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Central de Material e Esterilização. ENSINO CLÍNICO EM CIRURGIA Aula 09: CME Prof. Dr. Marcelo Carvalho Central de Material e Esterilização É uma unidade de apoio técnico dentro do estabelecimento de saúde destinada a receber material considerado sujo e contaminado, descontaminá-los, prepará-los e esterilizá-los, bem como, preparar e esterilizar as roupas limpas oriundas da lavanderia e armazenar esses artigos para futura distribuição. Central de Material e Esterilização Central de Material e Esterilização As instalações e área física da CME devem obedecer as normas de Vigilância Sanitária em relação a separação de área contaminada e área limpa, ambiente de apoio e guarda de material. Central de Material e Esterilização Central de Material e Esterilização 1 2 2.1 3 3.1 3.3 4 RDC nº 50 p. 74 Objetivo Prover as Unidades de Saúde de material esterilizado, em quantidade, qualidade e em condições adequadas para o uso, subsidiando, assim, uma assistência segura e eficaz ao cliente. Evolução Histórica Até a década de 40, a limpeza, preparo e armazenamento dos materiais era realizado pela equipe de enfermagem das próprias unidades, mas, em meados da década de 50, surgiram os Centros de Materiais parcialmente centralizados e a CME semi- centralizada na qual parte dos instrumentos e materiais começou a serem preparados e esterilizados. Controle de I.H. na CME ➢ A padronização de normas e rotinas técnicas e na validação dos processamentos dos materiais e superfícies é essencial no controle de infecção. Controle de I.H. na CME ➢ É de extrema importância a atuação dos órgãos de fiscalizações para o controle e avaliação das normas e processos de trabalho, como também, a capacitação profissional. Fluxo da CME ➢ Recebimento de roupa limpa/material; ➢ Limpeza e Descontaminação de material; ➢ Separação e montagem das bandejas de material; ➢ Esterilização; ➢ Guarda e distribuição. Recursos Humanos Deve ser composto por enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e auxiliares administrativos, cujas funções estão descritas nas práticas recomendadas da SOBECC. Atribuições do Enfermeiro ➢ Atua na coordenação do setor; ➢ Prever os materiais necessários para prover as unidades consumidoras; ➢ Elaborar relatórios mensais estatísticos, tanto de custo quanto de produtividade; ➢ Planejar e fazer anualmente o orçamento do CME com antecedência de 04 a 6 meses; ➢ Elaborar e manter atualizado o manual de normas, rotinas e procedimentos do CME, que deve estar disponível para a consulta dos colaboradores; Atribuições do Enfermeiro ➢ Desenvolver pesquisas e trabalhos científicos que contribuam para o crescimento e as boas práticas de Enfermagem, participando de tais projetos e colaborando com seu andamento; ➢ Manter-se atualizado acerca das tendências técnicas e científicas relacionadas com o controle de infecção hospitalar e com o uso de tecnologias avançadas nos procedimentos que englobem artigos processados pelo CME; ➢ Participar de comissões institucionais que interfiram na dinâmica de trabalho do CME. Atribuições do Técnico em Enfermagem ➢ Fazer a leitura dos indicadores biológicos, de acordo com as rotinas da instituição; ➢ Receber, conferir e preparar os artigos consignados; ➢ Realizar a limpeza, o preparo, a esterilização, a guarda e a distribuição de artigos, de acordo com solicitação; ➢ Preparar os carros para cirurgias; ➢ Preparar as caixas cirúrgicas; Atribuições do Técnico em Enfermagem ➢ Realizar cuidados com artigos endoscópicos em geral; ➢ Monitorar afetiva e continuamente cada lote ou carga nos processos de esterilização; ➢ Revisar a listagem de caixas cirúrgicas, bem como proceder à sua reposição; ➢ Fazer listagem e encaminhamento de artigos e instrumental cirúrgico para conserto. Atribuições do auxiliar de Enfermagem ➢ Receber e limpar os artigos; ➢ Receber e preparar roupas limpas; ➢ Preparar e esterilizar os artigos e instrumentais cirúrgicos; ➢ Guardar e distribuir todos os artigos esterilizados. Materiais de Acabamento Com o propósito de evitar a ocorrência de infecção hospitalar, os pisos e paredes devem ser laváveis, resistentes, de cor clara, de fácil limpeza, lisos e sem nada que possam favorecer o acúmulo de sujidades. Tetos e portas devem ser de superfície lisa, clara, lavável, sem juntas, cantos e saliências dispensáveis, sendo que as portas ainda devem dispor de visores. Materiais de Acabamento Materiais de Acabamento Materiais de Acabamento Atribuições e Atividades da CME A Recomendação da Diretoria Colegiada nº. 50 da ANVISA (2004), descrimina as atividades e atribuições da CME. Área de lavagem e descontaminação Receber, conferir e anotar a quantidade e espécie do material recebido; Desinfetar e separar os materiais; Verificar o estado de conservação do material; Proceder a limpeza do material; Encaminhar o material para a área de preparo; Área de preparo de materiais Revisar e selecionar os materiais, verificando suas condições de conservação e limpeza; Preparar, empacotar ou acondicionar os materiais e roupas a serem esterilizados; Encaminhar o material para esterilização devidamente identificado. Área de preparo de materiais http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=tipos+de+embalagem+para+esteriliza%C3%A7%C3%A3o&source=images&cd=&cad=rja&docid=Slf6o_HRl4fXoM&tbnid=0BNx7NKzAZxz0M:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fwww.cristofoli.com%2Fbiosseguranca%2F%3Fp%3D399&ei=oKTiUZmJD4HDO8j-geAE&psig=AFQjCNEDL8bGbdVH0iUxeij1OYCAqkYkgQ&ust=1373894104742878 http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=papel%20de%20embalagem%20para%20esteriliza%C3%A7%C3%A3o&source=images&cd=&cad=rja&docid=B47eV5tnKTZqiM&tbnid=zUCwrrL7ceO_9M:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fwww.capitalembalagens.com.br%2Fpapelkraft.php&ei=OaXiUZzqNovaOLjggLgM&psig=AFQjCNG8Cn3A_j_-D4Pg9lwKjDhL-pIWbA&ust=1373894296535023 http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=tecido+de+algod%C3%A3o+de+embalagem+para+esteriliza%C3%A7%C3%A3o&source=images&cd=&cad=rja&docid=wxEw9yz2Pc7j3M&tbnid=8v5vC2mntphDyM:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fcomentariosemenfermagem.blogspot.com%2F2009%2F05%2Fnocoes-basicas-de-central-de-material.html&ei=saXiUdWrOIesO6-7gcgL&psig=AFQjCNHgf5i5MBiGHuLKZ_8jJV1_u4dnmA&ust=1373894401732636 Área de preparo de materiais Área de preparo de materiais Área de preparo de materiais Área de esterilização ⚫ Executar o processo de esterilização nas autoclaves; ⚫ Observar os cuidados necessários com o carregamento e descarregamento das autoclaves; Área de esterilização ⚫ Fazer o controle microbiológico e de validade dos produtos esterilizados; ⚫ Manter junto com o serviço de manutenção, os equipamentos em bom estado de conservação e uso. Área de armazenagem e distribuição de materiais e roupas esterilizados ⚫ Estocar o material esterilizado; ⚫ Proceder à distribuição do material às unidades; ⚫ Registrar saída do material. Métodos de Proteção Anti-Infecciosa Infecções hospitalares Sem dúvida alguma, as infecções hospitalares constituem um grave problema de saúde pública, tanto pela sua abrangência como pelos elevados custos sociais e econômicos. Classificação de artigos segundo o risco e potencial de contaminação Artigos críticos Os artigos destinados aos procedimentos invasivos em pele e mucosas adjacentes, nos tecidos subepiteliais e no sistema vascular, bem como todos os que estejam diretamente conectados com este sistema, são classificados em artigos críticos. Artigos críticos Estes requerem esterilização. Ex. agulhas, cateteres intravenosos,materiais de implante, etc. Artigos semi-críticos Os artigos que entram em contato com a pele não íntegra, porém, restrito às camadas da pele ou com mucosas íntegras são chamados de artigos semi- críticos e requerem desinfecção demédio ou de alto nível ou esterilização. Artigos semi-críticos Ex. cânula endotraqueal, equipamento respiratório, especulo vaginal, sonda nasogastrica, etc. Artigos não críticos Os artigos destinados ao contato com a pele íntegra e também os que não entram em contato direto com o paciente são chamados artigos não-críticos e requerem limpeza ou desinfecção de baixo ou médio nível, dependendo do uso a que se destinam ou do último uso realizado. Artigos não críticos Ex. termômetro, materiais usados em banho de leito como bacias, cuba rim, estetoscópio, roupas de cama do paciente, etc. Limpeza e descontaminação de artigos Limpeza É o procedimento de remoção de sujidade e detritos para manter em estado de asseio os artigos, reduzindo a população microbiana. Constitui o núcleo de todas as ações referentes aos cuidados de higiene com os artigos hospitalares. Limpeza Fricção mecânica (água, sabão, escova, esponja, pano); Máquinas de limpeza com jatos de água quente ou detergentes; Máquinas de ultra-som com detergentes /desincrostantes (detergentes enzimáticos). Limpeza e descontaminação de artigos médico-hospitalares Descontaminação Tem por finalidade reduzir o número de microorganismos presentes nos artigos sujos, de forma a torná-los seguros para manuseá-los, isto é, ofereçam menor risco ocupacional. Descontaminação Baseada na natureza do artigo e na disponibilidade de recursos; Fricção com esponja, pano ou escova embebida em solução desinfetante; Imersão em solução desinfetante; Pressão de jatos d’água quente (temperatura entre 60 a 90º C por 15 minutos). Descontaminação Enxágüe - Água potável e corrente. Descontaminação Secagem - Pano limpo e seco; - Estufa (regulada para este fim); - Ar comprimido; - Secadora de ar quente/frio. Descontaminação Armazenagem - Armário limpo, seco e fechado. Desinfecção O termo desinfecção deverá ser entendido como um processo de eliminação ou destruição de todos os microrganismos na forma vegetativa, ou seja, exceto os esporos, independente de serem patogênicos ou não, presentes nos artigos e objetos inanimados. Desinfecção de alto nível Procedimento eficaz contra todas as formas vegetativas, destruindo também uma parte dos esporos(vírus, fungos e bactérias), quando utilizamos entre 10 e 30 minutos. Desinfecção de alto nível Os desinfetantes de alto nível em um tempo relativamente longo, 6 a 10 horas, são capazes de realizar esterilização, no entanto, foi proibido pela ANVISA. Desinfecção de nível intermediário Procedimento que destrói os microrganismos na forma vegetativa incluindo o Mycobacterium tuberculosis, todos os fungos e a maioria dos vírus. Os agente mais utilizados são os iodofos, fenólicos, álcool e cloro. Desinfecção de baixo nível Procedimento que destrói a maioria das bactérias na forma vegetativa, exceto Mycobacterium tuberculosis, alguns fungos e alguns vírus. O quaternário de amônia é o produto mais utilizado. Princípios ativos usados como desinfetantes O glutaraldeído é o agente mais utilizado na desinfecção, na concentração de 2% e por um período de exposição de 30 minutos. http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=glutaralde%C3%ADdeo%20esteriliza%C3%A7%C3%A3o&source=images&cd=&cad=rja&docid=EsufIGMzW-C0OM&tbnid=iBigmMWw2RM1IM:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fwww.ibasa.com.br%2Fproduto%2Fmedicamentos%2Fglutaraldeido-2%2F&ei=S5LiUdWhDI2rOsSpgBA&psig=AFQjCNHcPPr3uYaha2RrEtbxPA5otI2mjg&ust=1373889411112633 O formaldeído como desinfetante é mais utilizado a formalina, solução em água a 10% ou em álcool a 8%, sendo bactericida, tuberculicida, fungicida e viruscida após exposição de 30 minutos e esporicida após 18 horas. http://www.google.com.br/imgres?imgurl&imgrefurl=http%3A%2F%2Fwww.oxidial.com.ar%2Fpt%2Fproductos%2Fl-quidos%2Fformol-40-_B.2.3.html&h=0&w=0&sz=1&tbnid=wyQPJAkufk66YM&tbnh=256&tbnw=153&prev=%2Fsearch%3Fq%3Dformalde%25C3%25ADdo%26tbm%3Disch%26tbo%3Du&zoom=1&q=formalde%C3%ADdo&docid=54ZxfE7QS2iSQM&hl=pt-BR&ei=opHiUaXzGYzFPLyvgZgF&ved=0CAIQsCU O hipoclorito 1% está indicado para desinfecção e descontaminação de superfícies e de artigos plásticos e borracha como máscaras de inalação, nebulizadores, cânulas de Guedel, banheiras infantis e outros. http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=hopoclorito%20desinfec%C3%A7%C3%A3o&source=images&cd=&cad=rja&docid=mxNq551AbeAAVM&tbnid=lTv8vv9vAUyWpM:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fwww.startquimica.com.br%2Fproduto.aspx%3Fid%3D566%26cat%3D67&ei=7pLiUfniCYKaO7ezgcAO&psig=AFQjCNE5szXn9WwdwpyjryBtXJmkTYQ7uQ&ust=1373889563317973 Álcool Iodado além do uso como anti- séptico pode ser usado na desinfecção de vidros, ampolas, estetoscópio, otoscópio, termômetros, endoscópios, metais resistentes à oxidação e bancadas. http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=%C3%A1lcool+iodado+para+que+serve&source=images&cd=&cad=rja&docid=mMYrKAoIPDOE1M&tbnid=Rs9B7_xYbwGVeM:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Floja.cirurgicaestilo.com.br%2Fecommerce_site%2Fproduto_13484_8114_ALCOOL-IODADO-0-1-1-Litro-Rioquimica&ei=xJPiUervEYHMPei2gKAN&psig=AFQjCNGncGoZj3AsKwo5SwSh0HCSBqPznw&ust=1373889833569263 O álcool é amplamente usado como desinfetante no âmbito hospitalar, tanto o álcool etílico, 70%, como o isopropílico, 92%, por terem atividade germicida, menor custo e pouca toxicidade. Esterilização O termo esterilização deverá ser entendido como um processo de eliminação ou destruição de todos os microrganismos na forma vegetativa e esporulada. Esterilização Um artigo estéril quando a probabilidade de sobrevivência dos micro-organismos contaminantes é menor que 1:1000.000. A exposição do artigo a um agente esterilizante não garante a segurança do processo, uma vez que esta depende de um limpeza eficaz. Esterilização A esterilização pode ser feita por meio de processo físicos, químicos ou físico-químicos. FÍSICO Vapor Saturado Sob Pressão O calor úmido na forma de vapor saturado sob pressão é o processo de esterilização mais seguro, eficiente, rápido e econômico disponível. Autoclaves http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=glutaralde%C3%ADdeo%20esteriliza%C3%A7%C3%A3o&source=images&cd=&cad=rja&docid=Sr7ZQi2dbzrQWM&tbnid=ugcaWWwSoiFvbM:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fnaotecido.blogspot.com%2Fp%2Fforun.html&ei=X5XiUYjyFsnEPaeWgJAC&psig=AFQjCNHcPPr3uYaha2RrEtbxPA5otI2mjg&ust=1373889411112633 Autoclave Tipo de autoclave Temperatura Tempo de exposição Tempo do ciclo Gravitacional 121 a 123o.C 132 a 135o.C Depende da orientação do fabricante 15 a 30 min 10 a 25 min Pré vácuo 132 a 135o.C 141 a 144o.C Depende da orientação do fabricante 3 a 4 min Calor Seco A esterilização pelo calor seco é feita em estufas elétricas equipadas com termostato e ventilador, a fim de promover um aquecimento mais rápido, controlado e uniforme dentro da câmara. A estufa não se mostra um método confiável, porque ocorre variação de temperatura no seu interior. Calor Seco A recomendação da Sociedade Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização é abolir o uso da estufa. Processos físico-químicos Radiação A radiação é uma alternativa na esterilização de artigos termossensíveis, por atuar em baixas temperaturas. Oxido de Etileno Óxido de Etileno: utilizado em Esterilização de Produtos para a Saúde desde 1937. O Óxido de Etileno tem sido o produto mais utilizado como processo de baixa temperatura. É um produto altamente tóxico, na forma de gás. http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=oxido+de+etileno+esteriliza%C3%A7%C3%A3o&source=images&cd=&cad=rja&docid=habHXfyr5XdaJM&tbnid=m8Nqg0IH929FKM:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fwww.oxetilfgf.com.br%2Fservicos.php&ei=opbiUZfOB4TcPdvcgKAC&psig=AFQjCNFAF8fXTARHLip6cxUn21sFfSJTRw&ust=1373887802463018 Oxido de Etileno Ação: alquilação proteica; Vantagens- podem ser esterilizadosmateriais sem danificá-los. Desvantagens: alto custo, toxicidade, e tempo longo do ciclo. Ciclo: preparo e humidificação, introdução do gás, exposição, evacuação do gás e injeções de ar. Aeração mecânica: 8 a 12 horas a 50o.C a 60o.C. Aeração ambiental:7 dias a 20o.C. Oxido de Etileno Devido a sua toxidade, a portaria Interministerial nº482 de 1999 estabelece limites de tolerância de concentração do oxido de etileno no ambiente de trabalho e ainda proíbe menores, gestantes/mulheres em idade fértil de exercer atividades na sala, deposito de recipientes e tratamento a gás. Oxido de Etileno http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=oxido+de+etileno+esteriliza%C3%A7%C3%A3o&source=images&cd=&cad=rja&docid=NwHurs14RL1RaM&tbnid=m_qOEm2wfOAFuM:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fwww.produmed.com.br%2Fservicos.php&ei=xpXiUasZxtc8mJKA0AU&psig=AFQjCNFAF8fXTARHLip6cxUn21sFfSJTRw&ust=1373887802463018 Agentes químicos O formaldeído pode ser usado como esterilizante tanto no estado líquido, como gasoso. Usualmente, o tempo mínimo de esterilização é de 18 horas, tanto para a solução alcoólica a 8% quanto para solução aquosa a 10%. Controle da eficácia da esterilização Os testes químicos podem indicar uma potencial falha no processo de esterilização, por meio da mudança na sua coloração. Fita de autoclave Tiras impregnadas com tinta termo-química que muda de coloração quando exposto a temperatura https://cirurgicasaopaulo.websiteseguro.com/product_info.php?manufacturers_id=&products_id=1110&osCsid=n4kir5h5ieebqn1og2ivm57vq4 http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=fita%20de%20autoclave%20usada&source=images&cd=&docid=ze0Q74FHAJFd1M&tbnid=hKIRPUdR4IMzTM:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fpt.made-in-china.com%2Fco_rate50%2Fproduct_Autoclave-Tape_hroihyusg.html&ei=kpviUd_0FIvtPIOPgKAG&psig=AFQjCNHJhJ0AID3TvNfR1IZF4znQgUM5-w&ust=1373891782417387 Bowie Dick Testa a eficácia do sistema de vácuo da autoclave pré- vácuo. Uso diário no 1º ciclo, sem carga, a 134°C por 3,5 a 4 min sem secagem. Integrador Controla a temperatura e o tempo necessários para o processo. Os indicadores biológicos são reconhecidos como os que melhor retratam o processo de esterilização, pois são os únicos que consideram todos os parâmetros e, portanto, garantem a sua segurança. Tubetes com testes biológicos Tubetes com testes biológicos Tubetes com testes biológicos Tubetes com testes biológicos Embalagem e acondicionamento de artigos As embalagens servem para proteger o artigo e manter sua esterilidade ate o momento de sua utilização. http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=senac&source=images&cd=&cad=rja&docid=3HZK2eiSC0F0fM&tbnid=8io-ifqjrKybrM:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fsecjaguaquara.blogspot.com%2F2013%2F04%2Fcursos-do-senac-serao-ministrados-na-sec.html&ei=5GqZUeSHA4PM9ASFsIHIBw&bvm=bv.46751780,d.dmQ&psig=AFQjCNFf-nnR4IO-H6VPJpuIKgf7vaDHJA&ust=1369094432810503 Embalagem e acondicionamento de artigos Devem ser compatíveis com o uso para a qual foram designados proporciando barreiras adequadas contra punções e rasgos, danos físicos, permitindo a penetração e remoção do agente esterilizante. http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=senac&source=images&cd=&cad=rja&docid=3HZK2eiSC0F0fM&tbnid=8io-ifqjrKybrM:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fsecjaguaquara.blogspot.com%2F2013%2F04%2Fcursos-do-senac-serao-ministrados-na-sec.html&ei=5GqZUeSHA4PM9ASFsIHIBw&bvm=bv.46751780,d.dmQ&psig=AFQjCNFf-nnR4IO-H6VPJpuIKgf7vaDHJA&ust=1369094432810503 Conservação do instrumental cirúrgico Os instrumentais cirúrgicos em sua maioria são fabricados em aço inoxidável, é caracterizado sua composição química, estrutura, propriedades mecânicas e o comportamento final em aço inoxidável, sendo este a matéria prima para a produção de instrumentais cirúrgicos. A norma regulamentadora nº 32 estabelece diretrizes para a implantação de medidas de segurança e proteção dos trabalhadores dos serviços de saúde. Medidas de proteção para os trabalhadores Os trabalhadores com risco de exposição a agentes biológicos precisam utilizar roupas adequadas e em condições de conforto fornecidas pelo empregador. Os epi´s devem estar a disposição dos empregados em numero suficiente. Medidas de proteção para os trabalhadores “Nós nos transformamos naquilo que praticamos com freqüência. A perfeição, portanto, não é um ato isolado. É um hábito” (Aristóteles) Bibliografia CARVALHO R; BIANCHI ERF et al. Enfermagem em centro cirúrgico e recuperação anestésica. São Paulo: Manole, 2016. OLIVEIRA, M.G. Ensino Clínico em cirurgia. Rio de Janeiro:SESES, 2018. MERCILDA, B. Enfermagem Cirúrgica. Rio de Janeiro: Senac Nacional. 2011. Sociedade Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Pós-anestésica e Centro de Material Esterilizado. Práticas recomendadas: SOBECC .5 ed. São Paulo: SOBECC, 2015. Bom fim de Semana!