liquefaz o sêmen, é rica em substâncias que têm função de neutralizar o pH vaginal que é acido e desfavorável a sobrevivência dos espermatozoides.

O líquido seminal então, é responsável por ativar os espermatozoides, pois contém substâncias nutridoras e energéticas. Além disso, impede com que os espermatozoides estejam completamente aptos para fecundar o ovócito, pois possuem em sua constituição proteínas chamadas fatores de descapacitação ou de anti-fertilidade. Na verdade, essas proteínas podem ser de origem testicular, epididimária ou das glândulas anexas.

Os espermatozoides ejaculados estão totalmente maduros, mas, devido aos fatores de descapacitação (FD) precisam passar pelo processo de ativação fisiológica que acontece durante o trajeto pelas vias genitais femininas. Esse processo de ativação é a capacitação que acontece com a remoção dos FD que estão associados à superfície do espermatozoide. Na espécie humana essa capacitação acontece no útero ou na tuba uterina, mas ela não é órgão dependente. Esse processo de ativação é a capacitação que acontece com a remoção dos FD que estão associados à superfície do espermatozoide. Na espécie humana essa capacitação acontece no útero ou na tuba uterina, mas ela não é órgão dependente.

A principal função dos FD parece ser o de inativar enzimas do acrossoma para que a reação acrossômica só aconteça na interação com o ovócito. Então, a capacitação possibilita a reação acrossômica e ajuda na hiperativação da mobilidade do gameta, tornando-o pronto para interagir e penetrar no ovócito.

A capacitação ocorre, basicamente pela separação dos espermatozoides do líquido seminal que acontece pela migração dos gametas nas vias genitais femininas. Essa migração pode ser ativa através de movimentação flagelar, ou passiva, que acontece devido as contrações da genitália feminina que ocorrem durante o coito e continuam algum tempo pela presença das prostaglandinas do sêmen (vesícula seminal). A última barreira que o espermatozóide precisa atravessar para fetilizar o ovócito é a ZONA PELUCIDA, que é uma camada acelular constituída por glicoproteínas. Essa camada é sintetizada principalmente pelo ovócito, apesar de existir pequena participação das células foliculares.

Sobre a travessia de ZONA PELUCIDA pelo espermatozóide ligado ao receptor não se sabe muito, apenas que um pequeno espaço é aberto na ZONA PELUCIDA para a penetração do espermatozóide que atinge o espaço perivitelino. O movimento da cauda dos espermatozoides é importante para a transposição da ZONA PELUCIDA. Após a entrada do espermatozóide no espaço perivitelino ocorre a interação da sua cabeça com a membrana do ovócito e todo o corpo do gameta masculino é incorporado pelo ovócito.

Como a fertilização ocorre normalmente na extremidade ovariana da tuba uterina, o espermatozóide precisa percorrer o útero e grande parte da tuba uterina para encontrar com o óvulo.

Os espermatozoides, quando saem do testículo, atingem o epidídimo. A passagem por esse órgão é essencial e longa na espécie humana (dura mais ou menos 12 dias). Esse processo é denominado trânsito epididimário e nele ocorrem os seguintes eventos principais:

  • Absorção de grande volume de líquido testicular;
  • Estocagem de espermatozoides até a ejaculação;

Além dessas mudanças, também ocorre modificação a nível de superfície da membrana, ou seja, na membrana plasmática do espermatozoide. Saindo da cauda do epidídimo, começam a se misturar com as secreções das glândulas anexas, encarregadas na produção do líquido seminal.

As vesículas seminais, secretam frutose e prostaglandina; a próstata possui uma secreção rica em enzimas proteolíticas sendo a mais importante a fibrinolisina que liquefaz o sêmen, é rica em substâncias que têm função de neutralizar o pH vaginal que é acido e desfavorável a sobrevivência dos espermatozoides.

O líquido seminal então, é responsável por ativar os espermatozoides, pois contém substâncias nutridoras e energéticas. Além disso, impede com que os espermatozoides estejam completamente aptos para fecundar o ovócito, pois possuem em sua constituição proteínas chamadas fatores de descapacitação ou de anti-fertilidade. Na verdade, essas proteínas podem ser de origem testicular, epididimária ou das glândulas anexas.

Os espermatozoides ejaculados estão totalmente maduros, mas, devido aos fatores de descapacitação (FD) precisam passar pelo processo de ativação fisiológica que acontece durante o trajeto pelas vias genitais femininas. Esse processo de ativação é a capacitação que acontece com a remoção dos FD que estão associados à superfície do espermatozoide. Na espécie humana essa capacitação acontece no útero ou na tuba uterina, mas ela não é órgão dependente. Esse processo de ativação é a capacitação que acontece com a remoção dos FD que estão associados à superfície do espermatozoide. Na espécie humana essa capacitação acontece no útero ou na tuba uterina, mas ela não é órgão dependente.

A principal função dos FD parece ser o de inativar enzimas do acrossoma para que a reação acrossômica só aconteça na interação com o ovócito. Então, a capacitação possibilita a reação acrossômica e ajuda na hiperativação da mobilidade do gameta, tornando-o pronto para interagir e penetrar no ovócito.

A capacitação ocorre, basicamente pela separação dos espermatozoides do líquido seminal que acontece pela migração dos gametas nas vias genitais femininas. Essa migração pode ser ativa através de movimentação flagelar, ou passiva, que acontece devido as contrações da genitália feminina que ocorrem durante o coito e continuam algum tempo pela presença das prostaglandinas do sêmen (vesícula seminal). A última barreira que o espermatozóide precisa atravessar para fetilizar o ovócito é a ZONA PELUCIDA, que é uma camada acelular constituída por glicoproteínas. Essa camada é sintetizada principalmente pelo ovócito, apesar de existir pequena participação das células foliculares.

Sobre a travessia de ZONA PELUCIDA pelo espermatozóide ligado ao receptor não se sabe muito, apenas que um pequeno espaço é aberto na ZONA PELUCIDA para a penetração do espermatozóide que atinge o espaço perivitelino. O movimento da cauda dos espermatozoides é importante para a transposição da ZONA PELUCIDA. Após a entrada do espermatozóide no espaço perivitelino ocorre a interação da sua cabeça com a membrana do ovócito e todo o corpo do gameta masculino é incorporado pelo ovócito.

Como a fertilização ocorre normalmente na extremidade ovariana da tuba uterina, o espermatozóide precisa percorrer o útero e grande parte da tuba uterina para encontrar com o óvulo.

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