Prévia do material em texto
VOLUMIZAÇÃO FACIAL INTRODUÇÃO A elevação da expectativa de vida, juntamente com os efeitos do envelhecimento cutâneo, e o atual desejo de apresentar uma aparência jovial que acompanhe a condição física cada vez melhor demonstrada pelos indivíduos em período de envelhecimento, contribuem para que as pessoas procurem procedimentos estéticos não cirúrgicos, para uma melhor aparência, rejuvenescimento e harmonização da face. Objetivo O AH tem contraindicação para peles com doenças ativas, lesões ou inflamações. Diante da relevância, vantagem e desvantagem do uso do AH no rejuvenescimento facial, esse estudo busca explanar suas vantagens, indicações, contraindicações, reações adversas e complicações para tratar rejuvenescimento facial. 3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Áreas de tratamento com AH na face Tamura (2013), propõe uma nova divisão didática, prática e pormenorizada da face, diferente do conhecimento genérico de anatomia, para otimizar a técnica de preenchedores, principalmente no que tange ás áreas e profundidade de injeções. No entanto ela não sugere uma nova divisão anatômica, mas apenas uma separação das regiões faciais que são habitualmente tratadas por preenchedores para analisá-las individualmente. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Figura 1: regiões faciais que são habitualmente tratadas por preenchedores FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Recomendações para o procedimento Para a execução do preenchimento facial com AH, o profissional deve considerar o local a ser tratado, sua familiaridade com o produto utilizado e sua técnica de implante, as expectativas do paciente, o custo, em quanto tempo alcançará o resultado, o número de sessões e outras variáveis. Alguns produtos são mais indicados para linhas superficiais e rugas finas, enquanto outros são indicados para sulcos e reposição de grande volume. O profissional necessita ter conhecimento técnico científico aliado ao bom senso estético para obter melhores resultados (AGOSTINI, 2018). METODOLOGIA O referido estudo consiste em uma revisão bibliográfica narrativa, baseando-se em pesquisas feitas em fontes extremamente confiáveis de informação cientifica usando as bases de dados eletrônicas PubMed/MEDLINE (US National Library of Medicine) e Portal Periódicos Capes. No processo da pesquisa bibliográfica foram encontrados artigos com textos completos disponíveis na base de dados virtual, os quais foram analisados para fundamentar o trabalho e contribuir diretamente para o cumprimento do objetivo final do mesmo. RESULTADOS E DISCUSSÕES Com o uso doas preenchedores, os locais onde usados AH devem ser completamente ocupados, para de assegurar um preenchimento integral, uniforme. A correção insuficiente levará a um preenchimento inadequado e à insatisfação do paciente (MONTEIRO, 2010). Contudo, cuidados são essenciais com preenchimentos de AH, como eles tendem a hidratar após o tratamento, é aconselhável uma ligeira hipocorreção. O tratamento da perda de tecido subcutâneo subjacente é uma forma para se evitar sobrevolume desproporcional da face, a longo prazo (MORAES, 2017). CONSIDERAÇÕES FINAIS Avaliação cuidadosa do cliente, planejamento terapêutico correto e técnica adequada são primordiais para alcançar os melhores resultados com o tratamento. É de grande importância que o profissional que vai realizar o procedimento de preenchimento esteja devidamente preparado para avaliar e lidar com possíveis intercorrências. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6023. Almeida ART, Sampaio GAA. Ácido hialurônico no rejuvenescimento do terço superior da face: revisão e atualização – Parte 1. Surgical & Cosmetic Dermatology. 2016;8(2):148-153. Agostini MM, Jalil SMA. O uso do ácido hialurônico para rejuvenescimento da pele. Conexão Eletrônica – Três Lagoas, MS. 2018;15(1): 617-623. Antônio CR, Antônio JR, Coura MGG, et al. Microcânulas em dermatologia: especificações. Surgical & Cosmetic Dermatology. 2015;7(3):241-244. Parada MB, Cazerta C, Afonso JPJM, Nascimento DIS. Manejo e complicações de preenchedores dérmicos. Surg Cosmet Dermatol. 2016;8(4):342-51. Salles AG, Remigio AFN, Zacchi VBL, et al. Avaliação clínica e da espessura cutânea um ano após preenchimento de ácido hialurônico. Brass. Cir. Plást. 2011;26(1): 66-69. Santoni MTS. Uso de Ácido Hialurônico Injetável na Estética Facial: Uma Revisão da Literatura. Especialização em Estética e Saúde – Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ, 2018. Talarico S, et al. Avaliação da segurança e eficácia de novo preenchedor à base de ácido hialurônico no tratamento de sulcos nasolabiais e contorno dos lábios. Surg Cosmet Dermatol. 2010;2(2):83-86.