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23/04/2020 Versão para impressão - Fundamentos do Mercado de Ações - Parte 2 https://conteudo.catolica.edu.br/conteudos/unileste_cursos/disciplinas/nucleo_formacao_geral/Cat.EAD_Introducao_ao_Mercado_Financeiro/te… 1/20 Fundamentos do Mercado de Ações - Parte 2 23/04/2020 Versão para impressão - Fundamentos do Mercado de Ações - Parte 2 https://conteudo.catolica.edu.br/conteudos/unileste_cursos/disciplinas/nucleo_formacao_geral/Cat.EAD_Introducao_ao_Mercado_Financeiro/te… 2/20 ©2018 Copyright ©Católica EAD. Ensino a distância (EAD) com a qualidade da Universidade Católica de Brasília Apresentação Caro estudante, estamos de volta para mais uma aula da unidade 2. Na aula 1 desta unidade, você estudou sobre a BM&FBOVESPA e sua importância para o funcionamento desse mercado, conheceu o ambiente de negociação e várias características sobre o mercado acionário. Você estudará agora os riscos desse mercado e as formas de diluí-lo e conhecerá também o mercado secundário de ações, o qual viabiliza aos investidores a oportunidade de realizar novos negócios com títulos anteriormente emitidos. Vamos lá? 23/04/2020 Versão para impressão - Fundamentos do Mercado de Ações - Parte 2 https://conteudo.catolica.edu.br/conteudos/unileste_cursos/disciplinas/nucleo_formacao_geral/Cat.EAD_Introducao_ao_Mercado_Financeiro/te… 3/20 ©2018 Copyright ©Católica EAD. Ensino a distância (EAD) com a qualidade da Universidade Católica de Brasília Conteúdo Mercado Derivativos e Regulatório Mercado Secundário de Ações Seguindo o estudo do mercado de ações, dedicamos essa parte a conhecermos os conceitos e operações do mercado secundário de ações. Segundo Assaf Neto (2015, p. 244), finalizada a primeira etapa de colocação de ações, as negociações com títulos e valores mobiliários passam a se realizar no denominado mercado secundário. As duas principais instituições criadas para facilitar a realização de negócios no mercado secundário são as bolsas de valores e o mercado de balcão organizado. A função básica dessas instituições é a de oferecer aos investidores um ambiente seguro e eficiente para a compra e venda de valores de companhias abertas. É importante frisar, que o mercado primário trata do lançamento de novas ações para negociação no mercado. Nesse mercado, as empresas emissoras de ações captam novos recursos para financiarem seus investimentos ou reordenarem suas dívidas, elevando a quantidade de papéis em circulação no mercado. Enquanto que, o mercado secundário, não trata da oferta de novas ações ofertadas pelas empresas com capital aberto, mas sim da negociação (compras e vendas) de ações já emitidas. No mercado secundário, de acordo com Assaf Neto (2015, p. 244), ocorre somente uma transferência de propriedade dos papéis, não envolvendo a entrada de novos recursos financeiros para as companhias. Note que a principal característica do mercado secundário é a troca exclusiva de recursos, como ações ou outros valores, entre investidores. Nessa etapa, a empresa que emitiu as ações inicialmente não participa da operação, uma vez que fez a captação dos recursos necessários no momento da negociação no mercado primário. Em resumo, no mercado primário o investidor adquire novas ações emitidas pela empresa, e no mercado secundário ocorrem negociações entre os investidores, nas quais um investidor adquire ações de propriedade de outro investidor. 23/04/2020 Versão para impressão - Fundamentos do Mercado de Ações - Parte 2 https://conteudo.catolica.edu.br/conteudos/unileste_cursos/disciplinas/nucleo_formacao_geral/Cat.EAD_Introducao_ao_Mercado_Financeiro/te… 4/20 Operações à Vista Há quatro modalidades de se operar no mercado de ações: à vista, a termo, opções e contratos futuros. A Bolsa de Valores de São Paulo oferece operações nesses quatro mercados. De acordo com Assaf Neto (2015, p. 55), as bolsas de valores atuam com diversos tipos de mercado. No mercado à vista, são realizadas operações com liquidação financeira imediata ou, no máximo, num prazo bastante curto. Nos mercados a termo, opções e contratos futuros, cada um com características próprias de funcionamento, as operações têm sua liquidação processada num prazo maior. Mercado à Vista São operações realizadas pelo preço que está sendo negociado no momento e que serão liquidadas pela Câmara Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC), em D+3, ou seja, três dias úteis após o dia da realização da operação na Bolsa. A Corretora adquirente recebe os títulos transacionados e repassa-os ao investidor, formalizando-se a liquidação física da operação. Para Refletir Para Assaf Neto (2015, p. 244), o mercado secundário registra unicamente a transferência de propriedade dos títulos e valores mobiliários, não determinando variações diretas sobre os fluxos de recursos das sociedades emitentes. Uma empresa somente obtém novos recursos por meio de subscrição de capital no mercado primário, não se beneficiando diretamente das negociações do mercado secundário. O funcionamento do mercado secundário ocorre principalmente nas Bolsas de Valores, as quais viabilizam aos investidores a oportunidade de realizarem novos negócios com títulos anteriormente emitidos. Conheça melhor como funcionam as ofertas públicas primária e secundária. No link abaixo, a Bovespa disponibiliza informações a respeito dessas ofertas, como participar, ofertas em andamento, ofertas encerradas, estatísticas, ou seja, é uma excelente fonte de pesquisa: Fonte: BM&FBovespa , 2020. http://www.bmfbovespa.com.br/pt_br/servicos/ofertas-publicas/sobre-ofertas-publicas/ 23/04/2020 Versão para impressão - Fundamentos do Mercado de Ações - Parte 2 https://conteudo.catolica.edu.br/conteudos/unileste_cursos/disciplinas/nucleo_formacao_geral/Cat.EAD_Introducao_ao_Mercado_Financeiro/te… 5/20 Derivativos De acordo com Assaf Neto (2015, p.336), Derivativos são instrumentos financeiros que se originam (dependem) do valor de um outro ativo, tido como ativo de referência. Um contrato derivativo não apresenta valor próprio, derivando-se do valor de um bem básico (commodities, ações, taxas de juros, etc.). Em vez de os próprios ativos serem negociados no mercado, os investidores apostam em seus preços futuros e, por meio de contratos, assumem compromissos de pagamentos e entregas físicas futuras. Esses ativos, objetos dos contratos de derivativos, devem ter seus preços livremente estabelecidos pelo mercado. As transações com derivativos são realizadas nos mercados futuros, a termo, opções, swaps, etc. Os mercados futuros e de opções propiciam aos investidores uma tomada de decisão mais técnica, melhorando o entendimento do mercado com relação ao desempenho das alternativas de investimentos em condições de risco. Esses derivativos oferecem também uma proteção contra prejuízos ocasionados por alterações desfavoráveis nas cotações dos ativos. Os mercados futuros e de opções permitem que investidores não integralizem os investimentos em seus vencimentos, desde que as cotações de mercado lhes sejam adversas. Mesmo que possam perder o depósito efetuado, o prejuízo pode apresentar-se menor que se fosse obrigado ao pagamento futuro. De acordo com a Comissão de Valores Mobiliários - CVM (2015), Derivativos é o nome dado à família de mercados em que operações com liquidação futura são realizadas, tornando possível a gestão do risco de preço de diversos ativos. Quatro modalidades de contratos são negociadas nesses mercados: termo, futuro, opções e swaps. A origem do termo "derivativos" faz referência à ligação estreita dos preços desses contratos, pois estes derivam dos preços do ativo anteriormente combinados em contrato. Finalidade dos Derivativos Este mercado atende basicamente a três objetivos: a) Hedge Para Assaf Neto (2015, p. 352), os hedgers procuram proteção no mercado futuro contra as oscilações inesperadas nos preços de mercado dos ativos. Uma forma possível bastante conhecida de proteger-se contra a desvalorização da moeda nacional é atuar de forma inversa, adquirindo títulos indexadosà variação cambial. Se um agente tem uma dívida em dólar, por exemplo, ao aplicar em um título indexado à mesma moeda, efetua uma proteção D= é o dia da realização da operação na Bolsa. D+3= ocorre a liquidação financeira (o comprador para e recebe os títulos pela CBLC – Câmara Brasileira de Liquidação e Custódia). 23/04/2020 Versão para impressão - Fundamentos do Mercado de Ações - Parte 2 https://conteudo.catolica.edu.br/conteudos/unileste_cursos/disciplinas/nucleo_formacao_geral/Cat.EAD_Introducao_ao_Mercado_Financeiro/te… 6/20 contra uma eventual alta da moeda. Um contrato futuro de índice de Bolsa de Valores (Ibovespa) pode também ser usado para hedge. Um investidor em ações, ao desejar proteger-se do risco de uma queda da Bolsa, pode abrir uma posição vendendo contratos futuros de índice de ações. Com essa posição inversa, o agente procura compensar uma possível perda com a desvalorização das ações com o ganho financeiro auferido no hedge. Da mesma forma, os investidores também podem proteger-se das oscilações nas taxas de juros da economia realizando operações inversas no mercado futuro DI (depósitos interfinanceiros). Por exemplo, empresas com dívidas atreladas ao CDI (pós-fixadas) e investidores com ativos prefixados apresentam riscos de perdas diante de uma elevação das taxas de juros. Variações positivas nos juros determinam maiores encargos aos devedores e menores rendimentos aos investidores. Para terem proteção contra eventuais perdas, os agentes podem abrir posição no mercado, vendendo contratos DI futuros. De outro modo, agentes com realizações (ativos) pós-fixadas ou passivos com encargos prefixados correm risco de perdas em caso de uma redução nas taxas de juros. Taxas reduzidas determinam, nesses casos, menores rendimentos das aplicações e custos financeiros mais altos que os juros de mercado. Podem fazer proteção abrindo posições de compra de contratos futuros DI. Em suma, a palavra Hedge que vem do inglês e significa "cerca", ou seja, proteção, objetiva proteger o valor de um ativo contra possíveis variações futuras. Por exemplo, uma empresa com dívidas em dólar, pode comprar contratos futuros dessa moeda, protegendo-se assim de perdas que poderiam vir a ser causadas por aumento na cotação da moeda. Portanto, o hedge busca proteção contra oscilação de preços. 23/04/2020 Versão para impressão - Fundamentos do Mercado de Ações - Parte 2 https://conteudo.catolica.edu.br/conteudos/unileste_cursos/disciplinas/nucleo_formacao_geral/Cat.EAD_Introducao_ao_Mercado_Financeiro/te… 7/20 b) Arbitragem Entende-se como arbitragem a compra e venda simultâneas de um mesmo ativo financeiro em mercados diversos, comprando por um preço menor e vendendo por um preço maior, ou seja, tirando proveito da diferença de preços de um mesmo produto negociado em mercados diferentes. De acordo com a CVM (2015), o arbitrador é o participante que tem como meta o lucro, mas praticamente não assume riscos. A estratégia dele é comprar em um mercado cujo preço está mais barato e vender no mercado em que o preço está mais caro, lucrando com a Para Refletir Suponha que uma empresa exportadora de petróleo deseja fixar o preço de venda do petróleo no valor atual do mercado, de US$ 100,00. Segundo as análises do financeiro da companhia, essa operação é interessante, dado uma possível queda nos preços futuros do petróleo. Portanto, ela lança um contrato futuro de venda de petróleo no preço de US$ 100,00. O comprador do contrato terá a obrigação de pagar pelo petróleo no dia do vencimento, independentemente do preço do mercado nesse dia. Do outro lado, uma empresa aérea deseja fixar o preço de compra do petróleo para o abastecimento de suas aeronaves, acreditando em uma possível subida do preço do petróleo, além de assegurar maior rigidez nos seus custos operacionais. Desse modo, ela fecha o contrato futuro de compra de petróleo a US$ 100,00 no dia do vencimento com a empresa exportadora de petróleo. Perceba que o contrato é, em teoria, um benefício mútuo, já que ajuda ambas companhias. Entretanto, no dia do vencimento o petróleo apresenta preço de US$ 90,00. Logo, a companhia exportadora (vendedora do contrato) foi beneficiada por vender o petróleo nesse dia a US$ 100,00 ao invés do preço atual do mercado de US$ 90,00. A companhia aérea (compradora do contrato) saiu perdendo, porque poderia comprar o petróleo a US$ 90,00 (valor atual) ao invés dos US$ 100,00 fechados no contrato futuro. Porém, mesmo que o contrato tenha sido favorável para a empresa exportadora, ele manteve os custos da empresa aérea fixos. Como é impossível prever o futuro do preço de qualquer mercadoria, a opção do hedge poderá continuar sendo utilizada pela empresa aérea como forma de se proteger contra um aumento rápido de seus custos operacionais com o combustível de suas aeronaves. Fonte: http://hcinvestimentos.com/2012/06/25/hedge https://pt.wikipedia.org/wiki/Exporta%C3%A7%C3%A3o https://pt.wikipedia.org/wiki/Petr%C3%B3leo https://pt.wikipedia.org/wiki/Empresa_a%C3%A9rea http://hcinvestimentos.com/2012/06/25/hedge 23/04/2020 Versão para impressão - Fundamentos do Mercado de Ações - Parte 2 https://conteudo.catolica.edu.br/conteudos/unileste_cursos/disciplinas/nucleo_formacao_geral/Cat.EAD_Introducao_ao_Mercado_Financeiro/te… 8/20 diferença e não incidindo em riscos, uma vez que sabe exatamente por quanto irá comprar e vender. c) Especulação O especulador é aquele que está no mercado apenas para obter lucro, ele, diferentemente dos hedges, não tem qualquer interesse no ativo-objeto. Sua atuação consiste apenas em ganhar a diferença entre o preço de compra e o de venda. O especulador tem por característica básica não carregar por muito tempo suas posições (sejam compradas ou vendidas). O objetivo dele é obter o maior lucro possível de suas operações, sem correr riscos excessivos. É importante considerar que, apesar da conotação depreciativa que tem sido atribuído à figura do especulador, talvez por este participante visar apenas o lucro, a sua presença é fundamental para o mercado futuro, pois ele é o único que corre riscos e assim viabiliza a outra parte da operação do hedge, fornecendo assim, liquidez ao mercado. Vamos conhecer, a seguir, os tipos de mercados de Derivativos. Mercado a Termo De acordo com Hull (2016, p. 6), um derivativo relativamente simples é um contrato a termo. Este é um contrato para comprar ou vender um ativo em uma determinada data futura por um preço específico. Ele pode ser diferenciado de um contrato à vista, que é um contrato para comprar ou vender um ativo quase que imediatamente. Um contrato a termo é negociado no mercado de balcão, geralmente entre duas instituições financeiras ou entre uma instituição financeira e um de seus clientes. Uma das partes de um contrato a termo assume a posição comprada (long) e concorda em comprar o ativo subjacente em uma data futura especifica por determinado preço. A outra parte assume a posição vendida (short) e concorda em vender o ativo na mesma data pelo mesmo preço. Segundo Hull, os contratos de câmbio a termo são bastante populares. A maioria dos grandes bancos emprega traders de câmbio a termo e à vista e há uma relação entre os preços a termo, preços à vista e taxas de juros nas duas moedas. O mercado a termo, por envolver o quesito tempo para que a negociação efetivamente ocorra, exige depósitos de garantia, tanto para o comprador quanto para o vendedor. De acordo com Assaf Neto (2015, p. 250), existem essencialmente duas formas de garantia: cobertura e margem, conforme são detalhadas a seguir. 23/04/2020 Versão para impressão - Fundamentos do Mercado de Ações - Parte 2 https://conteudo.catolica.edu.br/conteudos/unileste_cursos/disciplinas/nucleo_formacao_geral/Cat.EAD_Introducao_ao_Mercado_Financeiro/te… 9/20 Assaf Neto (2015, p. 251) traz um exemplo ilustrativo de uma operação a termo, conforme pode ser visto a seguir: Cobertura: depósito dos títulos objetos da operação a termo na Bolsa pelo vendedor. Ao oferecergarantia, o vendedor de papéis a termo fica desobrigado de oferecer garantias adicionais. Margem: como explicado, representa um valor monetário depositado na Bolsa pelos investidores (compradores e vendedores de ações). O montante da margem é definido pela Bolsa com base na liquidez e volatilidade dos papéis negociados no mercado, sendo periodicamente revisto de acordo com eventuais alterações na situação de mercado. 23/04/2020 Versão para impressão - Fundamentos do Mercado de Ações - Parte 2 https://conteudo.catolica.edu.br/conteudos/unileste_cursos/disciplinas/nucleo_formacao_geral/Cat.EAD_Introducao_ao_Mercado_Financeiro/t… 10/20 Mercado Futuro A definição de mercado futuro é semelhante, a principal diferença, porém, está na liquidação de seus compromissos somente na data de vencimento, no caso do mercado a termo. Ao passo que no mercado futuro, os compromissos são ajustados financeiramente às Admita dois investidores dispostos a realizar um negócio a termo com ações. No mercado à vista o papel está cotado a $ 20,00. O preço acertado para liquidação da operação em certa data futura é de $ 21,80. O negócio é formalizado em Bolsa através de um contrato a termo. No vencimento da operação, o comprador deverá desembolsar $ 21,80 por cada ação adquirida para liquidação do contrato, independentemente do preço que o papel esteja cotado no mercado à vista. Por exemplo, se a ação à vista estiver cotada acima de $ 21,80, valor pago na operação a termo, o investidor (comprador) aufere um ganho: adquire um ativo por um preço inferior ao que pode vender no mercado à vista. Caso contrário, se o preço à vista for inferior a $ 21,80, apura uma perda medida pela diferença entre o preço no mercado à vista e o valor pago pela ação na liquidação a termo. O vendedor a termo deve aceitar o preço ajustado no contrato estabelecido e entregar fisicamente o ativo-objeto da operação ao comprador. Observe que as duas estratégias dos investidores são inversas. O vendedor tem uma expectativa de redução do preço de mercado da ação negociada. Aceitou vender por $ 21,80 supondo que a ação fosse cair no futuro, atingindo um valor inferior ao fixado no contrato a termo. O comprador, ao contrário, está apostando na alta do preço da ação. Espera realizar um ganho na expectativa de que seu preço de mercado supere o valor pago de $ 21,80. Em resumo: Comprador – Independentemente do comportamento do preço da ação no mercado à vista, deverá pagar $ 21,80 conforme estabelecido no contrato a termo. A perda eventual do comprador é limitada ao valor acertado de $ 21,80 e os ganhos possíveis são ilimitados, dependendo da variação (valorização) do preço de mercado da ação. Vendedor – Situação inversa. O vendedor pode auferir perdas proporcionais à valorização da ação no mercado. Se o ativo estiver precificado em Bolsa por $ 23,00, por exemplo, na liquidação do contrato, o investidor irá receber unicamente os $ 21,80 combinados. Para auferir ganhos na operação, o vendedor deve apostar na desvalorização da ação no mercado; recebe $ 21,80 por um ativo que vale menos no mercado. 23/04/2020 Versão para impressão - Fundamentos do Mercado de Ações - Parte 2 https://conteudo.catolica.edu.br/conteudos/unileste_cursos/disciplinas/nucleo_formacao_geral/Cat.EAD_Introducao_ao_Mercado_Financeiro/t… 11/20 expectativas do mercado referentes ao preço futuro daquele bem, por meio do ajuste diário (mecanismo que apura perdas e ganhos) CVM (2015). Mercado de Opções Nesse mercado são negociados os direitos de comprar ou vender, por um preço anteriormente combinado, uma determinada quantidade de ações, até uma data previamente fixada pela Bolsa de Valores. De acordo com Hull (2016, p. 9), as opções são negociadas em bolsas e no mercado de balcão. Existem dois tipos de opções. Uma opção de compra (call) dá ao titular o direito de comprar o ativo subjacente até́ uma determinada data por um preço específico. Uma opção de venda (put) dá ao titular o direito de vender o ativo subjacente até́ uma determinada data por um preço específico. O preço no contrato é conhecido como preço de exercício ou strike price; a data no contrato é chamada de data de expiração ou vencimento. As opções americanas podem ser exercidas em qualquer momento até́ a data de expiração, enquanto as opções europeias só́ podem ser exercidas na data de seu vencimento. É importante observar que no Brasil adota-se o modelo Americano, pois as opções podem ser negociadas a qualquer momento e, por padrão, seu vencimento no Brasil ocorre na terceira segunda-feira de cada mês. Para ter esse direito o investidor paga um prêmio, que é submetido à cotação até a data em que pode exercer ou não o direito ad quirido. O investidor pode manter-se como titular desse direito até a data de exercê-lo, ou pode negociá-lo no mercado, pelo valor de cotação apregoado no momento da negociação. Esses direitos podem ser de compra (call) ou de venda (put) (CAVALCANTE , MISUMI , RUDGE , 2009, p. 170). As opções são classificadas como opções de compra e opções de venda. O preço que uma opção pode ser exercida é denominado de Preço de Exercício. Os preços de exercício das opções são fixados pela Bolsa de Valores de acordo com critérios próprios. Opção de compra é um contrato que permite adquirir da parte lançadora da opção, determinada porção de um ativo-objeto, sendo o preço previamente acertado em contrato no início da operação. A aquisição pode ocorrer a qualquer momento até o vencimento da operação. Esse ativo não precisa ser negociado em Bolsa, desde que as partes concordem com suas características (BRITO , 2005, p. 95). A opção de venda também é formalizada por meio de um contrato, possibilitando ao comprador vender porção de um ativo-objeto por um determinado preço de exercício, até o vencimento do contrato (BRITO, 2005, p. 95). 23/04/2020 Versão para impressão - Fundamentos do Mercado de Ações - Parte 2 https://conteudo.catolica.edu.br/conteudos/unileste_cursos/disciplinas/nucleo_formacao_geral/Cat.EAD_Introducao_ao_Mercado_Financeiro/t… 12/20 Caso o investidor de uma opção de compra ou venda não exerça o seu direito, ele perde o prêmio pago. Uma opção de compra oferece ao titular o direito de adquirir as ações-objeto previstas no contrato, ao preço conveniado (preço de exercício), e obedecidas as condições estabelecidas pela Bolsa de Valores. Esse direito (opção) pode, a qualquer momento, ser negociado pelo comprador no mercado. O vendedor de uma opção de compra é denominado de lançador. Ele assume o compromisso de vender (entregar) as ações-objeto em caso de o comprador decidir exercer seu direito. Quadro 2.1 – Ganhos e Perdas das Opções Fonte: Pinheiro, 2005, p. 339 Titular de uma opção Ganha Perde Se levar a posição ao vencimento, ganha o diferencial entre o preço de mercado e o preço de exercício, menos o valor do prêmio (ganho limitado). Perde, no máximo, o valor investido no prêmio (perda determinada). Lançador de uma opção Ganha Perde Se reverter a posição, ele ganha a diferença entre os valores dos prêmios de compra e de venda (ganho limitado). O lançador de uma opção de compra assume a possibilidade de vender a ação ao titular da opção (troca um ganho limitado por uma perda ilimitada). Uma opção de venda confere ao seu titular o direito de vender as ações-objeto, ao preço ajustado e obedecidas as condições da Bolsa de Valores. Da mesma forma, o titular pode, a qualquer momento, negociar seu direito de venda. O lançador (vendedor da opção de venda) tem o compromisso perante a Bolsa de comprar as ações-objeto caso o direito seja exercido pelo comprador. 23/04/2020 Versão para impressão - Fundamentos do Mercado de Ações - Parte 2 https://conteudo.catolica.edu.br/conteudos/unileste_cursos/disciplinas/nucleo_formacao_geral/Cat.EAD_Introducao_ao_Mercado_Financeiro/t… 13/20 Diversas Sociedades Corretoras e as próprias Bolsas de Valores, conforme comentado, oferecem serviços de custódia (guarda) de ações e outros títulos. A custódia oferece diversas vantagens aos investidores,como maior segurança; acompanhamento por parte do custodiante dos direitos inerentes aos papéis, tais como dividendos, subscrição, etc.; controle de movimentações (compra e venda) realizadas, entre outras. Exemplo ilustrativo, Assaf Neto (2015, p. 252). Mercado de Swaps De acordo com Assaf Neto (2015, p. 364), os swaps são acordos estabelecidos entre duas partes, visando a uma troca de fluxos de caixa futuros por um certo período de tempo, obedecendo uma metodologia de cálculo previamente definida. Por exemplo, ao se permutar fluxos de caixa associados a moedas internacionais, um agente assume a Admita uma opção de compra de uma ação com valor de R$ 4,00. Os possíveis resultados da opção devem ser calculados com base no preço do mercado à vista. São ilustradas, a seguir, duas possíveis situações. Preço da ação no mercado à vista > R$ 4,00 Se o preço no mercado à vista superar a R$ 4,00, diz-se que a opção de compra apresenta um valor intrínseco. Por exemplo, para um preço à vista de R$ 4,60, o valor intrínseco é de R$ 0,60; se o preço for de R$ 5,00, o valor sobe para R$ 1,00 e assim por diante. Preço da ação no mercado à vista < R$ 4,00 Para um preço no mercado à vista inferior ao preço da opção (R$ 4,00), conclui-se que a opção de compra não possui valor intrínseco; o titular da opção não exerce seu direito de compra. O investidor pode adquirir a ação no mercado à vista por um preço mais barato que o fixado para o exercício da opção. Nesse caso, diz-se que a opção "virou pó". O investidor perde o prêmio pago para poder exercer seu direito. Para Saber Mais Acesse o link e faça consultas a respeito das opções de compra e venda disponíveis no mercado de ações brasileiro. É um excelente exercício para que você compreenda melhor esse mercado. http://www.bmfbovespa.com.br/pt_br/servicos/market-data/consultas/mercado-a-vista/opcoes/ 23/04/2020 Versão para impressão - Fundamentos do Mercado de Ações - Parte 2 https://conteudo.catolica.edu.br/conteudos/unileste_cursos/disciplinas/nucleo_formacao_geral/Cat.EAD_Introducao_ao_Mercado_Financeiro/t… 14/20 obrigação da variação de certa moeda e recebe fluxos de caixa expressos em outra moeda. É interessante ressaltar que os agentes trocam indexadores das operações de captação ou aplicação de recursos, sem interferir sobre o principal. Ainda segundo Assaf Neto (2015, p. 384), uma operação de swap é realizada entre duas partes, sendo geralmente montada por uma instituição financeira. O acordo é registrado na BM&F ou na Cetip. Tanto a BM&F como a Cetip não se responsabilizam pela inadimplência das partes envolvidas, sendo a operação realizada sem garantia. Um exemplo ilustrativo trazido pelo autor é o seguinte: Em outras palavras, podemos definir o contrato de swap como um acordo entre duas partes, que estabelecem a troca de fluxo de caixa tendo como base a comparação da rentabilidade entre dois bens, CVM (2015). Tudo o que foi visto até agora pode parecer algo empolgante e que funciona perfeitamente, mas é preciso ficar atento que nem tudo são flores, basta ver os casos de crises que ocorreram, principalmente, em economias desenvolvidas como a dos Estados Unidos, por Admita que certa empresa PRÉ levanta um empréstimo de $ 15 milhões por cinco anos a uma taxa prefixada de 12% ao ano. As condições da operação envolvem pagamentos semestrais de juros de 6% e resgate do principal ao final do período. Prevendo que os juros irão cair no futuro, a posição assumida de taxa prefixada dessa empresa não permite que usufrua dessa economia esperada de custo. Para tanto, a empresa PRÉ está avaliando a possibilidade de realizar um contrato de swap com outra empresa, tendo por objetivo referenciar sua obrigação financeira em taxas pós- fixadas (flutuantes). A empresa PRÉ identifica no mercado uma outra empresa (PÓS) que trabalha com uma projeção diferente com relação ao comportamento esperado das taxas de juros. Para a empresa PÓS, os juros irão subir e, como forma de se proteger desse dispêndio adicional, gostaria de ter seu endividamento em taxas flutuantes permutado por juros prefixados. A empresa PÓS tem um empréstimo do mesmo valor e duração, porém pagando taxas flutuantes de juros, definidos por Libor + 2,4% ao ano. Os juros são também pagos ao final de cada semestre, e o principal ao final dos cinco anos. Nessas condições, as empresas poderiam permutar entre si seus fluxos de caixa, assumindo uma a obrigação da outra. Assim, a empresa PRÉ deveria pagar Libor + 2,4% ao ano para a empresa PÓS, e esta, por sua vez, pagaria a taxa fixa de 12% ao ano à empresa PRÉ, sendo todos os percentuais calculados sobre o mesmo montante referencial de $ 15 milhões. Em verdade, dos fluxos de pagamentos/recebimentos que as empresas fariam, seria apurado seu valor líquido, medido pela diferença entre a taxa prefixada de 12% a.a. e a taxa flutuante de Libor + 2,4% a.a. O principal da operação de empréstimo de $ 15 milhões não entraria na permuta, devendo as empresas pagar ou receber somente o saldo líquido dos encargos financeiros. 23/04/2020 Versão para impressão - Fundamentos do Mercado de Ações - Parte 2 https://conteudo.catolica.edu.br/conteudos/unileste_cursos/disciplinas/nucleo_formacao_geral/Cat.EAD_Introducao_ao_Mercado_Financeiro/t… 15/20 exemplo. É preciso ter bastante cuidado, conhecimento e contar com ferramentas e mecanismos eficazes de controle e governança para que o mercado funcione minimamente bem. Hull (2016, p. 4) utiliza como exemplo desses problemas o caso do Lehman Brothers. Figura 2.1 - Caso Lehman Brothers Fonte: Hull, 2016 p. 4. Muitos desses desastres financeiros são retratados em filmes que vale a pena assistir. 23/04/2020 Versão para impressão - Fundamentos do Mercado de Ações - Parte 2 https://conteudo.catolica.edu.br/conteudos/unileste_cursos/disciplinas/nucleo_formacao_geral/Cat.EAD_Introducao_ao_Mercado_Financeiro/t… 16/20 Uma maneira que o mercado encontrou para minimizar problemas como esses foi por meio da chamada Governança Corporativa, a qual veremos a seguir. Governança Corporativa De acordo com Assaf Neto (2015, p. 60), as mudanças ocorridas no cenário mundial, principalmente nos campos econômico e tecnológico, evidenciam a necessidade de uma melhor segurança e adaptação dos mercados financeiros a esse novo contexto. O setor financeiro é, sem dúvida, um dos maiores a sofrer regulação de suas atividades por autoridades públicas e privadas. As práticas de Governança Corporativa, gerenciado aqui no Brasil pelo IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa), traz uma série de regras para que as empresas e instituições financeiras possam ser mais transparentes e alcancem maior respeito em relação à sua integridade com o mercado. Para os acionistas minoritários, regras de regulação são a melhor forma de protegê-los. Princípios da Governança Corporativa Diversas são as regras impostas a instituições financeiras, órgãos reguladores, bolsa de valores, etc., a maioria das práticas de governança corporativa é opcional, ou seja, cabe ao "bom senso" das empresas e o valor que dão à sua imagem no mercado, se irão adotar ou não as recomendações sugeridas. As recomendações de diversos códigos de governança costumam basear-se em princípios. No Brasil, o código mais aceito e recomendado é o Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa do IBGC, que se fundamentam em quatro princípios: transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa. Segue a definição de acordo com a página do órgão na internet. Para Saber Mais Assista aos filmes: "Margin Call - O dia antes do Fim", "Rogue Trader" ou "A Fraude", conforme foi traduzido para o Brasil. Para quem gosta de comédia pode assistir "As Loucuras de Dick e Jane", com Jim Carrey, que mostra a quebra das Word Com. 23/04/2020 Versão para impressão - Fundamentos do Mercado de Ações - Parte 2 https://conteudo.catolica.edu.br/conteudos/unileste_cursos/disciplinas/nucleo_formacao_geral/Cat.EAD_Introducao_ao_Mercado_Financeiro/t… 17/20 Outros órgãossão fundamentais para o processo de regulação do mercado financeiro brasileiro, como veremos a seguir. Anbima - Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais Estabelecida em outubro de 2009, a Anbima é o resultado da junção entre a ANBID (Associação Nacional dos Bancos de Investimento) e da ANDIMA (Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro). Junto a outras grandes entidades financeiras brasileiras, a Anbima ocupa uma importante posição na regulamentação do mercado do país. A Anbima é a maior representante de instituições ligadas ao mercado de capitais brasileiro. A organização se coloca como defensora dos interesses do mercado, representando aproximadamente 340 associados. Acreditam que a representação do setor é responsável pelo fortalecimento e desenvolvimento socioeconômico da esfera em que está inserida. a) Transparência Consiste no desejo de disponibilizar para as partes interessadas as informações que sejam de seu interesse e não apenas aquelas impostas por disposições de leis ou regulamentos. Não deve restringir-se ao desempenho econômico-financeiro, contemplando também os demais fatores (inclusive intangíveis) que norteiam a ação gerencial e que condizem à preservação e à otimização do valor da organização. b) Equidade Caracteriza-se pelo tratamento justo e isonômico de todos os sócios e demais partes interessadas (stakeholders), levando em consideração seus direitos, deveres, necessidades, interesses e expectativas. c) Prestação de Contas (accountability) Os agentes de governança devem prestar contas de sua atuação de modo claro, conciso, compreensível e tempestivo, assumindo integralmente as consequências de seus atos e omissões e atuando com diligência e responsabilidade no âmbito dos seus papéis. d) Responsabilidade Corporativa Os agentes de governança devem zelar pela viabilidade econômico-financeira das organizações, reduzir as externalidades negativas de seus negócios e suas operações e aumentar as positivas, levando em consideração, no seu modelo de negócios, os diversos capitais (financeiro, manufaturado, intelectual, humano, social, ambiental, reputacional, etc.) no curto, médio e longo prazos. https://www.tororadar.com.br/investimento/bovespa/anbima-o-que-e 23/04/2020 Versão para impressão - Fundamentos do Mercado de Ações - Parte 2 https://conteudo.catolica.edu.br/conteudos/unileste_cursos/disciplinas/nucleo_formacao_geral/Cat.EAD_Introducao_ao_Mercado_Financeiro/t… 18/20 Ancord - Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias A ANCORD - Associação Nacional das Corretoras e Distribuidores de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias - é o órgão que reúne empresas do mercado financeiro, de capitais e todos os agentes autônomos de investimento. A Associação fornece aos agentes uma robusta representação frente ao governo brasileiro e aos órgãos reguladores do sistema. Apenas a ANCORD tem a autorização da CVM para certificar os Agentes Autônomos de Investimento, conhecidos também como AAIs. Essa certificação ocorre por meio de uma prova que engloba vários conceitos do mercado. A regulação dos intermediários financeiros visa manter a solvência do sistema, evitando crises financeiras de maior repercussão com potencial de atingir os investidores e a economia. Foi muito discutido que a amplitude da crise financeira de 2008 ocorreu, em grande parte, devido à falta de medidas de regulação dos mercados financeiros. Segundo Assaf Neto (2015, p. 60), normas de regulação devem também apresentar o objetivo de melhorar os controles dos meios de pagamentos da economia. Para tanto, são regulamentados, entre outros procedimentos, as garantias de depósitos bancários (o Brasil tem o instrumento do Fundo Garantidor de Crédito – FGC), os recolhimentos compulsórios para controle sobre a oferta de moeda, cadastramento de emitentes de cheques sem fundos, operações do mercado interfinanceiro, medidas de combate à lavagem de dinheiro, etc. https://www.tororadar.com.br/investimento/bovespa/ancord-o-que-e 23/04/2020 Versão para impressão - Fundamentos do Mercado de Ações - Parte 2 https://conteudo.catolica.edu.br/conteudos/unileste_cursos/disciplinas/nucleo_formacao_geral/Cat.EAD_Introducao_ao_Mercado_Financeiro/t… 19/20 Considerações Finais Prezado estudante, conforme visto nesta aula, o mercado secundário de ações é onde investidores, pessoas físicas e jurídicas fazem suas negociações. Além disso, enquanto o mercado à vista lida com transações do dia, os derivativos, com o mercado a termo, opções, futuro e swaps, trazem proteção, arbitragem e especulação a diversos interessados. Para que o mercado de ações possa dar maior segurança ao investidor, diversos órgãos foram criados, além de práticas de governança corporativa, que, com os princípios da transparência, equidade, prestação de contas (accountability) e responsabilidade corporativa procuram melhorar essa relação empresa x investidor. Na próxima aula trataremos da Análise Fundamentalista de ações, na qual você aprenderá técnicas de como decidir sobre a compra ou a venda de uma ação. Até mais! 23/04/2020 Versão para impressão - Fundamentos do Mercado de Ações - Parte 2 https://conteudo.catolica.edu.br/conteudos/unileste_cursos/disciplinas/nucleo_formacao_geral/Cat.EAD_Introducao_ao_Mercado_Financeiro/t… 20/20 ©2018 Copyright ©Católica EAD. Ensino a distância (EAD) com a qualidade da Universidade Católica de Brasília Referências ANDREZO, Andrea F. Mercado Financeiro: aspectos históricos e conceituais. Thomson Learning, 2002. ASSAF NETO, Alexandre. Mercado Financeiro. 8ª Edição. São Paulo: Atlas, 2008. BERK, Jonathan. Finanças empresariais essencial. Porto Alegre Bookman 2010 - recurso online. CAETANO, Marco Antonio Leonel. Análise de risco em aplicações financeiras. São Paulo Blucher 2017. FORTUNA, Eduardo. Mercado Financeiro: produtos e serviços. 15ª Edição. Rio de Janeiro: Qualitymark. 2005. MARINS, André C. Mercado de Derivativos e Análise de Risco. MAS, 2004. PINHEIRO, Juliano Lima. Mercado de Capitais – Fundamentos e Técnicas. 3ª edição. São Paulo: Atlas, 2005. ROSS, Stephen A., Westerfield, Randolph W. e Jaffe, Jeffrey. Administração Financeira. 2ª Edição: Atlas, 2002.