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Doenças 
Parasitárias
Apostila com base nas anotações realizadas em
sala de aula e com os slides. O presente conteúdo
não é de minha autoria.
Maria Eduarda Cabral
Sumário
Introdução p.1
Pediculose p.1
Puliciose p.5
Miíase p.6
Ixodidioses p.10
Sarnas p.14
Hemoparasitoses p.18
Tristeza Parasitária Bovina p.22
Protozooses Intestinais de Cães e Gatos p.25
Mieloencefalite Protozoária Equina (MEP) p.29
Protozooses em Ruminantes p.30
Protozooses em Grandes Animais p.35
Protozooses Intestinais em Aves p.40
Estenofilariose Bovina p.46
Habronemose Equina p.47
Helmintos Gastrointestinais de Ruminantes p.48
Parasitas de Suínos e Aves p.53
Helmintos Gastrointestinais de Equinos p.60
Helmintos Gastrointestinais de Cães e Gatos p.68
Helmintos Pulmonares de Animais de Companhia p. 74
Diferentes Métodos de Controle de Verminose e Coccidiose na Ovinocultura p.77
Leishmaniose Visceral p.80
 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 1 de 84 
 
O foco é o ciclo dos parasitas, são doenças causadas por 
parasitas. 
 ectoparasitas: carrapatos, ácaros, piolhos, pulgas, 
moscas e mosquitos. 
 protozoários: encontrados no sangue, fezes e pele. 
 helmintos: podem ser chatos ou redondos, presentes no 
intestino, sangue, olho, cérebro, músculos, órgãos 
abdominais, órgãos torácicos. 
O Brasil tem o maior rebanho comercial do mundo, a Índia tem 
o maior rebanho, mas pela cultura da vaca ser sagrada, eles 
não possuem o maior rebanho comercial. 
 Sanidade. 
 Altos custos com programas sanitários, ações 
preventivas e tratamentos. 
 3% dos custos de produção de uma arroba ou 5% de 
um litro de leite. 
 
 
 
 
Pediculose é a infestação de piolhos. 
1. Menopon gallinae: piolho da haste das aves. 
2. Manacanthus stramineus: piolho do corpo das 
aves. 
3. Trichodectes canis: piolho dos cães. 
4. bovicola bovis: bovinos. 
5. felicola subrostratus: felinos. 
6. haematopinus eurysternus: bovinos. 
7. linognathus vituli: bovinos. 
8. pthirus pubis: “chato”, humano. 
9. pedículos humanus: humano. 
 animália. 
 arthropoda. 
 insecta. 
 ordem: phthiraptera. 
 subordens: amblycera (mastigadores), ischnocera 
(mastigadores) e anoplura (picadores). 
 
“piolho da haste” pois fica na haste das 
penas das aves. 
 : aves domésticas, mais frequentemente 
galinhas. 
 : preferência pelas penas do peito e da 
coxa ao longo das hastes. Na presença de luz se instala 
na pele do hospedeiro. Ficam no peito e na coxa, pois não 
tem incidência de luz solar.
 Altas infestações danificam as penas.
 Alimenta-se de sangue e bárbulas dos hospedeiros.
 : 
“piolho do corpo” 
 : aves domésticas. 
 : são observados no peito, cabeça,
embaixo das asas e cloaca. Se difunde mais no corpo, 
preferem lugares mais quentes (tanto o piolho da haste 
quanto o do corpo).
 Altas infestações danificam as penas
 Altos prejuízos econômicos. 
 Alimenta-se de barbas e bárbulas das penas e sangue. 
animais de 
companhia e animais de 
produção.
animais 
de companhia e animais de 
produção.
animais 
de produção.
animais de 
companhia e animais de 
produção.
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 2 de 84 
 
 
 
 
 Severa irritação nas aves. 
 Prurido. 
 Anemia. 
 Perda de apetite. 
 Alterações no empenamento. 
 Queda nas plumas. 
 Fraqueza. 
 Param de cantar. 
 Hemorragias e feridas na pele. 
 Aumento da taxa de mortalidade. 
As aves ficam irritadas pelo prurido e não 
se alimentam direito, ou seja, perdem o 
apetite levando a uma anemia. A intensa 
coceira ocasiona feridas na pele e queda 
nas plumas. 
 Aplicação de produtos por aspersão, pulverização ou 
banho de imersão (o piolho fica nas frestas). 
 Retirada total da cama do piso e dos ninhos com 
amontoamento para compostagem ou queima. 
 Aplicação de produtos em telhados, frestas, rachaduras 
e equipamentos (poleiros, suportes de gaiolas, etc.), 
fazendo duas aplicações com intervalo de uma semana. 
 Complementar a desinfestação em aviários com piso de 
terra compactada, aplicando fina camada de serragem, 
molhando com o acaricida ou piolhicida por aspersão e, em 
seguida, varrendo para retirar toda a serragem tratada 
e os parasitos. 
 Construir instalações com aberturas amplas, que 
permitam a entrada da luz solar. 
 Inspecionar cada uma das aves a serem introduzidas na 
propriedade ou fazer quarentena (isso em um galinheiro), 
em um aviário é muita ave e não dá para inspecionar cada 
uma, em aviário controla a mortalidade. 
–
 Controle cultural. 
 Controle químico. 
 Controle biológico. 
 Outros métodos. 
Controle cultural 
Mais usada na avicultura comercial, atua mais na 
prevenção. Controla a alimentação e nutrição adequada, 
controla a densidade de aves (densidade alta favorece a 
presença de piolhos, pois são transmitidos através do contato). 
Controle do ambiente e, também, a criação extensiva VS 
confinadas a extensiva tem mais piolho, é a criação no 
“pasto”, ou seja, soltas. 
 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 3 de 84 
 
 Mullens (2006): aves com bicos intactos 
capazes de baixar 10x a população de piolho. 
 Na população de galinhas de postura (ovos), as fezes 
caem no chão sem terem contato e ainda tem pouca 
galinha por caixa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Controle químico 
Pode usar inseticidas em parasitismo intenso. 
 Carbamatos – carbaril. 
 Piretróides - cipermetrina, permetrina (usa mais 
pietróides). 
 Organofosforados –triclorfom, diclorvós, malation 
coumafós. 
 Fenol. 
 Cresóis. 
 Pestoban. 
Outros controles 
O biológico é pouco empregado, utiliza bacilos e fungos, 
também pode usar solução com óleo de nim e pulverizar as 
aves. 
 sílica aerogel e óleo de nim. 
 
 : cães. 
 : preferencial cabeça e pescoço, 
transmite o Dipylidium caninum (helminto) sendo o 
hospedeiro intermediário (é o hospedeiro que alberga o 
parasita em seu estágio larval, o parasita não alcança sua 
maturidade sexual nesseseco e crostoso. 
 Cicatrização demorada. 
 Miíase secundária. 
 Mastite quando próximo ao teto. 
 
 Diagnóstico baseada na história. 
 Confirmação técnicas que revelam o 
parasita (microfilária): 
 histopatologia. 
 biópsia. 
 impressão exsudato. 
 raspado da borda da lesão (giemsa ou vermelho congo). 
 Dermatofitose. 
 Dermatofilose. 
 Dermatite de contato. 
 Dermatite por picada de inseto. 
 Sarna corióptica. 
 Resultado variável quanto a eficiência. 
 Não há produto comercial específico para essa finalidade. 
 ORGANOFOSFORADOS TÓPICOS: Ticlorfon 6% 
 LEVAMISOL: via parenteral (9 – 12 mg/kg PV). 
 IVERMECTINA: via parenteral (200μg/kg) – dose 
única 
 IVERMECTINA PASTA 1% ou 2%: tópico. 
 Tempo de recuperação ultrapassa 30 dias. 
 ANTI-HELMINTICOS SISTÊMICO. 
 LEVAMISOL (7,5 mg/Kg). 
 
 Habronema spp. 
 Nematodeo. 
 Invasão errática em ferimentos exsudativos. 
 Mosca doméstica. 
 Fezes do animal infectado e passa a ser um hospedeiro 
intermediário. 
 Ferida bastante difícil de ser curada e tratada. 
 Podendo levar anos para sua cicatrização efetiva. 
 Lesões aparecem em locais comuns de traumatismos e 
onde o cavalo não consegue remover as moscas. 
 Rosto, perto da região medial dos olhos, a linha média do 
abdômen, nos machos em torno do pênis e prepúcio. Além 
de lesões nas patas, anca e pescoço. 
 Lesão começa como pequenas pápulas com centro 
erodido. 
 Podem atingir 30 cm de diâmetro em poucos meses. 
 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 48 de 84 
 
 
 Idade. 
 Imunidade. 
 Raça. 
 Estado fisiológico. 
 Estado nutricional. 
 Nascimento e desmame. 
 Superlotação. 
 Introdução de novos animais no rebanho. 
 Estresse. 
 diminuição da atividade de uma larva no 
organismo de seu hospedeiro – imunidade. 
 Resistência anti-helmíntica. 
 Tolerância. 
 Vivacidade e altivez. 
 Apetite normal. 
 Pelos lisos e brilhantes. 
 TEMPERATURA: 38,5 – 39,5°C. 
 Fezes e urina normais. 
 Ruminação. 
 Desenvolvimento corporal compatível com idade e raça. 
 Falta ou diminuição do apetite. 
 Apetite depravado. 
 Mudança de comportamento. 
 Pelos sem brilho e arrepiado ou com queda. 
 Febre. 
 Fezes pastosas ou diarreicas. 
 Atraso crescimento. 
 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 49 de 84 
 
 
 Mede de 5 a 15 mm de comprimento por 2 a 4 mm de 
largura. 
 Corpo cônico, mais largo de coloração vermelha (quando 
recentemente coletados). 
 
Hospedeiro 
 DEFINITIVO: ruminantes domésticos e selvagens. 
 jovens são mais susceptíveis. 
 INTERMEDIÁRIO: moluscos gastrópodes 
pulmonados planorbídeos. 
 Biomphalaria tenagophyla. 
 
Ciclo de vida 
HOSPEDEIRO DEFINITIVO 
 
HOSPEDEIRO INTERMEDIÁRIO 
 
 
 
Sinais clínicos 
 FORMAS IMATURAS: 
 diarreia fétida. 
 enterite hemorrágica. 
 anorexia. 
 edema submandibular. 
 mucosas pálidas. 
 CURSO CRÔNICO. 
 PERDA DE PESO. 
 ANEMIA. 
 BAIXA PRODUÇÃO. 
Diagnóstico 
 Identificação de ovos nas fezes: método de 
sedimentação. 
Formas imaturas no 
duodeno e adultos no 
rúmen e retículo. 
Fase larval, na cavidade 
geral dos moluscos 
gastrópodes. 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 50 de 84 
 
 
 Identificação de formas imaturas no duodeno e de adultos 
no rúmen por necrópsia. 
 
Prognóstico e tratamento 
 MORTALIDADE ELEVADA: 
 ovinos é maior (80 – 100%). 
 bovinos (30%). 
 TRATAMENTO: 
 albendazol. 
 albendazol com 10% de cobalto para controle e 
tratamento – dose única. 
Controle 
 Impedir a disseminação dos ovos tratando os animais e 
evitando a defecação nas fezes. 
 Destruir o parasito durante sua vida na água com 
produtos químicos. 
 Combater os moluscos: 
 drenagem dos campos e rotação de pastagens. 
 Criação de inimigos naturais dos moluscos. 
 patos, marrecos e peixes. 
 .
 
 
 
Hospedeiros 
 DEFINITIVOS: 
 ovinos, caprinos e bovinos (M. expansa). 
 bovinos e ovinos (M. benedeni). 
 INDIRETOS: ácaros de vida livre – oribatídeos. 
Localização 
 Adultos no intestino delgado. 
 Larvas – cisticercóides – na hemocele dos oribatídeos. 
 
 
Sinais clínicos 
 PRIMEIRA ETAPA: sinais pouco manifestos. 
 mucosas pálidas, emagrecimento e sede. 
 lã escassa. 
 SEGUNDA ETAPA: aumento do volume do abdômen. 
 constipação alternada com diarreia. 
 proglótides nas fezes. 
 TERCEIRA ETAPA: caquética. 
 diarreia persistente. 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 51 de 84 
 
 anemia intensa. 
Diagnóstico 
 CLÍNICO: presença de proglótides nas fezes. 
 LABORATORIAL: presença de ovos nas fezes. 
 método de flutuação. 
 
Tratamento e controle 
 Niclosamida. 
 Praquizantel. 
 Bunamedina. 
 Compostos benimidazóis de amplo espectro. 
 REGIÕES DE CLIMA TEMPERADO: tratamento 
dos animais ao final da primavera quando a quantidade de 
ácaros recém-infectados no pasto será reduzida. 
 Arar e semear novamente o pasto para evitar o uso dos 
mesmos pastos por animais jovens em anos consecutivos. 
 .
 
 
Hospedeiros 
 DEFINITIVOS: ruminantes. 
 INTERMEDIÁRIOS: insetos da ordem Psocoptera. 
 Liposcelis. 
 Rhyopsocus. 
 
Localização 
 
Sinais clínicos 
 Pouca patogênica. 
 Icterícia e inflamação. 
 Obstrução dos ductos biliares dificultando e impedindo o 
fluxo de bílis e suco pancreático ao intestino provocando 
distúrbios intestinais. 
Diagnóstico 
 CLÍNICO: proglótides nas fezes. 
 LABORATORIAL: exame fezes – método de 
flutuação. 
Tratamento e controle 
TRATAMENTO 
 Niclosamida. 
CONTROLE 
 Tratar os animais positivos com vermífugo adequado. 
 Evitar pastoreio de animais portadores. 
 Ambientes úmidos. 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 52 de 84 
 
 
Hospedeiros 
H. CONTORTUS 
 Ovinos. 
 Caprinos. 
 Bovinos. 
H. SIMILIS 
 Ovinos. 
 Bovinos. 
H. PLACEI 
 Bovinos. 
Localização 
 Abomaso. 
 
 
Sinais clínicos 
 ANEMIA: 
 hábitos alimentares (hematófagos). 
 diarreias, emagrecimento e gastrite. 
 
Diagnóstico 
 Histórico e sintomatologia clínica. 
 Presença de ovos nas fezes. 
 HEMONCOSE HIPERAGUDA: abomaso apresenta 
alterações. 
 HEMONCOSE CRÔNICA: difícil confirmação. 
Tratamento 
 SURTO AGUDO: ovinos tratados com benzimidazóis, 
levamisol, avermectina e transferidos para algum pasto 
que não tenha sido usado por nenhum animal. 
Controle 
 Varia conforme a duração e período 
de chuvas e temperatura: 
 anti-helmíntico (intervalo de 2 a 4 semanas). 
 ovinos: tratados 1x no início das chuvas prolongadas. 
 bovinos de mais de 2 anos são relativamente imunes. 
 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 53 de 84 
 
 
 
Sinais clínicos 
DOENÇA TIPO 1 
 Bezerros em regime de pasto intensivo. 
 Diarreia aquosa persistente com coloração verde-
brilhante. 
 Pelagem opaca. 
 Alta morbidade. 
 Mortalidade rara. 
DOENÇA TIPO 2 
 Diarreia aquosa intermitente. 
 Anorexia. 
 Pelagem opaca. 
 Anemia moderada. 
 Edema submandibular. 
 Morbidade baixa, com alta mortalidade. 
Diagnóstico 
 Sinais clínicos. 
 tipo i (verão) e tipo ii (final do inverno e início 
da primavera). 
 Histórico de pastejo. 
 Ovos nas fezes (1000 ovos por grama). 
Tratamento 
 benzimidazóis (Ex. Albendazol), pró-benzimidazóis 
(Ex. Febantel), levamisol ou ivermectina. 
 eficazes contra larvas em desenvolvimento e estágios 
adultos. 
 benzimidazóis ou ivermectinas. 
 necessidade de usar drogas que sejam eficazes contra 
larvas inibidas e em desenvolvimentoe estágios adultos. 
Controle 
 Tratamento rotineiro. 
 Anti-helmíntico durante o período que os níveis larvais de 
pasto estão aumentados. 
 Deixar animais em pasto de capim novo. 
 “Descanso” do pasto ou ocupar com outros hospedeiros. 
Fasciolise 
 Órgão acometido é o fígado e vias biliares. 
 Fasciolose é uma infecção causada pela fascíola hepática. 
 Trematódeo que parasita os dutos biliares do fígado de 
mamíferos, principalmente bovinos e ovinos. 
 Também acometem equinos, asininos. 
 Acidentalmente também pode parasitar o homem 
(zoonose). 
 Causa destruição de tecidos, insuficiência hepática e 
emagrecimento. 
 Nas infecções agudas, causa anemia, diarreia 
sanguinolenta e morte dos animais. 
Ciclo biológico 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 54 de 84 
 
 UM OVO DE TREMATÓIDE: centenas de adultos. 
 Isto se deve ao fenômeno de pedogênese que ocorre no 
hospedeiro intermediário. 
 PEDOGÊNESE: uma única forma larval gera vários 
adultos. 
 PERÍODO PRÉ-PATENTE: 10 a 12 semanas. 
ADULTO 
 Parasita vesículas e os canais biliares mais calibrosos do 
hospedeiro vertebrado. 
 Em consequência ao parasitismo, os canais tornam-se 
hipertrofiados. 
 Os parasitas nutrem-se do conteúdo biliar, de produtos da 
reação inflamatória e produtos necróticos. 
 
Patogênese 
 Migração de grande quantidade de larvas no parênquima 
hepático > hepatite traumática e hemorragia. 
 Parasita presente nos dutos biliares, atividade 
hematófaga e lesão da mucosa biliar > colangite 
(inflamação dos dutos biliares) crônica, hiperplasia do 
epitélio tubular dos canais biliares. 
 Obstrução dos canais biliares e icterícia podem ocorrer. 
Como consequência há fibrose hepática. 
Controle 
 Eliminação da fonte de infecção: tratamento de todos os 
animais presentes na área de risco com ou sem sintomas. 
 Destruição dos caramujos: é quase impossível eliminar 
todos os moluscos, deve tentar reduzir a população em 
níveis mínimos. 
 O miracídio tem pouco tempo de vida e necessita penetrar 
no molusco dentro. 
Tratamento 
 TRICLABENDAZOLE: única droga que remove os 
estágios parenquimentosos iniciais. 
 Surtos de fasciolose crônica podem ser tratados com 
êxito com uma única dose de qualquer uma dessas drogas: 
 rafoxanida, nitroxinil, brotianida, closantel, oxiclazanida 
e triclabendazol. 
 após o tratamento a anemia em geral regride em duas 
a três semanas. 
 Os anti-helmínticos para nematóides albendazol e 
netobimin em doses maiores também são eficazes. 
 
 Morfologicamente indistinguível do Ascaris lumbricoides 
humano. 
 Podem ocorrer infecções cruzadas entre a. Lumbricoides 
e suínos e A. suum e humanos. 
 A via de transmissão mais importante é a ingestão de ovos 
infectantes presentes no solo contaminado ou aderidos 
nas mamas de porcas. 
 Parasita adulto do intestino delgado, forma de larva 
também acomete o fígado. 
Ciclo de vida 
 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 55 de 84 
 
 
LARVA NO INTERIOR DO OVO 
 
ASCARIS SUUM NO INTESTINO 
 
Diagnóstico 
 Durante a migração das larvas para os pulmões pode não 
haver ovos nas fezes. 
 fragmentos pulmonares examinados pelo 
método de Baermann – evidenciação de larvas. 
 Principais sintomas aparecem durante o período pré 
patente. 
 Em infecções mais antigas pode-se encontrar ovos nas 
fezes – flutuação. 
Controle e prevenção 
 Tratamento dos animais com drogas como piperazina, 
diclorvós, fenbendazol, etc. 
 Lavagem das porcas antes da maternidade – remoção de 
ovos aderidos nas tetas. 
 Tratamento anti-helmíntico da porca. 
 Criação em piso cimentado e higienizações frequentes. 
 Os estrongilídeos de maior importância na 
suinocultura são: 
 Hyostrongylus rubidus – parasita do estômago 
(hematófago). 
 Oesophagostomum spp – parasitas do intestino grosso 
(formam nódulos na mucosa do intestino grosso > 
prejudica a absorção de nutrientes e motilidade 
intestinal). 
Hyostrongylus rubidus 
 Infecção restringe-se a suínos com acesso a pastos ou 
em baias com palha. 
 PERÍODO PRÉ-PATENTE: 3 semanas. 
 
CICLO BIOLÓGICO 
 
PATOGENIA 
 L3 penetram nas glândulas gástricas. 
 Células parietais são substituídas >nódulos na mucosa. 
 Infecções maciças causam elevação do pH, podem ocorrer 
ulcerações e hemorragias nas lesões nodulares. 
 Infecções leves são mais comuns, causando hiporexia e 
piora da conversão alimentar. 
SINAIS CLÍNICOS 
 Inapetência, anemia, debilidade, redução no ganho de peso. 
 Síndrome da porca magra (perda de peso e redução da 
produção de leite). 
 Infecções maciças: gastroenterite. 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 56 de 84 
 
EPIDEMIOLOGIA 
 Acomete animais com acesso ao pasto ou mantidos em 
baias com palha. 
 Infecção mais comum em fêmeas jovens e porcas. 
 Pode ocorrer hipobiose sazonal (climas temperados) ou 
associada à resposta imunológica. 
DIAGNÓSTICO 
 Histórico (acesso a pastos) associado à sintomatologia 
clínica. 
 Exame de fezes (pesquisa de ovos). 
 Coprocultura (para diferenciar as L3 de outros 
nematóides). 
TRATAMENTO 
 Benzimidazóis, Ivermectina (remove larvas hipobióticas). 
CONTROLE 
 Rotação anual de pasto com outras espécies ou cultivos. 
 Proceder tratamento preventivo e repeti-lo 3 a 4 
semanas mais tarde. 
 Criação em confinamento. 
Oesophagostomum dentatum 
CICLO DE VIDA 
 Ciclo de vida direto. 
 Uma vez fora do hospedeiro, os ovos eclodem em larvas 
fase i nas fezes. Uma semana depois aparecem infecciosa 
fase de larva III. 
 Uma vez ingerido com a grama pelo hospedeiro final 
penetrar a parede e forma intestinal nódulos. 
 
CICLO BIOLÓGICO 
 Após cerca de uma semana deixar a linfa e migram para 
o cólon onde eles completar o desenvolvimento de adultos 
e se reproduzir. 
 O período pré-patente é de 5 a 6 semanas. 
 Os ovos são sensíveis à seca e temperaturas baixas ou 
elevadas, mas podem sobreviver por até 2 ou 3 meses 
no pasto, e pode suportar invernos suaves 
 
PATOGENIA 
 Nódulos. 
 Ulcerações na mucosa. 
 Grave enterite. 
 Colite ulcerativa. 
 Mucosa inflamada. 
SINAIS CLÍNICOS 
 Diarreia aguda. 
 Perda de peso. 
 Anemia. 
 INFECÇÕES CRÔNICAS: 
 inapetência. 
 emagrecimento. 
 redução de produção de leite (porca). 
DIAGNÓSTICO 
 Identificação de ovos nas fezes. 
TRATAMENTO 
 Benzimidazóis. 
 Levamisol. 
 Ivermectina. 
CONTROLE 
 Higiene de cama. 
 Limpeza ambiente. 
 Rotação piquetes. 
 Tratamento preventivo. 
 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 57 de 84 
 
 
Ciclo de vida 
 Ovos liberados nas fezes contém uma única célula não 
infectantes 
 Larva se desenvolve dentro do ovo, mas somente eclode 
se o ovo for ingerido por um hospedeiro. 
 Ovos são muito resistentes. 
 Todo o desenvolvimento ocorre na mucosa do intestino – 
não há migrações viscerais. 
 PERÍODO PRÉ-PATENTE: menos de 3 meses no 
cão, 3 meses nos bovinos e 45 dias em suínos. 
 
Patogenia 
 Inflamação diftérica da mucosa fecal. 
 Prolapso retal. 
 Diarreia. 
 Morte. 
Sinais clínicos 
 Anemia, disenteria, perda de peso, raquitismo e infecções 
secundárias. 
 Diarreia sanguinolenta. 
 
 
Diagnóstico 
 Identificação de ovos nas fezes. 
 Ovos são muito resistentes. 
 Sobrevivem 2 a 3 anos no ambiente. 
Tratamento 
 Benzimidazóis. 
 Levamisol. 
 Ivermectina. 
Controle 
 Higiene. 
 Esterilização por calor úmido ou seco. 
 
Patogenia 
 Hemorragias múltiplas na maior parte da superfície 
pulmonar. 
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 Obstrução brônquica. 
 Reação eritematosa. Podridão dos cascos. 
 Dermatite abdominal. 
 Pruridos. 
 Atrofia de vilosidades. 
 Enterite crônica. 
 Necroses. 
 Diarreia sanguinolenta. 
Sinais clínicos 
 Diarreia severa. 
 Anorexia. 
 Apatia. 
 Perda de peso. 
 Crescimento reduzido. 
 Desidratação. 
 Morte. 
Diagnóstico 
 Identificação de ovos nas fezes. 
 
Tratamento 
 Benzimidazóis. 
 Avermectinas. 
 Milbemicinas. 
 Ivermectina antes do parto. 
Controle 
 Higiene. 
 Drenagem de pastagens. 
 Rotação piquetes. 
 Tratamento preventivo. 
HELMINTOS 
 Ascaridia galli. 
 Heterakis gallinarum. 
 Capillaria sp. 
 Syngamus trachea. 
 Davainea proglottina. 
 Parasitam o intestino delgado de galináceos. 
 Ciclo direto (monoxênico). 
 Infecção ocorre pela ingestão de ovos no ambiente. 
 
Ciclo 
 
O ciclo de vida de A. galli é direto em único 
hospedeiro, o ciclo de vida se completa quando 
os ovos infectantes são ingeridos por novos 
hospedeiros através de água ou alimentos 
contaminados. Os ovos contendo a L3 são 
transportadas mecanicamente para o 
duodeno. A larva então toca no revestimento 
da mucosa do intestino delgado, onde é 
submetido a duas mudas adicionais. É nesta 
fase do seu ciclo de vida em que estes vermes 
causam o maior dano ao seu hospedeiro. Eles, 
então, voltam a entrar no intestino delgado e 
se desenvolvem em adultos. 
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 São parasitas do ceco de aves domésticas e silvestres. 
 Geralmente não-patogênico. 
 Importância como vetor do protozoário Histomonas 
meleagridis. 
 
Ciclo 
 Vermes adultos nos cecos. 
 FÊMEA: postura de ovos que são eliminados com as 
fezes. 
 No ambiente - L1 e L2. Podem permanecer infectante no 
solo por 4 anos. 
 OVO COM L2 PODE SER INGERIDO: 
 pela ave. 
 pelo inseto, moscas (hospedeiro mecânico). 
 por minhoca (hospedeiro paratênico). 
 Ave ingere ovo ou minhoca contendo L2 - liberação da L2 
na moela ou duodeno - ceco - muda parasitária - adulto. 
 Algumas larvas penetram superficialmente na mucosa, 
ficam por 2 a 5 dias antes de se transformarem em 
adultos. 
 As fêmeas iniciam a ovipostura 24 a 36 dias após a 
ingestão dos ovos infectantes. 
 Vermes muito finos, nem sempre visíveis a olho nu em 
conteúdo intestinal. 
 Três espécies parasitam aves são elas: 
1. C. obsignata: intestino delgado 
2. C. caudinflata: intestino delgado 
3. C. contorta: esôfago, papo 
 
1. Adultos embebidos na mucosa do intestino delgado. 
2. Ovos no lume intestinal. 
3. Ovos saem nas fezes. 
4. Ovo embrionado. 
5. Ovo contendo larva infectante é ingerido. 
6. Minhocas podem ingerir ovo infectante; aves se infectam 
ingerido minhocas infectadas. 
7. Larva penetra no lume do tubo digestivo. 
8. Larva penetra na mucosa intestinal e se desenvolve para 
o estádio adulto. 
 
 Infecta diversas espécies de aves domésticas e silvestres 
ao redor do mundo. 
 Afetam o sistema respiratório. 
 Os parasitas são vermelhos e estão em cópula 
permanente, originando uma forma em Y. 
 
Ciclo 
1. Adultos na traqueia. 
2. Os ovos são eliminados nas fezes. 
3. Os ovos ficam em desenvolvimento embrionário. 
4. Ocorre a eclosão da larva. 
5. As aves ingerem ovos embrionados ou a larva infectante 
ou os hospedeiros transportadores. 
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6. A larva infectante penetra na parede intestinal, pelo 
sangue, chega ao fígado de onde vai para o coração depois 
pulmões e passa para a traqueia e atinge o estágio adulto. 
 
 O adulto é pequeno (0.5-3mm) e o estróbilo possui 4 a 9 
proglótides. 
 Encontram-se entre a mucosa e as vilosidades do duodeno. 
Ciclo 
 Os proglotides grávidos saem para o exterior através das 
fezes. 
 Os ovos eclodem após terem sido ingeridos por um 
hospedeiro intermediário, geralmente um molusco 
gastrópode terrestre. 
 Dentro dos hospedeiros intermediários, as larvas 
cisticercóides desenvolvem-se após 3 semanas. 
 O hospedeiro definitivo ingere os gastrópodes e após 2 
semanas surge o parasita adulto no intestino delgado. 
 
 FREQUÊNCIA CARDÍACA NORMAL: 
 adultos: 28-44 batimentos por minuto (BPM). 
 potros: 70 – 120 BPM. 
 TAXA DE RESPIRAÇÃO: 
 adultos: 10-24 respiração por minuto (RPM). 
 potros: 70 – 120 RPM. 
 TEMPERATURA: 
 37-38ºC. 
 recém-nascido: 39°C. 
 TPC: 2 segundos ou menos. 
 
 Habronema. 
 Draschia. 
 Trycostrongylus. 
 Nematoda. 
 Trichostrongylidae. 
 Trichostrongylus. 
 Trichostrongylus axei. 
 
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Hospedeiros 
 Ruminantes, equinos, suínos e homem. 
 
Localização 
 Trichostrongylus axei. 
 Estômago e primeira porção do intestino delgado. 
 PERÍODO PRÉ PATENTE: 15-23 dias. 
 Ciclo 
 
 Sinais clínicos 
 Comum infecções mistas. 
 difícil ocorrer quadro clínico específico. 
 Sinais decorrentes do número de parasitas. 
 Perda de peso, diarreia aquosa. 
 Raro a morte. 
Diagnóstico 
 NÃO É FÁCIL: infecções mistas. 
 Pelas características dos ovos nas fezes. 
 Nem sempre é possível a determinação do gênero. 
 Coprocultura para identificação das larvas. 
 
 
Tratamento 
 Albendazole e Oxibendazole. 
 Pamoato de Pirantel e Levamisole. 
 Ivermectina e Maxedectina. 
Prevenção e controle 
 Tratamento rotineiro com anti-helmíntico durante o 
período em que os níveis larvais de pasto estão 
aumentados. 
 Cuidados com a pastagem. 
 Pastejo rotacionado. 
 Permitir os animais jovens e uma exposição à infecão 
larval suficiente para estimulr a imunidade. 
 Preocupação com animal mal nutridos e estressados! 
 Parascaris. 
 Strongyloides. 
 Anoplocephala. 
 Nematoda.. 
 Ascaridae. 
 Parascaris. 
 Parascaris equorum. 
 
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 HOSPEDEIROS: equinos e asininos. 
 LOCALIZAÇÃO: intestino delgado. 
 NUTRIÇÃO: substâncias líquidas do quimo. 
 
Patogenia 
 FÍGADO: hemorragias focais e trajetos eosinofílicos, 
que desaparecem deixando áreas esbranquiçadas de 
fibrose. 
 MIGRAÇÃO LARVAL NOS PULMÕES: 
hemorragia, formação de nódulos linfocíticos verde-
acinzentados subpleurais ao redor de larvas mortas que 
estão morrendo. 
 Presença de vermes no ID não está associada a lesões 
específicas. 
 Perda de peso dos potros por competição de nutrientes. 
Sinais clínicos 
 DURANTE A FASE MIGRATÓRIA: tosse 
frequente acompanhada por corrimento nasal 
acinzentado, embora os potros permaneçam vivos e 
alertas. 
 INFECÇÕES LEVES BEM TOLERADAS. 
 INFECÇÕES MODERADAS A MACIÇAS: baixos 
índices de crescimento, pelagens opacas e prostração. 
 UM GRANDE NÚMERO DE PARASCARIS: 
diarreia, catarro intestinal e cólica. 
 AS VEZES HÁ SINTOMAS NERVOSOS: vertigem, 
ataques epiléticos e paralisia (lembrando sinais tetânicos). 
Diagnóstico 
 EXAME FECAL: presença de ovos esféricos de casca 
espessa. 
 Observação de grande quantidade de vermes imaturos 
nas fezes – após administração de anti-helmíntico. 
 
 
Tratamento 
 PAMOATO DE PIRANTEL. 
 FENBENDAZOL (10MG/KG). 
 Pirantel (6,6MG/KG). 
 Ivermectina (0,2MG/KG). 
 Moxidectina (0,4MG/KG). 
Prevenção e controle 
 Profilaxia anti-helmíntica. 
 Remoção semanal do esterco e cama e limpeza meticulosa 
de todas as superfícies. 
 Transmissão de potro para potro – evitar o uso dos 
mesmos piquetes para éguas lactantes e seus potros em 
anos sucessivos. 
 Nematoda. 
 Strongyloididae. 
 Strongyloides. 
 Strongyloides westeri. 
 
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 HOSPEDEIROS: maioria dos animaismuito jovens. 
Ciclo 
 
Patogenia 
 PENETRAÇÃO CUTÂNEA: reação eritematosa. 
 PENETRAÇÃO PELOS PULMÕES: pequenas 
hemorragias múltiplas visíveis sobre a maior parte das 
superfícies pulmonares. 
 PARASITOS MADUROS NO DUODENO E 
JEJUNO: inflamação com edema e erosão do epitélio – 
enterite catarral com diminuição da digestão e absorção. 
Sinais clínicos 
 Diarreia em potros entre 9-13 dia de vida. 
 Infecções pesadas persistem por até 10 semanas de vida. 
 Infecções leves duram de 2 a 3 semanas. 
 potros de um ano ou cavalos mais velhos. 
 Cutâneas: dermatites devido a irritação provocada pela 
penetração das larvas (na maioria das vezes passam 
desapercebidas). 
 Broncopulmonares: febre e pneumonia (pouco 
evidentes e desaparecem em poucos dias). 
Diagnóstico 
 Sintomas clínicos em animais muito jovens. 
 Achado de grandes quantidades de ovos ou larvas 
característicos nas fezes. 
 Alta contagem de ovos em animais aparentemente sadios. 
Tratamento 
 AVERMECTINAS (IVERMECTINA): reduz a 
presença do S. Westeri. 
 Benzimidazóis (albendazol). 
Prevenção e controle 
 PREVENÇÃO: uso de anti-parasitários. 
 Higienização em haras de reprodução. 
 Potros frequentemente recebem tratamento anti-
helmíntico, com 1 a 2 semanas de idade, contra S. westeri 
(febendazol, oxibendazol ou ivermectina). 
 Cestoda. 
 Anoplocephalidae. 
 Anoplocephala. 
 Anoplocephala magna 
 intestino delgado. 
 Anoplocephala perfoliata. 
 intestino grosso. 
 
Hospedeiros 
 DEFINITIVO: equinos e asininos. 
 LOCALIZAÇÃO ID E IG. 
 HOSPEDEIRO INTERMEDIÁRIO: ácaros de solo 
e pasto. 
Ciclo 
 
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Patogenia 
 Considerado não patogênico. 
 Mas infecções maciças podem causar grave 
sintomatologia clínica e podem ser fatais. 
 A. perfoliata: mais encontrada na junção ileocecal - 
provoca ulceração de mucosa no seu ponto de fixação. 
 A. magna: mais encontrada em jejuno – em grande 
quantidade provoca enterite catarral ou hemorrágica. 
 
Sinais clínicos 
 Na maioria das infecções não se observa sintomas clínicos. 
 Quando há alterações patológicas no intestino – 
definhamento, enterite, cólica, sangue nas fezes. 
 Se há perfuração de intestino – fatal. 
Epidemiologia 
 Podem ser acometidos equinos de todas as idades. 
 Casos clínicos registrados em animais de até 4 anos de 
idade. 
 Flutuação sazonal: número de vermes mínimos na 
primavera e acumulando-se até o inverno. 
Diagnóstico 
 Pelos sintomas clínicos é difícil diferenciar de outros 
problemas. 
 Pode encontrar proglótides nas fezes. 
 Confirmação da presença do Anoplocephala pela 
demonstração de ovos típicos em exame de fezes. 
Tratamento 
 Raramente é necessário tratamento específico para 
Anaplocephala. 
 Maioria dos compostos são eficazes: 
 albendazol, ivermectina, pirantel em doses maiores. 
Prevenção e controle 
 PREVENÇÃO: vermifugação. 
 Controle é difícil, pois os ácaros estão espalhados pelo 
pasto. 
 Anti-helmíntico antes de começar o pastejo em locais já 
acometidos. 
 Rotação de pastagem. 
 Anoplocephala perfoliata. 
 Strongylus (grandes e pequenos). 
 Cestoda. 
 Anoplocephalidae. 
 Anoplocephala. 
 Anoplocephala perfoliata. 
 intestino grosso. 
 Nematoda. 
 Strongylidae. 
 Strongylus. 
 Strongylus vulgaris. 
 Strongylus edentatus. 
 Strongylus equinus. 
 
Ciclo evolutivo 
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 PARASITAS ADULTOS: ceco e cólon. 
 Ovos (semelhantes a tricostrôngilos) são eliminados nas 
fezes – evolução para l3 (2 semanas) – infecção por 
ingestão da l3. 
 Desenvolvimento larval difere por espécie. 
S. VULGARIS 
 
 
S. EDENTATUS 
 
 
S. EQUINUS 
 
 
Patogenia 
 S. vulgaris: lesões na artéria mesentérica cranial com 
formação de trombo provocada por lesão larval e 
inflamação com espessamento de parede arterial 
 S. edentatus: alterações macroscópicas no fígado 
associadas à migração larval inicial. 
 S. equinus: é a larva que menos migra, mas causa 
prejuízos em parede intestinal. 
 Adultos: hematófagos (alimentam-se de substâncias da 
mucosa). 
Sintomatologia 
 S. vulgaris: elevação de temperatura, perda de apetite, 
diminuição do peso, depressão, apatia, diarreia ou 
constipação, cólica e morte em 14-20 dias. 
 S. edentatus: cólica e anemia. Diarreia e morte (presença 
dos estrôngilos na cavidade peritoneal). 
 S. equinus: não há sinais evidentes. Perturbações 
hepáticas, pancreáticas, renais e de outros órgãos quando 
a invasão é maciça. 
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Diagnóstico 
 Sintomatologia. 
 Identificação dos ovos e larvas. 
 
Tratamento 
 Febantel. 
 Fenbendazol. 
 Ivermectina. 
 Oxibendazol. 
 Pamoato de Pirantel. 
Prevenção e controle 
 Vermifugação. 
 Tratamento estratégico na primavera. 
 Manejo do pasto – limpeza, compostagem do esterco. 
 Nematoda. 
 Strongylidae. 
 Strongylus. 
 Trichonemas sp. 
 Cyathostonum sp. 
 Cylicocyclus sp. - mais de 40 espécies. 
 HD: equinos e arsininos. 
 LOCALIZAÇÃO: intestino grosso. 
 
Ciclo 
 
Patogenia 
 Baixa patogenicidade. 
 Transtorno de motilidade intestinal. 
 Obstrução mucosa intestinal. 
 Nódulos, erosões, úlceras. 
 Infecção bacteriana secundária. 
Sinais clínicos 
 Secreção mucosa catarral. 
 Diarreia crônica escura. 
 Cólica. 
 Perda de peso. 
 Morte. 
Diagnóstico 
 Exame de fezes. 
 Coprocultura. 
Tratamento 
 Ivermectina. 
 Benzimidazóis. 
Prevenção e controle 
 PREVENÇÃO: uso de anti-helmíntico de amplo 
espectro. 
 Tratar equinos estabulados no inverno com anti-helmíntico 
eficaz contra pequenos estrôngilos. 
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 Emergência maciça durante a primavera. 
 Aconselha-se alternar anti-helmínticos de princípios ativos 
diferentes anual ou semestral (evitar resistência). 
 Oxyuris. 
 Nematoda. 
 Oxyuridae. 
 Oxyuris. 
 Oxyuris equi. 
 
Ciclo 
 
Patogenia 
 Danos à mucosa intestinal provocados pela constante 
mudança de lugar da l4 então na dependência do número 
de larvas. 
 PEQUENO: insignificante. 
 BASTANTE ELEVADO: destruição da mucosa 
intestinal responsável por cólica, febre e inapetência. 
Sinais clínicos 
 Febre, inapetência, cólica. 
 PRURIDO ANAL: leva os equinos a se roçarem em 
objetos sólidos, provocando a queda de pelos. 
 Lesões produzidas pelo constante roçar podem ser 
invadidas por bactérias, causando inflamação. 
Diagnóstico 
 CLÍNICO: sinais e constatação dos cordões 
esbranquiçados de ovos pendentes no ânus. 
 LABORATORIAL: exame parasitológico para pesquisa 
de ovos. 
 COLETA DE FEZES NO RETO: pode encontrar 
fêmeas. 
 
Tratamento 
 ANTI-HELMÍNTICOS DE AMPLO ESPECTRO: 
Febantel, Fenbendazol, Ivermectina, Oxibendazol, Pamoato 
de Pirantel. 
 Pele perineal e a face inferior da cauda devem ser 
submetidas a limpeza frequente com uma toalha 
descartável, além de administração de anti-helmíntico. 
Prevenção e controle 
 Uso de anti-helmínticos de amplo espectro. 
 Limpeza e higiene do períneo e da cauda. 
 Limpeza das instalações. 
 Impedir contaminação da água e alimentos. 
 
 
 
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 Alta prevalência em todas as partes do mundo. 
 Grave em animais jovens e imunocomprometidos. 
 Podem infectar humanos – zoonoses. 
 o médico veterinário é o profissional que possui mais 
conhecimentos e oportunidades para, em suas 
atividades rotineiras, passar informaçõessobre as 
zoonoses transmitidas por cães e gatos para as 
famílias de seus pacientes. 
 exemplo zoonoses: 
• larva migrans visceral e larva migrans ocular - 
Toxocara sp. 
• larva migrans cutânea – Ancylostoma spp. 
• Dipilydium caninum. 
 Carga infectante e tipo de parasita. 
 Idade do hospedeiro. 
 Estado imune do hospedeiro. 
 Susceptibilidade genética do hospedeiro. 
 Localização do parasita. 
Nematoides (ID) Hospedeiro 
Ancylostoma caninum cão 
Ancylostoma braziliense cão e gato 
Ancylostoma tubaeforme gato 
Toxocara canis cão 
Toxocara cati gatos 
Toxascaris leonina cão e gato 
Trichuris vulpi cães 
 
Cestoides 
(ID) 
Hospedeiros 
definitivos 
Hospedeiros 
intermediários 
Dipylidium 
caninum 
cão e gato pulgas e piolhos 
Echinococcus 
granulosus 
cão ruminantes/suínos 
Taenia 
psiformis 
cão e gato roedores 
Taenia ovis cão ovinos 
Multiceps 
multiceps 
cão ovinos 
Hydatigera 
taeniformes 
gato roedores 
 De modo geral, os helmintos de maior importância nos 
cães, são: 
 Ancylostoma caninum. 
 Ancylostoma braziliense. 
 Toxocara canis. 
 Toxascaris leonina. 
 Trichuris vulpis. 
 Dipylidium caninum. 
 
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 Família Ancylostomidae. 
 Hematófago. 
 Quadros de anemia: severa, podendo ser fatal. 
 Animais jovens. 
 LOCALIZAÇÃO: intestino delgado. 
 Atinge 1 a 2 cm de comprimento e tem aspecto de gancho. 
 Desenvolve-se bem em solos úmidos e em temperatura 
de 18 a 30°c. 
 Espécie mais comuns: 
 Ancylostoma (mais patogênica). 
 A. caninum. 
 A. braziliense. 
 Via oral. 
 Via percutânea. 
 Via transmamária. 
 Via transplacentária. 
Formas larvares 
ANCYLOSTOMA SP. / TOXOCARA SP. 
 Lesões alveolares. 
 Broncopneumonias. 
 Irritação das vias aéreas. 
Tosse 
Febre 
Taquipneia 
Estertores 
Corrimento 
 
ANCYLOSTOMA SP. 
 DERMATITES: 
 elevação da temperatura local. 
 avermelhamento da pele. 
 erupções vesiculares ou pustulosas. 
 prurido intenso. 
 alopecia. 
 
Formas adultas 
ANCYLOSTOMA SP. 
 HEMATOFAGISMO: sangue/verme/dia. 
 A. caninum: 0,05 - 0,20 ml. 
 A. brazilienze: 0,001 ml. 
Anemia 
Hipoproteinemia 
Enterites (graus diversos) 
Má-absorção 
Supressão das respostas imunes 
 
 ninhadas com alta infecção podem apresentar 
os primeiros sinais de anemia ao redor do 10° dia de vida. 
 
 
 
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 Principais espécies: 
 Toxocara canis (mais patogênico). 
 Toxascaris leonina. 
 Ascarídeos que infectam os cães. 
 Superfamília Ascaridoidea. 
 Vermes grandes, de aproximadamente 10 cm. 
 LOCALIZAÇÃO: intestino delgado. 
 Ovos são bastante típicos, de parede grossa e rugosa, 
escuros e bastante resistentes no meio ambiente. 
 Os ascarídeos alimentam-se de aminoácidos, vitaminas e 
oligoelementos dos hospedeiros, motivo do baixo 
desenvolvimento dos animais infectados. 
 INFECÇÕES MODERADAS: migração do parasito 
não é acompanhada de sintomas respiratórios. 
 ALTAS DOSES: pode haver problemas respiratórios 
com pneumonia e edema pulmonar. 
 Via oral. 
 Via transmamária. 
 Via transplacentária. 
Formas larvares 
ANCYLOSTOMA SP. / TOXOCARA SP. 
 Lesões alveolares. 
 Broncopneumonias. 
 Irritação das vias aéreas. 
Tosse 
Febre 
Taquipneia 
Estertores 
Corrimento 
 
TOXOCARA SP. 
 FÍGADO: destruição do parênquima hepático. 
 RIM: granulomas focais nos rins. 
 HOMEM: Larva migrans visceral. 
 
Formas adultas 
 Gastroenterites (irritação). 
 Má absorção. 
 Competição com o hospedeiro. 
 Obstruções (parcial e total). 
 Rupturas intestinais. 
 Diarreia mucoide. 
 Vômito. 
 Anorexia. 
 Abdômen distendido. 
 Dor abdominal. 
 Atraso no crescimento. 
 Convulsão. 
 
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 Geralmente acomete os cães após o desmame. 
 Não é transmitido pela mãe. 
 Verme grande, que, quando adulto, mede de 4,5 a 7,5 cm. 
 LOCALIZAÇÃO: intestino grosso. 
 Ovos de T. vulpis são bioperculados e facilmente 
diagnosticados em exames de fezes. 
 São bastante resistentes no meio ambiente podendo 
sobreviver por anos em local com boa umidade e proteção 
direta de radiação solar. 
 Em baixas infecções não há sintomas. 
 Infecções severas podem causar diarreia com muco e 
sangue. 
 Via oral. 
Formas adultas 
 Tiflite. 
 Colite hemorrágica. 
 Diarreia/constipação. 
 Fezes sanguinolentas. 
 Dor abdominal. 
 Apetite seletivo. 
 
 
 Cestoide mais prevalente em cães. 
 Pode atingir até 50 cm. 
 LOCALIZAÇÃO: intestino delgado. 
 Hospedeiro intermediário: 
 pulgas do gênero Ctenocephalides felis. 
 piolhos do gênero Trichodectes canis. 
 Cães eliminam proglotes, que são móveis e que contêm, 
em seu interior, as cápsulas ovígeras. 
 Infecção muitas vezes é assintomática. 
 O cão arrasta a região anal, indicando incômodo e prurido 
no local, podendo algumas vezes haver irritação anal. 
Formas adultas 
 São pouco patogênicos para cão e gato. 
 Importância na Saúde Pública. 
 D. caninum: 
 raramente aparece nas fezes e tem o diagnóstico 
feito pela descrição do proprietário do comportamento 
do cão e a visualização das proglotes, que se 
assemelham a grãos de arroz ou sementes de pepino, 
em fezes frescas. 
 Exame coproparasitológico. 
Cestódeos 
 Sinais clínicos. 
 Presença de proglotides nas fezes dos cães. 
 Sedimentação fecal – método de Dênis Stone e Swanson 
(técnica de pesquisa de ovos de trematódeos, cestódeos 
e acantocéfalos). 
Nematódeos 
 Sinais clínicos. 
 Métodos qualitativos de flutuação fecal (Willis-Mollay ou 
Flutuação simples). 
 Pesquisa de ovos de cada espécie. 
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Fármacos anti-helmínticos 
 alta eficácia a parasitas cestódeos e 
nenhum efeito contra nematódeos. 
 contra parasitas ascarídeos. Atividade 
variável contra os ancilóstomos e os estrongilos, pouco 
efeito contra Trichuris ou vermes chatos. 
 largo espectro – atua contra 
Toxocara, Toxocaris, Taenia, Dipylidium, Ancylostoma. 
Associações anti-helmínticas 
NEMATÓDEOS + CESTÓDEOS 
 + +
 dose: 1 comprimido VO para cada 10kg PV. 
 Depende das ações sobre o hospedeiro e o ambiente. 
 Limpeza dos locais frequentados pelos cães e gatos. 
 Evitar alimentação com vísceras cruas. 
 Remoção diária das fezes. 
 Evitar a contaminação do solo com as fezes dos animais. 
 Controle de pulgas e piolhos. 
 Alimentação adequada. 
 Vermifugação. 
 1ª dose de vermífugo de amplo espectro aos 21 dias de 
idade. 
 2ª dose aos 36 dias. 
 3ª dose aos 57 dias. 
 Em seguida, repete 1 ou 2 vezes antes do término das 
vacinas, que é com 150 dias. 
 Após 60 dias faz coproparasitológico (exame de fezes). 
 1ª dose de vermífugo de amplo espectro com 30 a 35 
dias de vida e após 15 dias repete-se. 
 Repete 1 ou 2 vezes durante a vacinação. 
 Após 60 dias faz coproparasitológico (exame de fezes). 
 Vermifugação e 2 à 3 vezes ao ano. 
 Promover a cura da parasitose clínica e subclínica. 
 Prevenir o aparecimento da parasitose clínica. 
 Minimizar ou prevenir os riscos de infecções humanas. 
 Maximizar o desempenho de animais de esporte ou 
trabalho. 
 Minimizar as perdas econômicas em animais de produção. 
Segurança 
 Índice de segurança = dose máxima tolerável 
 dose mínima eficaz 
 Quando atuam em reações metabólicas comum ao 
hospedeiro e parasitas. 
 índice de segurança. 
 ex.: organofosforados que atuam sobre os hospedeiros 
e do parasita. 
Maria Eduarda Cabral Conteúdocom base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 73 de 84 
 
 Quando atuam em vias bioquímicas do parasita que não são 
encontradas no hospedeiro. 
 índice de segurança. 
 ex.: benzimidazóis que atuam sobre a enzima Fumarato 
Redutase dos parasitas, não encontrada no hospedeiro. 
Resíduos 
 As drogas não devem apresentar resíduos na carne ou 
leite por longos períodos. 
 
Eficácia 
 Eliminar em condições naturais acima de 90% dos 
parasitas adultos e formas imaturas. 
Facilidade de administração 
 
Espectro de atividade 
 Formas maturas e imaturas. 
Compatível com outros compostos 
 
Econômico 
 
Mecanismo de ação 
 
Propriedades farmacocinéticas 
 
Características relacionadas ao 
hospedeiro 
 
Características dos parasitas 
 Grau de hipobiose. 
 Localização no corpo do hospedeiro. 
 Resistência aos anti-helmínticos. 
 
 Dosagem. 
 
 
 Dosagem. 
 
 
 Dosagem. 
 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 74 de 84 
 
 
 Dosagem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Baixa prevalência. 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 75 de 84 
 
 Animais jovens. 
 Geralmente assintomáticos. 
 Pneumonia. 
 Lesões no parênquima pulmonar. 
 Parasitas intestinais que fazem ciclo pulmonar. 
 ex. Toxocara canis, Ancylostoma caninum, Strongyloides 
stercoralis, Dirofilaria immitis. 
 
 
*CICLOS DE VIDA MUITO PARECIDOS 
 
 
 
 
 
 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 76 de 84 
 
 VERMES ADULTOS: lesões nas artérias pulmonares. 
 OVOS: pequenos tombos e infartes bloqueios alvéolos 
evolução para granuloma. 
 Hiperplasia e hipertrofia muscular (bronquíolos, ductos 
alveolares e artérias pulmonares). 
 INFECÇÕES MACIÇAS: áreas de coloração creme. 
 
 
 Nódulos com vermes cinza-rosados aderidos a mucosa da 
bifurcação traqueal. 
 
 Reação granulomatosa em tecido pulmonar. 
 Nódulos subpleurais fibrosos. 
 Nódulos esbranquiçados, pleura pulmonar espessada, 
áspera e rugosa. 
 Abaixo da superfície das vias aéreas de grosso calibre. 
 Adultos vivem em pares em cistos. 
 Lesão principalmente no lobo caudal direito. 
 Reação inflamatória. 
 
 CASOS GRAVES: 
 dispneia. 
 broncopneumonia. 
 INFECÇÕES AGUDAS: 
 rara podendo haver mortalidade. 
 INFECÇÕES DE GRANDE INTENSIDADE: 
 dispneia. 
 emaciação. 
 pneumonia. 
 efusão pleural. 
 piotórax. 
 anorexia. 
 morte súbita. 
 difícil. 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 77 de 84 
 
 esfregaço, flutuação em sulfato de 
zinco, técnica de Baerman (larvas). 
 Lavado traqueal e bronquial. 
 Análise citológica do trato respiratório (muco). 
 Broncoscopia. 
 Radiografia. 
 Histologia. 
 Eliminação dos caramujos. 
 Descarte das fezes descarte das fezes. 
 Aplicação correta de anti-helmínticos. 
 Evitar e controlar a saída do animal para caça. 
 Controlar a alimentação do animal. 
 Identificação de cadelas prenhas infectadas e tratamento 
antes do parto e durante lactação. 
 Remoção dos filhotes das mães infectadas e aleitamento 
artificial ou cadelas não contaminadas. 
 Albendazole. 
 Fenbendazole. 
 Levamisol. 
 Ivermectin. 
 Praziquantel. 
 Corticosteroides. 
 Broncodilatadores. 
 Antibioticoterapia. 
 Suporte para desidratação e emagrecimento. 
 NEMATÓIDES: vermes redondos. 
 CESTÓIDES: tênias. 
 TREMATÓIDES: fascíolas. 
 EIMERIA SP. – coccidiose. 
 CRYPTOSPORIDIUM SP. 
 HELMINTOS: Haemonchus contortus. 
 nematódeo gastrintestinal. 
 hematófago. 
 anemia e hipoproteinemia. 
 abomaso. 
 Reduz crescimento. 
 Aumenta custos com medicação. 
 Reduz produção. 
 Aumenta riscos de infecções secundárias. 
 Morbidade. 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 78 de 84 
 
 Mortalidade. 
 Capacidade do hospedeiro de desenvolver imunidade 
contra as infecções parasitárias. 
 Espécie de helmintos. 
 Grau de infecção. 
 Condições climáticas. 
 Manejo sanitário. 
 Altura e oferta de forragem. 
1 fêmea = 5.000 - 10.000 ovos/dia 
 
14 – 20 horas = larvas 
 UM PARASITA: 0,05 ml/sangue/dia. 
 INFECÇÕES GRAVES: 6 – 25 % perda de He/dia. 
 
 
 
 
 Anemia. 
 
 Edema submandibular – “papeira”. 
 
 Perda de apetite. 
 Atraso no desenvolvimento. 
 Reduz ganho de peso. 
 Baixas taxas reprodutivas. 
 Fraqueza. 
 Diarreia. 
 Pêlos eriçados. 
 
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 ANTI-HELMÍNTICO. 
 ANTI-HELMÍNTICO + MANEJO SANITÁRIO: 
redução do número de larvas na pastagem. 
 MÉTODO FAMACHA: exame da mucosa ocular. 
Manejo estratégico 
 Cordeiros no desmame. 
 60 dias após o desmame: monitoramento mensal. 
 Ovelhas: 
 pré-acasalamento. 
 pós-parto. 
 no desmame dos cordeiros. 
 Larvas -> temperatura e umidade. 
 Início do verão. 
 
Vermífugo oral 
 JEJUM: 
 10 – 12 hrs antes. 
 6 hrs depois. 
Anti-helmíntico + manejo 
 Limpeza das instalações. 
 Retirada do esterco. 
 Evitar superlotação de pastagens. 
 Rodízio de piquetes. 
 OPG (ovos por grama de fezes). 
 Método Famacha. 
Rodízio de piquetes 
 
OPG 
 Técnica quantitativa. 
 40 – 60 dias. 
 10 – 25% rebanho. 
 Categorias. 
 Coprocultura: 
 qualitativa. 
 identificar o gênero e espécie do parasita. 
 
 
 Não reflete o número de helmintos adultos existentes nos 
animais. 
 Formas imaturas não produzem ovos. 
Método Famacha 
 Avalia o grau de anemia provocada por Haemonchus spp. 
 Comparação das cores das mucosas. 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 80 de 84 
 
 
 Boa relação custo-benefício. 
 vermifugação de animais que realmente estão 
infectados. 
 Praticidade. 
 Evita resistência parasitária. 
Resistência parasitária 
Uso indiscriminado de anti-helmínticos 
Utilização frequente e troca de anti-helmínticos 
 
Anti-helmíntico 
 Diversos princípios ativos: 
 Albendazol -> Albendazole. 
 Levamisol -> Ripercol. 
 Triclorfon -> Neguvon. 
 Closantel -> Diantel (abortivo). 
 Doramectina -> Dectomax. 
 Ivermectina -> Ivomec. 
 Moxidectina -> Cydectin. 
 Monepantel -> Zolvix. 
 
 Como evitar? 
 doses corretas. 
 método Famacha. 
 redução do número de vermifugações anuais. 
 evitar troca frequente de anti-helmíntico. 
 realizar OPG e teste de eficácia. 
Resistência contra o parasita 
 Animal é resistente ao parasita. 
 Característica herdável -> seleção. 
 Raças mais resistentes -> Santa Inês. 
 Boa imunidade. 
 Alimentação adequada. 
Resiliência 
 Animais que são capazes de viver parasitados sem 
demonstrar sinais clínicos e perdas na produção. 
 Adaptação dos rebanhos às linhagens parasitárias 
regionais. 
Prof.º Marcelo Soares 
 
 
 14 milhões de casos de Leishmaniose Tegumentar e 
500.000 casos de Leishmaniose Visceral anuais no mundo. 
 Última década foram registrados 34.583 casos de 
Leishmaniose Visceral no país, com média anual de 3.458 
casos confirmados. 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 81 de 84 
 
65 países → distribuída em quase todos os continentes. 
 
Exceção da Oceania e Antártida 
 90% dos casos humanos → zona rural pobre e em áreas 
suburbanas. 
 Áreas tropicais e subtropicais. 
 Diferentes ESPÉCIES, RESERVATÓRIOS e 
VETORES são responsáveis pela manutenção da 
doença. 
 
 São popularmente chamados de mosquito-palha, asadura, 
birigui, tatuquiras e cangalhinha. 
 FêmeasALIMENTAM-SE de SANGUE para a 
maturação dos ovos ASPECTOS 
EPIDEMIOLÓGICO. 
 Há aumento na densidade populacional de flebótomos nas 
épocas de ALTAS TEMPERATURAS e UMIDADE 
RELATIVA DO AR. 
 Leishmania apresentam-se sob duas formas principais: 
 flagelada → extracelular PROMASTIGOTA → tubo 
digestivo das FÊMEAS dos FLEBOTOMÍNEOS. 
 
 sem flagelo → intracelular obrigatória AMASTIGOTA 
→ células do sistema fagocítico mononuclear (SFM) em 
tecidos dos hospedeiros vertebrados. 
 
 RESERVATÓRIOS BIOLÓGICOS DA 
LEISHMANIOSE. 
 
 Transfusional. 
 Sexual. 
 Secreções infectadas. 
 Transmissão transplacentária. 
 
 
 Nem todos os cães infectados desenvolvem a 
enfermidade. 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 82 de 84 
 
 
 PERÍODO DE INCUBAÇÃO: 3 meses a 7 anos. 
 
 Animais jovens de até 2 anos de idade ou idosos com mais 
de 8 anos apresentam uma maior predisposição à 
enfermidade. 
 
 
 FÍGADO → hepatomegalia. 
 Hepatite difusa crônica. 
 Vômito. 
 Anorexia. 
 Perda de peso. 
 Icterícia. 
 BAÇO → esplenomegalia em diferentes graus. 
 LESÕES RENAIS → depósito de imunocomplexos. 
 FALÊNCIA RENAL → principal causa de óbito em 
cães. 
 
 Dermatite esfoliativa não pruriginosa com ou sem alopecia 
→ generalizada ou localizada. 
 
 Dermatite ulcerativa necrose isquêmica. 
 
 Dermatite nodular multifocal. 
 Hiperqueratose nasal e digital e despigmentação. 
 Pelos opacos. 
 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 83 de 84 
 
 
 ONICOGRIFOSE → sinal patognomônico. 
 estimulação da matriz ungueal decorrente do parasito. 
 
 Blefarites do tipo esfoliativa. 
 Ceratoconjuntivite seca ou não. 
 Uveítes. 
 
 POLIARTRITE → tipo erosivo. 
 depósito de imunocomplexos. 
 
 DIÁTESES HEMORRÁGICAS → PETÉQUIAS 
dispersas pelo corpo, hematúria e, principalmente, 
EPISTAXES. 
 
 TRATO GASTRINTESTNAL → colites erosiva e 
ulcerativa → diarreia sanguinolenta e/ou mucoide. 
 As alterações PULMONARES e CARDÍACAS → 
RARAS. 
 Pneumonia intersticial crônica. 
 Miocardite grave associada à vasculite e ao infarto 
LESÕES GENITAIS → orquite e epididimite, 
degeneração testicular. 
 Diagnóstico deve seguir etapas sucessivas com base nos 
seguintes critérios. 
 
 Exame parasitológico: TESTE OURO. 
 Aspirado de LINFONODO, MEDULA ÓSSEA, 
esplênico, hepático e esfregaços sanguíneos. 
 
 
 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 84 de 84 
 
Hemograma 
 Anemia arregenerativa. 
 Leucopenia por neutropenia. 
 Trombocitopenia. 
 Normal. 
Bioquímicos 
 ↑ marcadores RENAIS: creatinina e ureia. 
 ↑ enzimas HEPÁTICAS: FA, ALT, GGT, AST e bilirrubinas. 
 ↓ na relação albumina:globulina. 
 
Imunoterapia 
 
Imunomodulação 
 DOMPERIDONA: 0,1-1mg/kg BID 30 dias. 
 LEVAMISOL: 0,5-3mg/kg 3 dias na semana. 
Alopurinol 
 EFEITOS LEISHMANIOSTÁTICOS: 10-20mg/kg 
BID. 
Miltefosina 
 MILTEFORAN™: 2 mg/kg SID 28 dias. 
 
 Diminuir a exposição ao flebótomo. 
 3 doses com 
intervalo de 21 dias, e reforço anual da data da 1ª dose. 
 
 
 reavaliações periódicas a cada 2 meses no primeiro 
ano e a cada 4 meses a partir do segundo ano. 
 estadiamento clínico e terapêutico a cada reavaliação.hospedeiro).
 : Dipylidium caninum.
 
ninfas e adultos. 
 : contato ou fômites. 
 
Também chamado de Damalinia bovis. 
 : bovinos. 
 : topo da cabeça, pescoço, dorso, anca e 
ocasionalmente na vassoura da cauda. Animal não 
consegue coçar. 
 : irritação, prurido e alopecia. 
 : exame da pele e pelagem para detecção 
de ovos, ninfas e adultos. 
 : prurido intenso, 
escoriações na pele, perda dos pêlos 
e seborreia. 
 : exame da pele e 
pelagem para detecção de ovos, 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 4 de 84 
 
 : contato ou fômites. 
 
 : felinos. 
 : preferencial cabeça e pescoço. 
 : prurido intenso, escoriações na pele, 
perda dos pêlos e seborreia. 
 : exame da pele e pelagem para detecção 
de ovos, ninfas e adultos. 
 : contato ou fômites. 
 
 
 : bovinos. 
 : pele, nuca, base dos chifres, orelhas, ao 
redor dos olhos e narinas e cauda. 
 Mais comum em adultos. 
 : irritação, prurido, anemia e perda de 
peso. 
 : exame visual para detecção de ovos, 
ninfas e adultos, principalmente na base do chifre, sobre 
a face e base da cauda. 
 : contato ou fômites. 
 
 : bovinos. 
 : pele, preferência por cabeça, pescoço e 
barbela. 
 Capaz de transmitir anaplasmose, dermatomicose e 
teileriose. 
 : irritação, prurido, anemia e perda de 
peso. 
 : exame visual para detectção de ovos 
(azul escuro), ninfas e adultos. 
 : contato ou fômites. 
 
 Inseticidas organofosforados (pour on ou pó para 
pulverização), 2 tratamentos com intervalo de 15 dias. 
 Piretróides (cipermetrina). 
 Ivermectina injetável (para piolhos sugadores). 
 “chato”. 
 : humanos. 
 : pelos pubianos, eventualmente em pelos 
abdominais, torácicos e axilares, barba, sobrancelha, cílios 
e raramente cabelo. 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 5 de 84 
 
 : prurido e lesões devido ao prurido, 
manchas escuras de 0,5 a 1cm e linfonodos aumentados. 
 : identificação do ectoparasita. 
 : DST. 
 : loções de permetrina ou a piretrina e 
ivermectina por via oral. 
 Roupas e toalhas devem ser lavadas com água quente, 
para evitar a transmissão para outras pessoas ou 
recontaminação do paciente. 
 
 : humanos. 
 : cabeça. 
 : prurido intenso. 
 : identificação do parasita. 
 : contato. 
 Mais frequente no inverno: pelos crescem e animais 
estão mais próximos. 
“Infestação de pulgas” 
 Animalia. 
 Arthropoda. 
 Insecta. 
 Siphonaptera 
 família: PULICIDAE. 
 família: TUNGIDAE. 
 
 HOSPEDEIRO: humanos e suínos, mas há relatos de 
bovinos, caninos, felinos, tatu e roedores. 
 Muito pequena L1, L2 e L3 (demora em torno de 4 a 8 dias), 
depois caem no chão e viram pupa, sendo esse o 
período pupal que dura de 7 a o 8 dias para virar 
mosca. 
 COCHLIOMYIA SP.: temperatura confortável em 
torno de 15 a 23 graus. Temperatura menor que 15ºC e 
maior que 43ºC é desfavorável para cópula. Ciclo curto de 
mais ou menos 15 dias. Larvas em vários estágios. 
 
 Provocam miíases secundárias. 
 Preferem fazer postura nas fezes de aves, lixo e 
carcaça de animais. 
 Miíases secundárias. 
 L. Sericata é criada em laboratório: tratamento de lesões 
inflamatórias. 
 
 Miíases secundárias e pseudomiíases. 
 Fêmeas são larvíparas (colocam até 50 larvas por vez). 
 Larvas veiculam patógenos. 
 Moscas adultas: não se alimentam (aparelho bucal 
afuncional). 
 Ciclo menor. 
 
 “MOSCA DO BERNE”. 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 8 de 84 
 
 Causa miíase furunculosa ou nodular, a larva entra e fica 
com o aparelho bucal para fora para respirar e vai 
crescendo. 
 HOSPEDEIROS MAIS IMPORTANTES: bovinos 
e cães. 
 acomete mais vaca leiteira e preta, mas também 
acomete cães e outros animais. 
 Acometem outros animais também! 
Habitat 
 Temperaturas relativamente altas. 
 Precipitações pluviométricas moderada a alta. 
 ALTITUDE: 400-1500m. 
 Vegetação abundante. 
 Não ocorre no norte e sertão do nordeste do brasil, pois 
o solo não favorece o período pupal. 
Ciclo do berne 
 
Não bota o ovo direto no animal, coloca em outras 
moscas para espalhar os ovos. A larva faz as mudas 
e chegam na fase adulta saindo sozinha do buraco 
e cai no chão, transformando em pupas e depois 
virando mosca e botando os ovos em outras moscas 
para espalhar nos animais. 
A larva sai e o orifício permanece no animal, sendo 
necessário fazer curativo para não ter abscesso, 
nunca deve fechá-lo idem. Leva em torno 40 dias 
para se virar adulto. 
 
Importância 
 Diminuição na produção de carne. 
 Diminuição na produção de leite. 
 Mortalidade em bezerros. 
 Desvalorização da pele do animal. 
 Inquietação. 
 Perda do apetite. 
 Distúrbios da ruminação. 
O berne pode virar uma miíase secundária 
porque ao sair da cavidade formada, a mosca 
pode depositar seus ovos. 
 
 HOSPEDEIROS: ovinos e caprinos. 
 causa uma miíase cavitária nos ovinos e caprinos. 
 Parasitam seios nasais e frontais, ás vezes podem atingir 
o sistema nervoso. 
 Larvas se alimentam de secreções. 
 Adultos ficam mais ativos no verão. 
 
 Penetram na pele do animal. 
 Espinhos para se fixarem na pele. 
 Aproximadamente 40 dias. 
 Muitas morrem formando tumorno 
local. 
 Furo para respiração. 
 Animais pêlos escuros vetores 
(musca doméstica). 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 9 de 84 
 
 
 LOCALIZAÇÃO: região pilórica e duodeno de equinos. 
 Causa uma miíase cavitária (relacionada com cólicas em 
equinos). 
 
Ao sair da fase pupal, os seus ovos que são 
colocados são ingeridos pelos equinos, sendo 
direcionados para o piloro e duodeno, nessa fase vira 
larva, são eliminadas pelas fezes e volta a virar 
pupa no ambiente. 
 Presença de larvas de 1°, 2° e 3° estádio de moscas. 
 Presença de feridas, tumores. 
 Animal se lambe muito. 
 Irritabilidade. 
 Dor, vermelhidão, inflamação. 
 Secreção, hemorragia, epistaxe, hemoptise. 
 “Berne” tumefação na pele. 
 Meneios de cabeça, espirros, esfregam o nariz no solo, 
árvore. 
 Rinite traumática, sanguinolenta, purulenta, dificuldade 
respiratória. 
Cérebro 
 Incoordenação motora, ataxia, perda de equilíbrio, andar 
em círculos, ovino não se levanta, óbito. 
 
 Cólica, obstrução, perfuração do trato digestório. 
 
 Observação e reconhecimento das larvas. 
 Exame das placas espiculares nas larvas de 3° estágio, 
para identificar o gênero ou espécie. 
 Remoção mecânica das larvas. 
 Tratamento de feridas até completa recuperação. 
 MIÍASES CAVITÁRIAS: endectocida. 
 Dissulfeto de carbono. 
 Tricorflon. 
 Diclorvos. 
 Ivermectina. 
 Combate às moscas. 
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 Destino adequado do lixo e dejetos (esterco), matéria 
orgânica, limpeza das pastagens. 
 Manter recipientes fechados em casas, restaurantes. 
 Telas em portas e janelas. 
 Predadores naturais. 
 Inseticidas no ambiente. 
 Inseticidas tópicos. 
 Erradicação de C. hominivorax nos EUA por controle 
biológico: 
 esterilização machos – raios gama. 
 lançamento de 1000 machos estéreis/milha quadrada. 
 fêmeas copulam apenas uma vez. 
 Presença de carrapato. 
 
 
 HOSPEDEIRO: equino. 
 LOCALIZAÇÃO: todo o corpo, mas prefere pavilhão 
auricular, divertículo nasal e base da cauda. 
 IMPORTÂNCIA: 
 pode transmitir Babesia (protozoário que causa 
anemia) aos equinos; 
 favorece miíase e perda da orelha; 
 
A fêmea faz a ovipostura e as larvas sobem no equino 
e viram ninfa que posteriormente se tornarão adultos e 
cairão no cão. 
A duração do ciclo é de 45 a 100 dias, o que influencia 
é a temperatura, os carrapatos preferem temperaturas 
mais quentes e com um clima úmido, geralmente no 
inverno eles caem. 
 
 HOSPEDEIRO: cão. 
 gatos e carnívoros silvestres. 
 IMPORTÂNCIA: 
 grandes infestações: irritação até anemia. 
 mais frequente membro anteriores e orelhas. 
 não tira todos os carrapatos de uma vez, pois pode 
causar uma toxemia. 
 Vetor da Babesiose e Erliquiose. 
 BACTÉRIAS E VÍRUS: dermatite homem. 
 
O carrapato fêmea ao cair no chão faz a ovipostura e 
eclode, a larva parasita o primeiro animal e cai no 
chão, ao cair no chão se transforma em ninfa que irá 
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parasitar o segundo animal, depois irá cair novamente 
virando adulto, nessa fase parasitará o terceiro animal. 
Precisa cair no chão para fazer a muda, depois sobe no 
hospedeiro para se alimentar. 
Se a larva no primeiro hospedeiro adquire a Babesia, 
essa larva irá transmiti-la para os outros dois 
hospedeiros do ciclo. 
 
 HOSPEDEIROS: parasita a maioria dos animais 
domésticos. 
 pode parasitar o homem. 
 IMPORTÂNCIA: transmite doença de Lyme e febre 
maculosa. 
 Bactéria Borrelia burgdorferi (B. burgdorferi). 
 Doença de Lyme brasileira. 
 Borreliose. 
 Lesão eritematosa (não em todos os casos). 
 Sinais gripe. 
 Sinais neurológicos. 
 
 
 HOSPEDEIRO: bovinos. 
 pode ser encontrado em outros animais domésticos. 
 IMPORTÂNCIA: 
 lesão causada pela picada: irritação, perda de sangue e 
favorece miíase e infecção secundária. 
 Cada fêmea suga 1,5 ml de sangue: anemia. 
 Diminuição produtividade. 
 Desvalorização do couro. 
 Transmissão de doenças (ex. Babesia e anaplasma). 
 SECREÇÃO SALIVAR: irritação, inflamação. 
 HIPERSENSIBILIDADE: dermatite. 
 ESPOLIAÇÃO (2-3ML SANGUE/FÊMEA): anemia! 
 TÓXICA: paralisia. 
 DOENÇAS: vírus, bactérias, riquétsias, protozoários, 
infecções secundárias, miíases. 
 QUEDA NA PRODUÇÃO. 
 CUSTOS: controle, tratamento, mão de obra. 
 LESÕES NO COURO: porta de entrada para miíases. 
 
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 NO MUNDO: 866 espécies. 
 REGIÃO NEOTROPICAL: 188 espécies. 
 BRASIL: 55 espécies. 
 HOSPEDEIRO: 
 animal/raça. 
 estado fisiológico (animais imunossuprimidos atraem 
mais carrapatos). 
 prenhez/lactação. 
 estresse. 
 nutrição. 
 idade. 
 A distribuição geográfica varia conforme os fatores 
ambientais, alguns tem inimigos naturais, como por 
exemplo as garças. 
 clima/microclima. 
 vegetação. 
 inimigos naturais. 
 manejo. 
Animal com um bom estado nutricional, com 
controle e manejo adequado, diminui as 
chances de ter carrapato. 
 Fase parasitária x fase de vida livre 
 MÉTODOS QUÍMICOS: 
 carrapaticidas. 
 sprays, injetáveis, banho (com ou sem imersão), pó 
(p/ pulverização), coleiras impregnadas. 
 AÇÕES MECÂNICAS: remoção um a um, limpeza da 
casa, escovação dos pêlos. 
 cuidado com o olho e com o 
ouvido do cão.
 30 dias x 3 meses.
 Coleiras, talcos, sprays.
 paredes, chãos,
ralos, sem que nem os animais nem mais ninguém esteja 
perto. use mascaras e luvas para aplicar.
 
 
 banho de imersão, aspersão ou spray, 
vacinação, pour on. 
 limpeza pastagens, rotação de pastagem, 
queima, tratamento. 
 Fase parasitária x fase de vida livre 
 MÉTODOS QUÍMICOS: 
 carrapaticidas. 
 sprays, injetáveis, banho (com ou sem imersão), pó 
(p/ pulverização), coleiras impregnadas. 
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 AÇÕES MECÂNICAS: remoção um a um, limpeza da 
casa, escovação dos pêlos. 
 CARRAPATICIDAS DE CONTATO: pulverização, 
imersão, pour on, via oral. 
 CARRAPATICIDAS SISTÊMICOS: atuação pela 
circulação sanguínea. 
 injetável, pour on, via oral. 
Carrapaticidas de contato 
 FOSFORADOS: Diazinon, Diclorvos, Clorfenvinfos, 
Coumafos (Asuntol). 
 DIAMIDÍNICOS: Amitraz (Triatox). 
 PIRETRÓIDES (BIODEGRADÁVEIS): 
Alfametrina, Alfacipermetrina, Deltametrina (Butox), 
Flumetrina (Bayticol Pour On), Cipermetrina, Cialotrina. 
 FENILPIRAZOLE: Fipronil (Frontline, Top Line). 
 THIAZOLINA: Thiazolina + Cipermetrina (Ektoban). 
 NATURALYTE: Spinosad (Elector). 
 IMIDACLOPRID: Advantage Max 3. 
Carrapaticidas sistêmicos 
 DERIVADOS DAS AVERMECTINAS: 
Doramectina, Ivermectina (Ivomec, Mectimax), 
Moxidectina, Selamectina. 
 BENZOIFENILURÉIAS: Fluazuron – inibidor do 
crescimento, Acatak, Tackzuron Lufenuron, Program. 
Permitidos para uso em vacas em 
lactação 
(Observar o período de restrição para o leite) 
 Fosforados. 
 Amidinas. 
 Piretróides. 
Não permitidos para uso em vacas em 
lactação 
(Período de carência longo/carência) 
 Fenilpirazoles. 
 Avermectinas. 
 Mylbelmicinas. 
 Fluazuron. 
Biocarrapaticidograma 
 Usar produto indicado em teste por no máximo 1 ano. 
 Repetir o teste anualmente. 
 Bom senso e moderação. 
 Observação criteriosa das instruções. 
 Deixar dois ou três animais sem tratar por 30 ou 45 dias. 
 Somente as fêmeas grandes (200). 
 Lavar, secar, colocar em pote plástico com furos. 
 Enviar ao laboratório e solicitar um 
. 
 
 
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 O BANHO BEM FEITO: equipamento adequado, 
segurança do operador, dose, homogeneização, 
quantidade, pressão, locais de aplicação, horário, condição 
dos animais. 
 PLANTAS REPELENTES: PASTAGENS 
CONSORCIADAS: 
 forrageiras: Melinis Minutiflora (Capim Gordura) E 
Panicum Maximum (Capim Colonião). 
 leguminosas: Stylosantes, Trevos, Alfafa. 
 DESCANSO DE PASTO: 45 - 60 dias. 
 ROTAÇÃO DE PASTO. 
 ROTAÇÃO DE ANIMAIS: entre espécies/ animais 
resistentes/suscetíveis. 
 CONTROLE BIOLÓGICO: microrganismos (bactérias 
e fungos), animais invertebrados (formigas, aranhas), aves 
e roedores. 
 VACINAS: BM 86 - eficácia 55 - 60%. 
 
 São chamados de escavadores de galerias por 
escavar a epiderme. 
 HOSPEDEIROS: homem e mamíferos. 
 LOCALIZAÇÃO: tecido cutâneo e galerias 
intradérmicas. 
 NUTRIÇÃO: linfa, células do estrato córneo. 
 CONTÁGIO POR CONTATO DIRETO. 
Sinais clínicos 
 Irritação. 
 Prurido intenso (noite). 
 Automutilação por mordedura (coceira). 
 Presença de pus. 
 Pápulas e vesículas (início). 
 Tecido se torna espesso e enrugado. 
 Invasão bacteriana. 
 Começam na cabeça, mas podem atingir todo o 
corpo. 
 EM CÃES: início na cabeça, ao redor do focinho e olhos 
e concha das orelhas. 
 BOVINOS: rara, parte interna das coxas face inferior 
do pescoço e base da cauda. 
 
 HOMEM: muito contagiosa, entre dedos, cotovelos, 
axilas, mamas, escroto e coxas. 
 Rara em gatos, mas há relatos. 
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 HOSPEDEIROS: gatos e coelhos. 
 CICLO BIOLÓGICO: semelhante a sarcoptes. 
 CONTÁGIO POR CONTATO DIRETO. 
 DESTRUIÇÃO DO TECIDO CUTÂNEO. 
Gatos 
 LOCALIZAÇÃO: pavilhão auditivo e face. 
 90% das sarnas em gatos. 
 Causa deformação de orelhas e face por conta da 
escavação. 
 
 Coelhos 
 Prurido nos lábios e região nasal. 
 Começa nas orelhas, mas pode estender-se ao corpo. 
 INÍCIO: pápulas, crostas, queda dos pelos. 
 Por conta da sarna, eles param de se alimentar. 
 
Knemidocoptes mutans 
“
 Acomete galinhas, perus, pombos. 
 Ocorre no mundo todo. 
 Ataca exclusivamente as pernas, provocando eriçamento 
e descamação crostas acinzentadas, farináceas e muito 
aderentes. 
 Evolução lenta. 
 SINAIS CLÍNICOS: perda de apetite. 
 CRÔNICA: deformidades nas pernas. 
 DIAGNÓSTICO: raspado profundo de pele. 
 
 
Knemidocoptes pilae 
 Sarna do bico dos psitacídeos. 
 
Knemidocoptes laevis 
 Sarna das penas dos pombos. 
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 HOSPEDEIROS: equinos, bovinos, ovinos, caprinos e 
coelhos. 
 CARNEIROS: perda da qualidade do couro e lã. 
 SINAIS CLÍNICOS: irritação, prurido, exsudato, 
crostas e alopecia focal. 
Psoroptes cuniculi 
 Conduto auditivo. 
 Coelhos, ovinos, caprinos, equinos. 
P. natalensis 
 Pele. 
 Bovinos, zebuínos, equinos. 
P. ovis 
 Pele. 
 Ovinos, equinos. 
 
 
Chorioptes bovis 
 HOSPEDEIROS: bovinos, ovinos, caprinos, equinos e 
coelhos. 
 LOCALIZAÇÃO: conduto auditivo, pele, escroto, 
periocular e pernas. 
 Contágio por contato direto e indireto (cordas, etc.). 
 Prurido, dermatite, pústulas, crostas escamosas com 
exsudato seroso. 
 Pouco descrito no Brasil. 
 
 
 HOSPEDEIROS: caninos, felinos. 
 LOCALIZAÇÃO: conduto auditivo. 
 NUTRIÇÃO: líquidos teciduais. 
 Contágio por contato direto. 
Sinais clínicos 
 Animal sacode a cabeça, prurido auricular. 
 Lesões atrás da orelha devido a coceira. 
 Geralmente em animais jovens. 
 Exsudação linfática transforma-se em crostas. 
 Secreção otológica marrom-escura, em grande 
quantidade. 
 Perfuração timpânica, epilepsia, surdez, morte. 
 Invasão bacteriana secundária. 
 
 
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 Sarna úmida.
 “lepra do cão”. 
 HOSPEDEIROS: caninos.
 LOCALIZAÇÃO: folículos pilosos e glândulas sebáceas.
 Contágio direto
 Cão portador = clinicamente sadio.
 Ácaro comensal da pele: aumenta a sua população e o 
animal começa a apresentar sinais clínicos quando ocorre 
uma queda na imunidade ou mediante a um desequilíbrio da 
pele com muitos banhos com sabão alcalino. 
 ↓ imunidade (doenças) = ↑ infestação. 
 Muitos banhos com sabões alcalinos.
 Pequenas áreas (cabeça, membros anteriores, restante 
do corpo).
 Prurido leve ou inexistente.
 Auto-limitante.
 Animais jovens e idosos são acometidos.
 Não é transmitida para seres humanos, normalmente a 
mãe passa para o filhote durante a amamentação.
Sarna demodécica generalizada 
(pustular) 
 Áreas maiores. 
 Prurido intenso. 
 Eritema, alopecia. 
 Focinho, olhos, membros anteriores, espalha-se pelo 
corpo todo. 
 Animais adultos. 
 PÚSTULAS: infecção bacteriana secundária. 
 
 
 Sinais clínicos. 
 Laboratorial: raspado profundo de pele na borda da 
lesão. 
 
! 
 Lâmina de bisturi. 
 Lâmina de vidro e lamínula. 
 1-2 gotas de KOH (hidróxido de potássio) 10-20%. 
 digestão das crostas. 
**MUITO SANGUE COAGULA! LEITURA DIFÍCIL. 
 RESULTADO NEGATIVO: não descartar sarna. 
 RESULTADO NEGATIVO VERDADEIRO: 
mínimo 3 exames negativos consecutivos. 
 BANHOS: amitraz, deltametrina. 
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 1 vez/semana, mínimo 4 semanas. 
 Diluição correta. 
 Sarnicidas injetáveis. 
 Ivermectinas e doramectina 200-400mg/kg SC, uma 
vez/sem, 3-4 aplicações. 
 Milbemicinas 200-250mg/kg SC, uma vez/sem, 3-4 
aplicações (6-8 meses!!!). 
 Sarnicidas tópicos (otodectes). 
 Natalene, otomax, otodem... 
 Limpar o conduto auditivo externo antes. 
 Separar animais infestados: quarentena. 
 Animais novos, feiras e exposições. 
 Causa alterações na produção animal (carne, leite, lã, ovos). 
 Rejeição dos couros: lesões. 
 Mortalidade: invasão bacteriana e micótica. 
 Aparência dos animais: alopecia, deformações, 
dermatites. 
 Miíases. 
 Custos com sarnicidas. 
 
 PROTOZOÁRIOS: 
 parasitos de hemácias. 
 transmitido pelo carrapato. 
 GRANDES PREJUÍZOS: 
 queda de produção. 
 diminuição crescimento e morte de animais. 
 custo de controle e tratamento da babesiose e vetores. 
 HEMÓLISE INTRA E EXTRAVASCULAR. 
 ESPLENOMEGALIA: baço filtra hemácias 
parasitadas e as marcadas com antígenos. 
 SINAIS CLÍNICOS: 
 febre. 
 anemia. 
 anorexia. 
 hemoglobinemia e em casos graves. 
 icterícia. 
 hemoglobinúria... 
 HEMÁCIAS SE ROMPEM: hemoglobina. 
 RINS: hemoglobinúria. 
 DESORDENS CIRCULATÓRIAS: vasodilatação, 
aumento de permeabilidade nos vasos e estase 
circulatória. 
 BABESIOSE CEREBRAL BOVINOS: obstrução 
de capilares cerebrais e sintomatologia nervosa. 
 GRAVIDADE DA MANIFESTAÇÃO: 
patogenicidade cepa ou espécie. 
 INTENSIDADE: resposta imune e idade do hospedeiro. 
 
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 TRANSESTADIAL: infecção persiste por duas 
ecdises do carrapato (ninfa – adulto). 
 TRANSOVARIANA: transmissão para o ovo. 
 
 
 ocorrência mundial. 
 região tropical e subtropical. 
 Brasil: Babesia canis vogeli. 
 
 Ásia, Brasil. 
 HI = Ripicephalus sanguineus. 
 
 
Fatores predisponentes 
 Idade. 
 Maior prevalência de anticorpos em cães com > 1 ano. 
 Infecção com a doença é mais frequente em cães jovens 
(prima-infecção). 
 B. gibsoni: idade não interfere na susceptibilidade. 
 SAZONALIDADE: África e Brasil: verão (carrapatos). 
 
 parasitemias baixas período de incubação entre 12-19 dias. 
 HI: A. cajennense e D. nitens. 
 
 
Alterações clínicas 
INFECÇÃO AGUDA 
 Anemia hemolítica. 
 Febre. 
 Anorexia. 
 Hemoglobinúria. 
 Icterícia. 
 Letargia. 
 Esplenomegalia. 
 Hepatomegalia. 
INFECÇÃO SUPERAGUDA 
 Acidose metabólica. 
 Choque. 
 Coagulação intravascular, estase vascular, hipóxia, 
síndrome respiratória inflamatória sistêmica, síndrome da 
disfunção orgânica. 
INFECÇÃO CRÔNICA 
 Mais comum. 
 Hiporexia. 
 Febre intermitente. 
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Diagnóstico 
 ESFREGAÇO SANGUÍNEA. 
 PCR. 
 SOROLOGIA: identificação de anticorpos contra 
Babesia. 
 imunofluorescência. 
 ELISA. 
Controle 
 Controle dos vetores. 
 População mínima para desenvolver imunidade contra 
Babesia. 
 REGIÕES ENDÊMICAS: imunidade colostro. 
 QUIMIOPROFILAXIA: doses subterapêuticas. 
 PREMUNIÇÃO: sangue. 
 VACINA: tríplices (B. bovis, b. bigemina, A. marginali) 
Tratamento 
 Dipropionato de imidocarb (eficaz também no tratamento 
de Rickettsia como Erlichia spp. e Anaplasma spp.). 
 Derivados das diamidinas. 
 
 Bactérias gram-negativas. 
 Parasitas intracelulares obrigatórias de células 
hematopoiéticas: 
 monócitos. 
 macrófagos. 
 plaquetas. 
 HOSPEDEIROS: canídeos, gatos, equinos, ruminantes, 
cervos, roedores e homem. 
 HOSPEDEIRO INVERTEBRADO: carrapato. 
 Rhipicephalus sanguineus. 
 Dermatocentor variabilis. 
 Ixodes scapularis. 
 Amblyoma spp. 
 Multiplica-se nos hematócitos e nas células da glândula 
salivar do carrapato. 
 INCUBAÇÃO: 8 – 20 dias. 
 Agente se multiplica no fígado, baço e linfonodos. 
 Cão é infectante apenas na fase aguda da doença. 
 Carrapato pode permanecer infectante por 1 ano. 
 Apresenta distribuição mundial. 
 ARTRÓPODES: 
 transmissão transestadial. 
 transmissão transovariana provavelmente não ocorra. 
 ANIMAIS: inoculação de cão contaminado para um cão 
sadio pelo carrapato. 
 Classificação quanto a espécie e tipos de células 
parasitadas: 
Ehrlichia canis 
 Leucócitos mononucleares. 
 HI: Ripicephalus sanguineus. 
 
 Ocorre transmissão transestadial, mas não transovariana. 
 PERÍODO DE INCUBAÇÃO: 8-20 dias. 
 FASE AGUDA DA DOENÇA: 2-4 semanas. 
 FASE SUBCLÍNICA: 6-8 semanas. 
 FASE CRÔNICA: mais comum. 
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Ehrlichia ewingii 
 Leucócitos polimorfonucleares 
 HI: Ambyomma americanos. 
 
Anaplasma platys (Ehrlichia platys) 
 Plaquetas. 
 
Anaplasma phagocitophilum 
(Ehrlichia phagocytophila) 
 Leucócitos polimorfonucleares (neutrófilos). 
 Também parasita equinos e humanos. 
 
 
 Raças puras são mais predispostas (pastor alemão). 
 IMUNIDADE: capacidade de resposta celular. 
 DOSE INFECTANTE: quantidade de carrapatos. 
 Patogenicidade da cepa ou linhagem. 
 IDADE DO ANIMAL: mais frequente em animais até 
1 ano. 
 Doenças concomitantes (Babesiose). 
 SINAIS INESPECÍFICOS. 
 Infestação por carrapatos. 
 Palidez de mucosa. 
 Petéquias e equimoses 
 Epistaxe bilateral (vasculite). 
 Hemorragia na esclerótica. 
 Hifema com descolamento de retina. 
Fase aguda 
 PI: 8 – 20 dias. 
 2 – 4 semanas duração. 
 Hiperemia. 
 Anorexia. 
 Perda de peso. 
 Astenia (perda da força). 
 Secreção nasal 
 Petéquias hemorrágicas. 
 Epistaxe. 
 Edema. 
 Vômitos. 
 Sinais pulmonares. 
 Insuficiência hepatorrenal. 
Fase subclínica 
 ASSINTOMÁTICA. 
 OCASIONALMENTE: hemorragias, depressão, 
edema, uveíte... 
 Início 40-120 dias pós-infecção. 
 Duração 6-9 meses, pode persistir 4-5 anos. 
 Áreas enzoóticas. 
 Raramente observa-se emagrecimento, apetite seletivo, 
letargia intermitente. 
 ANIMAIS IMUNOCOMPETENTES: agente é 
eliminado ou doença evolui para fase crônica. 
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Fase crônica 
 Características de doença autoimune. 
 Mesmos sinais da fase aguda. 
 Porém atenuados. 
 Apático e caquético. 
 Infecções secundárias. 
Anaplasma platys 
 Causa trombocitopenia cíclica, ou seja, os parasitas 
desaparecem e reaparecem na circulação a cada 7-14 
dias. 
 Após 4 dias de infecção, não há trombocitopenia, o 
parasita passa desapercebido. 
 Na prima-infecção, 30-60% das plaquetas podem estar 
parasitadas; nas reinfecções, somente 4%. 
 Raramente cursa em doença clínica. 
 Esfregaço sanguíneo. 
 Imprint anatomopatológico de órgão-alvos. 
 Imunofluorescência indireta. 
 PCR. 
 IMMUNOCOMB: detecção IgG contra Ehrlichia no soro. 
 + +
 
 
 
 Não existe vacina. 
 Controle do carrapato. 
 ACETURATODE DIAMINAZINA: 
 3,5mg/Kg IM. 
 dose única. 
 DIPROPIONATODE IMIDOCARB: 
 6mg/Kg SC/IM. 
 DOXICICLINA: 
 20mg/Kg/dia. 
 5-7 dias. 
 Complexo de doenças de caráter febril e hemolítico. 
 HEMOPARASITAS: do gênero babesia e anaplasma. 
 Transmissão pelo carrapato. 
 Prejuízos econômicos. 
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 HD: bovinos. 
 HI: carrapatos Boophilus microplus. 
 Região tropical e subtropical. 
 LOCALIZAÇÃO: 
 periférica: alta parasitemia. 
 viscerotrópica: infecções letais com formação de 
trombo cerebral sem apresentar anemia. 
 
 HD: mamíferos. 
 HI: carrapatos. 
 
 INTRAESTADIAL: dentro do mesmo estádio do 
carrapato. 
 TRANSESTADIAL: entre os estádios do carrapato. 
 TRANSOVARIANA: do ovário da teleógina para os 
ovos. 
 TRANSPLACENTÁRIA: vaca para bezerro > rara. 
 
 Idade do hospedeiro. 
 Estado nutricional. 
 Estado imunológico. 
 Grau de infestação. 
 Virulência do agente. 
 Associação com outros patógenos, hemoparasitas. 
 Predisposição para surtos. 
 Introdução de carrapatos em áreas livres. 
 Introdução de animais suscetíveis em área enzoótica. 
 Redução temporária dos carrapatos devido a condições 
climáticas desfavoráveis. 
Babesia bigemina 
 
Babesia bovis 
 
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 Corpúsculos esféricos. 
 Parasitas intracelular (hemácias). 
 Pequenos pontos escuros na periferia ou centralizadas 
nas hemácias. 
 
 CARRAPATO. 
 IATROGÊNICA: agulhas contaminadas. 
 Maior gravidade em animais adultos (> 3 anos). 
 Doença leve, crônica, aguda e hiperaguda. 
 PICO DA INFECÇÃO: 75% dos eritrócitos. 
 Anemia hemolítica, icterícia, febre. 
 Abortamento. 
 Morte. 
 PI: 20-40 dias. 
 
 
 :
 patogenicidade do parasita. 
 suscetibilidade. 
 animais jovens: colostro. 
 
 Presença de vetores. 
 Procedimentos no rebanho (castração. Vacinações, brinco). 
 Exame clínico. 
 Achados de necrópsia. 
 EXAMES DIRETOS: esfregaço sanguíneo, impressão 
em lâminas (cérebro). 
 EXAMES INDIRETOS: cultivo celular, sorologia, 
métodos moleculares, teste de conglutinação rápida. 
 EXAMES AUXILIARES: microhematócrito, 
hemograma, hemoglobina/hemoglobinúria, ureia, 
creatinina, AST, urinálise. 
 Tecidos pálidos ou ictéricos. 
 Hepatoesplenomegalia, vesícula biliar distendida. 
 Rins aumentados e congestos. 
 Urina amarelo-escura. 
 Petéquias nas superfícies serosas, principalmente 
pericárdio. 
 Edema pulmonar, congestão cerebral (b. Bovis). 
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 
 
 
 
 
 CONTROLE DO CARRAPATO: carrapaticidas. 
 Tratamento dos animais doentes. 
 PREMUNIÇÃO: natural, controlada. 
 Regiões do país com pouca ocorrência de carrapatos > 
cuidado com aumento da população > surto. 
 Controle exagerado de carrapatos,animal não tem 
exposição prévia, infecção aguda > morte. 
 Bezerros criados confinados (animais sem exposição 
prévia) > transferidos para o pasto > possibilidade surto 
 A exposição é desejável, mas se for muito intensa > 
doença clínica. 
 REGIÕES ENDÊMICAS: sem medidas de controle > 
manter o estímulo à resposta imune (exposição 
continuada). 
 ÁREAS DE INSTABILIDADE ENZOÓTICA 
(AUMENTOS DE CARRAPATOS): controle 
estratégico (uso de carrapaticidas, rotação de pastagens. 
 Protozooses intestinais são doenças do trato digestório 
causadas pela multiplicação de diversas espécies de 
protozoários na mucosa intestinal, causando enterites de 
graus variados. 
 GIARDÍASE. 
 AMEBÍASE. 
 COCCIDIOSES. 
 cistoisosporose. 
 criptosporidiose. 
 GIARDÍASE E CRIPTOSPORIDIOSE: infecções 
crônicas mais comuns. 
 G. duodenalis (G. intestinalis, G. lamblia): acomete 
mamíferos. 
 Ocorre mais em filhotes e jovens. 
 duodeno. 
 
 
 
Trofozoíto 
 Revestimento na mucosa: diminui absorção de alimentos 
e água. 
Forma patogênica do 
parasita, responsável pelos 
sintomas. 
Forma que permanece no 
ambiente. 
É a forma infectante, 
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 ocorre desidratação e má absorção de nutrientes 
(alteração no desenvolvimento). 
 Síndrome da má absorção: 
 irritação de mucosa. 
 interferência na absorção de gorduras. 
 alteração no funcionamento das enzimas digestivas 
por ações diretas ou alteração de pH. 
 Maioria assintomáticos. 
 Maior ocorrência de sintomatologia em animais jovens. 
 Quadro de diarreia crônica e intermitente: 
 fezes amarelas a esverdeadas. 
 odor fétido. 
 gases (distensão e dores abdominais). 
 vômito. 
 desidratação. 
 diminuição de peso. 
 morte. 
 
 
 mucosa normal mucosa atrofiada 
 Entamoeba histolytica. 
 TROFOZÓITOS: invasão do ceco e cólon; formação de 
colônias; ulcerações visíveis a olho nu; hemorragias. 
 
 
 
 
Trofozoíto 
 Invasão do ceco e cólon, formação de colônias, ulcerações 
visíveis a olho nu, hemorragias. 
 Chega aos capilares e vênulas, vai para fígado, nódulos 
linfáticos, pulmão, cérebro, pele, causando abscessos, pois 
leva bactérias intestinais junto. 
 
Forma patogênica. 
Forma infectante. 
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 Disenteria hemorrágica (hematoquezia) e/ou mucoide 
(muco) e intensa dores abdominais. 
 Vômitos. 
 Formas extra intestinais raras, mas podem levar à morte. 
 
 
 Gatos: 
 Cystoisospora felis. 
 Cystoisospora rivolta. 
 Cães: 
 Cystoisospora canis. 
 Cystoisospora ohioensis. 
 Cães e gatos: 
 Cryptosporidium sp, 
 
Cystoisospora sp. 
 Destruição das células da mucosa intestinal. 
 Alterações das vilosidades (pode sair pedaços nas fezes), 
mas geralmente não ocorre hemorragias. 
 Enterite em graus diversos, alterações nas absorções de 
líquidos. 
 Presença de Cystoisospora em fezes de cães é comum. 
 Ocorrência de sinais clínicos é maior em jovens, pouco 
comum em adultos (portadores). 
 Geralmente infecção é autolimitante. 
DIARREIA 
 Catarral ou hemorrágica. 
 Acompanhada de grande quantidade de oocistos. 
 Odor rançoso ou azedo. 
 Tenesmos. 
 Perda de peso. 
 Retardo no crescimento. 
 Ulcerações. 
 Peritonite. 
 Morte. 
 
Cryptosporidium sp. 
 Atrofia dos microvilos e não destruição de vilosidades. 
 Perda de regulação hídrica devido enterite. 
 Mais comum em animais jovens, imunodeprimidos. 
 
 
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 Diarreia aquosa e amarelada. 
 Acompanhada de grande quantidade de oocistos. 
 Morte. 
 Não confundir com fezes amareladas de neonatos (leite). 
 
 CLÍNICO: sinais clínicos e faixa etária. 
 DIFERENCIAL: helmintoses, viroses e bacterioses. 
 LABORATORIAL: 3 repetições. 
Diarreia intensa (líquida) 
 Trofozoítos de giárdia e entamoeba. 
 método direto. 
 método de Hoffman. 
 
Fezes pastosas 
 Cistos de giárdia e entamoeba. 
 método de Faust. 
 método de Sheather. 
 Oocistos de Cystoisospora. 
 método de Willis & Mollay. 
 
Cryptosporidium 
 Método de Ziehl-Neelsen. 
 ELISA, RIFI. 
Entamoeba 
 Método da hematoxilina férrica. 
 Diferenciação das espécies de amebas. 
 METRONIDAZOL: 
 cão: 25 mg/kg BID 5-7 dias. 
 gato: 10-25 mg/kg BID 5 dias. 
 FENBENDAZOLE: 
 50 mg/kg SID 3-5 dias. 
 ALBENDAZOL: 
 25 mg/kg BID 4 dias. 
 TINIDAZOL: 
 44 mg/kg SID 3-5 dias. 
 Tratamento suporte. 
 
 METRONIDAZOL: 
 cão: 25 mg/kg BID 5-7 dias. 
 gato: 10-25 mg/kg BID 5 dias. 
 Tratamento suporte. 
 SULFONAMIDAS. 
 SULFA + TRIMETOPRIM: 
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 > 4 kg: 30-60 mg/kg SID 6 dias. 
(15 a 20 mg/Kg VO ou IV 3x/dia). 
 3 a 6 meses de tratamento. 
 SUPLEMENTAÇÃO VITAMINA E (8000ui/dia). 
 atividade antioxidante. 
 FLUNEXIN MEGLUMINE (1,1 mg/Kg 2x/dia IM, SC 
ou IV). 
 FENILBUTAZONA (2 a 4 mg/Kg 1x ao dia IM). 
 MESMO APÓS TERAPIA PROLONGADA ALGUNS 
ANIMAIS NÃO SE RECUPERAM COMPLETAMENTE. 
 Protozoário. 
 Gênero EIMERIA. 
 Portanto chamado também de EIMERIOSE 
 Afeta principalmente animais jovens. 
 vitelos, borregos e cabritos. 
 Parasitas intracelulares. 
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 destruição das células do trato gastrointestinal. 
 enterite. 
 Maior prevalência em ovinos. 
 Protozoários specíficos para cada hospedeiro. 
 ciclo monoxeno. 
 imunidade parcial – autolimitante. 
 Erradicação praticamente impossível: 
 ampla prevalência. 
 grande capacidade reprodutiva. 
 resistência às condições ambientais. 
 Nomes populares: 
 diarreia vermelha. 
 disenteria hemorrágica. 
 curso negro. 
Bovinos e bubalinos 
 E. bovis* 
 E. zuernii* 
 E. cylindrica 
 E. ellipsoidalis 
 E. auburnensis 
 E. subspherica 
 E. alabamensis 
 
Ovinos 
 E. ashsata* 
 E. bakuensis 
 E. parva 
 E. crandalis 
 E. ovinoidalis 
 
Caprinos 
 E christenseni* 
 E. ninakohlakinovae* 
 E. arloingi 
 E. alijevi 
 E. hirci 
 
 Transmissão oral-fecal. 
 Água e alimentos contaminados com as fezes. 
 ingestão de oócitos esporulados. 
 resistentes a desinfetantes. 
 destruídos por dessecação luz solar e calor. 
 
 
* mais patogênica e com 
maior especificidade 
pelo hospedeiro. 
* mais patogênica e com 
maior especificidade 
pelo hospedeiro. 
* mais patogênica e com 
maior especificidade 
pelo hospedeiro. 
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Idade e aptidão 
 COCCIDIOSE AGUDA > animais jovens. 
 VITELOS: 3 semanas a 6 meses de idade. 
 VACAS ADULTAS: pós-parto. 
 BORREGOS: antes dos 3 meses de idade. 
 ANIMAIS ADULTOS: 
 stress crônico. 
 imunossupressão. 
 alta densidade populacional. 
Desenvolvimento exógeno do parasita 
 Esporulação oócitos ambiente. 
 TEMPERATURA: 28 – 31°C. 
Manejo 
 Sistema intensivo. 
 Alta densidade. 
 Alimentação no solo. 
 Contaminação de comedouros e bebedouros com fezes. 
 ARTRÓPODES: podem ser hospedeiros de 
transporte. 
 Primeiro contato com pastagens > maior risco de 
contaminação. 
Nutrição 
 Cordeiros desmame precoce > mais susceptíveis. 
 Possível que animais em boa condição corporal elimine 
oócitos. 
Severidade da doença 
 Quantidade de oócitos. 
 Localização. 
 Grau de agressão: 
 leve: rápida renovação epitelial. 
 maciça: ocupação de células da base do ceco e cólon. 
Queda da resistência 
 Desmame. 
 Transporte. 
 Procedimentos. 
 Superlotação. 
 Fatores climáticos. 
 Alimentação. 
 Diarreia. 
 Síndrome da má absorção: 
 alterações epiteliais. 
 destruição da mucosa. 
 variação da osmolaridade. 
 variação proporção absorção/secreção. 
 
 Redução capacidade digestiva. 
 Redução absorção da mucosa. 
 Redução número de células absorventes. 
 Redução ganho de peso. 
Clínica 
 Mais comum em animais jovens. 
 Rápida propagação. 
 Sintomática. 
 Pode levar a morte. 
E. ZUERNII 
 Alterações nervosas provavelmente se deve a produção 
de neurotoxinas. 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 33 de 84 
 
 Casos raros. 
 Bovinos. 
 Opistótono. 
 Tremores musculares. 
 Convulsões. 
Subclínica 
 Pouco frequente. 
 Acomete mais adultos. 
 Assintomática. 
 CONFIRMAÇÃO: contagem de oócitos nas fezes. 
 Diarreia: 
 profusa, líquida e escura. 
 odor forte. 
 pode conter mudo e sangue. 
 Desidratação. 
 Tenesmo. 
 Prolapso retal. 
 Anorexia apatia. 
 Letargia. 
 Perda de peso. 
 
 Anamnese. 
 Sinais clínicos. 
 Exame parasitológico das fezes (Willis Mollay e Gordon & 
Whitlock - Mac Master). 
 Testes sorológicos. 
 Achados de necropsia (lesões ou esfregaços). 
 Só exames de fezes não é suficiente. 
Diagnóstico parasitológico 
 Comum encontrar oócitos nas fezes de animais saudáveis. 
 DIARREIA: acima de 5000 oócitos por grama de 
fezes. 
 Alguns animais doentes podem não eliminar oócitos. 
 Fluidoterapia. 
 Drogas específicas: 
 Sulfas. 
 Amprólio. 
 Decoquinato. 
 Monensina (atb ionóforo). 
 Toltrazuril. 
 Tratamento eficaz no início. 
 Após sinais clínicos, drogas não regeneram destruição de 
tecido. 
Decoquinato 
 Esporozoíto. 
 Não administrar em vacas prenhas ou lactantes. 
Amprolium 
 Esquizontes de primeira geração. 
 Animais jovens e adultos. 
Monesin ou Rumensin 
 Reduz oócitos nas fezes. 
 Profilático. 
Sulfaquinoxalina 
 Esquizontes de 1ª e 2ª geração e formas sexuadas. 
Sulfametazina 
 Esquizontes de 1ª e 2ª geração e formas sexuadas. 
 Práticas de manejo. 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 34 de 84 
 
 Redução ou eliminação de umidade nas instalações. 
 Evitar a contaminação fecal na água e alimento dos 
animais. 
 Tratamento preventivo. 
 Desinfecção das instalações e comedouros. 
 vapor quente. 
 amônia quaternária (2-5%). 
 formalina (10%). 
 solução cresol 5% 
 lança chamas. 
 
 Doença venérea. 
 PROTOZOÁRIO: Tritrichomonas foetus (T. foetus). 
 HABITAT: trato reprodutor do macho 
 TRANSMISSÃO: 
 doença venérea. 
 monta ou IA com sêmen contaminado. 
 
 Praticamente erradicada em países que usam 
intensivamente a IA. 
 Endêmicas em países com controle sanitário deficiente ou 
produção extensiva com monta natural. 
 Transmissão mecânica pela IA e transmissão por sêmen 
contaminado = raras. 
 Touro portador assintomático. 
 Touros mais velhos: 
 maior risco – portadores permanentes (profundidade 
das criptas prepuciais). 
 FÊMEA PORTADORA: 
 mantém parasita por longos períodos 95 – 300 dias. 
 fica apta a transmitir doença para touro susceptível. 
 estação de monta. 
 registro de fêmeas que mantém parasita durante a 
prenhes > nascimento de bezerros normais. 
 
 
Touro 
 Assintomáticos. 
Vaca 
 Repetição de cio, vaginite e cervicite. 
Maria Eduarda Cabral Conteúdo com base nas aulas da Prof.ª Cristiane Abade Página 35 de 84 
 
 Endometrite e piometra. 
 Maceração fetal e aborto. 
 Abortos: início da gestação ou até o 5 mês. 
 A infecção não impede a fêmea de conceber, mas sim 
que o embrião se fixe na mucosa uterina. 
Rebanho 
 Redução taxa natalidade. 
 Estação nascimento prolongada. 
 Infertilidade. 
 Falha concepção 
 Fêmeas: 
 repetição irregulares de cio com intervalos aumentados. 
 ciclo estral prolongado 50 -70 dias. 
 abortos até 5 mês. 
 Sinais clínicos não são patognomônicos. 
 Isolamento e identificação do T. foetus em material 
prepucial e vaginal ou fetos abortados. 
 
 
 os materiais a serem 
coletados são os seguintes: 
 líquidos placentários. 
 fetos abortados ou líquido abomasal. 
 muco vaginal ou secreções purulentas. 
 principalmente o esmegma prepucial de touros. 
 In PouchTF®.
 Touros de alto valor zootécnico. 
 Dimetridazole por via oral. 
 5 dias. 
 Alto custo. 
 Tratamentos tópicos no touro testados, eficiência relativa. 
 Separação de touros e fêmeas positivos: descarte 
periódico de touros velhos (acima de 5-6 anos) e 
introdução de touros jovens testados. 
 Evitar touros "arrendados" ou utilizados em parceria. 
 Efetuar teste (cultura) dos touros duas semanas antes da 
estação de monta e após o seu término. 
 Repouso sexual das fêmeas por, no mínimo, três ciclos 
consecutivos. 
 DESCARTE SELETIVO: devem ser descartados 
todos os tourospositivos e as fêmeas que falharem na 
concepção, abortarem ou apresentarem piometra, assim 
como as que forem comprovadamente positivas. 
 Não adquirir touros de fazendas com problema de 
tricomonose, ainda que touros virgens. Não adquirir 
também fêmeas prenhas, que falharam ou abortaram. Só 
adquirir novilhas. 
 Reino protista. 
 Filo sarcomastigophora. 
 Classe zoomastigophorea. 
 Ordem kinetoplastida 
 Família 
• Gênero . 
• Gênero . 
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 FORMAS EVOLUTIVAS PRINCIPAIS: 
a) Promastigota. 
b) Epimastigota. 
c) Tripomastigota. 
d) Amastigota. 
 
 Dividido em 2 grupos, baseado no modo de transmissão: 
 secção Stercoraria – fezes do HI. 
 secção Salivaria – picada do HI. 
 HOSPEDEIRO INTERMEDIÁRIO: insetos 
hematófagos. 
 
 DISTRIBUIÇAO GEOGRÁFICA: 
 origem: continente Africano. 
 outros continentes: habilidade de adaptação à 
transmissão mecânica por dípteros hematófagos. 
 África. 
 Américas Central e do Sul. 
 Caribe e Ásia. 
 No Brasil: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, 
Paraíba, Rio Grande do Sul, Amapá. 
 TIPOS DE TRANSMISSÃO: 
 cíclico: artrópodes (triatomíneos). 
• multiplicação e mudança de forma evolutiva. 
 acíclico ou mecânico: 
• insetos hematófagos. 
• coito. 
• iatrogênica: ia, agulhas.... 
• ingestão de carcaça. 
• transfusão sanguínea. 
• congênita. 
 
Trypanosoma cruzi 
 Doença de chagas. 
 HOSPEDEIRO DEFINITIVO: humanos, primatas, 
cães, gatos e reservatórios silvestres. 
 HOSPEDEIRO INTERMEDIÁRIO: hemípteras 
(barbeiros). 
DOENÇA DE CHAGAS 
 
 hiperfunção de órgãos como esôfago, baço, coração e 
cólon. 
 aumento de tamanho dos órgãos febre irregular, mal-
estar e falta de apetite. 
 lesões nos sistemas cardíaco e digestivo. 
 no local da picada: chagoma ou sinal de romanã. 
 
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 
 pode afetar clinicamente. 
 principalmente cães e gatos são tidos como 
reservatório da doença. 
 animais silvestres também são reservatórios. 
 
 tratamento ineficaz (aguda/crônica). 
 benzonidazol. 
 nifurtimox. 
 tratamento de outras afecções resultado da 
doença: cardíaca, digestiva ou ambas 
 efeitos colaterais: anorexia, perda de peso, 
náuseas, vômitos, cefaleias. 
 
 Transmissão mecânica através da picada e insetos ou 
artrópodes. 
 Transmissão ocorre pela picada da mosca tsé tsé (doença 
do sono). 
 América do sul: não tem HI natural, mas o protozoário 
se adaptou aos tabanídeos e estomoxidíneos. 
Trypanosoma evansi/Trypanosoma 
equinum 
 Apresenta somente a forma tripomastigota. 
 HD: equinos, bovinos, caprinos, suínos, caninos, felinos e 
capivaras. 
 RESERVATÓRIO: capivara. 
 LOCALIZAÇÃO: corrente sanguínea e linfa. 
 NOME POPULAR DA DOENÇA: mal das cadeiras, 
surra. 
 Síndrome aguda, morte rápida (equinos, cães). 
 Transmissão por vetores mecânicos: 
 Stomoxys calcitrans (mosca). 
 Haematobia irritans (mosca). 
 Desmodus rotundus (morcego). 
 As duas espécies são muito semelhantes: 
 T. evansi ocorrendo na África. 
 T. equinum no brasil, podendo se tratar da mesma 
espécie. 
SINAIS CLÍNICOS 
 Febre. 
 Anemia. 
 Fraqueza. 
 Edema nas partes inferiores do corpo. 
 Petéquia sem membranas serosas. 
 Emagrecimento progressivo, caquexia. 
 Dor à palpação da garupa. 
 Alterações motoras, paraplegia, fraqueza. 
Trypanosoma equiperdum 
 NOME POPULAR DA DOENÇA: mal do coito, 
durina. 
 Apresenta somente a forma tripomastigota. 
 RESERVATÓRIO: PRIMATAS. 
 TRANSMISSÃO: coito (direta), IA (indireta). 
 Doença crônica, ↑ mortalidade. 
 SINAIS INICIAIS: 
 edema do pênis, bolsa escrotal e prepúcio. 
 corrimento vaginal, hiperemia e ulceração. 
 FASE SECUNDÁRIA: 
 placas cutâneas urticariformes. 
 sinais patognomônico da durina. 
 FASE TERCIÁRIA: 
 anemia progressiva. 
 emaciação e sintoma nervoso. 
 rigidez e fraqueza dos membros - incoordenação. 
 sintomas após o comprometimento da genitália. 
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Trypanosoma vivax 
 NOME POPULAR DA DOENÇA: tripanossomíase 
bovina. 
 TRANSMISSÃO: tabanídeos, S. Calcitrans. 
 BEZERROS: alta parasitemia com poucos sinais clínicos. 
SINAIS CLÍNICOS 
 Febre. 
 Anemia. 
 Perda da condição física e inapetência. 
 Fraqueza progressiva. 
 Conjuntivite. 
 Abortos e mortes. 
 Severa perda de peso em curto período de tempo. 
 Emaciação e caquexia. 
 
DIAGNÓSTICO 
 CLÍNICO. 
 LABORATORIAL. 
 exame parasitológico – esfregaço sanguíneo. 
 sorologia 
• imunofluorescência indireta. 
• ELISA. 
• teste de aglutinação direta. 
 PCR. 
 
 
TRATAMENTO 
 Diaceturato de diminazeno 7mg/kg. 
 Brometo de homidium. 
 Cloreto de isometamidium – não pode ser comercializado 
no Brasil. 
 Sulfato/cloreto de quinapiramina. 
CONTROLE 
 COMBATE AOS VETORES: estéreis, armadilhas 
impregnadas com inseticidas. 
 Evitar pastoreio dos animais em áreas propícias ao 
desenvolvimento dos insetos vetores. 
 Uso de inseticidas. 
 Incineração das carcaças dos animais mortos, para evitar 
a ingestão das mesmas por animais carnívoros e 
disseminar o parasita. 
 Tratamento dos animais doentes. 
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 Neospora sp. 
 Infecção congênita. 
 Aborto endêmico e epidêmico em vacas. 
 HD: cão. 
 HI: bovino, caprino, ovino, equino, cães, cervídeos. 
 TAQUIZOÍTOS PENETRA NAS CÉLULAS 
HOSPEDEIRAS: macrófagos, monócitos, células 
endoteliais vasculares, fibroblastos, hepatócitos, células 
tubulares renais, cérebro. 
 Infecção congênita principalmente em terço final da 
gestação. 
 Persistente pelo resto da vida do animal. 
 Protozoário tem tropismo pelo epitélio coriônico e vasos 
sanguíneos placentários e fetais. 
 Vasculite, inflamação e degeneração do corioalantóide. 
 Necrose disseminada dos placentomas. 
 
 Aborto. 
 Redução da produção de leite 1ª lactação. 
 
 bezerros prematuros de baixo peso. 
 bezerros podem nascer sadios. 
 
 mumificação fetal. 
 natimortos. 
 novilhas abortam mais cedo. 
 º º
 bezerros com sinais neurológicos. 
 sadio portador da doença. 
 
 disfunção motora. 
 ataxia e paralisia de membros. 
 exoftalmia. 
 hidrocefalia. 
 microcefalia. 
 baixo peso, menos massa muscular, fraqueza, dispneia. 
 
 alto índice de aborto. 
 maior número de inseminações por prenhez. 
 Dentre os materiais mais recomendados para avaliação 
sorológica que devem ser encaminhados ao laboratório: 
 feto abortado. 
 sangue e fluidos corporais. 
 Na impossibilidade do envio do feto inteiro, podem ser 
encaminhadas para o laboratório amostras teciduais de 
eleição, tais como: 
 cérebro, medula espinhal, coração, fígado, pulmão, 
músculo esquelético, rim e placenta fixadas em formol 
a 10% 
 Investigação sorológica por amostragem, em 
aproximadamente 10% dos animais da propriedade. 
 Exame histopatológico. 
 Imunohistoquímica. 
 PCR. 
 ELISA. 
 IFI. 
 Sulfadiazina. 
 Daraprima. 
 Clindamicina. 
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 Eficácia do protocolo ainda é alvo de contestações e 
devem ser criteriosamente analisados. 
 Vacina. 
 Evitar contato de cães e rebanho. 
 Proteger a água. 
 Evitar o consumo dos fetos pelos cães. 
 Evitar dar carne crua e mal cozida para cães. 
 Controle de natalidade de cães. 
 Descarte de animais positivos. 
 Sorologia cães. 
 Triagem sorológica em animais comprados. 
 Doença parasitária mais importante em aves. 
 Causadapor protozoários do gênero Eimeria, que se 
multiplicam na mucosa intestinal, causando danos na 
mucosa. 
 Causadora de grande mortalidade de aves e, 
consequentemente, de grandes perdas econômicas. 
 Mais importante em frangos de corte. 
 Pouco comum em aves poedeiras 
 Mais comum em aves jovens (maior mortalidade). 
 Doença de notificação obrigatória 
 notificação mensal de qualquer caso confirmado. 
 Uso de drogas coccidiostáticas diminui a mortalidade, mas 
a morbidade ainda é alta 
 má administração destes medicamentos. 
 resistência. 
 
Duodeno 
 E. acervulina. 
 E. praecox. 
 E. mivati. 
 E. havani. 
Jejuno-íleo 
 E. máxima. 
 E. necathrix (matrizes reprodutoras). 
Íleo 
 E. mitis.. 
 E. brunetti. 
Ceco 
 E. tenella. 
 
FILO 
APICOMPLEXA
CLASSE 
SPOROZOASIDA
SUB-CLASSE 
COCCIDIASINA
ORDEM 
EUCOCCIDIORIDA
FAMÍLIA 
EIMERIIDAE
GÊNERO EIMERIA
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 DURAÇÃO TOTAL: 4-7 dias. 
 PERÍODO PRÉ-PATENTE (PPP): 4-6 dias. 
 Do momento da ingestão do oocisto até a eliminação. 
 PERÍODO PATENTE (PP): 4-7 dias. 
 Período de eliminação dos oocistos. 
 Ave se infecta somente 1 vez, porém está sempre em 
contato com oocistos, devido a cama. 
 Fatores predisponentes: 
 características da cepa. 
 dose de infecção. 
 viabilidade dos oocistos. 
 localização intestinal: depende da espécie. 
 idade do hospedeiro: maior letalidade em jovens. 
 status nutricional e imunológico. 
 
 
 
Eimeria tenella 
 Parasita o ceco das 
aves; 
 Tamanho 19-28 x 16-
25mm. 
Eimeria acervulina 
 Parasita o duodeno das 
aves; 
 Tamanho: 17-22 x 
13-18mm; 
Eimeria maxima 
 Parasita o intestino 
médio das aves. 
 Tamanho 30 x 20 
μm. 
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 Vazio sanitário inadequado. 
 Introduz ave em galpão com oocistos remanescentes, se 
infecta na 1ª semana. 
 Na 2ª-3ª semana já inicia eliminação de oocistos. 
 Entre 3-4 semanas ocorre o pico de eliminação; ainda não 
há imunidade o suficiente, ocorre alta mortalidade. 
 Entre 4-5 semanas ainda há grande quantidade de 
oocistos. 
 Entre 5-7 semanas ocorre a diminuição dos oocistos. 
 
Intervalo entre lotes Sobrevivência (%) 
0 a 5 dias 90 a 100 
6 a 14 dias 40 a 50 
14 a 21 dias 10 a 15 
+ de 21 dias

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