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PECA 03 - APELACAO (1)

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Núcleo de Prática Jurídica I Aluno: 1 AO DOUTO JUÍZO DE DiREiTO VARA CÍVEL DA COMARCA DE PiMENTA BUENO/RO 2 3 AUTOS 7000000 - 2025. 22.0009 4 5 previamente qualificada nos au- 6 tos do processo vem, com a devida vênia, ante 7 este DOUTO Juízo, com a 8 recurso de 9 APELAÇÃO 10 Com arrimo nos arts. 1.009 e do Código de Proce- 11 SSO Civil, cujas razõese guia comprobatória de preparo seguem 12 acostadas. Na pugna pela do apelado 13 para 0 oferecimento das zões recursais, nos Ter- 14 mos do art. 1.010, do CPC. 15 Ato após as formalidades de requer que 16 seja presente 00 Egrégio Tribunal de do 17 de Rondônia, com as razões anexas, para seu devi- 18 do processamento 19 20 Termos em que 21 pede deferimento 22 23 Pimenta Bueno / RO e data 24 25 Advogado 26 OAB n° 27 28 EGRÉGIO TRIBUNAL DE DO ESTADO DE RONDÔNiA 29 30 RAZÕES DO RECURSO DE APELAÇÃO ESTÁGIO SUPERVISIONADONúcleo de Prática Jurídica ESTÁCIO FAP Aluno: 1 APELANTE : 2 APELADOS: MOTO& CIA LTDA 3 AUTOS DE ORiGEM : 7000000 4 VARA CÍVEL DA COMARCA DE BUENO / RO 5 6 Tribunal, 7 Colenda Câmara, 8 Julgadores. 9 10 com a devida máxima vênia o(enorme) enorme respeito 11 admiração que devotamos em relação ao Nobre Julgador, a 12 exarada pelo Juízo a quo merece ser TOTALMENTE 13 REFORMADA, pelos que passamos a expor 14 15 I DOS PRESSUPOSTOS DE 16 é alvissareiro que 0 presente recur- 17 30 preenche 05 requisitos para suo admissibilidade. 18 Evidencia-se nítido cabimento da presente Aperação em razão 19 da decisão do juízo a quo que julgou improcedente a demanda afo- 20 rada pela Apelante, hipótese prevista no art. 994, I, e art. 1.009 do 21 CPC, tratando-se - de de 22 Lado é a do presente recurso, 23 uma vez que 0 escoamento do prazo datado para ocasião 24 em que O recurso ora manejadoé que 25 to dentro do lapso temporal fixado à espécie. 26 0 Recurso segue da guia comprobatória de 27 preparo, inclusive 05 portes, como determina art. 28 Infere-se, que 0 recurso merece ser 29 30 II BREVE ESCORÇO ESTÁGIO SUPERVISIONADONúcleo de Prática Jurídic ESTÁCIO FAP Aluno: 1 A Apelante ajuizou a demanda indenização por 2 danos maTeriais e morais diante recusa da empresa Apela- 3 da em a que apresentava meca- 4 nicas graves valor pago pela compra da 5 Na medida do descrito em sede exordial, a Apelante firmou con- 6 trato de compra evenda com a empresa para aquisição 7 de uma Ocorre que, a 8 falhas mecânicas graves. 9 A empresa Apelada, a para reparos, per- 10 manecendo em posse por mais de 60 dias, mas, sem 11 solução definitiva das Ficando a Apelante 12 privada do do bem adquirido. 13 Finda a processual, não convencido da comprovação 14 de vício oculto defeito de fabricação, juízo aquo proferiu 15 improcede 05 pedidos de indeA 16 nização, ainda que conste nos autos do processo provas 17 que comprovam 05 vícios bem, juntadas pela Apelante, 18 tornando do recurso em 19 20 III- DAS RAZÕES PARA REFORMA DA ENTENÇA 21 tange meritum causae, se analisar 22 05 fundame em que se decisum primeiro 23 de modo a evidenciar 05 pelosquais se deve a reforma. 24 25 3.1 Da Aplicabilidade do Código do 26 A partir da transcrita supra, verifica-se que Juízo 27 a quo deixou aplicar 0 Codigo do consumidor. 28 Em primeiro plano, acerca do probante, cumpre eviden- 29 ciar arelação de consumo entre a Apelante e a empresa 30 Apelada, que enquadra no conceito de fornecedor do art. do ESTÁGIO SUPERVISIONADONúcleo de Prática Jurídica ESTÁCIO FAP Aluno: 1 caso, por como 2 a parte Apelante tem sua pretensão pelo CDC. Em ra- 3 zão disso, não que se falar em dolo ou culpa, se Tra- 4 tando de relação de consumo, a civil da empre- 5 so Apelada é objetiva (Art. eII, do CDC), gozando a Ape- 6 lante da do do prova em sev favor, nos termos do 7 6°,VII do CDC, diante de ser a parte mais vulnerável da relação. 8 Portanto, face tal descompasso, se fez a Apelante 0 9 do recurso em objetivando, assim, a aplicabilidade do CDC 10 ao caso em comento, pugnando pela inversão do probante 11 em favor, nos termos descritos acima, sendo esta a medida 12 jurídica de ao caso. 13 14 3.2-Da dos do bem 15 A exara da pelo Juízo a quo, julgou improcedentes 08 16 pedidos de danos maTeriais a morais, fundamento da não 17 de vício ocult ou defeito de 18 Ocorre que, nos autos provas da compro- 19 de como técnico provas 20 nhais e que as diversas idas à ea 21 da tentativa de conserto, que foram pela 22 Apelante. Entretanto, tais provas não foram apreciadas no decisum 23 de primeiro grau. 24 Como supromencionado, diante da relação consumo as 25 partes, deve a Apelada apresentar provas que comprovem a inexis- 26 tência de vicios, diante do probatório (art. VII 27 do mas isso não ocorre no caso em 28 pugna a Apelante, pela apreciação das provas que 29 compõem 05 autos pelo Colendo de segundo grau e rei- 30 pedido pela aplicação do invergão do ESTÁGIO SUPERVISIONADONúcleo de Prática Jurídica ESTÁCIO FAP 1 ISTO POSTO, considerando 09 ora 2 dos, 0 decisum de primeiro grau merece reforma, que, 3 de uma relação de consumo devendo tutelada 4 pelo CDC, incumbindo Apelado 0 probandie que nos 5 provas contundentes que comprovam 05 vícios do bem Trans- 6 tornos enfrentados Apelante. 7 8 IV- DOS PEDiDOS 9 Diante do exposto, requer a Apelante, que este Tribunal 10 provimento an presente recurso de aperação, para 11 reformar a recorrida, nos 12 a) seja aplicado a tutela do Código do Consumidor as caso em 13 comento, com a devida inve rsão do ônus probandi 14 b) seja reforma a sentença a quo para 15 minar a procedência dos pedidos formulados em 16 inicial, a comprovação dos vícios do e as 17 nos enfrentados 18 c) Requer, ainda, a condenação da Apelada no da sucumbência, 19 com pagamento das e majo- 20 ração dog nos termos dos arts. 82,32°, e do CPC. 21 22 Nesses termos, 23 Pugna e aguarda Provimento. 24 25 Pimenta DaTa 26 27 Advogado 28 OAB 29 30 ESTÁGIO SUPERVISIONADO

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