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Equideocultura Introdução à equideocultura Origem dos Cavalos (Ásia e Europa) Eohippus (50 milhões anos atrás) dedos acessórios Mesohippus (35 m) Crina, membros mais parecidos com os cavalos Merychippus (10 m) Mudança de ambiente migração, mais pernalta, perda de função dos dedos acessórios - Pliohippus (5 milhões) Equus (Presente) Atleta por natureza (velocidade), aumento da última falange Cavalos Primordiais - 4 dedos radio/ulna separados, cabeça menor, cabeça pequena, Cavalos Atuais - Único dedo - casco resistente córneo, dentes e crânio maiores Se tornaram animais mais capazes de correr longas distancia e altas velocidades Animalia Cordata Mammalia Perissodactyla Equidae Equus Classificação E.caballus/ E.asinus m p Herbívoro - volumoso Monogástrico que precisa de volumoso Ceco-cólon funcional - Bactérias que fermentam e digerem a fibra Ele é predado Atento e curiosos Hábito gregário ( gosta de ficar junto com outros) Fazem harém /territorialista zurra (som do jumento) relincho (som do cavalo) Características Domesticação Fonte de Alimento Posteriormente um instrumento de conquista, transporte, carga tração Comportamento ´É necessário estar atento ao comportamento Interações sociais Comportamento agressivo Comendo fezes - Estresse, frustação ou dieta inadequada Estereotipoia ou comportamento estereotipado - Movimentos repetitivos que não apresentam função aparente Podem aparecer pela adaptação no ambiente ou comportamento inadequado Pq as horas do dia são diferentes na vida livre e em baia? Cruzamento: Jumento (equus asinius) x Égua (equus cabalus) = mula ou burro Jumenta (equus asinus) x Garanhão (equus caballus) = Bardoto super burro = (jumento) x (égua Bretã) 5 liberdades Livre de fome, sede e má nutrição Livre de dorm injúria e doenças Livre de desconforto Livre de medo e estresse Livre para expressar seu comportamento natural Indicadores indiretos - Relacionados ao ambiente. Infraestrutura, sistema de manejo, recursos humanos envolvidos Indicadores diretos - Estado de saúde, comportamento, reações Bem-Estar Vida reprodutiva a partir de 36 meses Eguas prenhas n deverão ser montada Castração apenas pelo med vet Reprodução Cura do umbigo, mecônio e mamada do colostro Desmame 5 meses de vida Potros Seguir o programa alimentar água de boa qualidade a vontade Forrageiras e sal de boa qualidade N misturar conc e volu Alimentação Iniciar a doma a partir de 36 meses Não agredir o animal Sem violência e respeitando os limites Doma e equitação Ferrageamento a partir de 36 meses Limpeza dos animais estabulados diariamente Casqueamento e ferrageamento Seguir planilhas de treinamento Devem ter período de descanso Uso de matérias adequados, flexíveis e confortáveos Treinamento N usar violencia Realizar parada de 15 min a cada 4 horas Instalações seguras Transporte Realizar quarentena de animais de outros lugares Sanidade Aprumos Animal em posição quadrupedal, com seu peso distribuido igualmente pelos 4 membros, sem defeitos Linha vertical parte da ponta da espádua e vai até o solo A Vertical deve dividir exatamente a frente da espadua, joelho, codilho, quartela e pé Falha de aprumos Membros Anteriores Fechado de Frente Aberto de frente Joelho ficam juntos para dentro a canela e os cascos para dentro da linha vertical Joelhos ficam para fora assim como e a canela e os cascos também ficam para fora da linha A ponta dos cascos ficam juntos pra dentro Joelhos fechados Esquerdo Joelhos ficam juntos para dentro porem os cascos abrem um pouco para fora da linha Ajoelhado Sobre si Membro (quartela e boleto) estão para trás da linha e joelho pra frente Membro (quartela e boleto) estão para trás da linha Acampado de Frente Transcurvo Em vista lateral a canela, boleto e casco estão a frente da linha da espadua chegando a ponta (30 graus) Em vista lateral dianteira a canela, boleto e casco estão a atrás da linha da espadua chegando a ponta (2S0 graus) Linha vertical da ponta da nádega tocando a ponta do jarrete e de trás da canela A vertical da ponta da nádega deve cortar o jarrete, canela e casco Fechado detrás Aberto detrás Jarrete ficam juntos para dentro das linhas verticais os cascos ficam alinhadas com a linha Jarretes ficam abertos para fora assim como os cascos também ficam para fora da linha Jarretes Fechado Jarretes Abertos Jarretes ficam juntos para dentro das linhas verticais os cascos ficam desalinhados para fora Jarretes ficam desalinhados e abertos das linhas verticais os cascos ficam desalinhados para fora Adiantado detrás Toda a extensão da perna se adianta em relação a linha vertical na ponta da nádega e se aproximando a ponta da patela Acampado detrás Arcurvilhado Toda a extensão da perna cruza para trás em relação a linha vertical na ponta da nádega, principalmente os jarretes e o boleto e quartela Ocorre uma grande tensão no jarrete fazendo com que ele fique fora da linha pela visão lateral Morfometria Mensuração da altura ou certas medidas do equino Altura à cabeça Altura à cernelha Altura à garupa Comprimento do corpo Perímetro do tórax Perímetro da canela 1. 2. 3. 4. 5. 6. Largura da garupa Largura da cabeça Largura do peito 1. 2. 3. Altura Cavalos grandes - Superior a 1,60m Cavalos médios - Entre 1,50 e 1,60m Cavalos pequenos - Altura inferior a 1,50m Largura Cavalos de tração - larguras grandes Cavalo de sela - Largura médias Altura e comprimento Cavalos de tração - Quando o comprimento é maior que a altura Cavalos de sela - Quando a altura é igual ou pouco maior que o comprimento Peso Cavalos de cumétricos - entre 350 e 550kg Cavalos hipométricos - abaixo de 350kg Sistema de criação Extensivo Criação a pasto 1 hectare por animal Necessidade de suplementação na esta seca Intensivo Animais mantidos em baia Semi-intensivo Animais soltos em parte do dia ou da noite pequena e média propriedade Sistema econômico + utilizado Animais com mais condicionamento físico Bem-estar Riscos de acidentes Maior suscetibilidade a doenças Pastos de baixa qualidade Controle Nutricional Menor exposição a doenças Alto custo Risco de distúrbios digestivos Estresse Clima: Frio e seco Depende de qual criação Fertilidade do solo Disponibilidade de água Disponibilidade de alimentos e cama Proximidade de estradas ou rodovias Solo úmido - forragem de boa qualidade problemas de casco Solo pedregoso - lesões de cascos Instalações Acidentada Esforços excessivos Aparecimento de patologia Topografia Várzea Pastagens inferiores e problemas de cascos Ondulada Escoamento de água Bom desenvolvimento Construções Distante das demais instalações, calmas Facilidade de tato Lugar alto e protegido de ventos frios Sentido Norte-Sul se em forma de I Iluminação natural e artificial de qualidade Piso firme e seco Boa circulação de vento Cavalariça Número de animais Topografia do terreno Facilidade de acesso Poder ser simples Folha dupla - Parte de baixo 1,20 e de cima 0,80m Portas Colocadas de 1,50 a 1,70 do chão Tamanho de 1 por 2m Janelas 2,40 a 4,50 quando for dupla Corredores Tijolos Concreto - Bom escoamento e pouca umidade/ Duro e frio Pedra - Pouca umidade/Duros, frios Madeira - Bons/Conservam umidade Terra socada - Macio/ conserva umidade e pobre escoamento Piso Ideal uma cama para acompanhar os pisos Palha de trigo e aveia - + Duráveis e sem problemas de ing Serragem de madeira ou casca de arroz -Duráveis e prob de ingestão Cama Individuas Ausência de ângulos facilita a limpeza 0,50-0,80 do chão, 20 a 30 de profun, 0,60 comp e 0,34 largura Comedouros 60L/dia Alvenaria ou fibra Bebedouros automáticos (com boia ou acionável) Bebedouros Arame farpado ou liso (evitar pelo risco de lesão), choque Madeira Bebedouros automáticos (com boia ou acionável) Cercas Limpeza das baias e corredores Bebedouros e comedouros Manutenção das instalações e cavalariças Piquetes limpos e secos Manutenção das instalações Refeitório, banheiros adequados Intervalos na jornadade trabalho EPI, botas de borracha, óculos Salubridade dos funcionários Exemplo de indicações para tratamento através da equoterapia