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principios constitucionais e ordinários do processo

Direito Constitucional I

Humanas / Sociais


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Há mais de um mês

A Constituição Federal traz alguns princípios processuais, quais sejam: o devido processo legal, a isonomia, o contraditório, a inafastabilidade do controle jurisdicional, a imparcialidade do juiz, a publicidade dos atos processuais, o duplo grau de jurisdição e a duração razoável do processo.

Já os princípios ordinários são: o dispositivo, o livre convencimento motivado, a oralidade, a boa-fé e a cooperação.

  • Devido Processo Legal:

O princípio obriga que se respeitem as garantias processuais e as exigências necessárias para a obtenção de uma sentença justa e célere.

  • Isonomia:

É a necessidade de dar às partes tratamento igualitário em relação ao exercício de seus direitos e faculdades processuais, aos meios de defesa, aos ônus, aos deveres e à aplicação de sanções processuais.

  • Contraditório:

O contraditório exige que se dê ciência ao réu da existência do processo e, às partes, dos atos que nele são praticados. As partes têm o direito de ser ouvidos e de expor ao julgamento sua argumentação.

  • Inafastabilidade do Controle Jurisdicional:

Proíbe a lei de excluir da apreciação do Judiciário lesão ou ameaça a direito. Garante a todos o acesso à justiça para postular e defender seus interesses por meio do exercício do direito de ação, obtendo pronunciamento judicial.

  • Imparcialidade do Juiz:

Não há escolha do juiz de acordo com o arbítrio e a vontade das partes. A causa deve ser apreciada por órgão judicial que já exista no momento do litígio e que tenha sua competência preestabelecida pela CF e por lei.

  • Publicidade dos Atos Processuais:

É necessário que se publiquem os atos processuais para que a sociedade possa fiscalizar seus juízes. 

  • Duplo Grau de Jurisdição:

Decorre do sistema constitucional, que prevê a existência de tribunais que julguem recursos.

  • Razoável Duração do Processo:

É dirigido ao legislador, para que editem leis que não atravanquem e que acelerem o andamento do processo, ao administrador, para que cuide da manutenção dos órgãos judiciários, e aos juízes, para que diligenciem para que o processo caminhe a uma solução rápida.

  • Dispositivo:

Em todo processo há interesse público. Cabe ao juiz participar ativamente do processo para buscar a melhor solução.

  • Livre Convencimento Motivado:

O juiz apreciará a prova observando o que conste dos autos, mas, ao proferir a sentença, deve indicar os motivos que lhe formaram o convencimento. 

  • Oralidade:

Necessidade de o julgador aproximar-se o quanto possível da instrução e das provas realizadas ao longo do processo.

  • Boa-fé:

Lealdade processual e respeito àqueles que participam do processo. 

  • Cooperação:

Exige-se que as partes colaborem para que o processo evolua adequadamente.

 

 

A Constituição Federal traz alguns princípios processuais, quais sejam: o devido processo legal, a isonomia, o contraditório, a inafastabilidade do controle jurisdicional, a imparcialidade do juiz, a publicidade dos atos processuais, o duplo grau de jurisdição e a duração razoável do processo.

Já os princípios ordinários são: o dispositivo, o livre convencimento motivado, a oralidade, a boa-fé e a cooperação.

  • Devido Processo Legal:

O princípio obriga que se respeitem as garantias processuais e as exigências necessárias para a obtenção de uma sentença justa e célere.

  • Isonomia:

É a necessidade de dar às partes tratamento igualitário em relação ao exercício de seus direitos e faculdades processuais, aos meios de defesa, aos ônus, aos deveres e à aplicação de sanções processuais.

  • Contraditório:

O contraditório exige que se dê ciência ao réu da existência do processo e, às partes, dos atos que nele são praticados. As partes têm o direito de ser ouvidos e de expor ao julgamento sua argumentação.

  • Inafastabilidade do Controle Jurisdicional:

Proíbe a lei de excluir da apreciação do Judiciário lesão ou ameaça a direito. Garante a todos o acesso à justiça para postular e defender seus interesses por meio do exercício do direito de ação, obtendo pronunciamento judicial.

  • Imparcialidade do Juiz:

Não há escolha do juiz de acordo com o arbítrio e a vontade das partes. A causa deve ser apreciada por órgão judicial que já exista no momento do litígio e que tenha sua competência preestabelecida pela CF e por lei.

  • Publicidade dos Atos Processuais:

É necessário que se publiquem os atos processuais para que a sociedade possa fiscalizar seus juízes. 

  • Duplo Grau de Jurisdição:

Decorre do sistema constitucional, que prevê a existência de tribunais que julguem recursos.

  • Razoável Duração do Processo:

É dirigido ao legislador, para que editem leis que não atravanquem e que acelerem o andamento do processo, ao administrador, para que cuide da manutenção dos órgãos judiciários, e aos juízes, para que diligenciem para que o processo caminhe a uma solução rápida.

  • Dispositivo:

Em todo processo há interesse público. Cabe ao juiz participar ativamente do processo para buscar a melhor solução.

  • Livre Convencimento Motivado:

O juiz apreciará a prova observando o que conste dos autos, mas, ao proferir a sentença, deve indicar os motivos que lhe formaram o convencimento. 

  • Oralidade:

Necessidade de o julgador aproximar-se o quanto possível da instrução e das provas realizadas ao longo do processo.

  • Boa-fé:

Lealdade processual e respeito àqueles que participam do processo. 

  • Cooperação:

Exige-se que as partes colaborem para que o processo evolua adequadamente.

 

 

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Larissa

Há mais de um mês

os principios sempre são ordinários haha

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas