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BB 500 QUESTOES COMENTADAS

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de câm-
bio entre os agentes autorizados pelo Banco Central do 
Brasil (BACEN)
13 — bancos, corretoras, distribuidoras, agências de tu-
rismo e meios de hospedagem — e entre estes e seus 
clientes.
Com relação ao texto VI e ao tema nele enfocado, julgue 
o item a seguir.
A forma verbal “recebe” (L.9) está no singular para con-
cordar com “essa pessoa” (L.6-7).
( ) CERTO ( ) ERRADO
39. (BANCO DO BRASIL – ESCRITURÁRIO – CESGRAN-
RIO – 2018)
A regência do verbo destacado está de acordo com as 
exigências da norma-padrão da língua portuguesa em:
a) Para ganhar espaço no mercado imobiliário, os bancos 
costumam a ampliar prazos e limites e baratear o fi-
nanciamento da casa própria.
b) O planejamento econômico é fundamental para o su-
cesso de um empreendimento familiar, o que envolve 
ao ato de pesquisar as melhores oportunidades dis-
poníveis.
c) Antes de se comprometer com a aquisição de um imó-
vel acima de sua renda, recomenda-se ao comprador 
que pesquise melhores condições de mercado.
d) A inadimplência ocorre quando o cidadão não acata 
às cláusulas que determinam os prazos dos emprésti-
mos bancários.
e) Grande parte das pessoas que se candidatam a em-
préstimos bancários aspiram a construção da casa 
própria.
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40. (BANCO DO BRASIL – ESCRITURÁRIO – CESGRAN-
RIO – 2014)
BAPTISTA, A.; LEE, R.; DIAS, S. Ando meio desligado. 
Intérprete:Os Mutantes. In: MUTANTES. A divina comédia 
ou Ando meio desligado. Rio de Janeiro: Polydor/Polyfar. 
p1970. 1 disco sonoro,Lado 1, faixa 1 (3 min 2s).
No par de frases abaixo, os usos das preposições nas 
expressões destacadas estão de acordo com a norma-
-padrão em:
a) O fumo é nocivo à saúde – O fumo é danoso com a 
saúde.
b) Apaguei todas as lembranças do passado – Apaguei 
todas as memórias do passado.
c) Ela é hábil para trabalhos manuais – Ela tem habilida-
de com trabalhos manuais.
d) Suas ideias não estão compatíveis com os meus in-
teresses – Suas ideias são incompatíveis aos meus 
interesses.
e) Tenho loucura por conhecer a Europa – Sou louco a 
conhecer a Europa.
41. (BANCO DO BRASIL – ESCRITURÁRIO – CESGRAN-
RIO – 2012) A frase em que a presença ou ausência da 
preposição está de acordo com a norma-padrão é:
a) A certeza que a sorte chegará para mim é grande.
b) Preciso de que me arranjem um emprego.
c) Convidei à Maria para vir ao escritório.
d) A necessidade que ele viesse me ajudar me fez chamá-
-lo.
e) Às dez horas em ponto, estarei à sua casa.
42. (BANCO DO BRASIL – ESCRITURÁRIO – FCC – 2011)
Com o inchaço populacional decorrente do fluxo mi-
gratório em direção ...... cidades, surgiram problemas na 
oferta de serviços ...... população, que muitas vezes não 
consegue acesso ...... recursos essenciais.
As lacunas da frase acima são corretamente preenchidas, 
respectivamente, por:
a) às - à - à.
b) às - à - a.
c) as - a - à.
d) as - à - a.
e) às - a – à.
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43. (BANCO DO BRASIL – ESCRITURÁRIO – FCC – 2011)
Os anos 60 registraram um dramático fluxo migratório ... 
(início do texto)
A mesma relação de regência entre verbo e complemen-
to, grifados acima, está na frase:
a) Em 1968, só a capital paulista recebia dez mil novos 
moradores a cada mês.
b) O fluxo Nordeste-Sudeste (...), atualmente, é insigni-
ficante.
c) Esse número estará na casa dos 90% até 2020.
d) As novas rotas migratórias apontam para o Pará, ao 
Norte, Santa Catarina, ao Sul, e para os três estados 
do Centro-Oeste ...
e) Pela primeira vez as riquezas e as oportunidades bro-
tam por todo o território nacional.
44. (BANCO DO BRASIL – ESCRITURÁRIO – FCC – 2011)
Interiorização das universidades federais e a criação de 
novos institutos tecnológicos também mudam a cara do 
Nordeste... (3o parágrafo)
O mesmo tipo de complemento grifado acima está na 
frase:
a) ... que mexeram com a renda ...
b) ... que mais crescem na região.
c) ... que movimentam milhões de reais ...
d) A outra face do “novo Nordeste” está no campo.
e) ... onde as condições são bem menos favoráveis ...
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45. (BANCO DO BRASIL – ESCRITURÁRIO – FCC – 2011)
Desde o início da evolução humana, buscamos formas 
alternativas para o nosso desenvolvimento, seja por meio 
da fala, de ferramentas ou de associações para superar 
barreiras. 
Nos últimos tempos, nos acostumamos à expressão Tec-
nologia Social, sem compreender exatamente o que isso 
significa. 
Para a Fundação Banco do Brasil, o conceito de Tecno-
logia Social percorre as experiências desenvolvidas nas 
comunidades urbanas e rurais, nos movimentos sociais, 
nos centros de pesquisa e nas universidades? que podem 
produzir métodos, técnicas ou produtos que contribuam 
para a inclusão e a transformação social, em particular 
quando desenvolvidas em um processo no qual se soma 
e se compartilha o conhecimento científico com o saber 
popular.
Muitas experiências foram desenvolvidas no Brasil, nos 
últimos anos, tendo como perspectiva a construção do 
desenvolvimento local, com sustentabilidade. Nesse 
processo, o objetivo é, ao mesmo tempo, dinamizar as 
potencialidades locais e desbloquear aqueles entraves 
que impedem esse potencial de se realizar. Grupos e co-
munidades organizadas, ou em organização, presentes 
em todo o país, buscam levar adiante projetos de gera-
ção de trabalho e renda nas mais diversas realidades, seja 
no campo, seja nas pequenas, médias e grandes cidades.
Nos povoados com características do mundo rural, esses 
projetos aparecem em atividades tradicionais que vão do 
artesanato, casas de farinha, criação de galinha caipira, 
produção de rapadura ou de cachaça até às atividades 
mais novas da apicultura, piscicultura, fruticultura. Nas 
grandes cidades, na reciclagem, nos espaços de inclusão 
digital e nas rádios comunitárias, entre outras atividades, 
milhares de pessoas desenvolvem empreendimentos 
econômicos e solidários, dos quais muitos contam com a 
parceria da Fundação Banco do Brasil.
(Adaptado de artigo de Jacques de Oliveira Pena. 
http://www.fbb.org.br/portal/pages/publico/expandir.
fbb?codConteudoLog=8577, acessado em 15 de janeiro 
de 2011)
Desde o início da evolução humana, buscamos formas 
alternativas para o nosso desenvolvimento ... (1o pará-
grafo)
A mesma relação existente entre o verbo e o comple-
mento, grifados acima, está em:
a) ... o conceito de Tecnologia Social percorre as expe-
riências desenvolvidas nas comunidades urbanas e 
rurais ...
b) ... que contribuam para a inclusão e a transformação 
social ...
c) ... esses projetos aparecem em atividades tradicionais 
...
d) ... que vão do artesanato (...) até às atividades mais 
novas da apicultura ...
e) ... muitos contam com a parceria da Fundação Banco 
do Brasil.
46. (BANCO DO BRASIL – ESCRITURÁRIO – FCC – 2011)
A multiplicação de desastres naturais vitimando popula-
ções inteiras é inquietante: tsunamis, terremotos, secas e 
inundações devastadoras, destruição da camada de ozô-
nio, degelo das calotas polares, aumento dos oceanos, 
aquecimento do planeta, envenenamento de mananciais, 
desmatamentos, ocupação irresponsável do solo, imper-
meabilização abusiva nas grandes cidades. Alguns desses 
fenômenos não estão diretamente vinculados à conduta 
humana. Outros, porém, são uma consequência direta de 
nossas maneiras de sentir, pensar e agir.
É aqui que avulta o exemplo de Hans Jonas. Em 1979 ele 
publicou O Princípio Responsabilidade. A
obra mostra que as éticas tradicionais - antropocêntricas 
e baseadas numa concepção instrumental da tecnolo-
gia - não estavam à altura das consequências danosas 
do progresso tecnológico sobre as condições de vida 
humana na Terra e o futuro das novas gerações. Jonas 
propõe uma ética para a civilização tecnológica, capaz 
de reconhecer para a natureza um direito próprio. O filó-
sofo detectou a propensão de nossa civilização para de-
generar de maneira desmesurada, em virtude das forças 
econômicas e de outra índole que aceleram o curso do 
desenvolvimento tecnológico, subtraindo o processo

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