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CASO CLÍNICO 32.1

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Alunas: Gabriela Guimarães
	 Lorenna Costa Gomes
TURMA: 4003
CASO CLÍNICO 32.1 
ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL ISQUÊMICO
Caso Clínico:
Mulher, 82 anos, com história prévia de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e insuficiência cardíaca congestiva (ICC).
 EXAME:
PA= 180 X 90 mmHg;
Afasia;
Desvio de comissura labial;
Paresia grau II no membro superior direito;
Hiper-reflexia no membro acometido;
Sem perda da consciência;
Sinal de Hoffmann (problemas no trato corticoespinhal)
É imediatamente internada com suspeita de AVC isquêmico;
Sendo realizada Tomografia Computadorizada (TC) de crânio sem contraste que não evidenciou alterações;
Após 72 horas, a TC seriada revelou área isquêmica frontal à esquerda, confirmando o diagnóstico.
APÓS 8 MESES:
Paciente abre novo quadro com:
hemiplegia
hemiparestesia dimidiada à direita
A TC de crânio, repetida horas após o início do novo quadro, demonstrou grande área isquêmica no hemisfério cerebral esquerdo.
VASCULARIZAÇÃO
A. carótida comum direita
A. carótida comum esquerda
A. subclávia esquerda
A. Subclávia direita
Tronco braquiocefálico
Arco da aorta
A. carótida interna direita
A. carótida interna esquerda
A. carótida externa direita
A. carótida externa esquerda
A. vertebral direita
A. vertebral esquerda
VASCULARIZAÇÃO
IRRIGAÇÃO DO CÉREBRO:
ARTÉRIAS VERTEBRAIS;
ARTÉRIAS CARÓTIDAS INTERNAS.
VASCULARIZAÇÃO ENCEFÁLICA
A. cerebral posterior
A. cerebral anterior
A. cerebral média
A. carótida interna
A. comunicante anterior
A. comunicante posterior
A. oftálmica
A. da ponte
VASCULARIZAÇÃO ENCEFÁLICA
A. cerebelar inferior posterior 
cerebelar inferior anterior 
A. basilar
A. vertebral
A. espinal anterior
A. cerebelar superior
A. comunicante anterior
A. carotídea interna
A. cerebral posterior
A. basilar
A. cerebelar inferior anterior
A. cerebelar inferior posterior
A. vertebral
A. cerebral anterior
A. cerebral média
A. comunicante posterior
Artérias da ponte
A. cerebelar superior
A. espinhal anterior
Artérias da base 
do encéfalo
A. pericalosa
A. cerebral posterior
A. cerebral anterior
VISTA MEDIAL DO HEMISFÉRIO DIREITO DO CÉREBRO
POLÍGONO DE WILLIS: CÍRCULO ARTERIAL DO CÉREBRO
Uma rede de anastomoses (junção de vasos sanguíneos), situada na superfície ventral do encéfalo;
De onde saem as principais artérias para a vascularização cerebral;
Forma de circulação colateral em caso de obstrução de uma das principais artérias que formam o círculo.
POLÍGONO DE WILLIS: CÍRCULO ARTERIAL DO CÉREBRO
A. carótida interna
A. cerebral posterior
A. cerebral anterior
A. comunicante posterior
comunicante anterior
1º EVENTO DO CASO:
Afasia;
Desvio de comissura labial;
Paresia grau II no membro superior direito;
Hiper-reflexia do membro;
Sinal de Hoffmann.
Artéria envolvida:
ARTÉRIA CEREBRAL MÉDIA
HOMÚNCULO MOTOR
2º EVENTO DO CASO:
Hemiplegia;
Hemiparestesia dimidiada à direita.
Artéria envolvida:
 ARTÉRIA CEREBRAL MÉDIA
É um súbito de deficiências neurológicas focalizadas;
Associado com fluxo sanguíneo cerebral prejudicado;
É frequentemente mais incapacitante do que fatal;
As 2 causas diretas mais frequentes são: 
- Alterações cardíacas (infarto do miocárdio, fibrilação atrial), responsáveis pelo envio de coágulos às artérias intracranianas
- Estenoses (estreitamento do vaso sanguíneo) por placas ateroscleróticas da artéria carótida
Tipos:
- Isquêmico 
- Hemorrágico
ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (AVC):
Obstrução ou redução brusca do fluxo sanguíneo em uma artéria cerebral causando falta de circulação no seu território vascular (parada cardíaca, hipotensão arterial)
AVC ISQUÊMICO:
AVC HEMORRÁGICO:
Causado por ruptura de uma artéria ou por um aneurisma (vaso sanguíneo muito dilatado), ocorrendo sangramento intracraniano.
EXAMES:
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA:
Detecta se o AVC é isquêmico ou hemorrágico;
Maior disponibilidade e rapidez;
Menor custo;
Possibilidade de cortes axiais;
Reconstrução tridimensional;
Caracterização do Polígono de Willis e seus ramos principais com boa resolução.
RESSONÂNCIA MAGNÉTICA:
Detecta o local exato da isquemia;
Resolução espacial – 3D;
Melhor caracterização da lesão;
Não utiliza radiação ionizante.
EXAMES:
EXAMES:
ANGIOGRAFIA:
É uma radiografia demonstrando o trajeto e o diâmetro luminal de uma artéria e de sua árvore arterial;
São obtidas via imagens radiológicas após injeção de um meio de contraste radiopaco na árvore arterial.
BIBLIOGRAFIA:
MOORE, KL. Anatomia Orientada para a Clínica. 6ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
SCHÜNKE, M; SCHULTE, E; SCHUMACHER, U. Prometheus Atlas de Anatomia – Cabeça e Neuroanatomia. Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
MENESES, Murilo S. Neuroanatomia Aplicada. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006