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Através dos dados do nascimento identifique qual a classificação da criança de acordo com a Idade Gestacional.


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LUKAS LACERDA

Há mais de um mês

1- Pressão alta e pré-eclampsia:


A pressão alta na gravidez pode ser causada por alimentação rica em sal, sedentarismo ou mal formação da placenta, aumentando as chances de ter pré-eclampsia, que é o aumento da pressão arterial e perda de proteínas, podendo levar a aborto, convulsões, coma e até mesmo a morte da mãe e do bebê, quando a situação não é devidamente controlada.


2- Diabetes:


A mulher que é diabética ou que desenvolve a doença durante a gestação tem uma gravidez de risco porque o açúcar elevado no sangue pode atravessar a placenta e chegar ao bebê, o que pode fazer com que ele cresça muito e pese mais de 4 Kg.Assim, um bebê grande dificulta o parto, sendo necessário fazer cesárea, além de haver maior chances de nascer com problemas como ictericia, pouco açúcar no sangue e problemas respiratórios.


3- Grávida de gêmeos:


A gravidez de gémeos é considerada de risco porque o útero tem de se desenvolver mais e todos os sintomas de gravidez estão mais presentes.


Além disso, existem maiores chances de ter todas as complicações de uma gravidez, principalmente pressão alta, pré-eclâmpsia, diabetes gestacional e dores nas costas, por exemplo.


4- Consumo de álcool, cigarro e drogas:


O consumo de álcool e drogas, como heroína, durante a gravidez atravessam a placenta e afetam o bebê provocando atraso no crescimento, retardo mental e mal formações no coração e na face e, por isso, é preciso fazer vários exames para verificar como o bebê está se desenvolvendo.


A fumaça do cigarro também aumenta as chances de ter aborto, podendo causar efeitos no bebê e na grávida, como fadiga muscular, falta de açúcar no sangue, perda de memória, dificuldade respiratória e síndrome de abstinência.


5- Usos de remédios perigosos durante a gravidez:


Em alguns casos a grávida tem de tomar remédios para controlar doenças crônicas para não pôr sua vida em risco ou tomou algum remédio que não sabia que prejudicava a gestação e, o seu uso leva a que a gravidez seja de risco devido aos efeitos colaterais que pode ter para o bebê.Alguns medicamentos incluem fenitoina, triamtereno, trimetoprim, lítio, estreptomicina, as tetraciclinas e a varfarina, morfina, anfetaminas, barbitúricos, codeína e fenotiazinas.


6- Sistema imune fraco:


Quando a grávida tem infecções vaginais, herpes, parotidite, rubéola, catapora, sífilis, listeriose, ou toxoplasmose por exemplo, a gravidez é considerada de risco porque a mulher precisa tomar vários remédios e fazer tratamentos com antibióticos que podem causar efeitos colaterais no bebê.Além disso, grávidas com doenças como Aids, câncer ou hepatite têm o sistema imune enfraquecido e, por isso, aumentam as chances de ter complicações durante a gravidez.


Ter problemas como epilepsia, doenças cardíacas, mau funcionamento dos rins ou doenças ginecológicas também exigem maior acompanhamento do grávida porque pode levar a uma gravidez de risco.


7- Gravidez na adolescência ou depois dos 35:


A gestação em idade inferior a 17 anos pode ser perigosa porque o corpo da jovem não está totalmente preparado para suportar a gravidez.Além disso, depois dos 35 anos, a mulher pode ter mais dificuldade a engravidar e as chances de ter um bebê com alterações cromossômicas são maiores, como Síndrome de Down.


8- Grávida com baixo peso ou obesidade:


Gestantes muito magras, com IMC abaixo de 18.5, podem ter um parto prematuro, aborto e atraso de crescimento do bebê porque a grávida oferece poucos nutrientes ao bebê, limitando seu crescimento, o que o pode levar a ficar doente facilmente e a desenvolver doenças cardíacas.Além disso, mulheres com peso excessivo, principalmente quando IMC maior que 35, apresentaram mais risco de ter complicações e também podem afetar o bebê que pode desenvolver obesidade e diabetes.


9- Problemas na gravidez anterior:


Quando a grávida tem um parto antes da data prevista, o bebê nasce com alterações ou tem atraso no crescimento, ocorreram vários abortos repetidos ou até morte logo após o nascimento a gravidez é considerada de risco porque pode existir uma predisposição genética que pode prejudicar o bebê.




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1- Pressão alta e pré-eclampsia:


A pressão alta na gravidez pode ser causada por alimentação rica em sal, sedentarismo ou mal formação da placenta, aumentando as chances de ter pré-eclampsia, que é o aumento da pressão arterial e perda de proteínas, podendo levar a aborto, convulsões, coma e até mesmo a morte da mãe e do bebê, quando a situação não é devidamente controlada.


2- Diabetes:


A mulher que é diabética ou que desenvolve a doença durante a gestação tem uma gravidez de risco porque o açúcar elevado no sangue pode atravessar a placenta e chegar ao bebê, o que pode fazer com que ele cresça muito e pese mais de 4 Kg.Assim, um bebê grande dificulta o parto, sendo necessário fazer cesárea, além de haver maior chances de nascer com problemas como ictericia, pouco açúcar no sangue e problemas respiratórios.


3- Grávida de gêmeos:


A gravidez de gémeos é considerada de risco porque o útero tem de se desenvolver mais e todos os sintomas de gravidez estão mais presentes.


Além disso, existem maiores chances de ter todas as complicações de uma gravidez, principalmente pressão alta, pré-eclâmpsia, diabetes gestacional e dores nas costas, por exemplo.


4- Consumo de álcool, cigarro e drogas:


O consumo de álcool e drogas, como heroína, durante a gravidez atravessam a placenta e afetam o bebê provocando atraso no crescimento, retardo mental e mal formações no coração e na face e, por isso, é preciso fazer vários exames para verificar como o bebê está se desenvolvendo.


A fumaça do cigarro também aumenta as chances de ter aborto, podendo causar efeitos no bebê e na grávida, como fadiga muscular, falta de açúcar no sangue, perda de memória, dificuldade respiratória e síndrome de abstinência.


5- Usos de remédios perigosos durante a gravidez:


Em alguns casos a grávida tem de tomar remédios para controlar doenças crônicas para não pôr sua vida em risco ou tomou algum remédio que não sabia que prejudicava a gestação e, o seu uso leva a que a gravidez seja de risco devido aos efeitos colaterais que pode ter para o bebê.Alguns medicamentos incluem fenitoina, triamtereno, trimetoprim, lítio, estreptomicina, as tetraciclinas e a varfarina, morfina, anfetaminas, barbitúricos, codeína e fenotiazinas.


6- Sistema imune fraco:


Quando a grávida tem infecções vaginais, herpes, parotidite, rubéola, catapora, sífilis, listeriose, ou toxoplasmose por exemplo, a gravidez é considerada de risco porque a mulher precisa tomar vários remédios e fazer tratamentos com antibióticos que podem causar efeitos colaterais no bebê.Além disso, grávidas com doenças como Aids, câncer ou hepatite têm o sistema imune enfraquecido e, por isso, aumentam as chances de ter complicações durante a gravidez.


Ter problemas como epilepsia, doenças cardíacas, mau funcionamento dos rins ou doenças ginecológicas também exigem maior acompanhamento do grávida porque pode levar a uma gravidez de risco.


7- Gravidez na adolescência ou depois dos 35:


A gestação em idade inferior a 17 anos pode ser perigosa porque o corpo da jovem não está totalmente preparado para suportar a gravidez.Além disso, depois dos 35 anos, a mulher pode ter mais dificuldade a engravidar e as chances de ter um bebê com alterações cromossômicas são maiores, como Síndrome de Down.


8- Grávida com baixo peso ou obesidade:


Gestantes muito magras, com IMC abaixo de 18.5, podem ter um parto prematuro, aborto e atraso de crescimento do bebê porque a grávida oferece poucos nutrientes ao bebê, limitando seu crescimento, o que o pode levar a ficar doente facilmente e a desenvolver doenças cardíacas.Além disso, mulheres com peso excessivo, principalmente quando IMC maior que 35, apresentaram mais risco de ter complicações e também podem afetar o bebê que pode desenvolver obesidade e diabetes.


9- Problemas na gravidez anterior:


Quando a grávida tem um parto antes da data prevista, o bebê nasce com alterações ou tem atraso no crescimento, ocorreram vários abortos repetidos ou até morte logo após o nascimento a gravidez é considerada de risco porque pode existir uma predisposição genética que pode prejudicar o bebê.




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Priscila barboza

Há mais de um mês

PIP: PEQUENO PARA A IDADE GESTACIONAL.

GIG: GRANDE PARA A IDADE GESTACIONAL.

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