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DJi - Prescrição

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Contravenção Penal
Controle da
Administração
Crime Consumado
Crime Continuado
Crime Impossível
Crime Preterdoloso
Crimes Complexos
Crimes Conexos
Crimes de Imprensa
Crimes Falimentares
Crimes Militares
Culpabilidade
Decadência
Decadência como
Causa de Extinção do
Imposto de
Transmissão Causa
Mortis
Decretos
Denúncia
Desapropriação
Indireta
Desistência
Voluntária e
Arrependimento
Eficaz
Despacho Saneador
Direito Administrativo
Direito de Certidão
Direito de Petição
Direito Penal no
Estado Democrático
de Direito
Direito Público
Efeitos da
Condenação
Eficácia de Sentença
Estrangeira
Elementares
Entidades e Órgãos
Públicos
Erro de Tipo
Estado de
Necessidade
Estrito Cumprimento
de Dever Legal
escrito e assinado pelo devedor: Art. 446, CCom
- dívidas provadas por contas correntes ou por contas de vendas: Art.
445, CCom
- dívidas provadas por obrigação escrita e assinada pelo capitão: Art.
449, in fine, CCom
- em tempo de guerra; inocorrência: Art. 452, CCom - Art. 197, Causas
que Impedem ou Suspendem a Prescrição - Prescrição - Prescrição e
Decadência - Fatos Jurídicos - Código Civil - CC - L-010.406-2002
- interrupção: Art. 453, CCom
- intimação de protesto feita a devedor ou herdeiro comum; efeitos: Art.
454, CCom - Art. 204, Causas que Interrompem a Prescrição -
Prescrição - Prescrição e Decadência - Fatos Jurídicos - Código Civil -
CC - L-010.406-2002
- obrigações mercantis contraídas antes de 1850: Art. 456, CCom
- prazo para comprador reclamar vícios e defeitos ocultos da coisa: Art.
211, CCom
- prazo para reclamação de diminuição ou avaria de gêneros
transportados: Art. 109, CCom
- prazo para visita ou exame judicial de mercadorias em poder do
fretador: Art. 618, CCom
- prazos; fatalidade e improrrogabilidade: Art. 441, CCom - Art. 191,
Disposições Gerais - Prescrição - Prescrição e Decadência - Fatos
Jurídicos - Código Civil - CC - L-010.406-2002
- salários e soldadas da equipagem: Art. 449, nº 4, CCom
- sucessor de credor pignoratício: Art. 450, 2ª parte, CCom - Art. 197,
Causas que Impedem ou Suspendem a Prescrição - Prescrição -
Prescrição e Decadência - Fatos Jurídicos - Código Civil - CC - L-
010.406-2002
- sucessor de depositário: Art. 450, 2ª parte, CCom - Art. 197, Causas
que Impedem ou Suspendem a Prescrição - Prescrição - Prescrição e
Decadência - Fatos Jurídicos - Código Civil - CC - L-010.406-2002
Prescrição Civil
 Extinção de direito por não se ter exercido em tempo, ou de obrigação
por não ter exigido o cumprimento dela. Ou seja, é a perda do direito de
ação, pelo decurso do tempo.
A prescrição das ações pessoais contra a Fazendo Pública, autarquias,
fundações públicas e entidades paraestatais é de cinco anos. A ação da
Fazendo Pública para a cobrança de créditos tributários prescreve
também em cinco anos.
A prescrição pode ser interrompida pelo protesto judicial, pela citação e
outros meios previstos no Art. 202 do CC, bem como por medidas na
esfera administrativa, como o pedido de reconsideração e os recursos
administrativos.
A interrupção da prescrição acarreta o cancelamento do tempo
decorrido e o reinício da contagem do prazo, por inteiro.
Há uma exceção, porém. Na prescrição das dívidas passivas da Fazenda
Pública, o prazo interrompido não volta a correr por inteiro, mas apenas
pela metade D 20.910/1932; DL 4.597/1942). Se o titular do direito
Exercício Regular do
Direito
Exigibilidade de
Conduta Diversa
Extinção da Pena
Extinção da
Punibilidade
Extinção das
Obrigações
Tributárias
Extraterritorialidade
da Lei Penal
Brasileira
Fato Típico
Fatos Jurídicos
Fontes do Direito
Penal
Função Ético-Social
do Direito Penal
Habeas Corpus
Habeas Data
Ilicitude
Improbidade
Administrativa
Imputabilidade
Início da Prescrição
sobre o Direito às
Férias
Interpretação da Lei
Penal
Intervenção do
Estado na
Propriedade
Irretroatividade da
Lei Penal
Isenção de Pena;
Perempção
Legalidade
Administrativa
Legislação Especial
Legítima Defesa
Lei (s)
Leis Complementares
Leis de Vigência
Temporária
Leis Ordinárias
Lei Penal no Tempo
Leis Complementares
Limites de Penas
interromper a prescrição durante a primeira metade do prazo, não se
reconhecerá a mesma antes de decorridos cinco anos (Súmula 383 do
STF).
O crédito originado de receita patrimonial da União, proveniente de
alienação de seus imóveis, tem prazo decadencial de 10 anos para sua
constituição mediante lançamento, e prazo prescricional de 5 anos,
contados do lançamento (art. 47 da L 9.636/ 98, na redação da L
10.852/2004)."
 "O decurso de tempo é um acontecimento natural de importância
inigualável para o Direito.
 Não vimos, porventura, que o tempo enseja o denominado conflito de
leis no tempo, disciplinado pelo direito intertemporal? Assim, a prescrição
vem a ser o modo pelo qual um direito se extingue pela inércia, durante
certo lapso de tempo, de seu titular, que fica sem ação própria para
assegurá-lo, na magistral definição de Orlando Gomes.
 A prescrição requer dois elementos: a inércia do titular de um direito e
o decurso de tempo.
 Para que ocorra a prescrição, é preciso que o titular de um direito não
o exerça e, a seguir, que a inatividade se prolongue por algum tempo. Se
o prazo dentro do qual o direito deve ser exercido transcorrer sem que
seu titular pratique ato para conservá-lo, a lei o declara extinto, impedida
a ação judicial normalmente cabível. O fundamento da prescrição do
direito de ação reside, segundo alguns autores, na negligência do titular de
um direito; sua inércia seria a presunção de seu desinteresse. Existe, aliás,
um brocardo latino muito sugestivo a respeito: Dormientibus non succurrit
jus.
 Para outros autores, contudo, o verdadeiro fundamento da prescrição
residiria na ordem social, na segurança das relações jurídicas. No dizer
de Clóvis Beviláqua, a prescrição é uma regra de ordem de harmonia e
paz, imposta pela necessidade da certeza das relações jurídicas. O
interesse do titular do direito, que ele foi o primeiro a desprezar, não
pode prevalecer contra o interesse mais forte da paz social. Desta forma,
no pensamento respeitável de Clóvis Beviláqua, o grande fundamento da
prescrição é o interesse público, a estabilidade das relações jurídicas.
 A prescrição, portanto, vem a ser medida de política jurídica, ditada
no interesse da harmonia social. Segundo Frederico von Savigny, o
fundamento da prescrição reside na necessidade de serem fixadas as
relações jurídicas certas, suscetíveis de dúvidas e controvérsias,
encerrando-se a incerteza em determinado lapso de tempo. Ora, já que a
prescrição se funda no interesse social da segurança jurídica, é
incontestável sua natureza de instituto de ordem pública.
 Somente a lei pode declarar um direito imprescritível. Um direito
prescritível não pode transformar-se, mediante um contrato, em direito
imprescritível. Três conseqüências decorrem da natureza da prescrição:
1) os particulares não podem declarar imprescritível qualquer direito; 2)
antes de consumada, a prescrição é irrenunciável; 3) os prazos
prescricionais não podem ser dilatados pela vontade dos particulares.
 Os direitos subjetivos não são eternos nem imutáveis. Nascem, vivem
e desaparecem. Alguns direitos acompanham a pessoa por toda a vida,
Livramento
Condicional
Lugar do Crime
Mandado de
Injunção
Mandado de
Segurança
Mandado de
Segurança Coletivo
Medida de Segurança
Nexo Causal
Objeto do Direito
Penal
Pena de Multa
Penas Privativas de
Liberdade
Penas Restritivas de
Direitos
Potencial Consciência
da Ilicitude
Prazo Extintivo
Prazo (s)
Prazo (medida de
segurança)
Prazo Prescricional
do Direito de Ação
Prazos da Prescrição
Prazos Processuais
Preclusão
Prescrição Antes de
Transitar em Julgado
a Sentença
Prescrição da Ação
Cambial
Prescrição da Multa
(Penal)
Prescrição da
Pretensão Punitiva do
Estado
Prescrição das Penas
Restritivas de Direito
Prescrição Depois de
Transitar em Julgado
Sentença Final
Condenatória
Prescrição