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Sistemática vegetal angiosperma

Trabalho de sistemática vegetal sobre o pequi (Caryocar brasiliense): apresenta classificação segundo APG, descrição do órgão reprodutor (hermafrodita; racemos até 30 flores; 5–6 sépalas/pétalas; 350–500 estames; ovário com 3–5 lóculos), distribuição no Cerrado (SP, MG, GO, MA, PA, PR, PI, RO), notas sobre uso histórico, preferência por solos profundos sílico‑argilosos e referência PROCISUR/IICA 2017.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ 
CENTRO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA – CCN 
DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA 
SISTEMÁTICA E BIOGEOGRAFIA- LOUISE DE MELO SOUZA 
OLIVEIRA 
 
 
 
 
 
 
TRABALHO DE SISTEMÁTICA VEGETAL: CLASSIFICAÇÃO DO 
PEQUI 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REGINA GUIMARÃES SILVA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TERESINA-PI 
NOVEMBRO/2020 
Nomes populares: Pequi, pequizeiro, Piqui, pequiá entre outros. 
 
Relação filogenética de acordo com o APG 
 
Espécie: Caryocar Brasiliense Cambess. 
Gênero: Caryocar 
Família: Caryocararaceae 
Ordem: Malpeghiales 
Classe: Magnolipsida 
Divisão: Magnoliophyta 
 
	
	
	
Estrutura do órgão reprodutor: O órgão reprodutor é hermafrodita, As 
inflorescências são racemos terminais. Cada inflorescência possui até 30 flores, 
grandes, com cinco a seis sépalas e cinco a seis pétalas. Possuem de 350 a 500 
estames que medem de 40 mm a 60 mm,. Internamente aos estames funcionais, há 
uma espiral de estaminóides não funcionais. O número de lóculos no ovário varia de 
três a cinco, com número correspondente de estiletes com estigmas diminutos. 
 
Distribuição biogeográfica: O Pequi (Caryocar brasiliense Cambess.) é uma 
espécie típica e nativa do Cerrado Brasileiro, sendo bem representada em todas as 
fisionomias da região. Encontra-se nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, 
Maranhão, Pará, Paraná, Piauí e Rondônia. 
 
Outras informações biogeográficas e evolutivas: Existem referências ao uso do 
pequizeiro e de muitas outras frutíferas nativas, por volta do século XIX bem como um 
elevado número de espécies de palmeiras fornecedoras de frutos que eram quebrados 
diariamente pelos silvícolas. O pequizeiro ocorre em todos os tipos de solos do 
Cerrado, mostrando preferência por solos profundos, sílico argilosos e bem drenados, 
com teores nutricionais mais baixos e altos níveis de alumínio tóxico Possui 
estratégias de sobrevivência que lhe confere grande habilidade de estabelecimento e 
de desenvolvimento em ambientes extremamente pobres em nutrientes de solo e com 
elevado teor de alumínio tóxico. 
 
 
 
 
 
 REFERÊNCIAS 
 
 PROCISUR. Pequi 
Instituto Interamericano de Cooperación para la Agricultura (IICA), 
2017 Disponível< 
https://www.procisur.org.uy/adjuntos/procisur_pequi_07b.pdf > 
acesso em: 10 de nov. 2019.

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