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Existem diversos tipos de cabos de bisturi, o 
mais utilizado é o cabo número 3, mas o cabo 
de bisturi roliço também é bastante indicado 
para cirurgias periodontais pois conferem 
melhor empunhadura do mesmo. 
Juntamente com o cabo, utilizamos a lâmina 
de bisturi 15 C para cirurgias periodontais. O 
formato desta lâmina permite a incisão formato desta lâmina permite a incisão 
dentro da porção interdental estreita do 
retalho.
4.2 Cabo e lâmina de Bisturi
4.3 Gengivómetro de Kirkland nº 15
Foices09
Enxadas09
Limas10
Cinzéis10
Pedras de afiar10
Curetas07
3. Instrumentais periodontais para raspagem07
Tunelizadores 15
Brocas de alta rotação diamantadas números 1011, 1013, 1090 e KG 95714
Porta agulha Castro Viejo 14
Tesoura de Goldman-Fox reta ou Iris15
Afastador Minessota15
Gengivótomo de Orban n1-213
Cinzel e Micro Cinzéis de Fedi e de Ochsenbein13
Lima para osso Schluger n 9-10 e Buck n 11-1214
Descoladores de Molt 2-4, de Freer e Micro Freer14
Cabo e Lâmina de Bisturi13
Instrumentais Básicos: carpule, kit clínico e curetas12
Gengivótomo de Kirkland n 1513
4. Instrumentais periodontais para cirurgia11
5. Referências16
Sonda exploradora nº 504
Espelho bucal nº 504
Sondas Periodontais: PCP15, Nabers, Goldman Fox, Williams, PCP12.05
Pinças clínicas04
2. Instrumentais para análise clínica04
1. Introdução03
Sumário
Analisando a parte ativa em relação às outras partes é possível descrever os seguintes 
ângulos:
Ângulo de inclinação do 
instrumento:
Formado pela face coronária 
do raspador e a parte 
inferior da haste do cabo do 
instrumento pode estar 
entre 60º e 90º.
60º90º
45º
90º70º80º
Ângulo de corte do 
instrumento:
Formado pela interseção da 
face coronária com a face 
lateral da ponta ativa do 
instrumento, deve estar 
entre 70º e 80º.
Ângulo de trabalho: 
Formado pela face coronária 
da ponta ativa do 
instrumento e a superfície 
dentária; deve estar entre 
45º e 90º.
1. CABO DO INSTRUMENTO:
Parte da empunhadura, possui Parte da empunhadura, possui 
ranhuras e se apresenta oco, de 
forma cilíndrica, oitavada, 
sextavada ou serrilhada 
permitindo, assim, melhor fixação 
do instrumento pelo operador. 
Devem ser padronizados, 
apresentando 130mm de apresentando 130mm de 
comprimento, peso médio de 20 
gramas e diâmetro máximo de 8 
mm, conferindo leveza e 
delicadeza na empunhadura.
2. HASTE:
É a parte localizada entre o cabo e É a parte localizada entre o cabo e 
a lâmina ou ponta ativa, chamada 
de parte intermediária, possuindo 
um tratamento térmico para 
torna-la menos flexível. Deve 
apresentar 30 mm de 
comprimento, ser reta nos 13 mm 
primeiros a partir da junção com o primeiros a partir da junção com o 
cabo, e ângulos nos 17 mm 
restantes, podendo ser reto, 
monoangulada ou biangulada. 
3. PONTA ATIVA:
Também denominada lâmina Também denominada lâmina 
(PARTE CORTANTE), permite as 
classificações em curetas, foices, 
entre outros instrumentais 
utilizados na periodontia. Essa 
possui face lateral, dorso, face 
coronária e bordos cortantes. Seu 
desenho vai variar conforme a desenho vai variar conforme a 
finalidade do instrumento e a área 
a ser tratada.
Cada grupo de instrumento possui características específicas, é comum os clínicos desenvolve-
rem variações com as quais eles operam com mais eficiência. Instrumentos pequenos são reco-
mendados para colocar dentro das bolsas periodontais sem lesar os tecidos moles 
(CARRANZA,2012). 
As partes dos instrumentos periodontais possuem as seguintes denominações: ponta ativa, 
haste e cabo, como vemos na figura a seguir:
1. Instrumentais de Periodontia
@dra.periodonto @perioprof
O espelho bucal tem a funcionalidade de 
auxiliar na visualização indireta ao analisar a 
cavidade oral em um exame Intra-Oral. 
2.1 Espelho bucal nº5:
As pinças clinica elas tem 
pontas serrilhas tendo o 
intúito de melhor 
adaptação na pega dos 
materiais sendo mais 
seguro e exercendo assim 
melhor sua função, mas a pinça DP317 tem 
um diferecial, pois essa não apresenta 
serrilhas em suas pontas, pois o que torna 
ideal para a pega de materias mais 
delicados e que não podem sofrer 
impactos, como por exemplo chips 
antimicrobianos.
Você Sabia?
Como no nome mesmo já insinua esse serve 
de apoio para pinçar materiais minuciosos e 
levá-los à cavidade bucal, como por exemplo 
os roletes de algodão.
2.3 Pinças clínicas
analisar após um procedimento restaurador se 
essa está bem adaptada ser oscilações e 
desnivelamento. Além de usados também para 
localizar os depósitos subgengivais e as áreas 
cariadas e para checar a lisura das superfícies 
radiculares após o alisamento radicular.
Consiste em uma ponta em gancho numa 
extremidade ou de duas pontas em gancho 
uma em cada extremidade do instrumento, 
dependendo do modelo.
A ponta do gancho possui um ponto afiado 
que serve para assegurar a sensibilidade tátil 
na utilização do instrumental.
Seu principal uso dentro da Odontologia é o Seu principal uso dentro da Odontologia é o 
de verificar a presença retenções mecânicas 
nos preparos cavitários do dente para 
retenção do material restaurador dental e/ou 
2.2 Sonda exploradora nº 5
Os instrumentais para análise clínica devem 
ser apropriados para uma melhor 
visualização do que precisa ser notado. São 
aqueles que auxiliam numa procura, que 
nesse caso seria o diagnóstico. Para isso, 
vamos ver aqui algum desses e como eles 
podem ajudar!
2. Instrumentais para análise clínica
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@dra.periodonto @perioprof
As funções periodontais 
podem ser resumidas em 
quatro:
• Localizar e mesurar o fundo da bolsa;
• Mensurar o Nível Clínico de Inserção (NCI) 
ou Perda de Inserção (PI), bem como de 
recessões gengivais;
• Avaliar Sangramento à Sondagem (SS) e 
supuração;
• Detectar cálculos supra e subgengivais, • Detectar cálculos supra e subgengivais, 
bem como o alisamento radicular;
Você Sabia?
Instrumento afilado, de forma cilíndrica 
calibrado em milímetros, com uma ponta 
esférica ou romba, variando suas 
milimetragens a depender do tipo de sonda. 
Tem como objetivo localizar, mensurar e 
indicar a profundidade das bolsas 
periodontais analisando a perda de inserção, 
tendo sua extrema importância no tendo sua extrema importância no 
diagnóstico da doença periodontal. Além de 
servir também para detectar cálculos supra e 
subgengival seja antes, durante ou depois do 
procedimento de raspagem, também tem 
função para detectar cáries, irregularidades 
no cemento, anormalidades na morfologia, 
examinar contorno de restaurações. Sendo examinar contorno de restaurações. Sendo 
importante a sondagem antes, durante e 
depois da raspagem e aplainamento 
radicular, pois detecta presença, distribuição 
e quantidade de cálculo aderido ao dente.
Existem alguns tipos de sondas periodontais, 
como por exemplo as sondas OMS, PCP15 ou 
também chamada de Carolina do Norte, 
PCP12, Goldman Fox, Williams, e a Nabers. A 
sonda do tipo Nabers se difere das demais 
por essa ter a função de diagnosticar o grau 
da lesão de furca encontrados em 
pré-molares e molares. Diante das pré-molares e molares. Diante das 
características supracitadas dos instrumentos 
periodontais, as sondas obtêm o cabo e a 
haste não notando a presença da lâmina, 
mas sim de uma extremidade de trabalho 
calibrada. 
Alguns autores também 
chamam de sonda “O”. 
Apresenta as seguintes 
marcações de 3mm,6mm e 
8mm, tendo sua 
extremidade ativa romba. 
Sonda de Michigan:
Essa tem suas marcações 
similares a da sonda de 
Nabers, porém não tendo 
sua ponta ativa curvilínea, 
mas sim retilínea, pois essa 
tem o intuito de analisar a 
profundidade da perda de inserção que 
forma a bolsa periodontal e não o 
comprometimento da lesão de furca. Possui 
sua extremidade ativa romba ou delgada. 
Sonda de Marquis (PCP12):
Apresenta suas marcações 
indicando 1, 2, 3, 5, 7, 8, 9, 
10mm. Tendo sua 
extremidade ativa romba 
ou delgada. 
Sonda de Williams:
lesões de furca e perda óssea entre raízes. 
Observa-se uma sonda a qual tem duas 
faixas pretasem suas marcações, a primeira 
já se inicia dando uma marcação de 3mm e 
finaliza com 6mm, a segunda se inicia com 
9mm e finaliza com 12mm que será o 
máximo e total que essa sonda pode medir. 
é um pouco diferenciada 
das outras demostrando 
sua ponta ativa curvilínea, 
pois essa é utilizada nas bi 
e trifurcações, já que essa 
tem o intuito de identificar 
Sonda de Nabers:
2.4 Sondas periodontais
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@dra.periodonto @perioprof
Essa tem suas marcações 
milimétricas idênticas a da 
sonda de Williams, porém 
sua ponta ativa é achatada 
e não circunferencial como 
as outras sondas citadas. 
Sonda de Goldman
Fox:
Tem 15 marcações 
milimétricas, com o espaço 
entre elas de 1mm, 
totalizando 15mm. Essa 
apresenta sua extremidade 
ativa romba.
Sonda Carolina do
Norte:Possuir uma esfera na 
extremidade ativa, essa 
esfera tem um diâmetro de 
0,5mm. Pode se notar uma 
faixa preta a qual mede 
2mm, iniciando se com 3,5mm e finalizando 
com 5,5mm, a próxima marcação sendo de 
8,5mm e a última marcando 11,5mm o que 
totaliza a milimetragem dessa sonda.
Sonda OMS:
Suas marcações são 
idênticas às marcações da 
sonda de Williams, porém 
essa apresenta na sua 
extremidade ativa uma 
ponta esférica. 
Sonda de Williams
Modificada:
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@dra.periodonto @perioprof
São instrumentais os quais podem obter um 
resultado de raspagem e alisamento na ação 
mecânica durante a remoção de cálculos, 
sendo mais bem indicadas para remoção dos 
cálculos subgengivais profundos. Além de 
que, essas também possuem suas utilidades 
nas cirurgias periodontais, por exemplo, 
auxiliando na remoção de tecidos, como o auxiliando na remoção de tecidos, como o 
colarinho gengival e tecido de granulação. 
Dentre as características das curetas pode-se 
notar que, em suas extremidades ativas 
possuem bordas cortantes alongadas e 
paralelas entre si, e uma ponta arredondada 
e curva somente para cima tendo uma base 
convexa, podendo ser utilizada na maioria 
das áreas.
Existem dois tipos de curetas, as universais Existem dois tipos de curetas, as universais 
também conhecidas como McCall e as de 
áreas específicas ou chamadas de Gracey. 
3.1 Curetas
Os instrumentais manuais de raspagem 
devem ter um ângulo de trabalho formado 
entre a face coronária da ponta ativa do 
instrumento e a superfície dentária de 45º
e 90º. 
IMPORTANTE: As enxadas e cinzeis já 
não são tão utilizados na periodontia. 
(A) Cureta
(B) Foice
(C) Lima
(D) Cinzel
(E) Enxada
Os aparelhos sônicos funcionam em uma 
frequência de 2000 a 6500 ciclos por segundo. 
Esses utilizam a água pela mesma tubulação 
da água para as peças de mão sendo essas 
acopladas na cadeira odontológica. As pontas 
sônicas são largas e universais, permitindo a 
adaptação do das mesmas a todas as 
superfícies dentárias. Já os dispositivos superfícies dentárias. Já os dispositivos 
ultrassônicos magnéticoestritores funcionam 
em um intervalo de frequência de 18.000 a 
50.000. As pontas se movem em um padrão de 
movimento elíptico ou orbital existindo 
diferentes formatos de pontas, tendo quatro 
superfícies ativas. Esse se difere das unidades 
ultrassônicas piezoelétrica pois as pontas da ultrassônicas piezoelétrica pois as pontas da 
piezoelétrica movem-se em um padrão linear, 
tendo duas superfícies ativas. 
Você sabe a diferença
entre SÔNICO e o 
ULTRASSÔNICO?
Você Sabia?
O ato de raspar tem como finalidade/objetivo 
a remoção do biofilme e de depósitos 
calcificados que se encontram aderidos à 
superfície dentária, remoção do cemento 
alterado da superfície radicular subgengival e 
debridamento do revestimento de tecido 
mole da bolsa. Sendo assim, os materiais 
para raspagem periodontal devem se para raspagem periodontal devem se 
mostrar afiados para garantir com que o 
mesmo exerça a sua função. Dentre os 
instrumentais manuais que auxiliam na 
raspagem, podemos citar: Pedra de Arkansas, 
as foices, as curetas, limas, as enxadas e os 
cinzeis. Além destes, podemos lançar mão da 
instrumentação sônica e ultrassônica que, instrumentação sônica e ultrassônica que, 
além de útil para remoção do biofilme e 
raspagem de cálculos, podem auxiliar na 
remoção de manchas. 
 
Os instrumentos de raspagem, alisamento 
radicular e curetagem são usados para 
remoção de biofilme e depósitos calcificados 
da coroa e raiz de um dente, remoção do 
cemento alterado da superfície radicular 
subgengival e debridamento do revestimento 
de tecido mole da bolsa.
3. Instrumentais para raspagem
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@dra.periodonto @perioprof
parte ativa (lâmina) tem seu ângulo de 90º 
perpendicular, sendo curva em uma direção, 
apenas da haste quando visualizada em 
corte transversal.
As curetas universais tem 
essa denominação pois 
suas bordas cortantes 
podem se adaptar à 
maioria das superfícies 
dentárias. Toda face da 
Cureta McCall
13/14 dentes anteriores
17/18 dentes posteriores
Áreas de utilização:
dentárias específicas. Essas proporcionam 
uma melhor raspagem subgengival devido à 
angulação da sua lâmina que permite um 
contato com a complexa anatomia, 
otimizando a uma melhor adaptação. 
Diferentes das curetas universais, essas têm 
o ângulo da sua ponta ativa (lâmina) de 60 a 
70 graus, sendo curvada, permitindo 70 graus, sendo curvada, permitindo 
atingirem regiões mais profundas das 
bolsas. O termo usado para a ponta ativa 
das curetas Gracey é “lâmina compensada”.
As curetas Gracey estão disponíveis em duas 
formas relacionada a sua haste sendo do 
tipo rígida ou do tipo de acabamento.
As curetas de 
áreas-específicas 
apresentam diferentes 
angulações onde irão obter 
a capacidade de se adaptar 
a áreas anatômicas
Cureta de Gracey
Gracey 1/2 (Anteriores)
Gracey 3/4 (Anteriores)
Gracey 5/6 (Anteriores e 
vestibular dos pré-molares)
Gracey 7/8 (Anteriores e 
vestibular e lingual)
Gracey 9/10Gracey 9/10 (Anteriores e 
vestibular e lingual)
Gracey 11/12 (Mesiais dos 
posteriores)
Gracey 13/14 (Distais dos posteriores)
Gracey 15/16 (mesma função da 11/12 porém 
com haste + angulada)
Gracey 17/18 (mesma função da 13/14 com haste 
+ angulada e 3mm a mais de haste)
Áreas de utilização:
maior e mais forte sendo ideais para remoção 
de cálculos moderados a pesados. Já as de 
acabamentos, são mais flexíveis e delicadas 
proporcionando uma maior sensibilidade tátil. 
Quais as Diferenças entre as 
curetas do tipo Gracey rígidas 
ou as de acabamento? As 
rígidas são mais grosseiras, 
tendo uma haste e lâmina
Você Sabia?
• As curetas de haste estendida ou também 
conhecidas como After Five possuem uma 
modificação pois a haste terminal se apresenta 
3mm mais comprida, o que permite alcançar 
bolsas periodontais mais profundas. Essa é 
encontrada em todas as séries padrão menos 
a 9-10 e estão disponíveis nos modelos de 
acabamento e rígido.acabamento e rígido.
• Já as curetas com mini lâminas ou também 
conhecidas como Mine Five são modificações 
das curetas After Five, sendo que essas 
apresentam suas lâminas com metade do 
comprimento quando comparadas com as 
After Five ou a Padrão. Essas lâminas curtas 
permitem um melhor acesso a bolsas 
profundas estreitas, nos sulcos em profundas estreitas, nos sulcos em 
desenvolvimento ou mesmo lesões de furca. 
Sendo assim, uma curiosidade é que, por... 
Quais são as diferenças 
entres as curetas padrão e as 
After Five e a Mini Five?
Você Sabia?
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@dra.periodonto @perioprof
U15/30
Jaquette nº 1, 2 e 3
Raspador de Morse
Foices curvas 
posteriores 204
Foices Montana 
Jack, Nevi2, Nevi3 
e Nevi4
São indicadas para raspagem interproximal. 
Essas possuem uma superfície plana e duas 
bordas de corte de forma triangular e 
extremidade pontiaguda, sendo assim, 
devido ao seu desenho, é de extrema 
dificuldade a inserção desses instrumentos 
em bolsas periodontais sem que haja 
danificação dos tecidos gengivais danificação dos tecidos gengivais 
circundantes, tendo indicação apenas para 
raspagem supragengival. Existem alguns 
tipos diversos de foices e a escolha deve serbaseada na área a se raspar. 
3.2 Foices
Esse instrumento é utilizado para remoção de 
cálculo supragengival, nas faces vestibulares, 
palatinas/lingual de todos os dentes ou 
proximais adjacente às áreas desdentadas, 
podendo ser úteis no alisamento radicular 
durante a cirurgia periodontal. Em sua ponta 
ativa (lâmina) nota-se um ângulo de 90�, 
sendo que sua borda cortante é biselada em sendo que sua borda cortante é biselada em 
45�, tendo a parte posterior da lâmina 
arredondada, o que permite acesso às raízes 
sem que cause danos aos tecidos adjacentes.
 
As enxadas McCall se apresentam em 
numeração (3, 4, 5, 6, 7, 8) que são projetadas 
para proporcionar acesso a todas as 
superfícies dentárias. Tendo ângulos entre a 
haste e o cabo quando comparadas entre si. 
3.3 Enxadas
muitos anos, o raspador Morse foi o 
instrumento com mini lâminas, hoje em dia as 
curetas de mini lâminas podem substituir 
esse instrumento. 
•• As curetas Langer e Mini-Langer são 
conjuntos de três curetas que combinam o 
projeto da haste das curetas Gracey padrão 
5-6, 11-12 e 13-14, porém apresentam uma 
lâmina universal angulada a 90º, isso permite 
a vantagem da haste específica com a 
versatilidade da lâmina da cureta universal.
, facilita o acesso desta no teto ou assoalho da 
furca. Essas estão disponíveis em duas 
larguras BL1 que é a menor (vestibular e 
lingual) e a BL2 que é maior para as faces 
mesial e distal. 
Você sabe o que são as 
curetas de furca de Quétin? 
São enxadas projetadas com 
uma angulação em meia-lua 
que, com esse formato, 
Você Sabia?
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@dra.periodonto @perioprof
As limas são utilizadas, principalmente, para 
raspagens de grande massa de cálculo 
subgengival, mas com cautela pois quando 
usada inadequadamente pode escavar e 
tornar rugosas as superfícies radiculares. 
Podendo ser utilizadas tanto em faces livres 
as de numeração (3-7), quanto em faces 
proximais (5-11). Portanto, não é indicada proximais (5-11). Portanto, não é indicada 
para raspagens delicadas e alisamento 
radicular, sendo preferível para esse tipo de 
função as curetas multilâminadas.
Geralmente, as limas são usadas para 
remoções de restaurações dentais salientes. 
Dentre suas características estruturais essa 
pode-se apresentar com sua ponta ativa de 
forma arredondada, oval ou retangular com 
notória extensão da sua haste, e possuir uma 
série de lâminas sobre uma base, sendo que 
são lâminas idênticas a das enxadas. são lâminas idênticas a das enxadas. 
As limas mais utilizadas são: as limas de 
Dunlop 1-2 (usada nas faces mesial e distal de 
dentes posteriores e nas faces palatina e 
lingual de dentes anteriores) e Dunlop 2-5F 
(usada nas faces distal dos últimos dentes, 
lingual e palatina onde o acesso permitir). 
Essas limas apresentam lâminas com 2 mm 
de largura, 1 mm de espessura e 1 mm entre de largura, 1 mm de espessura e 1 mm entre 
os cortes.
As limas de Hirschfeld apresentam lâminas 
com 1,6 mm ou 1,4 mm de largura, 0,8 a 1 
mm de espessura e 0,3 a 0,5 mm entre os 
cortes, sendo as mais recomendadas para 
uso as de número 3-7 (faces vestibular, 
palatina e lingual de dentes posteriores e na 
face vestibular de dentes anteriores) e a 5-11 
ou 10 -11F (face distal de dentes posteriores).ou 10 -11F (face distal de dentes posteriores).
3.4 Limas
Instrumental de dupla extremidade, uma de 
haste curva e a outra de haste reta, sendo 
que suas lâminas são ligeiramente curvas e 
possuem uma borda cortante com curvatura 
de 45� possibilitando assim a utilização deste 
nas áreas proximais das superfícies 
dentárias. O cinzel geralmente é utilizado 
para as faces livres, porém, devido à sua leve para as faces livres, porém, devido à sua leve 
curvatura da lâmina, possibilita a 
estabilização e a adentrar nos espaços 
interproximais, mesmo aqueles de 
espaçamento curto.
3.5 Cinzéis
Feitas de cristais, sendo mais duros que o 
metal dos instrumentais, essas são utilizadas 
para amolar (afiar) as pontas ativas dos 
instrumentais. Existindo tanto as de 
depósitos de minerais naturais como a pedra 
de Arkansas feita de Óleo da Índia, como 
também tem as de minerais sintéticos como 
as de carborundum, as de rubi e as de as de carborundum, as de rubi e as de 
cerâmica. As pedras de carborundum 
possuem partículas menores, cortam mais 
vagarosamente. Possuem granulação fina ou 
extra-fina e formato tipo goiva. 
Para a afiação das limas, pode se utilizar 
recursos de formato triangular de 
carborundum e micro diamantados com 
bordas cortantes de 60� para as limas de 
Dunlop e de 20� para as de Hirschfeld. 
3.6 Pedras de afiar
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@dra.periodonto @perioprof
2.1 Curetas
As cirurgias periodontais dependem de 
alguns fatores para se obter o sucesso clínico. 
Diretamente relacionado a estes fatores está 
o uso de instrumentais adequados e de boa 
qualidade. Além disso, o profissional deve 
conhecer a indicação correta de cada 
instrumental, bem como suas funções, assim 
como mantê-los em bom estado de como mantê-los em bom estado de 
conservação.
Como regra geral, os instrumentais cirúrgicos 
devem ter o cabo arredondado e não 
escorregadio, de forma que permita uma 
rotação segura entre os dedos, com melhor 
controle motor. Devem ser suficientemente 
longos para serem mantidos com segurança 
entre os dedos polegar, indicador e médio. 
Os instrumentais devem ser leves, porém Os instrumentais devem ser leves, porém 
bem equilibrados, com certo peso no topo, 
4. Instrumentais periodontais para
cirurgia
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@dra.periodonto @perioprof
A seringa de carpule é utilizada para auxiliar 
na aplicação de anestesia dentária. Entre 
suas vantagens, está o fato de que o 
instrumento evita a aplicação acidental do 
anestésico em algum vaso sanguíneo 
inadequado quando a carpule apresenta 
sistema de refluxo, através de um dispositivo 
de segurança. Além disso, o equipamento é de segurança. Além disso, o equipamento é 
de fácil manuseio. 
Para montar a carpule, é necessário inserir o 
tubete de anestésico no instrumento. 
Posteriormente, é preciso tracionar a 
haste-êmbolo da mesma. Isso porque, dessa 
maneira é provocada a desarticulação entre o 
corpo e a empunhadura do objeto. O 
receptáculo do tubete é inserido no anel 
metálico de forma que o local de entrada a metálico de forma que o local de entrada a 
agulha fique próximo. Em seguida, é preciso 
girar a tampa em sentido horário e 
anti-horário para liberar o lacre que mantém 
o tubete fechado. O último passo é rosquear 
a agulha na seringa e retirar o invólucro 
protetor.
(Fonte: Simpatio em Funções da Seringa de 
Carpule e suas Principais)
4.1.1 Carpule
Como já visto anteriormente, os 
instrumentais para análise clínica devem ser 
apropriados para uma melhor visualização do 
que precisa ser notado. São aqueles que 
auxiliam numa procura, que nesse caso seria 
o diagnóstico. Entre eles, estão: o espelho 
plano número 5, a pinça e a sonda 
milimetrada.milimetrada.
4.1.2 Kit Clínico
Como já vimos no instrumental clínico, as 
curetas são instrumentais com os quais 
podemos obter um resultado de raspagem e 
alisamento na ação mecânica durante a 
remoção de cálculos, sendo mais bem 
indicadas para remoção dos cálculos 
subgengivais profundos. Além de que, essas 
também possuem suas utilidades nas também possuem suas utilidades nas 
cirurgias periodontais, por exemplo, 
auxiliando na remoção de tecidos, como o 
colarinho gengival e tecido de granulação. As 
curetas utilizadas nas cirurgias periodontais 
são as Curetas de Gracey.
4.1.3 Cureta de Gracey
4.1 Instrumentais básicos: Carpule, Kit Clínico e Curetas de Gracey
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Existem diversos tipos de cabos de bisturi, o 
mais utilizado é o cabo número 3, mas o cabo 
de bisturi roliço também é bastante indicado 
para cirurgias periodontais pois conferem 
melhor empunhadura do mesmo. 
Juntamente com o cabo, utilizamos a lâmina 
de bisturi 15 C para cirurgias periodontais. O 
formato desta lâmina permite aincisão formato desta lâmina permite a incisão 
dentro da porção interdental estreita do 
retalho.
4.2 Cabo e lâmina de Bisturi
Gengivótomo Orban. Instrumento cirúrgico 
não articulado cortante. São utilizados nos 
espaços interproximais. Apresentam duas 
lâminas em formato de lança com corte por 
pressão dos tecidos moles sobre as paredes 
interproximais dentárias. Atuam através de 
movimentos de vaivém dentro dos espaços 
interproximais complementando as incisões interproximais complementando as incisões 
horizontais ou primárias realizadas com 
bisturis de Kirkland ou Bard-Paker.
4.4 Gengivómetro de Orban nº 1-2
extremidade bem afiada para permitir um 
corte preciso e controlado dos tecidos moles, 
permitindo um acabamento do tecido melhor 
que a lâmina de bisturi. Pode ser curva ou 
reta. 
Cada vez mais está 
aumentando o uso de 
tesoura Castroviejo ou micro 
tesoura cirúrgica periodontal. 
Esta tesoura possui a 
Você Sabia?
4.3 Gengivómetro de Kirkland nº 15
O cinzel é um instrumento de extremidade 
dupla com haste curva em uma extremidade 
e uma haste reta na outra. As lâminas são 
levemente curvadas e possuem margem 
cortante reta angulada em 45�. São utilizados 
para remover e modelar osso, sem o uso de 
brocas esféricas. 
4.5 Cinzel e Micro Cinzéis de Fedi e
de Ochsenbein
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Usada na região interproximal, as limas para 
osso possuem as superfícies de ambos os 
lados serrilhas que permitem movimentos de 
puxar e empurrar. O que muda de uma lima 
para a outra é a sua angulação e o diâmetro 
da área serrilhada, que vai se encaixar na 
área interproximal.
4.6 Lima para osso Schluger nº 90-10 e
Buck nº 11-12
Os descoladores são utilizados para elevar ou 
rebater o retalho. O que muda entre eles é o 
formato e o tamanho da parte ativa.
Os descoladores de Molt tendem a ser mais Os descoladores de Molt tendem a ser mais 
robustos portanto, não é o mais indicado 
para cirurgias periodontais que requerem 
mais delicadeza. Os descoladores de Freer e 
Micro Freer possuem o mesmo formato e são 
mais delicados que o descolador de Molt, a 
diferença entre eles é o tamanho da parte 
ativa, onde o Micro Freer é bem menor que o ativa, onde o Micro Freer é bem menor que o 
de Freer.
4.7 Descoladores de Molt 2-4, de Freer e
Micro Freer
Os Cinzéis de Ochsenbein são utilizados 
quando da abertura de retalho para a 
remoção de maior quantidade óssea, em 
espessura. Os micro cinzéis podem ser 
utilizados em casos que não necessitem abrir 
retalho, provocando menos dano ao tecido.
As brocas serão utilizadas para fazer a 
osteotomia e osteoplastia necessárias. Seu 
uso será sempre sob refrigeração, com soro 
fisiológico estéril. Dependendo da área a ser 
realizada a osteotomia, será eleita uma broca 
específica. Normalmente, para as faces livres, 
pode se utilizar a brocas esféricas 
diamantadas 1011 ou 1013 ou ainda a broca diamantadas 1011 ou 1013 ou ainda a broca 
cilíndrica diamantada 1090. Para a região 
interproximal, se recomenda o uso da broca 
diamantada KG 957 (imagem abaixo), pois 
esta possui corte somente em sua 
extremidade, não possuindo corte nas suas 
laterais, evitando o desgaste acidental de 
estrutura dentária na região interproximal.estrutura dentária na região interproximal.
4.8 Brocas de alta rotaçao diamantadas
números: 1011, 1013, 1090 e KG 957
Porta agulha é um instrumento cirúrgico 
usado para segurar uma agulha enquanto é 
feita a sutura de tecidos em cirurgias. Esta 
porta agulha se difere do porta agulha 
tradicional pois este possui pontas delicadas 
e trava super sensível, além de possuir as 
garras lisas para que se possa realizar os nós 
sem danificar o fio de sutura.sem danificar o fio de sutura.
4.9 Porta agulha Castroviejo
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Independente do tipo de tesoura, o 
importante é que ela possua uma ponta 
muito fina e bem afiada, capaz de cortar a 
ponta do fio de sutura de maneira delicada, 
porém precisa.
4.10 Tesoura de Goldman-Fox reta ou
Tesoura de Íris
Instrumento Cirúrgico não articulado não 
cortante, utilizado para afastar o lábio e 
bochecha durante a cirurgia.
4.11 Afastador de Minessota
O kit de Tunelizadores é usado para alargar a 
região da furca, durante o procedimento 
cirúrgico, a fim de facilitar a higiene desta 
área pelo paciente.
4.12 Tunelizadores
gaze estéril, luva cirúrgica, campo estéril, 
sugador cirúrgico, agulha descartável e 
anestésico.
Além desses instrumentais 
todos, você ainda vai precisar 
de alguns materiais, como: 
cubeta para soro, seringa 
descartável, fio de sutura, 
Você Sabia?
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Referências bibliográficas
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