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Como se deu a conquista das ações afirmativas para mulheres ?


2 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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Júnior Oliveira Verified user icon

Há mais de um mês

A luta por espaço e a conquista de ações afirmativas para as mulheres é algo relativamente recente, ainda faltando muito a ser feito. Sobretudo após a II Grande Guerra, os Estados ao redor do mundo passaram a receber maio cobrança em relação à necessidade de tutelar grupos minoritários, a fim de resguardar direitos e garantias fundamentais. 

Especificamente no caso brasileiro, podemos citar como políticas públicas de ações afirmativas em prol da mulher:

  • Criação da primeira Delegacia de Proteção à Mulher, em 6 de agosto de 1985, no Estado de São Paulo;
     
  • Lei n.º 9.100, de 29 de setembro de 1995 - determina aos partidos políticos ou coligações a reserva de, no mínimo, vinte por cento das vagas para serem preenchidas por mulheres candidatas;
     
  • Lei n.º 9.029, de 13 de abril de 1995 - proíbe a adoção de qualquer prática discriminatória e limitativa no que tange à relação de emprego, ou sua manutenção, por motivo de sexo, raça, cor, estado civil, situação familiar ou idade, ressalvadas, neste caso, as hipóteses de proteção ao menor;
     
  • Lei n.º 9.504, de 30 de setembro de 1997 - estabeleceu cotas para aumentar a participação feminina nos Parlamentos;
     
  • Decreto n.° 4.228, de 13 de maio de 2002 - determina medidas administrativas e de gestão estratégica, de forma que cada órgão defina metas de participação de mulheres, afrobrasileiros e pessoas com deficiência em cargos em comissão do grupo de direção e assessoramento superiores;
     
  • Lei n.º 10.710, de 05 de agosto de 2003 - altera a Lei n.º 8.213, de 24 de julho de 1991, e restabelece o pagamento, pela empresa, do salário maternidade, devido à segurada/empregada gestante;
     
  •  Lei n.º 10.778, de 24 de novembro de 2003 -  estabelece a notificação compulsória dos casos de violência contra a mulher que for atendida em serviços de saúde públicos ou privados;
     
  • Lei n.º 10.886, de 17 de junho de 2004 -  tipifica como crime a violência doméstica.

A luta por espaço e a conquista de ações afirmativas para as mulheres é algo relativamente recente, ainda faltando muito a ser feito. Sobretudo após a II Grande Guerra, os Estados ao redor do mundo passaram a receber maio cobrança em relação à necessidade de tutelar grupos minoritários, a fim de resguardar direitos e garantias fundamentais. 

Especificamente no caso brasileiro, podemos citar como políticas públicas de ações afirmativas em prol da mulher:

  • Criação da primeira Delegacia de Proteção à Mulher, em 6 de agosto de 1985, no Estado de São Paulo;
     
  • Lei n.º 9.100, de 29 de setembro de 1995 - determina aos partidos políticos ou coligações a reserva de, no mínimo, vinte por cento das vagas para serem preenchidas por mulheres candidatas;
     
  • Lei n.º 9.029, de 13 de abril de 1995 - proíbe a adoção de qualquer prática discriminatória e limitativa no que tange à relação de emprego, ou sua manutenção, por motivo de sexo, raça, cor, estado civil, situação familiar ou idade, ressalvadas, neste caso, as hipóteses de proteção ao menor;
     
  • Lei n.º 9.504, de 30 de setembro de 1997 - estabeleceu cotas para aumentar a participação feminina nos Parlamentos;
     
  • Decreto n.° 4.228, de 13 de maio de 2002 - determina medidas administrativas e de gestão estratégica, de forma que cada órgão defina metas de participação de mulheres, afrobrasileiros e pessoas com deficiência em cargos em comissão do grupo de direção e assessoramento superiores;
     
  • Lei n.º 10.710, de 05 de agosto de 2003 - altera a Lei n.º 8.213, de 24 de julho de 1991, e restabelece o pagamento, pela empresa, do salário maternidade, devido à segurada/empregada gestante;
     
  •  Lei n.º 10.778, de 24 de novembro de 2003 -  estabelece a notificação compulsória dos casos de violência contra a mulher que for atendida em serviços de saúde públicos ou privados;
     
  • Lei n.º 10.886, de 17 de junho de 2004 -  tipifica como crime a violência doméstica.
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Jurandir Oliveira

Há mais de um mês

Constituição do Império, outorgada em 1824, considerava cidadão apenas aquele pertencente ao sexo masculino, omitindo a proteção ao princípio da isonomia em relação às mulheres. Concedia às mulheres a possibilidade de trabalhar em empresas privadas, mas a impedia do exercício de função pública, bem como do direito de votar e ser votada.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas