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U3 S1 - PARASITO - ATIVIDADE DE APRENDIZAGEM

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As manifestações da babesiose equina são semelhantes às dos bovinos. Apesar da alta prevalência dos parasitas, a doença clínica é pouco observada. Para explicar esta situação, em que muitos animais são expostos aos parasitas sem desenvolver a doença clínica, há de se considerar o fato de que os potros não são, geralmente, apartados das mães e, consequentemente têm a oportunidade de se infectar com carrapatos, ainda na vigência da proteção do colostro e desenvolverem sua imunidade ativa.
A babesiose equina é transmitida por quais parasitas? Escolha abaixo a alternativa que apresenta a correta.
a. Babesia caballi e Babesia bovis.
b. Babesia equi e Babesia canis.
c. Babesia canis e Babesia bovis.
d. Babesia bigemina e Babesia bovis.
e. Babesia equi e Babesia caballi.

A babesiose canina é uma doença transmitida por carrapatos, causada por hematozoários do gênero Babésia que se multiplicam, preferencialmente, em eritrócitos jovens. A Babésia canis ocorre mundialmente com alta prevalência nas regiões tropicais e subtropicais, sendo encontrada na África, Ásia, Austrália, Europa, América do Norte, Central e do Sul.
Sobre o ciclo da babesiose canina foram feitas as seguintes afirmacoes. Assinale V para as afirmações corretas e F, para as falsas:
( V ) A infecção do hospedeiro vertebrado se dá pela inoculação de esporozoítos juntamente com a saliva do carrapato, durante o repasto.
( F ) Tem como hospedeiro intermediário o cão, e definitivo o carrapato Rhipicephalus sanguineus.
( V ) A babesiose canina é altamente patogênica, e pode acometer tanto os cães jovens quanto os adultos. Na profilaxia da enfermidade, o controle dos carrapatos é fundamental.
( V ) Por ser um parasita intra eritrocitário, anemia é um dos sintomas apresentados por cães acometidos com esta patogenia.
a. V - F - V - V.
b. V - F - V - F.
c. F - V - V - F.
d. F - V - V - V.
e. F - F - V - F.

O parasitismo por Babesia em bovinos integra uma síndrome conhecida como Tristeza Parasitária dos Bovinos (TPB). Além da Babesia, integra a TPB uma riquétzia, denominada Anasplasma marginale. Esta riquétzia é transmitida por carrapatos e também provoca febre e anemia nos animais parasitados. Em uma população de bovinos infectada pela primeira vez, o impacto negativo da síndrome TPB é devastador. Tal peculiaridade é importante na tomada de decisão no controle e profilaxia da enfermidade.
Em algumas regiões, os animais não sofrem uma exposição natural aos agentes da síndrome. Nesses casos é recomendado que se realize
a. A pré-imunização, isto é, os animais são submetidos a inoculação subcutânea de sangue infectado com as espécies de Babesia e Anaplasma, visando gerar anticorpos contra estes agentes.
b. A amamentação dos bezerros, pois assim recebem proteção passiva pelo colostro materno. Assim, ao entrarem em contato com carrapatos não desenvolverão a doença por já terem a imunidade ativa.
c. O controle de carrapatos, mas sem eliminá-lo, visando permitir a manutenção de uma população mínima que garanta um nível adequado de imunidade dos animais contra Babesia.
d. O controle intensivo de carrapatos causando redução muito acentuada da população desse ácaro, evitando, assim, que os animais entrem em contato com as espécies de Babesia e Anaplasma.
e. A pré-imunização, isto é, os animais são submetidos a inoculação subcutânea de sangue infectado com as espécies carrapatos vetores, com controle e tratamento dos quadros clínicos quando instalados.

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Questões resolvidas

As manifestações da babesiose equina são semelhantes às dos bovinos. Apesar da alta prevalência dos parasitas, a doença clínica é pouco observada. Para explicar esta situação, em que muitos animais são expostos aos parasitas sem desenvolver a doença clínica, há de se considerar o fato de que os potros não são, geralmente, apartados das mães e, consequentemente têm a oportunidade de se infectar com carrapatos, ainda na vigência da proteção do colostro e desenvolverem sua imunidade ativa.
A babesiose equina é transmitida por quais parasitas? Escolha abaixo a alternativa que apresenta a correta.
a. Babesia caballi e Babesia bovis.
b. Babesia equi e Babesia canis.
c. Babesia canis e Babesia bovis.
d. Babesia bigemina e Babesia bovis.
e. Babesia equi e Babesia caballi.

A babesiose canina é uma doença transmitida por carrapatos, causada por hematozoários do gênero Babésia que se multiplicam, preferencialmente, em eritrócitos jovens. A Babésia canis ocorre mundialmente com alta prevalência nas regiões tropicais e subtropicais, sendo encontrada na África, Ásia, Austrália, Europa, América do Norte, Central e do Sul.
Sobre o ciclo da babesiose canina foram feitas as seguintes afirmacoes. Assinale V para as afirmações corretas e F, para as falsas:
( V ) A infecção do hospedeiro vertebrado se dá pela inoculação de esporozoítos juntamente com a saliva do carrapato, durante o repasto.
( F ) Tem como hospedeiro intermediário o cão, e definitivo o carrapato Rhipicephalus sanguineus.
( V ) A babesiose canina é altamente patogênica, e pode acometer tanto os cães jovens quanto os adultos. Na profilaxia da enfermidade, o controle dos carrapatos é fundamental.
( V ) Por ser um parasita intra eritrocitário, anemia é um dos sintomas apresentados por cães acometidos com esta patogenia.
a. V - F - V - V.
b. V - F - V - F.
c. F - V - V - F.
d. F - V - V - V.
e. F - F - V - F.

O parasitismo por Babesia em bovinos integra uma síndrome conhecida como Tristeza Parasitária dos Bovinos (TPB). Além da Babesia, integra a TPB uma riquétzia, denominada Anasplasma marginale. Esta riquétzia é transmitida por carrapatos e também provoca febre e anemia nos animais parasitados. Em uma população de bovinos infectada pela primeira vez, o impacto negativo da síndrome TPB é devastador. Tal peculiaridade é importante na tomada de decisão no controle e profilaxia da enfermidade.
Em algumas regiões, os animais não sofrem uma exposição natural aos agentes da síndrome. Nesses casos é recomendado que se realize
a. A pré-imunização, isto é, os animais são submetidos a inoculação subcutânea de sangue infectado com as espécies de Babesia e Anaplasma, visando gerar anticorpos contra estes agentes.
b. A amamentação dos bezerros, pois assim recebem proteção passiva pelo colostro materno. Assim, ao entrarem em contato com carrapatos não desenvolverão a doença por já terem a imunidade ativa.
c. O controle de carrapatos, mas sem eliminá-lo, visando permitir a manutenção de uma população mínima que garanta um nível adequado de imunidade dos animais contra Babesia.
d. O controle intensivo de carrapatos causando redução muito acentuada da população desse ácaro, evitando, assim, que os animais entrem em contato com as espécies de Babesia e Anaplasma.
e. A pré-imunização, isto é, os animais são submetidos a inoculação subcutânea de sangue infectado com as espécies carrapatos vetores, com controle e tratamento dos quadros clínicos quando instalados.

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Questionário - Parasitologia Veterinária Geral - Atividade de Aprendizagem 
 U3S1 
 1) As manifestações da babesiose equina são semelhantes às dos bovinos. Apesar da 
 alta prevalência dos parasitas, a doença clínica é pouco observada. Para explicar 
 esta situação, em que muitos animais são expostos aos parasitas sem desenvolver 
 a doença clínica, há de se considerar o fato de que os potros não são, geralmente, 
 apartados das mães e, consequentemente têm a oportunidade de se infectar com 
 carrapatos, ainda na vigência da proteção do colostro e desenvolverem sua 
 imunidade ativa. 
 A babesiose equina é transmitida por quais parasitas? Escolha abaixo a alternativa que 
 apresenta a correta. 
 Escolha uma: 
 a. Babesia bigemina e Babesia bovis. 
 b. Babesia equi e Babesia caballi. 
 c. Babesia canis e Babesia bovis. 
 d. Babesia equi e Babesia canis. 
 e. Babesia caballi e Babesia bovis 
 2) A babesiose canina é uma doença transmitida por carrapatos, causada por 
 hematozoários do gênero Babésia que se multiplicam, preferencialmente, em eritrócitos 
 jovens. A Babésia canis ocorre mundialmente com alta prevalência nas regiões tropicais e 
 subtropicais, sendo encontrada na África, Ásia, Austrália, Europa, América do Norte, Central 
 e do Sul. 
 Na imagem a seguir temos o ciclo desta parasitose (Fig.1). 
 Fig.1 – Ciclo da babesiose em cães. 
 Fonte: Disponível em < 
 https://dicaspeludas.blogspot.com.br/2011/08/receitas-caseiras-contra-pulgas-e.html >. 
 Acesso em 29/12/2017. 
 Sobre o ciclo da babesiose canina foram feitas as seguintes afirmações. Assinale V para as 
 afirmações corretas e F, para as falsas: 
https://dicaspeludas.blogspot.com.br/2011/08/receitas-caseiras-contra-pulgas-e.html
 ( V ) A infecção do hospedeiro vertebrado se dá pela inoculação de esporozoítos 
 juntamente com a saliva do carrapato, durante o repasto. 
 ( F ) Tem como hospedeiro intermediário o cão, e definitivo o carrapato Rhipicephalus 
 sanguineus. 
 ( V ) A babesiose canina é altamente patogênica, e pode acometer tanto os cães jovens 
 quanto os adultos. Na profilaxia da enfermidade, o controle dos carrapatos é fundamental. 
 ( V ) Por ser um parasita intra eritrocitário, anemia é um dos sintomas apresentados por 
 cães acometidos com esta patogenia. 
 Assinale a alternativa com a resposta correta: 
 Escolha uma: 
 a. V - F - V - V. 
 b. V - F - V - F. 
 c. F - V - V - F. 
 d. F - V - V - V. 
 e. F - F - V - F. 
 3) O parasitismo por Babesia em bovinos integra uma síndrome conhecida como Tristeza 
 Parasitária dos Bovinos (TPB). Além da Babesia, integra a TPB uma riquétzia, denominada 
 Anasplasma marginale. Esta riquétzia é transmitida por carrapatos e também provoca febre 
 e anemia nos animais parasitados. Em uma população de bovinos infectada pela primeira 
 vez, o impacto negativo da síndrome TPB é devastador. Tal peculiaridade é importante na 
 tomada de decisão no controle e profilaxia da enfermidade. 
 Em algumas regiões, os animais não sofrem uma exposição natural aos agentes da 
 síndrome. Nesses casos é recomendado que se realize 
 Escolha uma: 
 a. A pré-imunização, isto é, os animais são submetidos a inoculação 
 subcutânea de sangue infectado com as espécies de Babesia e 
 Anaplasma, visando gerar anticorpos contra estes agentes. 
 b. A amamentação dos bezerros, pois assim recebem proteção passiva pelo colostro 
 materno. Assim, ao entrarem em contato com carrapatos não desenvolverão a 
 doença por já terem a imunidade ativa. 
 c. O controle de carrapatos, mas sem eliminá-lo, visando permitir a manutenção de 
 uma população mínima que garanta um nível adequado de imunidade dos animais 
 contra Babesia. 
 d. O controle intensivo de carrapatos causando redução muito acentuada da população 
 desse ácaro, evitando, assim, que os animais entrem em contato com as espécies 
 de Babesia e Anaplasma. 
 e. A pré-imunização, isto é, os animais são submetidos a inoculação subcutânea de 
 sangue infectado com as espécies carrapatos vetores, com controle e tratamento 
 dos quadros clínicos quando instalados.

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