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UNIGRAN – CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO TEORIA DA ARQUITETURA E DO URBANISMO I PROF. NICOLLE SUDA – ARQUITETA URBANISTA ELEVADO OU REBAIXADO • A elevação de uma parte do plano base cria uma plataforma ou pódio que sustenta estrutural e visualmente a forma e massa de uma edificação. • Talvez ele já exista em um terreno ou pode ser construído artificialmente a fim de erguer propositalmente uma edificação em relação ao seu contexto imediato ou para realçar sua imagem na paisagem. • Tais técnicas têm sido utilizadas ao longo da história para valorizar lugares sagrados e honoríficos. • Talvez ele já exista em um terreno ou pode ser construído artificialmente a fim de erguer propositalmente uma edificação em relação ao seu contexto imediato ou para realçar sua imagem na paisagem. • Tais técnicas têm sido utilizadas ao longo da história para valorizar lugares sagrados e honoríficos. • Tais técnicas têm sido utilizadas ao longo da história para valorizar lugares sagrados e honoríficos. • Um plano de base elevado pode definir um espaço de transição entre o interior de uma edificação e o ambiente externo. Ou pode servir para estabelecer uma zona especial (altar). • O rebaixamento de parte do plano base isola uma área de seu contexto. • As depressões na topografia podem servir como palcos para arenas e teatros ao ar livre. A mudança de nível beneficia tanto as linhas de visão quanto a acústica esses espaços. • Um elemento vertical retilíneo como uma coluna, um obelisco ou uma torre, estabelece um ponto no plano base (solo ou piso) e o torna visível no espaço. Elementos verticais podem dar acabamento a um eixo, marcar o centro de um espaço urbano ou criar um foco para uma praça, se estiverem deslocados a um dos lados da praça. • As edificações configuradas em U podem ser usadas par definir um espaço urbano ou terminar um eixo. DA FORMA E DO ESPAÇO O MOVIMENTO ATRAVÉS DO ESPAÇO • O percurso de nosso movimento pode ser concebido como a linha perceptiva que conecta os espaços de uma edificação ou uma série qualquer de espaço internos ou externos. • Como nos movemos no tempo...Através de uma sequência de espaços, experimentamos um espaço em relação aos locais em que já estivemos e aos quais planejamos ir. A VISTA DISTANTE DE FORA PARA DENTRO A SEQUÊNCIA DE ESPAÇOS LIMITES, NÓS E TERMINAÇÕES DO PERCURSO • Podem ser empregados a fim de conferir ordem à uma composição de arquitetura. • A ordem não se refere apenas à regularidade geométrica, mas à condição na qual qualquer parte de um todo é disposta de um modo apropriado em relação às demais partes e ao seu propósito, a fim de produzir um arranjo harmonioso. • Ordem sem diversidade pode gerar monotonia ou tédio; e diversidade sem ordem pode levar ao caos. Um senso de unidade, mas com a presença da variedade, é o ideal. LINHA RETA ESTABELECIDDA ENTRE DOIS PONTOS NO ESPAÇO • Para que uma forma ou um espaço se tornem importantes ou significativos dentro de uma organização, eles devem ser claramente visíveis. Essa ênfase pode ser alcançada conferindo a uma forma ou formato: • Para que uma forma ou um espaço se tornem importantes ou significativos dentro de uma organização, eles devem ser claramente visíveis. Essa ênfase pode ser alcançada conferindo a uma forma ou formato: ORGANIZA OS ELEMENTOS DE ALGUNS MODOS.... • O ritmo refere-se a qualquer movimento caracterizado por uma recorrência padronizada de elementos ou motivos em intervalos regulares ou irregulares. Em ambos os casos, o ritmo incorpora a noção fundamental de repetição como um recurso para organizar as formas e os espaços na arquitetura. • Os elementos não precisam ser idênticos para serem agrupados de modo repetitivo. Eles podem apenas compartilhar uma característica ou ter um denominador comum. • CHING, Francis D. K. Arquitetura : forma, espaço e ordem. 3. ed. Porto Alegre: Bookman; São Paulo: Martins Fontes, 2013.