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Quais dos aspectos morfológicos da necrose encontramos nesta ferida?

A. C. S, 42 anos, pedreiro, previamente hígido, sofreu um corte no pé por pisar em uma pá enferrujada. após 24 horas a lesão apresentou-se aumentada, hiperemiada de com exsudato purulento. Quais dos aspectos morfológicos da necrose encontramos nesta ferida?
Patologia IESTÁCIO

4 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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Há mais de um mês

A necrose é um processo de morte celular irreversível. Vejamos alguns aspectos da ferida de A. C. S para identificarmos as características de um processo de necrose.

Em primeiro lugar, a hiperemia é o processo caracterizado pelo aumento do volume sanguíneo em um tecido ou área afetada. Quando chamada de ativa, pode causar maior vermelhidão através da dilatação arteriolar e arterial para dissipar o excesso de calor. Porém, a hiperemia passiva intensifica a coloração azul avermelhada nas regiões afetadas conforme o sangue se acumula (cianose). A deficiência em oxigênio e nutrição dos tecidos podem levar a morte celular, gerando a necrose.

Outro fator é o exsudato purulento. Esse material é o resultado de quando o exsudato produzido é amarelo-esverdeado, com consistência cremosa e composto em sua maioria por granulócitos polimorfonucleares (PMN) vivos e mortos e em células necróticas. Pode ocorrer de diversos modos (pústula, furúnculo, etc) mas em todas há características que incorporam o aparecimento de infecções e células mortas.

Dessa forma, os aspectos morfológicos da ferida são compatíveis com o quadro de necrose.

A necrose é um processo de morte celular irreversível. Vejamos alguns aspectos da ferida de A. C. S para identificarmos as características de um processo de necrose.

Em primeiro lugar, a hiperemia é o processo caracterizado pelo aumento do volume sanguíneo em um tecido ou área afetada. Quando chamada de ativa, pode causar maior vermelhidão através da dilatação arteriolar e arterial para dissipar o excesso de calor. Porém, a hiperemia passiva intensifica a coloração azul avermelhada nas regiões afetadas conforme o sangue se acumula (cianose). A deficiência em oxigênio e nutrição dos tecidos podem levar a morte celular, gerando a necrose.

Outro fator é o exsudato purulento. Esse material é o resultado de quando o exsudato produzido é amarelo-esverdeado, com consistência cremosa e composto em sua maioria por granulócitos polimorfonucleares (PMN) vivos e mortos e em células necróticas. Pode ocorrer de diversos modos (pústula, furúnculo, etc) mas em todas há características que incorporam o aparecimento de infecções e células mortas.

Dessa forma, os aspectos morfológicos da ferida são compatíveis com o quadro de necrose.

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Andre

Há mais de um mês

A necrose é um processo de morte celular irreversível. Vejamos alguns aspectos da ferida de A. C. S para identificarmos as características de um processo de necrose.

Em primeiro lugar, a hiperemia é o processo caracterizado pelo aumento do volume sanguíneo em um tecido ou área afetada. Quando chamada de ativa, pode causar maior vermelhidão através da dilatação arteriolar e arterial para dissipar o excesso de calor. Porém, a hiperemia passiva intensifica a coloração azul avermelhada nas regiões afetadas conforme o sangue se acumula (cianose). A deficiência em oxigênio e nutrição dos tecidos podem levar a morte celular, gerando a necrose.

Outro fator é o exsudato purulento. Esse material é o resultado de quando o exsudato produzido é amarelo-esverdeado, com consistência cremosa e composto em sua maioria por granulócitos polimorfonucleares (PMN) vivos e mortos e em células necróticas. Pode ocorrer de diversos modos (pústula, furúnculo, etc) mas em todas há características que incorporam o aparecimento de infecções e células mortas.

Dessa forma, os aspectos morfológicos da ferida são compatíveis com o quadro de necrose.

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Andre

Há mais de um mês

A necrose é um processo de morte celular irreversível. Vejamos alguns aspectos da ferida de A. C. S para identificarmos as características de um processo de necrose.

Em primeiro lugar, a hiperemia é o processo caracterizado pelo aumento do volume sanguíneo em um tecido ou área afetada. Quando chamada de ativa, pode causar maior vermelhidão através da dilatação arteriolar e arterial para dissipar o excesso de calor. Porém, a hiperemia passiva intensifica a coloração azul avermelhada nas regiões afetadas conforme o sangue se acumula (cianose). A deficiência em oxigênio e nutrição dos tecidos podem levar a morte celular, gerando a necrose.

Outro fator é o exsudato purulento. Esse material é o resultado de quando o exsudato produzido é amarelo-esverdeado, com consistência cremosa e composto em sua maioria por granulócitos polimorfonucleares (PMN) vivos e mortos e em células necróticas. Pode ocorrer de diversos modos (pústula, furúnculo, etc) mas em todas há características que incorporam o aparecimento de infecções e células mortas.

Dessa forma, os aspectos morfológicos da ferida são compatíveis com o quadro de necrose.

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