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COLUNA VERTEBRAL TCL em radiologia: Jairo lima Ossos da Coluna Vertebral A coluna vertebral é constituída por um conjunto de vértebras irregulares que desempenha a função de sustentação da cabeça e músculo superior, • local de fixação dos músculos e principalmente proteção da medula espinhal localizada em seu interior, e passagem dos nervos espinais. Em geral, 33 vértebras formam a coluna vertebral, separadas por um disco intervertebral fibrocartilaginoso: 7 cervicais; 12 torácicas; 5 lombares; 5 sacrais fundidas; 5 coccígeas fundidas. • • • • • • Curvaturas da Coluna Vertebral LORDOSE: O termo lordose, que significa arqueado para trás, descreve a concavidade anterior normal da coluna vertebral lombar e cervical, mas também descreve a curvatura com "desvio para trás" anormalmente aumentado envolvendo a coluna vertebral lombar. ClFOSE: Cifose, que significa uma corcunda, descreve uma curvatura torácica que possui corcova anormal ou exagerada com convexidade aumentada. Curvaturas da Coluna Vertebral • ESCOLlOSE Se a coluna vertebral é vista da perspectiva posterior para a anterior , a coluna Vertebral usualmente é quase reta, com pequena curvatura lateral. Ocasionalmente, uma leve curvatura lateral ocorre na região torácica superior de um adulto saudável. Essa curvatura pode ser convexa para a direita em uma pessoa destra e convexa para a esquerda em uma pessoa canhota. Uma curvatura lateral exagerada ou anormal é chamada de escoliose. Esse é um tipo de problema mais grave que ocorre quando existe uma curvatura lateral pronunciada em forma de S. Coluna Cervical • Vértebras Cervicais: Atlas (C1); Áxis (C2); C3 a C7. • Atlas: É a primeira vértebra cervical e não possui corpo apenas arcos anterior e posterior, também não possui processo espinhoso típico, e sim arredondado e pequeno, que recebe o nome de tubérculo posterior. Atlas é um nome derivado do Deus grego que carrega o mundo nos ombros. O dente ou processo odontóide é parte da segunda vértebra cervical, mas é demonstrado em uma perspectiva superior, a fim de mostrar sua localização e como ele é mantido em sua posição pelo ligamento transverso do atlas. Coluna Cervical Coluna Cervical • Áxis: é a segunda vértebra cervical possui um pequeno corpo e um dente (processo odontóide)que permite o movimento de rotação da cabeça. Processo espinhoso: esses processos desde a áxis até a C6 possuem um aspecto bifurcado (bífido ou entalhado). Qualquer fratura da coluna vertebral nesse nível poderia resultar também em sério dano à medula espinhal. Coluna Cervical • C7: tem processo espinhoso grande, semelhante à próxima coluna (torácica) e não bifurcado. Coluna Cervical • Marcos Topográficos: Fornecem pontos palpáveis e úteis para o direcionamento do posicionamento radiográfico. • Nível de C1: 1 polegada (2,5cm) abaixo do nível do MAE • Nível de C3: Ângulo da mandíbula (gônio) • Nível de C5: Parte mais proeminente da cartilagem tireóide (pomo de adão). • Inclinando a cabeça do paciente para frente observa-se a vértebra proeminente C7 que está aproximadamente no mesmo nível do corpo de Tl. AP TRANSORAL (C1 e C2) BOCA ABERTA • RECEPTOR DE IMAGEM: 18 X 24 Longitudinal • POSICIONAMENTO: Paciente em DD com o PMS (pescoço) alinhado sobre a LCM, com os braços ao longo do corpo. A LIOM deve estar perpendicular à mesa. Solicita-se então que o paciente abra a boca, movendo apenas a mandíbula para baixo. • RAIO CENTRAL: Perpendicular vertical, entrando na boca (C1-C2), saindo no centro do receptor. A margem superior do receptor estará no topo de inserção da orelha TIO. Deve-se interromper a respiração. AP TRANSORAL (C1 e C2) BOCA ABERTA Este exame também pode ser realizado na estativa AP TRANSORAL (C1 e C2) BOCA ABERTA • Patologias Demonstradas: Patologia envolvendo C 1 e C2 e estruturas de partes moles adjacentes. • Obs: Não tente qualquer movimento da cabeça ou pescoço se houver suspeita de trauma cervical sem primeiro consultar um médico que tenha avaliado uma radiografia lateral com feixe horizontal. AP AXIAL de coluna cervical • RECEPTOR DE IMAGEM: 18 X 24 Longitudinal • POSICIONAMENTO: Paciente em estativa, com o PMS (pescoço) alinhado sobre a LCM com os braços estendidos ao longo do corpo.A LIOM deve estar paralela ao chão e perpendicular à estativa. posição ortostática de costas para a • RAIO CENTRAL: Angulado a 15° Cefálicos, entrando à margem inferior da cartilagem tireóidea (C3- C4) saindo no centro do receptor. • DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm) AP AXIAL de coluna cervical A margem superior do receptor estará no topo de inserção da orelha TIO. Os braços devem permanecer relaxados e em depressão. O movimento de expiração é importante para que as vértebras cervicais não sejam sobrepostas pelo ar da traqueia, aumentando a densidade radiográfica na região de interesse. AP AXIAL Esse exame também pode ser realizado à mesa. AP AXIAL de coluna cervical • Patologias Demonstradas: coluna cervical média e inferior Patologia envolvendo a PERFIL (MEDIOLATERAL) • RECEPTOR DE IMAGEM: 18 x 24 Longitudinal • POSICIONAMENTO: Paciente em posição ortostática com a região lateral A LIOM deveapoiada à estativa, pernas entreabertas e o PMC alinhado estar paralela ao chão. E a LGA paralela à estativa. Pode-se tracionar os braços na parte posterior do corpo, realizando o movimento de depressão dos ombros, retirando-os de sobreposição da vértebra proeminente C7. • RAIO CENTRAL: Perpendicular horizontal entrando à margem inferior da cartilagem tireóidea (C3-C4), saindo no centro do receptor. • DFoFi de 60 a 72 polegadas (150 a 180 cm) à LCE. PERFIL (MEDIOLATERAL) • Patologias Demonstradas: Patologia envolvendo coluna cervical e estruturas de partes moles adjacentes. A margem superior do receptor estará no topo da TIO Caso o paciente não consiga fazer o movimento de tração dos braços, pesos de aproximadamente 3Kg podem ser fornecidos. OBLÍQUAS ANTERIORES E POSTERIORES: • RECEPTOR DE IMAGEM: 18 X 24 Longitudinal • POSICIONAMENTO: Centralize a coluna em relação ao RC e à linha média da mesa e/ou do filme. Coloque os braços do paciente ao lado do corpo; Rode o corpo e a cabeça a 45°. Estenda o queixo para evitar que a mandíbula fique superposta sobre as vértebras. Elevar muito o queixo poderá sobrepor a base do crânio em C1. • RAIO CENTRAL: Oblíquas anteriores: 15° a 20° em sentido caudal em direção a C4 (nível da margem superior da cartilagem tireóide) Oblíquas posteriores: 5° a 20° em sentido cefálico em direção a C4 (em direção à margem inferior da cartilagem tireóide). • DFoFi de 60 a 72 polegadas (150 a 180 cm) OBLÍQUAS ANTERIORES E POSTERIORES • Patologias Demonstradas: Patologia envolvendo a coluna cervical e estruturas de partes moles adjacentes. Tanto as oblíquas esquerdas quanto as direitas devem ser feitas para fins de comparação. POSlÇÃO LA TERAL - FEIXE HORIZONT AL • RECEPTOR DE IMAGEM: 18 X 24 OU 24 X 30 L. • POSICIONAMENTO: Não manipule ou mova a cabeça ou o apescoço.Apóie verticalmente o porta-filme contra o ombro, ou coloque maca próxima ao dispositivo vertical da grade. Centralize relação ao RC, que deve situar o topo do porta-filme polegadas (3 a 5 cm) acima do MAE. Abaixe os ombros. o porta-filme em cerca de 1 a 2 • RAIO CENTRAL: Perpendicular ao filme, direcionado horizontalmente para C4. • DFoFi: 60 a 72 polegadas (150 a 180 cm) POSlÇÃO LA TERAL - FEIXE HORIZONT AL • Patologias Demonstradas: Patologia envolvendo a coluna cervical, como fraturas e subluxação. POSIÇÕES LATERAIS – HIPERFLEXÃO E HIPEREXTENSÃO • RECEPTOR DE IMAGEM: 24 X 30 L • POSICIONAMENTO: Alinhe o plano coronal médio da vértebra em relação ao RC e à linha média do filme. Garanta uma verdadeira posição lateral, sem rotação da pelve, ombros ou cabeça. Para hiperflexão: O queixo deve estar abaixado até que toque o tórax ou atéonde o paciente conseguir tolerar (não permita que o paciente se mova para a frente a fim de garantir que toda a coluna cervical esteja incluída no filme). Para hiperextensão: O queixo deve ser elevado e a cabeça inclinada para trás o quanto possível (não permita que o paciente se mova para trás a fim de garantir que toda a coluna cervical esteja incluída no filme). POSIÇÕES LATERAIS – HIPERFLEXÃO E HIPEREXTENSÃO • RAIO CENTRAL: RC é perpendicular ao filme, direcionado horizontalmente para a área de C4. • DFoFi de 60 a 72 polegadas (150 a 180 cm) • Altura do porta-filme centralizada no nível do RC (topo do porta- filme cerca de 2 polegadas ou 5 cm acima do nível do MAE) • Patologias Demonstradas: Estudo funcional para demonstrar mobilidade ou perda desta pela vértebra cervical POSIÇÕES LATERAIS – HIPERFLEXÃO E HIPEREXTENSÃO Cirurgias Esternocleidomastoideo COLUNA CERVICO-TORÁCICA (MÉTODO DE TWINING) • Chassis / Filme 18×24 longitudinal panorâmico. • Paciente Paciente lateralizado, PMS paralelo à LCE/LCM, o membro superior mais próximo da estativa deverá ser elevado apoiando a mão sobre a cabeça, o membro mais distante estendido sobre o corpo. Raio central ⊥ na horizontal/vertical, orientado ao nível das articulações esternos claviculares. DFF 1,30 – 1,50 m COLUNA CERVICO-TORÁCICA (MÉTODO DE TWINING) COLUNA TORÁCICA COLUNA TORÁCICA COLUNA TORÁCICA • RETIRAR TODOS OS OBJETOS QUE POSSAM VIR A INTERFIRIR NO EXAME. • PROTEGER O PACIENTE USANDO MEIOS DE PROTEÇÃO DISPONÍVEIS. AP DA COLUNA TORÁCICA • RECEPTOR DE IMAGEM: 35x43 Longitudinal; 30X40 ou 15X40 • POSICIONAMENTO: Posicionar o paciente em DD ou em posição ortostática. Totalmente alinhado e posicionado com o Raio Central e mesa (ou estativa). Se necessário, flexionar os joelhos para reduzir a curvatura da coluna torácica. com a • Certifique-se de que a borda superior do chassi está posicionada a 5 cm acima do nível do ombro, colimar somente a área de interesse. • RAIO CENTRAL: perpendicular no nível de T7 (8 a 10 cm abaixo da incisura jugular) e no centro do chassi) AP DA COLUNA TORÁCICA • PATOLOGIAS DEMONSTRADAS: Patologia envolvendo a coluna torácica • ESTRUTURAS VISUALIZADAS: Corpos vertebrais torácicos, espaços intervertebrais articulares, processos espinhosos posteriores e articulações costovertebrais. e transversos, costelas DFoFi: 100 cm. Instruir o paciente a interromper a respiração no momento do disparo. PERFIL DA COLUNA TORÁCICA • RECEPTOR DE IMAGEM: 35x43 Longitudinal; 30X40 ou 15X40 • POSICIONAMENTO: Paciente em decúbito lateral, com a cabeça em um travesseiro e os joelhos fletidos. Elevar os braços do paciente em ângulos retos em relação ao corpo com os cotovelos flexionados. Flexionar quadris e joelhos do paciente com suporte entre joelhos. A radiografia pode ser feita com o paciente na posição ereta, com os braços bem distribuídos em ambos os pés. • RAIO CENTRAL: Perpendicular no nível de T7 • DFoFi: 100 cm PERFIL DA COLUNA TORÁCICA • PATOLOGIAS DEMONSTRADAS: Patologias envolvendo a coluna torácica, como fraturas compressivas, subluxação ou cifose • ESTRUTURAS VISUALIZADAS: Corpos vertebrais torácicos, espaços intervertebrais articulares e forames intervetebrais. ROTINA PARA ESCOLIOSE / COLUNA TÓRACOLOMBAR - PA Filme: 35×43 longitudinal posicionamento Paciente em ortostático, sobre a LCE, braços estendidos ao longo do corpo, cabeça ligeiramente estendida. ROTINA PARA ESCOLIOSE / COLUNA TÓRACOLOMBAR - PA COLUNA TÓRACOLOMBAR PERFIL RC 1 M a 1,50 M COLUNA TÓRACOLOMBAR PERFIL COLUNA TÓRACOLOMBAR C/ INCLINAÇÃO LATERAL DIREITA/ESQUERDA • Chassis / Filme 35×43 longitudinal panorâmico. • Paciente Paciente em ortostático, sobre a LCE, braços erguidos e apoiados, cabeça ligeiramente estendida, fazer uma inclinação para à direita do paciente, mantendo a região pélvica estática. • Raio central na horizontal, orientado para um ponto da coluna vertebral que corresponda ao centro do filme. • DFF • 1,00 m, com Patologias demostradas Avaliação das articulações, e medições antropométricas OBLÍQUAS DA COLUNA TORÁCICA • Alinhar o Raio Central a uma distância de 100 cm em relação ao centro da mesa ou do buck vertical. • RECEPTOR DE IMAGEM: 35X43 Longitudinal • Paciente em posição ortostática ou em ducúbito. • RAIO CENTRAL Perpendicular ao nível de T7. • Instruir o paciente a interromper a respiração no momento do disparo. OBLÍQUAS DA COLUNA TORÁCICA • POSIÇÕES ANTERIORES: Paciente em decúbito ventral ou ortostática de frente para o buck com o corpo obliquado em média 20 graus da lateral verdadeira. O braço mais próximo da mesa deve estar abaixado e posterior; o braço próximo ao tubo deve estar levantado, evitando sobreposições. Realizar imagens posteriores direita e esquerda. OBLÍQUAS DA COLUNA TORÁCICA • POSIÇÕES POSTERIORES: Paciente em Decúbito Dorsal ou em ortostática com a parte posterior voltada para o buck, e o corpo obliquado em média de 20 graus lateral verdadeira. braço mais próximo à mesa deve estar levantado; o braço próximo ao tubo deve estar abaixado e posterior, evitando sobreposições. Realizar imagens posteriores direita e esquerda. O COLUNA LOMBAR AP DA COLUNA LOMBAR • RECEPTOR DE IMAGEM: 24x30 LONGITUDINAL • POSICIONAMENTO: Paciente em DD com o PMS alinhado à LCM, braços levemente abduzidos ao longo do corpo. Flexionar os joelhos, apoiando a planta dos pés sobre a mesa, esse movimento mantém a coluna lombar alinhada. • RAIO CENTRAL: Perpendicular vertical entrando 4 cm acima do ponto médio entre as cristas ilíacas (L3-L4), saindo no centro do receptor. • DFoFi: mínima de 40 polegadas (100 cm). O exame deve ser realizado ao final da expiração profunda Patologias Demonstradas: Patologia das vértebras lombares, incluindo fraturas, escoliose e processos neoplásicos. AP- COLUNA LOMBAR 1- PEDÍCULOS DE L4 2- PROC. TRANSVERSO DE L3 3- BORDASUPERIOR DO CORPO DE L4 4- BORDAINFERIOR DO CORPO DE L4 5- ESPAÇO INTERVERTEBRAL DE L3-4 6- PROC. TRANSVERSO DE L4 7- ARTICULAÇÃO SACROILÍACA 8- FORAME SACRAL 9- ASA DO SACRO 10- SACRO 11- COSTELAS LOMBAR: PERFIL (LATEROLATERAL) • RECEPTOR DE IMAGEM: 24X30 Longitudinal • POSICIONAMENTO: Paciente em DL sobre a mesa, com o ponto médio entre o PMC e as costas do paciente na LCM. Flexionar e elevar os cotovelos, apoiando as mãos abaixo da cabeça, a fim de retirá-las de sobreposição à coluna. Manter as pernas flexionadas para o paciente. equilíbrio do • RAIO CENTRAL: Perpendicular vertical laterolateral, entrando 4 cm acima do ponto médio entre as cristas ilíacas L3- L4, saindo no centro do receptor. • DFoFi: 40 polegadas (100 cm). LOMBAR: PERFIL (LATEROLATERAL) • Observações: Embora o paciente masculino médio (e algumas pacientes femininas) não precise de angulação do RC, um paciente com uma pelve ampla e tórax estreito pode exigir um ângulo caudal de 5° a 10° e até mesmo um suporte. LOMBAR: PERFIL (LATEROLATERAL) • Patologias Demonstradas: Fraturas, espondilolistese, processos neoplásicos e osteoporose das vértebras lombares COLUNA LOMBAR - OBLÍQUA DIREITA E ESQUERDA • Chassis / Filme • 30X40 panorâmico na longitudinal ou 24×30 na longitudinal • Paciente • Em DD, PMS angulado a 45º com o plano da mesa, elevar o braço mais próximo da mesa e apoiar sob a cabeça, o mais distante elevado podendo o paciente segurar a extremidade da mesa. Os membros inferiores deverão estar formando um (4). • Raio central • Na horizontal / vertical, orientado para o centro da coluna lombar. • DFF • 1,00 m – com bucky. COLUNA LOMBAR - OBLÍQUA DIREITA E ESQUERDA Observação: Em apnéia expiratória. Deve-se realizar duas oblíquas uma direita e outra esquerda, obedecendo os mesmos dados de posicionamento. Este exame poderá ser realizado em decúbito dorsal, ventral ou em ortostático, o que vai determinar como realizar são as indicações clínicas as condiçõesdo paciente. COLUNA LOMBAR - PERFIL EM EXTENSÃO MÁXIMA • Chassis / Filme 30X40 longitudinal panorâmico • Paciente Em decúbito lateral / ortostático, PMS paralelo à LCE/LCM, posicionar de modo que a coluna lombar fique sobre esta linha, fazer a extensão ao máximo do paciente forçando ombros e quadris para trás, os membros superiores na cabeça ou para atras Raio central orientado para o centro da coluna lombar. DFF 1,00 m – com bucky. COLUNA LOMBAR - PERFIL EM EXTENSÃO MÁXIMA Observação: Em apneia expiratória. Para avaliar mobilidade das articulações da coluna lombar COLUNA LOMBAR - PERFIL EM FLEXÃO MÁXIMA • Chassis / Filme • 30X40 longitudinal, em relação a estrutura, panorâmico • Paciente Em decúbito lateral / ortostático, PMS paralelo à LCE/LCM, posicionar de modo que a coluna lombar fique sobre esta linha e em posição fetal • Raio central orientado para o centro da coluna lombar. • DFF • 1,00 m – com COLUNA LOMBAR - PERFIL EM EXTENSÃO MÁXIMA • Observação: Em apneia expiratória. • Para avaliar mobilidade das articulações da coluna lombar POSIÇÃO LATERAL L5 A S1 • RECEPTOR DE IMAGEM: 18x24 LONGITUDINAL • POSICIONAMENTO: Paciente em DL sobre a mesa, com o ponto médio rntre o PMC e as costas do pacientre na LCM, flexionar e elevar os cotovelos apoiando as mãos abaixo da cabeça, a fim de retirá-las de sobreposição à coluna. Manter as pernas flexionadas para manter o equilíbrio do paciente. • RAIO CENTRAL: Angulado 5ᵒ a 8ᵒ caudal laterolateral, entrando 4 cm abaixo do ponto médio entre as cristas ilíacas L5-S1, saindo no centro do receptor. • DFoFi: 1m O exame deve ser realizado ao final da expiração profunda. POSIÇÃO LATERAL L5 A S1 Patologias Demonstradas:Espondilolistese envolvendo L4 a L5 ou L5 a S 1 e outras patologias de L5 a S 1 AP AXIAL DE L5 A S1 • RECEPTOR DE IMAGEM: 24x30 LONGITUDINAL • POSICIONAMENTO: Paciente em DD com o PMS alinhado à LCM, braços levemente abduzidos ao longo do corpo. Flexionar os joelhos, apoiando o calcanhar sobre a mesa. • RAIO CENTRAL: Angulado 15ᵒ cefálicos, entrando ao ponto médio entre as cristas ilíacas e a sínfise púbica, saindo no centro do receptor. O exame deve ser realizado ao final da expiração profunda. AP AXIAL DE L5 A S1 • Patologias de L5 a S 1 e articulações sacroilíacas. AP AXIAL DO COCCIX • RECEPTOR DE IMAGEM: 18X24 ou 24X30 LONGITUDINAL • POSICIONAMENTO: Paciente em DD com o PMS alinhado À LCM, braços levemente abduzidos ao longo do corpo. Flexionar os joelhos, apoiando o calcanhar sobre a mesa. • RAIO CENTRAL: Angulado 15ᵒ caudal, entrando ao ponto médio entre as cristas ilíacas e a sínfise púbica, saindo no centro do receptor. AP AXIAL DO COCCIX Patologias Demonstradas: Patologia do cóccix