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23/11/2021 14:44 Estácio: Alunos
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Avaliando o
Aprendizado
teste seus conhecimentos
Disc.: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO
Aluno(a): ROBERTA PALMA DE AGUIAR Matríc.: 202109149792
Acertos: 0,2 de 0,5 23/11/2021 (Finaliz.)
Acerto: 0,1 / 0,1
A doutrina classifica o direito sob vários enfoques. Uma das mais conhecidas é classificação do Direito em objetivo e
subjetivo.
O direito objetivo é definido como o conjunto de normas que o estado mantém em vigor com o objetivo de obrigar
uma determinada sociedade a ter um comportamento condizente com a ordem social. Em outras palavras, através
do direito objetivo determina-se a conduta que os membros da sociedade devem seguir.
O direito subjetivo, por sua vez, designa a faculdade da pessoa de agir dentro das regras do direito, é o que se
denomina de facultas agendi. Ele representaria um poder de exigir determinado comportamento de outrem,
conferido pela norma jurídica. Em outras palavras, é o poder que as pessoas têm de fazer valer seus direitos
individuais.
Em relação ao direito subjetivo, a doutrina também apresenta algumas classificações. Assinale a alternativa que
apresenta corretamente a definição de Direito Subjetivo Absoluto.
É aquele que diz respeito à relação jurídica entre uma pessoa e um bem. Como exemplo pode-se citar a
propriedade, o usufruto e demais os direitos elencados exemplificativamente no rol do art. 1.225 do Código
Civil.
É o direito subjetivo oponível erga omnes, ou seja, oponível a todos. Como exemplo de direitos subjetivos
oponíveis a todos pode-se citar os direitos elencados no art. 1.225 do Código Civil, a exemplo do uso, da
servidão, da propriedade.
É o direito subjetivo não passível de alienação por seu titular, quer por disposição legal, quer por disposição
negocial.
É aquele que não possui valor pecuniário aferível e, portanto, não são alienáveis por seu titular, a exemplo
dos direitos da personalidade.
É aquele que, em uma relação jurídica, é o direito subjetivo oponível à outra parte. Como exemplo podem
ser citados os direitos de crédito.
Respondido em 23/11/2021 14:20:19
Compare com a sua resposta:
Acerto: 0,0 / 0,1
Considere a seguinte assertiva do Ministro Paulo Brossard, quando do julgamento da ADI 2, em 6/2/92: "A lei ou é
constitucional ou não é lei. Lei inconstitucional é uma contradição em si. A lei é constitucional quando fiel à
Constituição; inconstitucional na medida em que a desrespeita, dispondo sobre o que lhe era vedado. O vício da
Inconstitucionalidade é congênito à lei e há de ser apurado em face da Constituição vigente ao tempo de sua
elaboração. Lei anterior não pode ser inconstitucional em relação à Constituição superveniente; nem o legislador
poderia infringir Constituição futura. A Constituição sobrevinda não torna inconstitucionais leis anteriores com ela
conflitantes: revoga-as. Pelo fato de ser superior, a Constituição não deixa de produzir efeitos revogatórios. Seria
ilógico que a lei fundamental, por ser suprema, não revogasse, ao ser promulgada, leis ordinárias. A lei maior valeria
menos que a lei ordinária". Supremo Tribunal Federal STF - AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE : ADI 2 DF.
Questão1
Questão2
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23/11/2021 14:44 Estácio: Alunos
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Jusbrasil. Disponível em: https://stf.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/14709444/acao-direta-de-inconstitucionalidade-
adi-85-df Acesso em: 19 Aug. 2021.
Considerando o texto acima, é correto afirmar que:
Para que o ordenamento jurídico seja considerado um sistema coerente, as contradições porventura nele
existentes devem ser expurgadas, utilizando-se, por exemplo, dos critérios de solução cronológico e
hierárquico, com vistas a privilegiar os valores certeza e segurança jurídicas.
Para que o ordenamento jurídico seja considerado um sistema coerente, as contradições porventura nele
existentes não precisam ser expurgadas, utilizando-se, por exemplo, dos critérios de solução cronológico e
hierárquico, mas sem necessariamente privilegiar os valores certeza e segurança jurídicas.
Para que o ordenamento jurídico seja considerado um sistema coerente, as contradições porventura nele
existentes devem ser expurgadas, mas a utilização dos critérios de solução cronológico, hierárquico e
especialidade são opcionais, e não existe razão necessária para privilegiar os valores certeza e segurança
jurídicas.
Para que o ordenamento jurídico seja considerado um sistema coerente, as contradições porventura nele
existentes não precisam ser expurgadas, utilizando-se, por exemplo, dos critérios de solução cronológico e
hierárquico, com vistas a privilegiar os valores certeza e segurança jurídicas.
Para que o ordenamento jurídico seja considerado um sistema coerente, as contradições porventura nele
existentes podem perdurar, mesmo utilizando-se, por exemplo, dos critérios de solução cronológico e
hierárquico. E inexiste razão para privilegiar os valores certeza e segurança jurídicas.
Respondido em 23/11/2021 14:27:32
Compare com a sua resposta:
Acerto: 0,0 / 0,1
O costume é considerado fonte do Direito desde os mais remotos tempos e é expressamente mencionado pela
legislação brasileira como tal. Sobre ele é CORRETO afirmar que:
O costume, ainda que não seja uma prática geral, é aceita como sendo Direito.
A expressão opinio juris sive necessitatis refere-se ao elemento subjetivo ou espiritual do costume.
O costume secundum legem é aquele que se aplica na falta da lei, ou seja, em caráter supletivo ou
subsidiário.
O costume consiste em uma norma jurídica não escrita, cuja formação se dá repentinamente dentro da
sociedade.
O costume praeter legem é aquele que se mostra contrário à lei, opondo-se a ela.
Respondido em 23/11/2021 14:42:22
Compare com a sua resposta:
Acerto: 0,0 / 0,1
O gato de Maria desapareceu e ela espalhou cartazes pelo bairro prometendo pagar uma recompensa de R$ 500,00
para quem encontrasse o bichano e o devolvesse. Ana, irmã de Maria, desconhecendo que a irmã espalhou tais
cartazes e realizou tal promessa, encontrou o gato e o entregou à irmã. Maria assinou um cheque de R$ 500,00 e o
entregou a Ana, mas esta recusou o pagamento porque gosta muito da irmã. Nesse caso,
Entre Ana e Maria há um negócio jurídico unilateral
PORQUE
a eficácia dessa relação jurídica é ex voluntate
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
As duas asserções são proposições verdadeiras, mas a segunda não é uma justificativa correta da primeira.
A primeira asserção é uma proposição verdadeira, e a segunda, uma proposição falsa.
As duas asserções são proposições verdadeiras e a segunda é uma justificativa correta da primeira.
Tanto a primeira quanto a segunda asserção são proposições falsas.
A primeira asserção é uma proposição falsa, e a segunda, uma proposição verdadeira.
Respondido em 23/11/2021 14:33:31
Questão3
Questão4
23/11/2021 14:44 Estácio: Alunos
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Compare com a sua resposta:
Acerto: 0,1 / 0,1
A teoria de Kelsen é "pura" em dois sentidos: (i) afirma-se livre de quaisquer considerações ideológicas, não se
emitem juízos de valor sobre qualquer sistema jurídico, e a análise da "norma jurídica" não é afetada por nenhuma
concepção da natureza do direito justo; (ii) o estudo sociológico da prática do direito e o estudo das influências
políticas, econômicas ou históricas sobre o desenvolvimento do direito ficam além da esfera de ação da teoria pura.
[...] Para Kelsen, as regras eram as características observáveis (na escrita etc.) de um sistema normativo. As regras
eram, portanto, as características de superfície do direito, e as normas sua essência interior; conquanto elas possam
ter dado origem aos atos de "vontade" de um Parlamento, ou à adoção de um costume por um juiz, uma vez aceitas
como direito adquirem existência independente; sua validadenão depende da vontade de um mandatário.
(MORRISON, Wayne. Filosofia do Direito: dos gregos ao pós-modernismo. São Paulo: Martins Fontes, 2006, p. 381,
382 e 392)
Considere as proposições abaixo acerca do texto:
I. O direito natural continua a fundamentar uma teoria pura do direito, ou seja, é base do direito positivo (norma
jurídica).
II. O direito é perspectivado internamente por Kelsen e a norma jurídica é compreendida como uma idealidade, ou
seja, um dever-ser, e não como tudo que é da natureza, ou seja, um ser.
III. Comporta a teoria de Kelsen uma validação da norma jurídica inferior pela norma jurídica superior, não cabendo,
portanto, uma validação externa, de cunho sociológico.
Está correto o que se afirma APENAS em:
II e III
I e III
III
II
I e II
Respondido em 23/11/2021 14:34:15
Compare com a sua resposta:
Questão5
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