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Como os geneticistas detectam a presença de diferentes alelos em uma população?

Genética I

UNINASSAU


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Há mais de um mês

O processo evolutivo é actualmente interpretado em termos de genética de populações. As populações são a unidade evolutiva, considerando que existe evolução sempre que a frequência de genes na dita população se altere significativamente.

No entanto, do ponto de vista ecológico, uma população corresponde apenas a um conjunto de indivíduos que ocupa uma dada área geográfica num dado momento. Este tipo de definição facilmente se deduz que não pode servir como unidade evolutiva pois não implica que os seres se reproduzam, condição fundamental para a mudança genética.

Por esse motivo, à unidade evolutiva convencionou-se chamar população mendeliana, ou seja, uma comunidade de indivíduos entrecruzáveis, que compartilham determinado fundo genético. É formada, portanto, por indivíduos relacionados por acasalamento, descendência ou ascendência.

Considere-se, numa população mendeliana, um fundo genético constituído por dois alelos A e a:

Freq A = nº alelos A/nº total alelos                                                      

Freq a = nº alelos a/nº total alelos      ou seja,    frequências génicas

  

Freq AA = nº indivíduos AA/nº total indivíduos                                                    

Freq Aa = nº indivíduos Aa/nº total indivíduos     ou seja,        frequências genotípicas

Freq aa = nº indivíduos aa/nº total indivíduos                                                    

 

Se   freq A = p   e   freq a = q ,  então   p + q = 1

Passando a frequências genotípicas, ter-se-ia  (p +q)2 = 1

Desenvolvendo:   p.p + 2p.q + q.q = 1      ou seja

  

P2 + 2pq + q2 = 1

               

O processo evolutivo é actualmente interpretado em termos de genética de populações. As populações são a unidade evolutiva, considerando que existe evolução sempre que a frequência de genes na dita população se altere significativamente.

No entanto, do ponto de vista ecológico, uma população corresponde apenas a um conjunto de indivíduos que ocupa uma dada área geográfica num dado momento. Este tipo de definição facilmente se deduz que não pode servir como unidade evolutiva pois não implica que os seres se reproduzam, condição fundamental para a mudança genética.

Por esse motivo, à unidade evolutiva convencionou-se chamar população mendeliana, ou seja, uma comunidade de indivíduos entrecruzáveis, que compartilham determinado fundo genético. É formada, portanto, por indivíduos relacionados por acasalamento, descendência ou ascendência.

Considere-se, numa população mendeliana, um fundo genético constituído por dois alelos A e a:

Freq A = nº alelos A/nº total alelos                                                      

Freq a = nº alelos a/nº total alelos      ou seja,    frequências génicas

  

Freq AA = nº indivíduos AA/nº total indivíduos                                                    

Freq Aa = nº indivíduos Aa/nº total indivíduos     ou seja,        frequências genotípicas

Freq aa = nº indivíduos aa/nº total indivíduos                                                    

 

Se   freq A = p   e   freq a = q ,  então   p + q = 1

Passando a frequências genotípicas, ter-se-ia  (p +q)2 = 1

Desenvolvendo:   p.p + 2p.q + q.q = 1      ou seja

  

P2 + 2pq + q2 = 1

               

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