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Tecnologia e Relacionamento Interpessoal

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Internet, celulares, bip, chip nos permite comunicar com maior facilidade e rapidez com as pessoas, porem acabamos “pagando” um alto preço por essa tecnologia, pois o contato físico esta ficando cada vez mais raro.
As informações chegam até nós em tempo real de qualquer parte do mundo, diminuindo as distancias, mas ao mesmo tempo reduzindo também relações interpessoais, o contato diário com pessoas no supermercado, nos bancos, na rua, que geram novas e verdadeiras amizades.
Assim concluímos que a tecnologia tem seus benefícios, mas também pode afastar as pessoas, porque a internet aceita tudo e nunca sabemos o que é realmente verdadeiro, que vemos somente no olhar.
Por Nilva Michelon
15/03/2010
Tecnologia
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A Tecnologia e as Relações Humanas
Nas últimas oito décadas, é possível perceber a aceleração avançada das inúmeras tecnologias. Há algum tempo atrás, as pessoas utilizavam-se dos meios mais íntimos de relacionar-se com familiares, pois tendo apenas o rádio e o correio como meio de comunicação, davam-se ao prazer de visitar seus parentes mesmo em terras mais distantes, proporcionando-se o prazer e a alegria do convívio familiar.
Havia inúmeras pessoas que participavam das reuniões que duravam até uma semana. Nesta época era costume usar como meio de diversão o encontro entre famílias, vizinhos ou amigos distantes.
Com o passar dos anos começam a surgir ínfimos meios de comunicação e com eles tecnologias avançadas, que vieram proporcionar conforto e distanciamento entre as pessoas. Muitas máquinas frias surgiram para substituir as relações humanas. Vejamos por exemplo o carro: que instrumento espetacular, inventado á quatro rodas e que em menos de 24 horas podemos estar em inúmeros lugares diferentes. Veja bem que este é apenas um exemplo. Façamos uma analise de alguns destas tecnologias. 
A TV, diferentes tamanhos, formas, cores e na maneira preguiçosa de se divertir o homem passa a substituir as festas, pelo programa fútil e sem cultura.
O telefone e em seguida os milhares e cada vez mais sofisticados aparelhos celulares, permitiram que as conversas pessoais do "olho no olho" fossem substituída pelo sentido escutar, as vezes superficialmente, quando ao mesmo tempo em que se fala, se ouve e se faz uma terceira atividade.
A internet, que ferramenta fantástica, onde em tempo real podemos conversar com pessoas do mundo todo, viajar por diferentes mares porém nem sempre chegar a um porto seguro. A carta que demorava meses para chegar, foi substituída pelo email, que enviado em segundos chega ao destino desejado. A pesquisa cyber é feita em poucos minutos e os livros passaram a ser esquecidos nas prateleiras da biblioteca. 
Se falássemos dos prós e contras da internet o tema jamais se esgotaria, pois ao mesmo tempo que é uma ferramenta fantástica também é altamente prejudicial ao ser humano. É através dela que os pedófilos invadem o lar de milhares de crianças e é também através dela que a vida particular das pessoas fica exposta. É preciso pois cuidado redobrado, com crianças e adolescente, e não só, adultos também estão se deixando levar pelas armadilhas tecnológicas.
A crescente aceleração tecnológica contribui para o afastamento das relações humanas. É a tv, o celular e a internet que substituem gradativamente o encontro entre as pessoas. As relações esfriaram e há famílias que no próprio ambiente do lar, se comunicam através do bate-papo ou do celular. Cada membro cria seu ciberespaço e nele projeta um mundo irreal, onde a comunicação entre familiares, vizinhos e amigos torna-se fria e distante.
É preciso rever conceitos e resgatar valores, abrir a janela da alma e voltar a apreciar as coisas belas que a vida oferece, como um passeio pelo parque, uma conversa entre amigos, uma visita a um familiar distante. E preciso estar atento aos bons momentos que perdemos ao fechar a porta do nosso quarto e conviver com a máquina.
Convido você a buscar uma relação de afeto e de proximidade com o ser humano. Nada substitui, e nada é tão importante e tão saudável como o toque, o calor humano e o abraço. 
Leia mais em: http://www.webartigos.com/articles/34364/1/A-Tecnologia-e-as-Relacoes-Humanas/pagina1.html#ixzz1V6PTWKim
A Internet, as redes sociais e os Relacionamentos Humanos
Publicado 03/06/2011 Sociedade Digital , Sujeito DigitalEncerrado
A Internet
A tecnologia e os conceitos fundamentais usados hoje pela Internet surgiram de projectos conduzidos ao longo dos anos 60 pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Esses projectos visavam o desenvolvimento de uma rede de computadores para comunicação entre os principais centros militares de comando e controle que pudessem sobreviver a um possível ataque nuclear. Um sistema de informações descentralizado e independente de Washington, a ARPANET, possibilitaria que as comunicações entre os cientistas e engenheiros militares resistissem a um eventual ataque à capital americana durante a Guerra Fria.
Caracterizava-se por ser uma rede fechada à qual só tinham /acesso os funcionários do Departamento de Defesa dos EUA, que, por sua vez, com o tempo, passaram a utilizar a rede como meio de comunicação pessoal através de mensagens electrónicas, hoje conhecidas como e-mails. Esta crescente simultaneidade de funções (militares e pessoais) terá levado à criação da MILNET para uso exclusivamente militar, permitindo que a ARPANET se tornasse efectivamente um meio aberto de comunicação e a primeira rede de comunicação cibernética.
Foi em 1987 que, já com a denominação actual “Internet”, que esta rede foi aberta ao uso generalizado, primeiro nos Estados Unidos mas expandindo-se rapidamente para o resto do mundo e atingindo 148 milhões de pessoas em 1998 nos mais diversos cantos do planeta.
Percebeu-se rapidamente o enorme poderio cultural, académico, económico e comercial que se escondia atrás desse universo virtual, onde numa fracção de segundos, tudo pode ser mostrado, vendido e comprado num mundo totalmente sem fronteiras e sem legislação pertinente.
Não se podia no entanto prever que a muito curto prazo, esta ferramenta tecnológica poderosa iria revolucionar tão profundamente o contexto dos relacionamentos humanos.
As Redes Sociais
As primeiras Redes Sociais, plataformas que permitem a um dado utilizador, partilhar conteúdos, páginas, links, ou ficheiros multimédia como vídeo e imagens, com outros utilizadores ou com o público em geral, surgiram há pouco mais de 10 anos com o lançamento do Sixdegrees, em 1997.
Conheceram, a partir de 2000, uma expansão exponencial e deixaram de ser território exclusivo de geeks, adolescentes e adultos no engate, para incluírem todo o tipo de utilizadores.
Existem basicamente dois tipos de Redes Sociais: as de livre acesso e que possibilitam a inserção de qualquer tipo de conteúdo como o hi5, o Facebook, o MySpace ou o Twitter (para referir apenas algumas das mais populares) e aqueles que operam em nichos muito restritos e objectivos e que geralmente seleccionam e controlam o acesso dos respectivos utilizadores bem como os conteúdos adicionados.
Os Relacionamentos Humanos
As relações entre indivíduos têm uma vida própria e peculiar, que ultrapassa as características de seus componentes e se manifesta não só na relação de um grupo com outro, mas também, e principalmente, nas relações que os membros de um grupo mantêm entre si e com o ambiente que os rodeia. São elas próprias fenómenos complexos de interacção com códigos aprendidos ao longo do crescimento individual e do próprio processo de interacção com os outros e onde se reproduzem interdependências e os valores culturais adquiridos.
Durante décadas Ciências Humanísticas como a Psicologia, a Antropologia e a Sociologia, desenvolveram paradigmas e centraram esforços na tentativa de entendimento do relacionamento humano e da dinâmica das comunidades e populações. 
Com o aparecimento e proliferação das Redes Sociais virtuais as premissas e ambiências tradicionais sofreram alterações radicais. Para compreender o comportamento humano nos novos ambientes cibernéticose para aplicar estes novos conhecimentos de forma produtiva, preventiva e mesmo terapêutica, nestes novos contextos “sociais”, a Psicologia tradicional parece não ter recursos significativos. De facto, a aplicação dos paradigmas desenvolvidos ao longo do sec XX nestes novos contextos, pode conduzir a conclusões ambíguas e pouco seguras ou seja, é necessário entender as novas regras de comportamento e reformular conceitos para conquistar novas fronteiras teóricas capazes de descrever de forma válida a experiências vivenciadas no ciberespaço; o estudo e compreensão da influencia dos novos padrões quer ao nível do comportamento individual (desenvolvimento, personalidade, etc) como ao nível da interacção social, definiram uma nova área da Psicologia, a Ciberpsicologia.
Uma das questões que modelam e afectam este novo campo de estudo do comportamento humano tem assim a ver com as dinâmicas particulares e as rápidas alterações que o distinguem, as quais são consequência directa da sua total dependência de tecnologias ainda em fase de rápido desenvolvimento. Esta característica da Ciberpsicologia é absolutamente única no universo da Psicologia que tipicamente se tem centrado em objectos de estudo e pesquisa muito mais estáticos e estáveis.
Será ainda de esperar a ocorrência de novas e rápidas alterações no futuro imediato dos computadores e internet, quer no que diz respeito aos ambientes em si (realidade virtual avançada, sistemas de rede 3-D com a adição de sentidos como o olfacto na comunicação on-line…) e o passado recente ensinou-nos que são de facto inevitáveis novos e consecutivos avanços tecnológicos. Desta forma a Ciberpsicologia emergente terá que ser capaz de se reorientar e reajustar continuamente se quiser entender os efeitos significativos dos avanços tecnológicos sobre o comportamento humano.

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