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IMUNIDADE A 
MICRORGANISMOS
Dra. Rosa Maria Tavares Haido
Profa. Associada- Disciplina de Imunologia
IMUNIDADE A MICRORGANISMOS
? A defesa contra os microrganismos é medida pelos 
mecanismos efetores da imunidade inata e adaptativa
Inata ⇒ proporciona a defesa inicial
Adaptativa ⇒ resposta mais sustentável, mais forte
CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS RESPOSTAS 
IMUNES AOS MICRORGANISMOS
Patógenos ? resistência a imunidade inata 
? proteção depende da imunidade adaptativa
IMUNIDADE A MICRORGANISMOS
? O sistema imune responde de modos distintos
e especializados aos diferentes tipos de 
microrganismos para combater de modo eficaz
esses agentes infecciosos
microrganismos ⇒ diferentes padrões de invasão
⇒ eliminação requer sistemas
efetores diversos
IMUNIDADE A MICRORGANISMOS
? A sobrevivência e a patogenicidade dos microrganiamos
em um hospedeiro são influenciadas pela capacidade
de evadir ou resistir aos mecanismos efetores da
imunidade
Resposta imune do hospedeiro 
X
Resistência do Microrganismos
⇓
Prognóstico da Infecção
IMUNIDADE A MICRORGANISMOS
? Em muitas infecções, a lesão tecidual e a doença
podem ser causadas pela resposta do hospedeiro
ao microrganismo e aos seus produtos do que pelo
microrganismo em si Ex: Hepatite viral B (HVB)
? Imunidade adaptativa acentua os mecanismos da imunidade 
inata
? Induz células efetoras (eliminação do patógeno)
? Induz células de memória (proteção contra re-infecção)
MECANISMOS 
INATOS
MECANISMOS 
ADAPTATIVOS
ATIVAÇÃO DE 
CÉLULAS EFETORAS 
CÉLULAS DE 
MEMÓRIA
PARASITASBACTÉRIAS 
INTRACELULARES
BACTÉRIAS 
EXTRACELULARESVÍRUS FUNGOS
IMUNIDADE A MICRORGANISMOS
IMUNIDADE A MICRORGANISMOS
IMUNIDADE A BACTÉRIAS 
EXTRACELULARES
BACTÉRIAS EXTRACELULARES
? São capazes de replicar fora das células do hospedeiro
Ex: circulação, tecidos conjuntivos, lúmen das vias
respiratórias e gastrointestinais
-Invasão dos tecidos 
- Produção de toxinas
Mecanismos
IMUNIDADE A BACTÉRIAS 
EXTRACELULARES
Proteínas extracelulares (enzimas) contribuem 
para disseminação do patógeno
INVASÃO DE TECIDOS DO HOSPEDEIRO
•Exemplos:
Hialuronidase: degradação de ácido hialurônico
Colagenase: degradação da rede de colágeno
Neuraminidase: degradação de ácido neuramínico
IMUNIDADE A BACTÉRIAS 
EXTRACELULARES
Danificam células e/ou tecidos
Facilitam penetração e disseminação
Escapam das barreiras de defesa do hospedeiro
Danos geram os sinais e sintomas da doença
Conseqüências das atividades enzimáticas
IMUNIDADE A BACTÉRIAS 
EXTRACELULARES
Danos são causados por
- inflamação (bactérias piogênicas, infecções supurativas)
- toxinas (exotoxinas, endotoxinas -LPS)
LPS (endotoxina) - potente ativador de macrófagos
Exotoxinas
citotóxicas
estimulam produção de 
citocinas
interferem com fçs celulares
IMUNIDADE A BACTÉRIAS 
EXTRACELULARES
TOXINAS BACTERIANAS
• Produtos bacterianos que danificam fisicamente ou 
alteram o metabolismo das células do hospedeiro
Dois tipos:
Endotoxinas
Exotoxinas
IMUNIDADE A BACTÉRIAS 
EXTRACELULARES
Endotoxina
•Componente estrutural (lipopolissacarídeo) da 
membrana externa de Gram -
-termo-estável, fracamente imunogênica
- lipídeo A: efeito tóxico
IMUNIDADE A BACTÉRIAS 
EXTRACELULARES
• Efeito tóxico principalmente devido à resposta
- super-estimulação da produção de citocinas
- ativação da cascata de complemento
- ativação da via da coagulase
 choque tóxico
IMUNIDADE A BACTÉRIAS 
EXTRACELULARES
Exotoxinas
• Proteínas secretadas, tóxicas para células eucarióticas
• Solúveis, portanto podem ser disseminadas no 
hospedeiro
• Imunogênicas (estimulam produção de anticorpos 
neutralizantes)
•Vários tipos de classificação
IMUNIDADE A BACTÉRIAS 
EXTRACELULARES
•Grupo I:
Superantígenos:
• não são processadas 
pelos macrófagos
•ligam-se, simultaneamente, 
a MHC II e receptores em 
linfócitos T > resposta 
imune exacerbada
ex. enterotoxina e toxina da 
Síndrome do choque tóxico em 
algumas amostras de 
Staphylococcus aureus
IMUNIDADE A BACTÉRIAS 
EXTRACELULARES
Grupo II: 
•Lesam membrana citoplasmática de vários tipos 
celulares (fagócitos, hemácias, etc...) >> morte celular
•Ação: 
- maioria forma poro 
ex. hemolisina de Escherichia coli
-algumas removem fosfatos de fosfolipídios
ex. alfa-toxina de Clostridium perfringens
IMUNIDADE A BACTÉRIAS
•Toxinas com dois tipos de sub-unidade: A e B e outras que 
interferem com funções celulares
-A: atividade tóxica (é inibida⇒ toxóide)
-B: ligação a receptores específicos ( 1 ou 5 unidades)
• Inibição de síntese protéica
- ex. toxina diftérica
• Inibição de função em sinapses nervosas
- ex. toxina tetânica, toxina botulínica
• Promoção de perda de fluidos e eletrólitos celulares
- ex. toxina da cólera
Grupo III:
IMUNIDADE A BACTÉRIAS 
EXTRACELULARES
RESPOSTA IMUNE INATA
Mecanismos:
• Ativação do Complemento – Via Alternativa 
- Opsonização – receptor para C3b
- Lise – complexo de ataque a membrana (MAC)
- Inflamação (C3a, C4a, C5a)
• Receptores – manose, toll-like, etc...
• Inflamação – estimulada por produtos 
bacterianos tais como LPS, peptídeoglicano que 
induzem os macrófagos a secretar TNF, IL1 e 
IL-6
IMUNIDADE A BACTÉRIAS 
EXTRACELULARES
Ativação do sistema complemento - vias alternativa e das lectinas
Ligação via MR, CR1
Opsonização lise bacteriana inflamação
Fagocitose 
Ligação via TLR
Ativação de macrófagos
TNF, IL-1, IL-6, 
quimiocinas, 
NO, ROI
p t n s d e
 f a s e a g
u d aN O , R
O I , e n
z i m a s
C3b C3a, C4a, C5aMAC
IMUNIDADE A BACTÉRIAS
RESPOSTA IMUNE ADAPTATIVA
Resposta Humoral
• os componentes mais imunogênicos são:
polissacarídeos das paredes 
cápsulas
proteínas 
IMUNIDADE A BACTÉRIAS 
EXTRACELULARES
MECANISMOS DA IMUNIDADE ADAPTATIVA
Resposta humoral
Ags polissacarídicos: T-independentes(bactérias 
capsuladas)
Via clássica do C’ (IgM, IgG) - fagocitose, inflamação , lise
Neutralização (IgG, IgA)
opsonização (IgG, C3b) - fagocitose
Ags proteicos: T- dependente
Ativação de Th
Resposta humoral
↑ Fagocitose
inflamação
Citocinas
INF-γ
TNF
Resposta a antígenos T-independentes do tipo 2: polissacarídeos
Cápsula
Y Y Y
Linfócitos B-1
(antígenos com epítopos repetidos)
bactéria
IgM
MØ/CDFagocitose
TRL
Ativação/diferenciação
T CD4+ Tr1
O
p s
o n
i z
a r
v i
a 
c o
m
p l
e m
e n
t o
IL-6 e IL-10
1
2
3I L
- 1
0
IgG2
IL-10
As células B-1 irão conseguir auxílio das células TCD4 através da ajuda dos 
macrófagos da mucosa e/ou esplêncios da zona marginal
Linfócitos B-2
Resposta a antígenos T-dependentes: proteínas
Y Y Y
bactéria
IgM
MØ/CDFagocitose
TRL
Ativação/diferenciação
T CD4+ Th1
O
p s
o n
i z
a r
IFN-γ
IgG1 e 3 
Citocinas
Inflamação - lesão tecidual
choque séptico: colapso circulatório, coagulação 
intravascular disseminada –
TNF e IL-1 
*(super-Ag)
Anticorpos (sequelas de infecções estreptocócicas)
Febre reumática: Ac anti – ptn M de streptococcus - reação 
cruzada com ptn do músculo cardíaco e miosina
Glomerulonefrite: Ac-streptococcus depositados nos glomérulos 
nefrite 
Efeitos adversos da resposta imune
IMUNIDADE A BACTÉRIAS EXTRACELULARES
IMUNIDADE A BACTÉRIAS EXTRACELULARES
Mecanismos de Escape do Sistema Imune
cápsula - resistência à fagocitose
ácido siálico - inibição via alternativa do C’
variação antigênica - pilinas, LPS
IMUNIDADE A BACTÉRIAS INTRACELULARES
Entrada por fagocitose
Fagócito profissional (mediada pelo sistema 
imunológico)
Fagócito não profissional (ex. célula epitelial)> em 
geral, induzida e mediada por proteínas bacterianas
IMUNIDADE A BACTÉRIAS INTRACELULARES
• Produção de citocinas
• Produção de prostaglandinas
• Morte (necrose/apoptose)
Conseqüências da invasão celular
IMUNIDADE A BACTÉRIAS INTRACELULARES
Bactérias Intracelulares
Sobrevivem e multiplicam dentro de fagócitos
inacessíveis aos anticorpos
MECANISMOS DE IMUNIDADE INATA
Células NK - ativadas pela IL-12 produzidapor 
macrófagos
INF-γ
Ativação de macrófagos
Controle da infecção por pouco tempo
IMUNIDADE A BACTÉRIAS INTRACELULARES
MECANISMOS DE IMUNIDADE ADAPTATIVA
Resposta celular
escape para o 
citoplasma
via endógena
T HELPER
MHC I
T CITOTÓXICO
ATIVAÇÃO DE MACRÓFAGOS 
FAGOCITOSE
CD40L, IFN-γ
via endocítica
fagocitose
MHC II
LISE CELULAR
IMUNIDADE A BACTÉRIAS INTRACELULARES
ativação persistente de macrófago
DTH
GRANULOMA
FIBROSE
Efeitos adversos da ativação da resposta imune
IMUNIDADE A BACTÉRIAS INTRACELULARES
Mecanismos de Escape do sistema imune
- escape do fagossoma para o citoplasma
- inibição da formação do fagolisossoma
- reversão dos efeitos dos ROI
Resistência à 
fagocitose
tendência a infecções 
crônicas
IMUNIDADE A BACTÉRIAS INTRACELULARES
IMUNIDADE A BACTÉRIAS INTRACELULARES
Bloqueio da síntese de IL-12
Impedimento da fusão do fagossoma
Indução de genes para latência
Fase inicial da doença com 
replicação do 
microrganismo no interior 
do macrófago
TUBERCULOSE
IMUNIDADE A BACTÉRIAS INTRACELULARES
HANSENÍASE
TUBERCULÓIDE
Resposta celular
Morte do microrganismo 
Cura do hospedeiro
LEPROMATOSA
Resposta humoral
Comprometimento de óssos, 
cartilagens e nervos
Th1
Th2
IMUNIDADE A BACTÉRIAS INTRACELULARES
IL-12NK
Th1
Th3TGF-β
IMUNIDADE A PARASITAS
? Infecções parasitárias Protozoários
Helmintos
? Protozoários e Helmintos constituem uma 
ameaça a saúde dos homens e animais,
principalmente em países em desenvolvimento
Ex: Malária – 1 milhão / ano
Helmintos - ≥ 1 bilhão / ano
Esquistossomose - ± 200 milhões no mundo
IMUNIDADE A PARASITAS
? Em países desenvolvidos - oportunistas 
Ex: Toxoplasma gondii, Cryptosporidium parvum
? EUCARIOTOS ≠ BACTÉRIAS e FUNGOS
• ciclo de vida complexo
• diferentes estágios que se desenvolvem na 
água ou solo, em Artrópodes e 1 ou mais hospedeiros mamíferos
• cada estágio expressa moléculas únicas
• muitos passam por estágios replicativos intra e extracelulares
⇒ diferentes formas de RI
IMUNIDADE A PARASITAS
PROTOZOÁRIOS ⇒ unicelulares
⇒ tamanho estágios intra e extracelular
⇒ reprodução assexuada
⇒ Malária - 1 picada = doença severa
HELMINTOS ⇒ são multicelulares
⇒ exclusivamente extracelulares
⇒ reprodução sexuada (1 ovo= 1 larva)
⇒ necessita várias exposições do hospedeiro
IMUNIDADE A PARASITAS
Protozoários e Helmintos
Infecções
Crônicas
Infecção x Doença clínica
Imunidade a Parasitas
Infecções por Protozoários
Imunidade a Parasitas
Infecções por Helmintos
IMUNIDADE A PARASITAS
?RI celular ⇒ necessária ao controle das infecções
⇒ T citotóxicos e Macrófagos ativados
⇒ TCD4+ são importantes na produção de Acs
envolvidos na ativação do complemento e ADCC
? Imunopatologia: injúria do tecido devido a RI
? indução de TH1 leva a resolução da doença
? indução de TH2 leva a progressão da doença
TH1 / TH2 E SUAS CITOCINAS REGULAM A RI 
AOS PARASITAS
IMUNIDADE A PARASITAS
IMUNIDADE A PARASITAS
PAPEL DAS CITOCINAS
?Il-12
• inicia a RI mediada por TH1 (parasitas 
intravesiculares)
• produzida por macrófagos, DC e célula B em 
resposta a infecção por protozoários
• estimula a produção de IFN- γ
• IFN-γ ⇒ resolução da doença
ativação de Macrófagos 
NK
TH1
IMUNIDADE A PARASITAS
Exemplos:
• cmdg + Ac a-IL-12 ou a-IFN-γ ⇒ morre na 
fase aguda da infecção por Toxoplasma gondii
• cmdg geneticamente susceptível a L.eishmania
major devido a resposta TH2 (tratamento com IL-12 
recombinante promove a cura e resistência a re-
infecção
IMUNIDADE A PARASITAS
? IL-4
• inicia a RI mediada por TH2 (Helmintos)
• altos níveis de IgE e eosinófilo no sangue e tecidos
• hiperplasia de mastócittos
• induzidos por citocinas TH2
• produção inicial de IL-4 : ausência de IL-12, NK T1.1
• também produzida por: Tγδ, mastócittos, basófilos e 
eosinófilos
Papel das 
Citocinas
IL-12 ⇒ TH1
IL- 4 ⇒ TH2
IMUNIDADE A PARASITAS
IL-10
• produzida por TH2
• inibe TH1
• produzida por células T e várias outras células 
inclusive Treg1(potente inibidor de TH1 e Th2)
• inibe a apresentação do Ag
• importante na prevenção de dano associado a 
infecção crônica (imunopatologia)
• papel crítico no balanço doença/proteção
IMUNIDADE A PARASITAS
TGF-β
• produzido por monócitos ativados, Treg e outras
células inflamatórias
• também reduz certas respostas TH1
• tem atuação sinérgica com IL-10 inibindo a 
função efetora dos macrófagos
IMUNIDADE A PARASITAS
Resposta adaptativa a 
HELMINTOS
• infecção na ausência de IL-12
• não induz de IL-12 (extracelular)
• ausência de IL-12 favorece a 
polarização TH2
• IL-4 induz produção de IgE
• Eosinofilia (receptor FcεR)
• Degranulação de mastócitos
IMUNIDADE A PARASITAS
Toxoplasmose
Infecção 
crônicaIL-10
Inibe 
Ativação de 
Macrófago
Ativação de 
macrófago
Ausência de 
IL-10
RI 
inflamatória 
exacerbada
Resposta Adaptativa a PROTOZOÁRIOS
IMUNIDADE A PARASITAS
Filariose
Produção de IL-10 correlaciona-
se com altos níveis de infecção e 
baixa manifestação de sintomas 
da doença
Esquistossomose
Crônica 
Granuloma ao redor 
dos ovos
IMUNIDADE A PARASITAS
IMUNIDADE A PARASITAS
Malária
• Dano tissular associado a superprodução de 
citocinas pró-inflamatórias – TNF-α
• severidade é inversamente proporcional a 
produção de TGF-β (previne a imunopatologia)
IL-10 e TGF-β produzidas por células T Ag-
específica que não produzem citocinas TH1 ou 
TH2 = Treg 1 ou TH3
IMUNIDADE A PARASITAS
IMUNIDADE A PARASITAS
Variação antigênica
de VSG de T. brucei = 
escape de Acs
IMUNIDADE A PARASITAS
Variação antigênica de 
PfEMP-1 em P. 
falciparum = escape 
de Acs
IMUNIDADE A FUNGOS
Micoses
• importante causa de morbidade e mortalidade em humanos
• podem ser: endêmicas – esporos inalados do meio ambiente
oportunistas – só em imunocomprometidos
• extra e intracelulares
• RI é uma combinação da RI humoral e celular 
IMUNIDADE A FUNGOS
Resposta Imune Inata
Fagocitose
• envolvimento dos receptores TLR 
(2 e 4)
• participação do Complemento (via 
alternativa) ⇒ Opsonização
IMUNIDADE A FUNGOS
Resposta Imune Adaptativa
• RI celular e humoral estão envolvidas
• Célula T ⇒ produção de citocinas que ativam 
mecanismos fagocíticos e citotóxicos dos 
macrófagos e auxiliam as células B
• TH1 ⇒ IFN-γ ⇒ IgG1 e IgG3 (opsoninas)
• Células B.1 ⇒ reconhecimento de polissacarídeos
• AIDS ⇒ redução de CD4 associada a ocorrência 
de infecções por fungos
IMUNIDADE A FUNGOS
Resposta Imune Adaptativa
• Célula NK ⇒ Destruição direta do fungo por 
ADCC (IgG1 e IgG3)
• T citotóxico⇒ produção de IFN-γ, granuloma
IMUNIDADE A FUNGOS
Resposta Imune Adaptativa
• Célula NK ⇒ Destruição direta do fungo por 
ADCC (IgG1 e IgG3)
• T citotóxico⇒ produção de IFN-γ, granuloma
IMUNIDADE A FUNGOS
Resposta Imune
Resposta TH1 ⇒ Proteção
Resposta Imune TH2 ⇒ Não protetora
RI Celular ⇒ Inflamação granulomatosa é mais 
sensível e é uma causa importante de injúria do 
tecido do hospedeiro
RI Humoral⇒ importante no diagnóstico sorológico, 
não tem eficácia comprovada
IMUNIDADE A FUNGOS
Exemplos:
Histoplasma capsulatum – vive no interior dos fagócitos, 
eliminação pelos mesmos mecanismos contra bactérias 
intracelulares
Cryptococcus neofprmans – colonizam pulmões e cérebro de 
hospedeiro imunocomprometido; eliminado pela combinação de 
respostas por TH1 e TH2
Candida albicans – colonização inicia em superfícies mucosas a
Imunidade celular previne a disseminação do fungo
IMUNIDADE A FUNGOS
EVASÃO
• Produção de cápsula 
• Sobrevivência no interior de fagócitos através da 
neutralização dos intermediários reativos de 
oxigênio
(ROIs)
• Liberação de produtos e antígenos fúngicos no 
sangue
• Desvio da RI: TH1 TH2 
IMUNIDADE A FUNGOS
IMUNIDADE A VÍRUS
Microrganismos 
intracelulares 
obrigatórios
Penetração ativa na 
célula através de 
receptores específicos
Citosólicos
IMUNIDADE A VÍRUS
Imunidade Inata
• Interferência viral -IFN tipo 1 (inibe a 
disseminação dos virus
• Células NK – eliminação das células infectadas
IMUNIDADE A 
VÍRUS
IFN tipo I
IMUNIDADE A 
VÍRUS
Célula NK
IMUNIDADE A VÍRUS
Imunidade Adaptativa
Resposta Humoral
• importante no estágio inicial da infecção, antes do 
vírus penetrar na célula (extracelular)
• também importante contra os vírus liberados por lise 
celular (efeito citopático)
ACS NEUTRALIZANTES
• impedem a penetração do vírus ex: ac a- hemaglutinina dos 
vírus Influenza e sarampo
• impedem a disseminação célula-célula ex: ac a-Ag de fusão 
do vírus do sarampo
IMUNIDADE A VÍRUS
ACS FIXADORES DE COMPLEMENTO
• ativação da via clássica ⇒ lise (vírus envelopados)
citotoxicidade C-dependente
• Fagocitose ⇒ Acs opsonizantes
IgA (RI secundária contra vírus nas mucosas)
IMUNIDADE A VÍRUS
Imunidade Adaptativa
Resposta Celular
T citotóxico
IMUNIDADE A 
VÍRUS
Colaboração 
de TCD4
IMUNIDADE A VÍRUS
IMUNIDADE A VÍRUS
Efeitos Adversos da Resposta por T citotóxico
LCMV – vírus da coriomeningite leucocítica em cmdg
Inflamação das meninges
Tc vírus específico ⇒ destruição das células infectadas 
lesão celular
Cmdg deficiente de T é portador crônico sem lesão patológica
IMUNIDADE A VÍRUS
No Homem:
• HVB ⇒ indivíduos imunodeficientes não desenvolvem a 
doença = Portadores
⇒ indivíduo sadio = desenvolve a Doença
• HVB ⇒ fígado de paciente com hepatite aguda e crônica 
tem muito TCD8 e Tc
• RI para a infecção viral pode causar doença:
• Infecções persistentes ⇒ formação de complexos imunes
Vasculite sistêmica
• Mimetismo Molecular⇒ ptns virais de reação cruzada com 
Ags próprios
IMUNIDADE A VÍRUS
IMUNIDADE 
A VÍRUS
Mecanismos de 
Evasão

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