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Como posso elaborar um plano estratégico de TI?


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turmati

Há mais de um mês

O ponto de partida para elaborar um plano estratégico de TI é possuir desejo de mudança. Afinal, traçar uma estratégia é como apontar uma direção, isto é, o caminho que você vai percorrer para alcançar uma visão de futuromelhor do que a realidade atual.

 

5 etapas para construir um plano estratégico de TI

O plano estratégico de TI pode ser feito em 5 passos. São eles:

1. Análise de ambiente

O objetivo dessa primeira etapa é entender o ambiente interno e externo da TI.

No ambiente interno é possível avaliar algumas questões, como:

  • Qual a capacidade atual da TI?
  • A TI possui fragilidades e vulnerabilidades? Quais?
  • A TI tem um plano de continuidade adequado?
  • Como está a satisfação dos usuários, clientes e demais stakeholders em relação à TI?
  • A equipe de TI está motivada e qualificada?

Já no ambiente externo da TI é possível avaliar algumas questões, como:

  • Para qual direção o negócio está caminhando?
  • O que essa direção significa para a TI?
  • Como está a TI dos concorrentes?
  • Que tecnologias emergentes podem afetar ou beneficiar o negócio?

Essas respostas são importantes porque vão dar suporte a uma reflexão profunda sobre a realidade atual e ajudar a determinar o futuro da TI!

2. Formulação das estratégias de TI

Com base na análise dos ambientes interno e externo, a formulação das estratégias de TI define quais objetivos a TI deve perseguir para estar alinhada à estratégia do negócio e conseguir entregar valor para a organização. “Qual TI a empresa vai precisar daqui a alguns anos?” é a pergunta-chave nessa etapa.

E para guiar o caminho futuro existem os temas estratégicos, isto é, grandes direções que orientam e facilitam a comunicação com a equipe. Os temas estratégicos são detalhados em objetivos estratégicos que, por sua vez, demonstram as opções estratégicas para construir cada tema, tornando o plano mais compreensível e prescritivo.

Os dois juntos buscam construir um mapa estratégico de TI, principal instrumento para expressar a estratégia no Balanced Scorecard (BSC).

3. Plano de Execução

O plano de execução é um detalhamento das estratégias, que torna a sua execução clara e monitorável. Esse plano trabalha com dois elementos principais: os indicadores de performance (KPIs) e as iniciativas.

Os indicadores medem se a estratégia está sendo realizada no tempo esperado. É importante lembrar que aqui tratam-se somente dos indicadores estratégicos. Afinal, a TI pode ter inúmeros indicadores, mas aqui escolhemos só aqueles envolvidos na mudança estratégica.

Já as iniciativas nada mais são do que os projetos estratégicos de TI. Eles podem ser projetos para o negócio ou internos (que afetam a estrutura da TI).

Assim como os indicadores de performance, as iniciativas também devem refletir a mudança. Por isso, nem todos os projetos de TI são considerados no plano de execução da estratégia.

4. Monitoramento da execução

Monitoramento da execução significa avaliar com uma frequência pré-determinada – como mensal ou bimestral – se os indicadores estão atingindo as metas parciais e totais, se a TI está executando as iniciativas que foram propostas e se elas estão gerando os resultados esperados.

Caso algum indicador ou projeto não esteja correspondendo às expectativas, é possível fazer ações de resposta para melhorar a performance desses indicadores. Assim você permanece no caminho estabelecido e mantém o envolvimento e compromisso da equipe, que precisa se comunicar e prestar contas.

5. Ajustes do plano

O mundo está cada vez mais ágil e, mesmo com todo um plano sobre o futuro, as informações mudam com frequência. Para acompanhar essa agilidade é necessário se adaptar, ou seja, fazer ajustes no plano e definir melhorias e mudanças na rota para a visão de futuro. Além disso, é preciso trazer os conceitos de agilidade, flexibilidade e adaptabilidade estratégica para a TI.

Dependendo do tamanho e da estrutura da TI, a construção do plano estratégico pode ser feita de forma robusta ou simplificada. Não importa o método, vale lembrar que o plano deve ser um instrumento para que a estratégia se concretize e a TI consiga elaborar ações para entregar o que se espera dela.

O ponto de partida para elaborar um plano estratégico de TI é possuir desejo de mudança. Afinal, traçar uma estratégia é como apontar uma direção, isto é, o caminho que você vai percorrer para alcançar uma visão de futuromelhor do que a realidade atual.

 

5 etapas para construir um plano estratégico de TI

O plano estratégico de TI pode ser feito em 5 passos. São eles:

1. Análise de ambiente

O objetivo dessa primeira etapa é entender o ambiente interno e externo da TI.

No ambiente interno é possível avaliar algumas questões, como:

  • Qual a capacidade atual da TI?
  • A TI possui fragilidades e vulnerabilidades? Quais?
  • A TI tem um plano de continuidade adequado?
  • Como está a satisfação dos usuários, clientes e demais stakeholders em relação à TI?
  • A equipe de TI está motivada e qualificada?

Já no ambiente externo da TI é possível avaliar algumas questões, como:

  • Para qual direção o negócio está caminhando?
  • O que essa direção significa para a TI?
  • Como está a TI dos concorrentes?
  • Que tecnologias emergentes podem afetar ou beneficiar o negócio?

Essas respostas são importantes porque vão dar suporte a uma reflexão profunda sobre a realidade atual e ajudar a determinar o futuro da TI!

2. Formulação das estratégias de TI

Com base na análise dos ambientes interno e externo, a formulação das estratégias de TI define quais objetivos a TI deve perseguir para estar alinhada à estratégia do negócio e conseguir entregar valor para a organização. “Qual TI a empresa vai precisar daqui a alguns anos?” é a pergunta-chave nessa etapa.

E para guiar o caminho futuro existem os temas estratégicos, isto é, grandes direções que orientam e facilitam a comunicação com a equipe. Os temas estratégicos são detalhados em objetivos estratégicos que, por sua vez, demonstram as opções estratégicas para construir cada tema, tornando o plano mais compreensível e prescritivo.

Os dois juntos buscam construir um mapa estratégico de TI, principal instrumento para expressar a estratégia no Balanced Scorecard (BSC).

3. Plano de Execução

O plano de execução é um detalhamento das estratégias, que torna a sua execução clara e monitorável. Esse plano trabalha com dois elementos principais: os indicadores de performance (KPIs) e as iniciativas.

Os indicadores medem se a estratégia está sendo realizada no tempo esperado. É importante lembrar que aqui tratam-se somente dos indicadores estratégicos. Afinal, a TI pode ter inúmeros indicadores, mas aqui escolhemos só aqueles envolvidos na mudança estratégica.

Já as iniciativas nada mais são do que os projetos estratégicos de TI. Eles podem ser projetos para o negócio ou internos (que afetam a estrutura da TI).

Assim como os indicadores de performance, as iniciativas também devem refletir a mudança. Por isso, nem todos os projetos de TI são considerados no plano de execução da estratégia.

4. Monitoramento da execução

Monitoramento da execução significa avaliar com uma frequência pré-determinada – como mensal ou bimestral – se os indicadores estão atingindo as metas parciais e totais, se a TI está executando as iniciativas que foram propostas e se elas estão gerando os resultados esperados.

Caso algum indicador ou projeto não esteja correspondendo às expectativas, é possível fazer ações de resposta para melhorar a performance desses indicadores. Assim você permanece no caminho estabelecido e mantém o envolvimento e compromisso da equipe, que precisa se comunicar e prestar contas.

5. Ajustes do plano

O mundo está cada vez mais ágil e, mesmo com todo um plano sobre o futuro, as informações mudam com frequência. Para acompanhar essa agilidade é necessário se adaptar, ou seja, fazer ajustes no plano e definir melhorias e mudanças na rota para a visão de futuro. Além disso, é preciso trazer os conceitos de agilidade, flexibilidade e adaptabilidade estratégica para a TI.

Dependendo do tamanho e da estrutura da TI, a construção do plano estratégico pode ser feita de forma robusta ou simplificada. Não importa o método, vale lembrar que o plano deve ser um instrumento para que a estratégia se concretize e a TI consiga elaborar ações para entregar o que se espera dela.

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