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SUS e rede de atenção

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Lara Fernandes – Enfermagem UFRJ – Cuidados I 
• O SUS não está somente na estrutura da saúde. A 
anvisa por exemplo, é responsável pela vigilância e 
fiscalização. 
• O SUS é amplo, para além de tratar doenças, com 
participação em diversos cenários. 
• O que é saúde? É a ausência de doenças, o bem-estar 
biopsicossocial. A saúde é ampla, com diversos 
contextos que se juntam para definir a saúde. Ex.: 
água, bairro. 
MODELO ASSISTÊNCIAL DE SAÚDE 
• Aspectos econômicos + sociais + culturais + biológicos= 
somados a uma visão integrativa das ações e dos 
serviços de saúde. 
SISTEMA ÚNICO DE 
SAÚDE (SUS) 
• Surge na década de 90, com a lei 8080. 
• O acesso ao sus possui os seguintes princípios 
doutrinários: 
INTEGRALIDADE 
• Começo, meio e fim. 
• Promoção, prevenção, recuperação e reabilitação. 
UNIVERSALIDADE 
• Todos têm direito a saúde, em todos os níveis de 
atenção a saúde. 
EQUIDADE 
• Igualdade e justiça, evidenciando o atendimento de 
acordo com as necessidades individuais. 
 
• Pensa no todo (complexidade), que precisa de 
inúmeros investimentos. 
• Porta principal do SUS: atenção básica. 
• As ESFs só estão disponibilizadas de acordo com as 
necessidades e demandas de cada bairro. 
• O SUS lida cotidianamente com a pluralidade: a 
população brasileira é muito ampla e precisa ser 
suprida. Cada lugar é unificado, relacionado ao 
tamanho da população e gestão. 
GESTÃO DO SUS 
• As 3 esferas (governo federal, estados e municípios) 
dividem a responsabilidade de forma integrada, 
garantindo o atendimento de saúde gratuito a 
qualquer cidadão através da parceria entre os 3 
poderes. 
PARTICIPAÇÃO DA INICIATIVA PRIVADA 
• Em locais onde há alta de serviços públicos, o SUS 
realiza a contratação de serviços de hospitais ou 
laboratórios particulares para que não falte assistência 
às pessoas. Desse modo, estes locais também se 
integram à rede SUS, tendo que seguir seus princípios e 
diretrizes. 
LEI 8142/90 
• Participação social nas tomadas de decisões como 
cidadão, nos conselhos e conferências de saúde 
municipais, estaduais, federais e nacionais (mais 
aberta, para entender as diretrizes e doutrinas do SUS), 
por voto. Prevê a participação dos profissionais de 
saúde e dos usuários. 
DESCENTRALIZAÇÃO 
• Municipalização da gestão dos serviços. O município 
fica responsável por fazer a gestão dos serviços, dos 
recursos humanos e materiais, estudar as regiões do 
seu município. 
REGIONALIZAÇÃO 
• Racional distribuição dos recursos entre as regiões. 
Prevista que tenha relação com a demanda. 
HIERARQUIZAÇÃO 
• Níveis de atenção da saúde (primário, secundário e 
terciário). 
Sus e Rede de Atenção 
 
Lara Fernandes – Enfermagem UFRJ – Cuidados I 
• Estabelecimento de fluxos assistenciais. Mesmo com o 
paciente chegando ao último nível de atenção, precisa 
retornar ao primeiro nível de atenção. 
NÍVEIS DE ATENÇÃO Á 
SAÚDE 
 
• A vida acontece na atenção básica e pode acabar no 
nível terciário com o transplante de órgãos. Porém, 
entre esses extremos há outros serviços como UBS e 
UPA. 
• Ilustra a porta de entrada, o meio do caminho (diversos 
serviços) e a possibilidade do transplante de órgãos 
como último serviço, ou, se não há óbito, retorno para 
a atenção básica. 
ATENÇÃO BÁSICA 
• É a porta de entrada: UBS/postos de saúde, centros de 
saúde, unidade de saúde da família, visita domiciliar, 
escolas e centros comunitários. 
• É prevista realização de procedimentos básicos. 
• Tem a capacidade de solucionar a maioria das 
situações percebidas, com a finalidade de não 
sobrecarregar centros especializados e hospitais. 
ESTRATÉGIAS DE SAÚDE DA FAMÍLIA 
• Programa de gestão federal e municipal, que promove 
acompanhamento das famílias com equipes reduzidas, 
e trabalha na questão de microrregiões. 
UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE 
• Se na região não há ESFs, ele se torna a porta de 
entrada do auxílio. Maior equipe. 
CENTROS DE SAÚDE 
• A população geral é atendida. 
 
CENTROS COMUNITÁRIOS 
• Igrejas e praças, por exemplo. 
NÍVEL SECUNDÁRIO 
• Ambulatórios especializados, UPA – Urgência e 
Emergência e hospitais de média complexidade. 
UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO 
• Gerenciamento dos estados (em Macaé é municipal). 
• O paciente não deve ficar internado. 
• O usuário tem uma situação aguda grave emergencial 
que não pode esperar uma consulta da ESF, com 
classificação de risco, podendo ou não haver 
observação do paciente na sala vermelha com 
administração de medicamentos. 
AMBULATÓRIOS ESPECIALIZADOS 
• Núcleo de saúde da mulher, casa do curativo, dona 
alba. 
• Procedimentos e tratamentos de situações agudas e 
crônicas. 
• Tecnologia avançada. 
NÍVEL TERCIÁRIO 
• Hospitais de atendimento de alta complexidade. HPM. 
• Tecnologia super avançada. 
• Suporte de vida. 
DIFERENÇA ENTRE UBS, UPA E HOSPITAL 
• Possuem níveis de complexidade diferentes. 
• Tecnologias diferentes. 
• UBS tem o papel de referenciar o paciente para o nível 
secundário. 
UBS 
• Atendimento de rotina. 
• Segunda ou sexta (horário comercial), marcação de 
consultas, exames, imunização, tratamento 
odontológico, pré-natal e acompanhamento de 
indivíduos hipertensos e diabéticos. 
UPA 
• Urgência e emergência, 24h, sete dias da semana. 
Atendimento de situações agudas. 
HOSPITAIS 
• Atendimento de média a alta complexidade. 
Lara Fernandes – Enfermagem UFRJ – Cuidados I 
• Pequeno porte: capacidade normal ou de operação de 
até 50 leitos. 
• Médio porte: 51 a 150 leitos. 
• Grande porte: 151 a 500 leitos.

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