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Direito Constitucional - Aula 14 1 - Remédios Constitucionaisvideo play button

Transcrição


Então, olha só efeitos da decisão do mandado de injunção. Concentre se, concede se aí antigamente antes, Antigamente, o mandado de injunção tinha efeito não concretista. O que é isso antigamente não concretista, ou seja, o Supremo reconhecer a omissão, só que não traria e não trazia resultados concretos. Ou seja, o Poder Judiciário reconheceu a missão, mas não pode produzir efeitos concretos. Isso era antes, antigamente, a o STF mudar de opinião graças ao ministro Gilmar Mendes. E hoje nós temos uma outra posição e cuidado, Isso cai muito em prova como cai mandado de injunção. Geralmente eu pergunto o texto constitucional ou pergunta sobre os efeitos atualmente, atualmente o Judiciário decidi no caso concreto, fazendo a substituição do órgão. Isso a questão é essa? Atualmente? Qual é a posição? Antigamente era não concretista. Hoje a posição é o que concretista, ou seja, é a famosa concretista direta ou concretista geral. Na verdade intensa, até mais como concretista direto o STF, o Supremo decide no caso concreto e todo mundo que se encontrar naquela situação pode gozar dos efeitos da decisão. Ou seja, hoje a posição é concretista direta. Daí a ideia erga homens, ou seja, vale para todos. Vale para todos antigamente, algo que antes antes a posição era não concretista. Hoje a posição é concretista direta. Com efeito, erga omnes a posição do Supremo decidir no caso concreto e os efeitos valem para todos que se encontrarem a mesma situação. Beleza muito bem. Uma outra consideração é que cabe o mandado de injunção na forma coletiva. Ou seja, por analogia ao mandado de segurança coletivo, você pode utilizar um gene coletivo grave. Isso, ou seja, os mesmos legitimados. Lembramos a partido político, a entidade de classe organização sindical e associações legalmente constituídas. O famoso pior partido político, entidade, organização e associações também podem impetrar o iene coletivo. Existe então o coletivo, mas também é possível. Não está previsto na CEF, mas entende se que existe uma mini coletivo tranquilo, muito bem próximo. Remédio constitucional é ação popular, ação popular também, um remédio extremamente importante. Eu costumo dizer, com um amigo meu cearense, Ele fala bem assim um remédio eficaz. Agora pensa verificadas em ação popular que isso era só o pessoal. Olha o que disse é comigo, O artigo quinto inciso setenta e três Comigo vai falar bem assim na sua constituição. Qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que visa anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidades que o Estado Participe a moralidade administrativa, o meio ambiente, o patrimônio histórico e cultural, ficando autor, salvo comprovada, má fé, exemplo isento das custas judiciais e do ônus da começo isenta das custas judiciais e do homem. Começa a primeira consideração, essa a primeira consideração. Qual é o objeto? Quando eu falo na ação popular eu estou falando que cabe esta ação do povo. Ação popular e cuidado quando fala popular, lama do povo cuidado com isso. Ação popular se lembrado por Mano É, no povo falar, viajar o nome do cidadão para anular ou evitar ato lesivo ao patrimônio público. Primeiro lugar, patrimônio público ou de entidade do Estado. Participe a moralidade administrativa, o meio ambiente e o patrimônio histórico e cultural. Esse é o remédio forte, conta. Casos concretos um caso no Estado. Aí que houve um aumento de quase noventa por cento na remuneração de deputados estaduais, Um cidadão ficou revoltado, entrou com uma ação popular. Demorou se um tempo, mas sabe que o juiz determinou devolução do dinheiro. Ao erário, parece só um cidadão entrou com uma ação, E os deputados estaduais que tiveram aumento tiveram que devolver o dinheiro. Bem, se a força dessa ação popular você vai entender porque ela é tão forte. Mas vamos falar sobre foro por prerrogativa de função aqui, na ação popular, se eu quiser proteger o patrimônio público, imagine se eu quiser proteger a moralidade e o meio ambiente como estavam fazendo. A transposição de um rio estava prejudicando o meio ambiente, e o sujeito entrou com uma ação popular Tiveram que parar com as obras. Por que um indivíduo entrou com uma ação popular para proteger o meio ambiente. Um cidadão proteger o meio ambiente e para proteger o patrimônio histórico e cultural, patrimônio tombado. Ou seja, caberá ação popular. Então quatro finalidades grave. Aí patrimônio público a moralidade administrativa, meio ambiente e patrimônio histórico e cultural. Quando eu falar em patrimônio público, meio ambiente, moralidade administrativa e patrimônio histórico e cultural nessa proteção, estou falando em ação popular. Beleza quem é legitimado para utilizar a ação popular? Vamos falar primeiramente na legitimação ativa na verdade ativa e qualquer cidadão e guarde isso. Eu estou falando aqui em cidadão. Lembramos que nos outros remédios ou falava qualquer pessoa lógico, essa pegadinha já é faixa branca. Convênios nós sabemos disso. Isso já caiu muito em prova. Eu acho que ninguém cai mais. Ninguém pode muito, ainda sabe, Mas você não pode A raiz da sua prova caiu falando em qualquer indivíduo. Qualquer pessoa, a qualquer do povo, não é para impetrar ação popular, é necessário que o indivíduo seja cidadão, o que prescreve a lei que regulamenta a ação popular. A lei que regulamenta a ação popular disse que é necessário, inclusive, demonstrar que o sujeito está em dias com suas obrigações. Suas obrigações eleitorais. Ou seja, ele deve comprovar, na petição da ação popular, que ele está no pleno gozo dos direitos políticos, os comprovantes, aquela irritação, ou seja, aquela obrigação de quando ele voltou, ele tem que demonstrar com aqueles comprovantes que ele está em dias com suas obrigações eleitorais. Então, para impetrar ação popular, tem que ser que o cidadão diferente, diferente das outras ações, têm legitimado passivo. Ocupa o ativo, você sabe que é o impetrante, o impetrante, a quem o impetrante, ao cidadão. Agora, quem é um impetrado? O impetrado diferentemente é o responsável pelo ato. O impetrado é o responsável pelo ato, omisso a autoridade que está causando lesão ao patrimônio público, à moralidade, ao meio ambiente e o patrimônio histórico e cultural impetraram qualquer cidadão impetrado. Responsável pelo ato, a assembleia legislativa que autorizou o aumento é o sujeito que está causando uma lesão o meio ambiente, a moralidade, ao patrimônio histórico e cultural, beleza, espécie ação popular. Ela pode ser ajuizada, diferentemente do mandado de injunção e diferentemente do habeas data repressivo, aqui, ou pode ser impetrado na forma preventiva antes de causar, quando falo preventivo, profilático, de prevenção e profilaxia antes de causar lesão ao meio ambiente, ao patrimônio histórico e cultural, a moralidade administrativa, ao patrimônio público ou na modalidade repressiva que, após antes, logicamente, ele pode ser ajuizado. E, após a violação do patrimônio, consultas processuais você paga para utilizar a ação popular nacional. Nós já sabemos que o cuidado, quais são os remédios gratuitos, os dois habeas, já tem que lembrar disso. A sua prova, remédios condicionais gratuitos, fecho fez os seus olhos aí e força somente remédios constitucionais gratuitos. Dois Habeas habeas corpus e habeas data e também a ação popular de boa fé. Ou seja, em regra. Não há cursos aqui porque ela pode ser gratuita, gratuita. Se houver, o que boa fé, se for boa fé, será gratuita. Então, cuidado, qual é a regra? Ação popular gratuita de boa fé? Ela pode ter outros, claro se demonstrar o que, em regra, não há custas processuais, salvo se o sujeito agiu com má fé. Por exemplo, no Distrito Federal houve um governador que foi alvo de cento e quarenta ações populares. Setenta por cento das ações foram utilizadas no sentido eleitoreiro de prejudicar a imagem do político. Era gratuito, como demonstrou má fé. O sujeito, além de pagar as custas processuais Lá, na verdade, ainda teve que pagar Quem mais não tá aqui ó, vou colocar abaixo. Cinco. Teve que pagar outro a de advogado advogado, Claro que é ou pobre. Gato, tório, advogad