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Como fica a legislação acerca da jornada de trabalho após a reforma trabalhista?


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Gabriela Gattulli Verified user icon

Há mais de um mês

As mudanças estabelecidas pela reforma trabalhista relacionadas à jornada de trabalho foram:

JORNADA DE TRABALHO 12×36-  Ou seja, com a nova legislação é possível ser fixado por um acordo individual entre a empresa e o trabalhador uma jornada de trabalho de 12 horas de trabalho seguidas com 36 horas ininterruptas de descanso.  Antes, isso só era possível em casos específicos previstos em lei ou mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.

JORNADA DE TRABALHO PARCIAL- A nova legislação trabalhista também alterou a jornada de trabalho parcial, em que o empregado é contratado por um tempo reduzido e recebe o salário e demais verbas de forma proporcional aos valores pagos aos trabalhadores integrais ou ao salário mínimo. Atualmente é possível contratar um trabalhado para uma jornada de até 30 horas semanais, sem a possibilidade de horas extras, ou contratar jornada de até 26 horas semanais, sendo permitido até 6 horas extras semanais.

INTERVALO INTRAJORNADA-  O intervalo intrajornada é aquele feito no meio da jornada de trabalho, antes da reforma tal interlavo deveria ser de no mínimo uma hora para as jornadas superiores a 6 horas diárias.  A mudança da reforma nesse ponto, foi a flixbilização para a possibilidade de  negociar a redução desse intervalo para, no mínimo, 30 minutos, por meio de norma coletiva de trabalho. Outra mudança foi a classificação dessa verba como indenizatória, ou seja, ela não integrará mais o cálculo de outras verbas trabalhistas.

TRABALHO INTERMITENTE-  Tal modalidade de jornada de trabalho criada pela reforma, na qual o empregado é contratado para prestar serviços de forma não contínua. Nesses casos, o serviço pode ser feito em dias alternados ou apenas por algumas horas semanais. O salário deve ser por hora e considerar o salário mínimo ou a remuneração de outro colaborador que exerça a jornada integral na mesma função.

BANCO DE HORAS-  Antes ele só poderia ser feito se houvesse previsão em norma coletiva, com compensação no prazo de 12 meses. Agora, ele pode ser instituído por acordo individual, o empregador e empregado podem fazer um acordo individual escrito, mas a compensação deverá acontecer em até 6 meses. A lei também deixou clara a possibilidade de instituir o banco de horas por acordo tácito ou escrito, se a compensação ocorrer no período em até um mês.

HORAS EXTRAS-   Quando o empregado permanecer na empresa por escolha própria, fora do seu horário de trabalho, com a finalidade de buscar proteção pessoal ou para atividades particulares, esse tempo não será considerado à disposição do empregador, logo não mais acarretará em horas extras. O tempo gasto pelo empregado para ir ao trabalho e retornar, quando não há transporte público ou o local é de difícil acesso (horas in itinere), também deixa de ser considerado à disposição do empregador, exceto caso a norma coletiva estabeleça de forma contrária.

As mudanças estabelecidas pela reforma trabalhista relacionadas à jornada de trabalho foram:

JORNADA DE TRABALHO 12×36-  Ou seja, com a nova legislação é possível ser fixado por um acordo individual entre a empresa e o trabalhador uma jornada de trabalho de 12 horas de trabalho seguidas com 36 horas ininterruptas de descanso.  Antes, isso só era possível em casos específicos previstos em lei ou mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.

JORNADA DE TRABALHO PARCIAL- A nova legislação trabalhista também alterou a jornada de trabalho parcial, em que o empregado é contratado por um tempo reduzido e recebe o salário e demais verbas de forma proporcional aos valores pagos aos trabalhadores integrais ou ao salário mínimo. Atualmente é possível contratar um trabalhado para uma jornada de até 30 horas semanais, sem a possibilidade de horas extras, ou contratar jornada de até 26 horas semanais, sendo permitido até 6 horas extras semanais.

INTERVALO INTRAJORNADA-  O intervalo intrajornada é aquele feito no meio da jornada de trabalho, antes da reforma tal interlavo deveria ser de no mínimo uma hora para as jornadas superiores a 6 horas diárias.  A mudança da reforma nesse ponto, foi a flixbilização para a possibilidade de  negociar a redução desse intervalo para, no mínimo, 30 minutos, por meio de norma coletiva de trabalho. Outra mudança foi a classificação dessa verba como indenizatória, ou seja, ela não integrará mais o cálculo de outras verbas trabalhistas.

TRABALHO INTERMITENTE-  Tal modalidade de jornada de trabalho criada pela reforma, na qual o empregado é contratado para prestar serviços de forma não contínua. Nesses casos, o serviço pode ser feito em dias alternados ou apenas por algumas horas semanais. O salário deve ser por hora e considerar o salário mínimo ou a remuneração de outro colaborador que exerça a jornada integral na mesma função.

BANCO DE HORAS-  Antes ele só poderia ser feito se houvesse previsão em norma coletiva, com compensação no prazo de 12 meses. Agora, ele pode ser instituído por acordo individual, o empregador e empregado podem fazer um acordo individual escrito, mas a compensação deverá acontecer em até 6 meses. A lei também deixou clara a possibilidade de instituir o banco de horas por acordo tácito ou escrito, se a compensação ocorrer no período em até um mês.

HORAS EXTRAS-   Quando o empregado permanecer na empresa por escolha própria, fora do seu horário de trabalho, com a finalidade de buscar proteção pessoal ou para atividades particulares, esse tempo não será considerado à disposição do empregador, logo não mais acarretará em horas extras. O tempo gasto pelo empregado para ir ao trabalho e retornar, quando não há transporte público ou o local é de difícil acesso (horas in itinere), também deixa de ser considerado à disposição do empregador, exceto caso a norma coletiva estabeleça de forma contrária.

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