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Em que sentido a revolução Keynesiana e o monetarismo de Friedman influenciaram os desenvovilmentos teóricos de Mises e Hayek?


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Há mais de um mês

CONTEXTUALIZAÇÃO

O século XX foi recheado de acontecimentos históricos e sociais, a começar pela crise econômica de 1929, que influenciou, e muito, o pensamento econômico e a confiança no mercado como o agente responsável pela regulação equilíbrio do sistema capitalista de produção de mercadorias. A ocorrência das guerras mundiais, de demais conflitos e dos choques causou transformações nas estruturas produtivas, sociais e políticas dos países, causando inúmeros impactos em outros setores da sociedade. A partir dos choques do petróleo da década de 1970 e dos movimentos de protecionismo e de alteração das políticas econômicas padrões dos países desenvolvidos, observou-se a ascensão de novas linhas de pensamento que fugiam aquelas que até então prevaleciam. No geral, pode-se traçar inúmeras relações entre as doutrinas utilizadas por economistas para criar modelos de funcionamento da economia no século XX. Destaca-se, sabendo disso, a ´doutrina keynesiana, a escola monetarista e a escola austríaca.


RESOLUÇÃO

A revolução keynesiana, ou simplesmente o conjunto de ideias que remontam á contribuição de Keynes, ganhou destaque a partir da década de 1930 e da expansão da desconfiança da sociedade acerca do livre funcionamento do mercado e de suas capacidades de regular de modo equilibrado a dinâmica capitalista. A partir da obra “A Teoria Geral do Emprego, do Juro e do Dinheiro” colocou grandes conceitos em evidência que cercavam a economia capitalista, como é o caso das expectativas, das incertezas e da grande importância dos fluxos de capitais e do acúmulo de capitais para os países. Neste contexto, também comenta sobre a importância das taxas de juros e dos comportamentos dos agentes a depender da variação destas no mercado interno, e de sua relação com o mercado de títulos; e orienta um modelo econômico que ressalta a importância da ação do Estado na economia como forma de reorientar a dinâmica capitalista. Por outro lado, Friedman defendeu ideias contrárias às de Keynes e, por isso, ganhou espaço quando as ideias do outro não conseguiam corresponder á realidade dos fatos econômicos e sociais. O monetarismo, vertente defendida por Friedman, tinha suas bases na teoria quantitativa da moeda e fazia alusão à liberdade dos mercados e da livre concorrência como essenciais para a dinamicidade da economia capitalista. Suas ideias serviram de base para inúmeras políticas econômicas executadas a partir da década de 1970, quando o keynesianismo passou a sofrer – embora este tenha sido importante entre as décadas de 30 e 50, principalmente. Como se pode imaginar, outros autores também discutiram as variáveis econômicas ao mesmo tempo em que Keynes e Friedman evoluíam as suas teorias, como, por exemplo, Hayek e Mises, que formaram e expandiram as ideias da escola austríaca. Entre as ideias que são difundidas pela escola austríaca, destaca-se aquelas que remontam para a capacidade do mecanismo de preços se organizarem de forma automática, autônoma. Segundo os autores, as ações dos agentes econômicos provocam um contexto em que modelos criados não possam ser utilizados para servirem de base às decisões acerca da definição de preços e contratos. Dessa forma, são desfavoráveis à interferência do Estado e muito favoráveis à capacidade do mercado de se autorregular. Além disso, são favoráveis à conceitos que envolvem a esfera bancária da economia e à regulação desta, de maneira que possa existir um determinado grau de emissão de moeda privada com regulamentações específicas ou nulas.


CONCLUSÃO

O século XX foi recheado de eventos políticos, econômicos, sociais que provocaram transformações no modo de pensar a respeito do funcionamento do mercado capitalista. Dessa forma, inúmeros padrões de modelos de funcionamento da sociedade foram criados, difundidos e abandonados. Destaca-se, todavia, as contribuições do keynesianismo, do monetarismo e da escola austríaca nesta grande dinâmica de transformação do pensamento econômico, caracterizada por envolver ideias que ora absorviam o conhecimento criado e difundido por outras frentes de pensamento, ora o abandonavam por completo, indicando novos caminhos para a observação e comprovação dos acontecimentos reais


CONTEXTUALIZAÇÃO

O século XX foi recheado de acontecimentos históricos e sociais, a começar pela crise econômica de 1929, que influenciou, e muito, o pensamento econômico e a confiança no mercado como o agente responsável pela regulação equilíbrio do sistema capitalista de produção de mercadorias. A ocorrência das guerras mundiais, de demais conflitos e dos choques causou transformações nas estruturas produtivas, sociais e políticas dos países, causando inúmeros impactos em outros setores da sociedade. A partir dos choques do petróleo da década de 1970 e dos movimentos de protecionismo e de alteração das políticas econômicas padrões dos países desenvolvidos, observou-se a ascensão de novas linhas de pensamento que fugiam aquelas que até então prevaleciam. No geral, pode-se traçar inúmeras relações entre as doutrinas utilizadas por economistas para criar modelos de funcionamento da economia no século XX. Destaca-se, sabendo disso, a ´doutrina keynesiana, a escola monetarista e a escola austríaca.


RESOLUÇÃO

A revolução keynesiana, ou simplesmente o conjunto de ideias que remontam á contribuição de Keynes, ganhou destaque a partir da década de 1930 e da expansão da desconfiança da sociedade acerca do livre funcionamento do mercado e de suas capacidades de regular de modo equilibrado a dinâmica capitalista. A partir da obra “A Teoria Geral do Emprego, do Juro e do Dinheiro” colocou grandes conceitos em evidência que cercavam a economia capitalista, como é o caso das expectativas, das incertezas e da grande importância dos fluxos de capitais e do acúmulo de capitais para os países. Neste contexto, também comenta sobre a importância das taxas de juros e dos comportamentos dos agentes a depender da variação destas no mercado interno, e de sua relação com o mercado de títulos; e orienta um modelo econômico que ressalta a importância da ação do Estado na economia como forma de reorientar a dinâmica capitalista. Por outro lado, Friedman defendeu ideias contrárias às de Keynes e, por isso, ganhou espaço quando as ideias do outro não conseguiam corresponder á realidade dos fatos econômicos e sociais. O monetarismo, vertente defendida por Friedman, tinha suas bases na teoria quantitativa da moeda e fazia alusão à liberdade dos mercados e da livre concorrência como essenciais para a dinamicidade da economia capitalista. Suas ideias serviram de base para inúmeras políticas econômicas executadas a partir da década de 1970, quando o keynesianismo passou a sofrer – embora este tenha sido importante entre as décadas de 30 e 50, principalmente. Como se pode imaginar, outros autores também discutiram as variáveis econômicas ao mesmo tempo em que Keynes e Friedman evoluíam as suas teorias, como, por exemplo, Hayek e Mises, que formaram e expandiram as ideias da escola austríaca. Entre as ideias que são difundidas pela escola austríaca, destaca-se aquelas que remontam para a capacidade do mecanismo de preços se organizarem de forma automática, autônoma. Segundo os autores, as ações dos agentes econômicos provocam um contexto em que modelos criados não possam ser utilizados para servirem de base às decisões acerca da definição de preços e contratos. Dessa forma, são desfavoráveis à interferência do Estado e muito favoráveis à capacidade do mercado de se autorregular. Além disso, são favoráveis à conceitos que envolvem a esfera bancária da economia e à regulação desta, de maneira que possa existir um determinado grau de emissão de moeda privada com regulamentações específicas ou nulas.


CONCLUSÃO

O século XX foi recheado de eventos políticos, econômicos, sociais que provocaram transformações no modo de pensar a respeito do funcionamento do mercado capitalista. Dessa forma, inúmeros padrões de modelos de funcionamento da sociedade foram criados, difundidos e abandonados. Destaca-se, todavia, as contribuições do keynesianismo, do monetarismo e da escola austríaca nesta grande dinâmica de transformação do pensamento econômico, caracterizada por envolver ideias que ora absorviam o conhecimento criado e difundido por outras frentes de pensamento, ora o abandonavam por completo, indicando novos caminhos para a observação e comprovação dos acontecimentos reais


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Andre Smaira

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O século XX foi recheado de acontecimentos históricos e sociais, a começar pela crise econômica de 1929, que influenciou, e muito, o pensamento econômico e a confiança no mercado como o agente responsável pela regulação equilíbrio do sistema capitalista de produção de mercadorias. A ocorrência das guerras mundiais, de demais conflitos e dos choques causou transformações nas estruturas produtivas, sociais e políticas dos países, causando inúmeros impactos em outros setores da sociedade. A partir dos choques do petróleo da década de 1970 e dos movimentos de protecionismo e de alteração das políticas econômicas padrões dos países desenvolvidos, observou-se a ascensão de novas linhas de pensamento que fugiam aquelas que até então prevaleciam. No geral, pode-se traçar inúmeras relações entre as doutrinas utilizadas por economistas para criar modelos de funcionamento da economia no século XX. Destaca-se, sabendo disso, a ´doutrina keynesiana, a escola monetarista e a escola austríaca.


RESOLUÇÃO

A revolução keynesiana, ou simplesmente o conjunto de ideias que remontam á contribuição de Keynes, ganhou destaque a partir da década de 1930 e da expansão da desconfiança da sociedade acerca do livre funcionamento do mercado e de suas capacidades de regular de modo equilibrado a dinâmica capitalista. A partir da obra “A Teoria Geral do Emprego, do Juro e do Dinheiro” colocou grandes conceitos em evidência que cercavam a economia capitalista, como é o caso das expectativas, das incertezas e da grande importância dos fluxos de capitais e do acúmulo de capitais para os países. Neste contexto, também comenta sobre a importância das taxas de juros e dos comportamentos dos agentes a depender da variação destas no mercado interno, e de sua relação com o mercado de títulos; e orienta um modelo econômico que ressalta a importância da ação do Estado na economia como forma de reorientar a dinâmica capitalista. Por outro lado, Friedman defendeu ideias contrárias às de Keynes e, por isso, ganhou espaço quando as ideias do outro não conseguiam corresponder á realidade dos fatos econômicos e sociais. O monetarismo, vertente defendida por Friedman, tinha suas bases na teoria quantitativa da moeda e fazia alusão à liberdade dos mercados e da livre concorrência como essenciais para a dinamicidade da economia capitalista. Suas ideias serviram de base para inúmeras políticas econômicas executadas a partir da década de 1970, quando o keynesianismo passou a sofrer – embora este tenha sido importante entre as décadas de 30 e 50, principalmente. Como se pode imaginar, outros autores também discutiram as variáveis econômicas ao mesmo tempo em que Keynes e Friedman evoluíam as suas teorias, como, por exemplo, Hayek e Mises, que formaram e expandiram as ideias da escola austríaca. Entre as ideias que são difundidas pela escola austríaca, destaca-se aquelas que remontam para a capacidade do mecanismo de preços se organizarem de forma automática, autônoma. Segundo os autores, as ações dos agentes econômicos provocam um contexto em que modelos criados não possam ser utilizados para servirem de base às decisões acerca da definição de preços e contratos. Dessa forma, são desfavoráveis à interferência do Estado e muito favoráveis à capacidade do mercado de se autorregular. Além disso, são favoráveis à conceitos que envolvem a esfera bancária da economia e à regulação desta, de maneira que possa existir um determinado grau de emissão de moeda privada com regulamentações específicas ou nulas.


CONCLUSÃO

O século XX foi recheado de eventos políticos, econômicos, sociais que provocaram transformações no modo de pensar a respeito do funcionamento do mercado capitalista. Dessa forma, inúmeros padrões de modelos de funcionamento da sociedade foram criados, difundidos e abandonados. Destaca-se, todavia, as contribuições do keynesianismo, do monetarismo e da escola austríaca nesta grande dinâmica de transformação do pensamento econômico, caracterizada por envolver ideias que ora absorviam o conhecimento criado e difundido por outras frentes de pensamento, ora o abandonavam por completo, indicando novos caminhos para a observação e comprovação dos acontecimentos reais


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O século XX foi recheado de acontecimentos históricos e sociais, a começar pela crise econômica de 1929, que influenciou, e muito, o pensamento econômico e a confiança no mercado como o agente responsável pela regulação equilíbrio do sistema capitalista de produção de mercadorias. A ocorrência das guerras mundiais, de demais conflitos e dos choques causou transformações nas estruturas produtivas, sociais e políticas dos países, causando inúmeros impactos em outros setores da sociedade. A partir dos choques do petróleo da década de 1970 e dos movimentos de protecionismo e de alteração das políticas econômicas padrões dos países desenvolvidos, observou-se a ascensão de novas linhas de pensamento que fugiam aquelas que até então prevaleciam. No geral, pode-se traçar inúmeras relações entre as doutrinas utilizadas por economistas para criar modelos de funcionamento da economia no século XX. Destaca-se, sabendo disso, a ´doutrina keynesiana, a escola monetarista e a escola austríaca.


RESOLUÇÃO

A revolução keynesiana, ou simplesmente o conjunto de ideias que remontam á contribuição de Keynes, ganhou destaque a partir da década de 1930 e da expansão da desconfiança da sociedade acerca do livre funcionamento do mercado e de suas capacidades de regular de modo equilibrado a dinâmica capitalista. A partir da obra “A Teoria Geral do Emprego, do Juro e do Dinheiro” colocou grandes conceitos em evidência que cercavam a economia capitalista, como é o caso das expectativas, das incertezas e da grande importância dos fluxos de capitais e do acúmulo de capitais para os países. Neste contexto, também comenta sobre a importância das taxas de juros e dos comportamentos dos agentes a depender da variação destas no mercado interno, e de sua relação com o mercado de títulos; e orienta um modelo econômico que ressalta a importância da ação do Estado na economia como forma de reorientar a dinâmica capitalista. Por outro lado, Friedman defendeu ideias contrárias às de Keynes e, por isso, ganhou espaço quando as ideias do outro não conseguiam corresponder á realidade dos fatos econômicos e sociais. O monetarismo, vertente defendida por Friedman, tinha suas bases na teoria quantitativa da moeda e fazia alusão à liberdade dos mercados e da livre concorrência como essenciais para a dinamicidade da economia capitalista. Suas ideias serviram de base para inúmeras políticas econômicas executadas a partir da década de 1970, quando o keynesianismo passou a sofrer – embora este tenha sido importante entre as décadas de 30 e 50, principalmente. Como se pode imaginar, outros autores também discutiram as variáveis econômicas ao mesmo tempo em que Keynes e Friedman evoluíam as suas teorias, como, por exemplo, Hayek e Mises, que formaram e expandiram as ideias da escola austríaca. Entre as ideias que são difundidas pela escola austríaca, destaca-se aquelas que remontam para a capacidade do mecanismo de preços se organizarem de forma automática, autônoma. Segundo os autores, as ações dos agentes econômicos provocam um contexto em que modelos criados não possam ser utilizados para servirem de base às decisões acerca da definição de preços e contratos. Dessa forma, são desfavoráveis à interferência do Estado e muito favoráveis à capacidade do mercado de se autorregular. Além disso, são favoráveis à conceitos que envolvem a esfera bancária da economia e à regulação desta, de maneira que possa existir um determinado grau de emissão de moeda privada com regulamentações específicas ou nulas.


CONCLUSÃO

O século XX foi recheado de eventos políticos, econômicos, sociais que provocaram transformações no modo de pensar a respeito do funcionamento do mercado capitalista. Dessa forma, inúmeros padrões de modelos de funcionamento da sociedade foram criados, difundidos e abandonados. Destaca-se, todavia, as contribuições do keynesianismo, do monetarismo e da escola austríaca nesta grande dinâmica de transformação do pensamento econômico, caracterizada por envolver ideias que ora absorviam o conhecimento criado e difundido por outras frentes de pensamento, ora o abandonavam por completo, indicando novos caminhos para a observação e comprovação dos acontecimentos reais


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