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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ – UNESA
CAMPUS NITERÓI III – TURNO NOITE
GRADUAÇÃO EM DIREITO
Disciplina: Direito Processual Civil I
Professor: Rodrigo Lemes Martinez Torres
Aluna: Ana Clara Davila Borges (202001567526)
AV2
1) B
2) C
3) C
4) D
5) B
6) B
7) D
8) E
9) O instrumento de Direito processual Civil que poderia ser usado para obstar a pesquisa indicada na manchete por fortes indícios de violação a Direitos Humanos na segunda fase da pesquisa é tutela provisória de urgência. De acordo com o artigo “a tutela de urgência será concedida quando houver elementos que evidenciem a probabilidade do direito e o perigo de dano ou o risco ao resultado útil do processo.” A questão de ser uma pesquisa nova, um tanto quanto invasiva e uma técnica pouco conhecida pode ser enquadrar como uma possível violação aos Direitos Humanos. Por isso, se enquadraria na condição de “perigo de dado” para ser utilizada a tutela provisória de urgência como instrumento para parar a pesquisa. 
10) Negócio jurídico é quando no processo se reconhece ao sujeito o poder de regular certas situações jurídicas ou alterar o procedimento, desde que seja dentro dos limites estabelecidos pelo ordenamento jurídico. Sendo assim confere às partes o direito de interceder no procedimento, nas hipóteses em que a matéria discutida admitir a autocomposição. Apesar da liberdade conferida, existem limites nos quais os negócios jurídicos devem se enquadrar. O principal é que p negócio jurídico esteja de acordo com os direitos processuais. Além disso as partes devem ser capazes e a liberdade só vale para os seus próprios deverem, não abrangendo o poder do juiz. Já ao magistrado cabe apenas a função de controlar o negócio jurídico processual, apenas dar validar as questões acordadas. O juiz apenas poderá interferir nas decisões do negócio jurídico “nos casos de nulidade ou de inserção abusiva em contrato de adesão ou em que alguma parte se encontre em manifesta situação de vulnerabilidade.” de acordo com o parágrafo único do artigo 190 do CPC.

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