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3
Aleida Onésima Simbine Mussuei
Aminadab da Berceba Castigo Zimila
Binalda António Matusse
Lizete Ariel Nhantumbo
Marnência de Jesus Renato Matavel
Salomão Jaime Matsinhe
Metabolismo
Licenciatura em Tecnologia de Alimentos
Universidade Save
Chongoene
II
2021
Aleida Onésima Simbine Mussuei
Aminadab da Berceba Castigo Zimila
Binalda António Matusse
Lizete Ariel Nhantumbo
Marnência de Jesus Renato Matavel
Salomão Jaime Matsinhe
Metabolismo
	Trabalho de pesquisa apresentado á Faculdade de Ciências Agrárias, Departamento de Tecnologia de Alimentos, Extensão de Gaza, no âmbito de avaliação na cadeira de Microbiologia Geral, sob a orientação do Dr. Nelio Ualema.
Universidade Save
Chongoene
2021
Índice
1.Introdução	3
2.Objectivos	4
2.1.Objectivo Geral	4
2.2. Objectivos Específicos	4
3.Métodologia de Pesquisa	5
4.Referncial Teorico	6
4.1.Reações acopoladas	6
4.2.Efeitos de ATP nas reações acopoladas	6
4.3.Reacção de hidrólise da ATP	8
4.4.Função da ATP	9
4.5.SÍNTESE DO ATP	9
5.Metabolismo de Aminoácidos	9
5.1.Metabolismo de aminoácidos e ciclo da uréia	10
5.2.Classificação dos Aminoácidos	13
5.3.Biossíntese dos aminoácidos	14
5.4.Regulação da biossíntese de aminoácidos	16
6.Catabolismo de Aminoácidos	16
7.Metabolismo de Carboidrátos	17
7.1.Metabolismo de carboidratos nos animais.	17
8.Metabolismo Lípidico	20
8.1.Classificação dos lipídeos	20
8.2.Lipídos Compostos	21
8.4.Função dos lipideos	22
8.5.Principal Função das gorduras	22
8.6.Biossíntese de lipídeos	22
8.7.Biossíntese dos triacilgliceróis e dos fosfolipídeos	23
9.Metabolismomo dos triagliceróis	23
10.Conclusão	24
11.Referências Bíbliográficas	25
1. Introdução
No presente trabalho abordaremos sobre o metabolismosmo Celular. Metabolismo celular é o conjunto de reações que ocorrem no ambiente celular, o metabolismo de síntese biomolecular conhecido como anabolismo e catabolismo. O anbolismo ocorre quando a célula dispõe da energia ou substrato suficiente. Onde tambem veremos como o catabolismo ocorre em situações se m que o organismo necessite de energia. 
2. Objectivos
2.1. Objectivo Geral
· Estudar o Metabolismo e todos os processos e reações quimicas que nele ocorre.
2.2. Objectivos Específicos
· Concetuar o metabolismo;
· Descrever reaççoes de ATP;
· Descrever catabolismo e metabolismo dos aminoácidos. 
3. Métodologia de Pesquisa
 Segundo Marcone e Lacatos 1991, metodologia de pesquisa é um procedimento reflexivo, sistemático, controlado e crítico, que permite descobrir fatos novos ou dados, relações ou leis, em qualquer campo do conhecimento.
Na presente pesquisa, optamos pelo metodo de pesquisa Bibliográfica, o qual consiste no uso exclusivo de fontes bibliográficas. A principal vantagem é permitir ao pesquisador a cobertura mais ampla do que se fosse pesquisar diretamente; é relevante quando o problema de pesquisa requer dados muito dispersos. 
 
4. Referncial Teorico
Metabolismo celular é o conjunto de reacções quimicas que acontece nas celulas dos organismos vivos, para que estes transformem a energia,conservem a sua identidade e se produzem, de todas as formas de vida(desde as algas unicelulares ate os mamiferos) dependem da realizacao simultanea de reaccoes metabolicas, reguladas com absoluta precisam.
Anabolismo sao os processos biossintenticos apartir de moleculas precessoras simples e pequenas .As vias anabolicas sao processos endogânicos e redutivos necessecitam de fornecimento de energia.
Catabolismo são os processos de degradação das moléculas orgânicas, nutrientes e dos costituentes celulares que são convertidos em produtos mais simples com a liberação energia as vias catabolicas são preciosos exorgânicos e oxidativos 
4.1. Reações acopoladas
· Reação que é favorável ocorre junto a outra reação, desfavorável tendo energia suficiente para que as duas aconteçam;
· Evento muito comum no metabolismo;
· Geramente envolve a participação de compostos transformados de alta energia ATP
4.2. Efeitos de ATP nas reações acopoladas
Trifosfato de adesenina: Nucléotideo formado por ribossomas (áçucar) e adenina (base nitrogenado) e três fosforos (ligação de alta energia); 
Reações de oxidação e redução
Oxidação: a molécula é hidrogenada e sofre perda de eletrçoes (hidrogêneo) Redução: a molécula é pobre em hidrgeneo e ganha eletrões (hidrogêneo)
Reação de oxidação de NAD+ NAD + 2 H+ →NADH + H+NAD+ = a forma oxidada superior a de eletrões
NADH + H+ = a forma reduzida, doadora de eletrões.
FAD + 2e + 2 H+ → FADH2 = adenasina trifosfato ou ATP.
ATP (adenosina trifosfato) é a principal molécula transportadora de energia nos seres vivos. A maior parte da energia química que os organismos necessitam para realizar seu metabolismo é proveniente das reacções de hidrólise dessas moléculas. Os produtos finais da hidrólise de uma molécula de ATP são ADP (adenosina difosfato), fosfato e energia.
 ATP (adenosina trifosfato) é a principal molécula carreadora da energia química  utilizada nas mais diversas reações que ocorrem nas células. Ela funciona como um depósito de energia, acionado quando necessário para a realização de alguma reação. Ela consiste em cadeia de polifosfato unida com por uma ligação de éster ou açúcar ribosse. A base nitrogenada adenina esta ligada ao fragmento ribosse numa outra posição. Esta estrutura base-áçúcar-fosfato é importante, não apenas porque no ATP mas tambem por ser a unidade fundamental dos ácidos nucléicos e de inúmeras outras moleculas envolvidas em metabolismo e síntese.
Estrutura do trifosfato de adenosina(ATP)
Segundo Rollie J. , 1995, a ATP é constituída por uma ribose (açúcar) ligada à adenina (base nitrogenada) e três grupos fosfato em série. Quando necessário, o último grupo fosfato dessa série é liberado, assim como a energia, que poderá ser, então, utilizada pela célula. Nessa reação é formada a ADP (adenosina difosfato), que pode ser transformada novamente em ATP por meio da adição de um fosfato e energia.
Um dos principais locais de produção de ATP são as mitocôndrias, organelas presentes nos organismos eucarióticos, responsáveis pela produção de energia. No entanto, é importante destacar que organismos procarióticos também produzem ATP, sendo que essa produção ocorre  no citosol da célula, por exemplo, pelo processo de fermentação.
Durante o metabolismo oxidativo, o ATP é formado apartir do difosfato de adenina (ADP) e de iões fosfatos inorgânico (Pi)
Metabolismo da alimentação 
↓Energia
 ADP + Pi → ATP
Asssim, a energia necessária para conversão ADP-ATP vem do metabolismo oxidativo dos alimentos. 
4.3. Reacção de hidrólise da ATP
 Segundo Jeremy M. et all, 2008, ATP é uma molécula que armazena energia, liberando-a, quando necessário,  por uma reacção de hidrólise (em que ocorre a quebra de uma molécula em moléculas menores com a participação da água).
 Nessa reacção ocorre a liberação do íon fosfato inorgânico, aqui representado por Pi, após a adição de uma molécula de água na ligação de fosfato terminal, além de energia (reacção exergônica). 
Os produtos finais da reação de hidrólise da ATP são a ADP (adenosina difosfato), Pi e energia, como pode ser observado na equação a seguir:
 ATP + H20 → ADP +  Pi + energia livre
Ao considerar o papel do ATP como carreador de energia podemos focar sua porção de trifosfato. ATP é uma molécula rica em energia por causa do seu trifosfato contor duas ligações de anidrído fosfórico. Uma grande quantidade de energia é liberado quando o ATP sofre hidrolise para adenosina difosfato (ADP) e ortofosfato (Pi) ou para adenosina monofosfato (AMP) e Pirofosfato (PPi)
ATP + H2O ↔ ADP + Pi ∆Go' = -30,5kJ mol-1 (-7,3kcal mol-1)
ATP + H2O↔AMP + PPi ∆Go' = -45,6kJmol-1 (-10,9kca mol-1)
A ∆Go' Precisa esta reacção precisa, depende da força iônica do meio e dasconcentrações Mg+2 ou den outros iontes metálicos. Nas concetrações da célula, ∆G real para estas hidrólises é de aproximadamente 50kJ mol-1 (-12 Kcal mol-1). A energia liberada na hidrólise de ATP é aproveitada para impulsionar reacções que necessitam de uma entrada de energia livre, com uma contracção muscular. Por sua vez forma-se ATP a partir de ADP e Pi quando as moléculas energética são oxidadas nos seres quimiotróficos ou quando a luz é capturada pelos fototróficos. Este ciclo ATP-ADP é o modo fundamental da troca de energia nos sistemas biológico.
4.4. Função da ATP
Como dito, a ATP é uma molécula carreadora de energia. Moléculas carreadoras de energia armazenam a energia proveniente do processo de oxidação das moléculas dos alimentos — seja em um grupo químico, que será posteriormente transferido, ou em electrões energizados — e transportam-na até o local em que será utilizada pela célula. Além do ATP, também são moléculas carreadoras de energia a NADH e a NADPH. No entanto, a ATP é a principal delas.
4.5. SÍNTESE DO ATP 
O fluxo de electrões através dos complexos 1, 3 e 4 resulta no bombeamento de protões através da membrana mitocondrial interna, isso torna a matriz alcalina em relação ao espaço intermembrana. Este gradiente de protões fornece a energia conhecida como força protomotiva. O acoplamento do transporte de electrões com fosforização oxidativa requer uma enzima com multissubunidades ligadas à membrana, a ATP sintase. Essa enzima tem um canal para que os protões fluam do espaço intermembrana para a matriz mitocondrial. O fluxo de electrões está acoplado à produção de ATP em um processo que parece envolver a alteração conformacional da enzima. A ATP sintase executa a “catálise rotativa” nela, ocorre o fluxo de pró tons através da Fo, fazendo com que cada um dos três sítios de ligação em F1 execute um ciclo entre a conformação de ATP pela ligação do ADP +Pi. A formação do ATP na superfície da enzima requer pouca energia; o papel da força protomotiva é deslocar o ATP do seu sítio de ligação na sintase (Figura 13). A razão entre o número de moléculas de ATP sintetizadas por 1/2O2 reduzida em H2O (a razão P/O) é de aproximadamente 2,5 quando os electrões entram na cadeia respiratória através do complexo I, e 1,5 quando eles são provenientes do complexo 2 e entram na coenzima Q.
5. Metabolismo de Aminoácidos
Segundo Donald voet, 2014 O metabolismo dos aminoácidos compreende uma variedade de reacções de síntese e degradação pelas quais os aminoácidos são montados para servirem de precursores de polipeptídios ou de outros compostos e quebrados para recuperação de energia metabólica.
As Proteínas são polímeros de Aminoácidos os Aminoácidos apresentam pelo menos um grupo carboxílico e um grupo amino aminoácidos têm como fórmula geral
+H3N - C – H-COOH-R
5.1. Metabolismo de aminoácidos e ciclo da uréia
O ciclo da uréia tem uma função central no metabolismo do nitrogénio. Ele está envolvido no anabolismo e no catabolismo de aminoácidos e apresenta elos com o ciclo de Krebs.( Fig.1)
 Além de serem constituintes das proteínas, os aminoácidos podem ser usados como precursores de moléculas biológicas nitrogenadas como hemes, nucleotídeos e glutationa.
O excesso de aminoácidos da dieta não é armazenado nem excretado, é convertido em piruvato, oxaloacetato, α-cetoglutarato e outros. Consequentemente, os aminoácidos são também precursores de glicose, ácidos graxos e corpos cetônicos. Podem, portanto, serem usados também para produção de energia.
O processo envolve a eliminação do grupo amina ou desaminação, envolve a incorporação do amónio assim produzido em uréia, para posteriormente ser excretado e convertido em esqueleto carbônico e em intermediários metabólicos.
Fig.1. Integração do ciclo de Krebs com o ciclo da uréia.
A desaminação da maioria dos aminoácidos envolve uma transaminação prévia, que consiste na transferência do seu grupo amino para um α-cetoácido, produzindo o aminoácido correspondente ao α -cetoácido e o α -cetoácido correspondente ao aminoácido original. Geralmente o receptor do grupo amina é o α-cetoglutarato, que é convertido em glutamato, glutamina e daí ao carbamoilfosfato, composto importante para realização do ciclo da uréia como também para a formação das bases nitrogenadas. A formação do glutamato ocorre da transaminação de um aminoácido com o α-cetoglutarato componente do Ciclo de Krebs, vista na reacção abaixo.
As trasaminases ou aminotransferases usam piridoxal-5'-fosfato, um derivado da vitamina B6. O piridoxal está também envolvido em reacções de descarboxilação de aminoácidos, e de eliminação das suas cadeias laterais. É também o cofator envolvido na reacção da glicogénio fosforilase, embora neste caso, o mecanismo de actuação seja diferente. As transaminases são específicas para cada tipo de aminoácido, produzindo os α-cetoácidos correspondentes. No entanto, a maioria só aceita α-cetoglutarato ou oxaloacetato, em menor frequência, como receptor de grupo amina, produzindo assim o glutamato ou aspartato, respectivamente. Por conseguinte, os grupos amina da maioria dos aminoácidos são utilizados para produzir glutamato ou aspartato, que por sua vez, podem ser interconvertidos pela glutamato-aspartato aminotransferase. No processo de transaminação um cetoácido dá origem a um aminoácido com o mesmo número de carbono e o inverso é verdadeiro.
Há um grupo de trasaminases musculares que usa piruvato como α-cetoácido receptor de amina. O aminoácido produzido a partir dessa reação é a alanina, a qual é lançada para a corrente sanguínea e absorvida pelo fígado, onde é transaminada a piruvato, que será usado na gliconeogênese hepática. A glicose assim produzida é depois oxidada a piruvato pelo músculo, completando o ciclo da alanina. O grupo amina é depois utilizado para a síntese da uréia. O resultado do ciclo da alanina é o transporte de amônio do músculo para o fígado. A transaminação conserva os grupos amina.
A desaminação ocorre principalmente com o glutamato pela glutamato desidrogenase, uma enzima mitocondrial que usa quer NAD+ quer NADP+, pelo processo desaminação oxidativa.
O grupo nitrogenado libertado na forma de amoníaco nesta reação deve ser excretado.
Muitos animais aquáticos o excretam simplesmente sob a forma de amônio. Outros animais, que não têm tanta água à sua disposição, convertem o amônio em produtos menos tóxicos, que não precisam de tanta água para ser excretados, onde um desses produtos é a uréia.
A toxicidade do grupo amônio ainda requer estudos mais aprofundados, porém se sabe que quando a concentração de amônio se apresenta muito alta, este reage com o glutamato para formar glutamina, numa reação catalisada pela glutamina sintase.
A reposição dos níveis de glutamato ocorre através da reação de outros aminoácidos com o α-cetoglutarato por transaminação. O resultado é direcionado a um progressivo esgotamento das reservas de α-cetoglutarato e glutamato, causando lesões principalmente a nível do cérebro.
A síntese da uréia ocorre no fígado, e é secretada na corrente sanguínea e em seguida excretada pelo rim. O ciclo da uréia apresenta a sequência de reacção em seguida: o passo inicial é a formação de carbamioil-fosfato, a partir do α-cetoglutarato dando glutamato, glutamina e daí o carbamilfosfato.
5.2. Classificação dos Aminoácidos
Quanto a essencialidade Essenciais (Dieta) 
· Fenilalanina 
· Tirosina, 
· Metionina
· Cisteina
· Leucina, 
· Isoleucina 
· Lisina,
· Treonina
· Valina,
· Triptofano, 
· Histidina, 
· Arginina
Não-Essenciais (Síntese)
· Aspartato
· Serina
· Alanina
· Glicina
· Glutamato
· Glutamina
· Prolina
· Arginina 
· Asparagina
5.3. Biossíntese dos aminoácidos
Nos sistemas vivos, o nitrogênio reduzido é incorporado primeiro nos aminoácidos, e depois em uma variedade de outras biomoléculas, incluindo os nucleotídeos. O ponto chave de entrada é o glutamato. O glutamato e a glutamina são os doadores de nitrogênio em uma larga variedade de reações biossintéticas. A glutamina sintetase, que catalisa a formação daglutamina a partir do glutamato, é uma importante enzima reguladora do metabolismo do nitrogênio.
As plantas e as bactérias sintetizam todos os 20 aminoácidos comuns. Os mamíferos podem sintetizar apenas a metade; outra metade deles, que são os aminoácidos essenciais, precisa estar presente na alimentação que são os aminoácidos essenciais.
Entre os aminoácidos não essenciais, o glutamato é formado por aminação redutiva do α- cetoglutarato e serve como precursor da glutamina, prolina e arginina. O alfa-cetoglutarato origina o glutamato, a glutamina, prolina e arginina. (Obs. fig. 2)
 
Fig.2 Grupo do glutamato
A serina, glicina e cisteína são derivados do 3-fosfoglicerato
A alanina, o aspartato e também a asparagina são formados por transaminação do piruvato e do oxaloacetato, respectivamente. A cadeia carbônica da serina é derivada do 3-fosfoglicerato. A serina é precursora da glicina, onde um carbono da serina é transferido para o tetraidrofolato. Nos microrganismos, a cisteína é produzida da serina e do sulfeto produzido pela redução do sulfato presente no meio ambiente. Os mamíferos produzem cisteína a partir da metionina e da serina através de uma série de reações que necessitam de S-adenosilmetionina e cistationina. Três aminoácidos não essenciais e seis essenciais são sintetizados do oxaloacetato e do piruvato. (Obs fig. 2)
Fig. 3
Entre os aminoácidos essenciais, os aminoácidos aromáticos (fenilalanina, tirosina e triptofano) formam-se através de uma via na qual o corismato ocupa um ponto de ramificação importante. O fosforribosil pirofosfato é o precursor do triptofano e da histidina. O corismato é um intermediário chave na síntese do triptofano, da fenilalanina e da tirosina.
Fig. 4
A via que leva à formação da histidina está interconectada com a via de síntese das purinas. A tirosina também pode ser formada pela hidroxilação da fenilalanina por isso é considerada condicionalmente essencial. (Obs fig. 4)
Fig. 4
5.4. Regulação da biossíntese de aminoácidos
As vias de biossíntese dos aminoácidos são submetidas à inibição alostérica pelo produto final da via; a enzima reguladora é, em geral, a primeira da via considerada. A regulação das várias vias biossintéticas é coordenada.
6. Catabolismo de Aminoácidos
A degradação dos aminoacidos compreende a remoção e a escreção do grupo amino e a oxidação da cadeia carbonica remanescente (α-cetoácido).
 Remoção de grupo amino 
O primeiro passo no cata bolismo dos amenoácidos (doze deles) e a transferência dos seus grupos amino para o α-cetoglutarato formando glutamato.
Aminoácido + α-cetoglutarato ↔ α-cetoácido + glutamato
Estas reações são catalizadas por aminotransferases, tambem chamadas transaminances, enzimas presentes no citosol e na mitocondria e que tem como coizima piridoxal-fosfato (derivada da vitamina B6). Este grupo prostético apresenta-se covaletimente ligado ao grupo amino e de um resíduo específico de lizina no sitio activo da enzima.
O grupo amina pode ser liberado como amónia (ion NH4 +) em PH fisiológico. Esta reação é catalizado pelo glutamato desidrogenase, uma enzima mitocondriakl encontrada principalmente no figado. É a única enzima que utiliza NAD+ ou NADP+ como aceptorde equivalentes reduzidos .
O glutamato desidrogenase e específico para o glutamato.A acção conbinada das aminotransferases e de glutamato desidrogenase resulta na convergência do grupo amino, na maioria dos aminoácidos parea dois compostos único: NHA4 + e aspartato. 
Desanimação:
O aminoácido perdo seu grupo amino e os α-cetoácitos podem sofrer oxidação até CO2 e H2O. 
Metabolismo do esqueleto do carbono, normalmente fornece unidades de tês a quatro átomos de carbono que são convertidas a glicose.
7. Metabolismo de Carboidrátos
Carboidratos ocupam uma posição importante na quimica do processo vital. Estes compostos são formados nas plantas, apartir da fontossítese, e costituiem o principal produto do processo pelo qual as moléculas inorgânicas e a energia solar são incorporadas aos seres vivos. Nos animais, o metabolismo do carboidrato é uma fonte de energia das mais relevantes. Os ácidos nucléicos, que controlam o prcesso de replicação no interior das células, são polímeros em cada unidade que se repete contém uma molécula de áçucar; consequentimente, estão intimamente relacionados com os carboidratos.
Carboidratos são polihidroxialdeídos ou cetonas de fórmulas ímpiricas CnH2nOn. Suas moléculas mais simples são conhecidadas como mono sacarídeos, e se nao estiver entre 5 e 8, essas substâncias terão um sabor adocicado. Chamamos de olisacarídeos (do grego Oligas, poucos) aquelas moléculas que apresentam de duas a dez unidades de monosacarídeos ligadas entre sí. E o temo polisacarídeos é aplicado as moléculas polímericas que contem até alguns milhares de unidades de monosacarídeos.
7.1. Metabolismo de carboidratos nos animais.
Nos Animais, a primeira etapa necessária na utilização dos polisacarídeos é a hidrólise enzimática do amido ou glicogénio, produzindo moléculas livres de glícose. Estas moléculas são, então, compostas e oxidadas em duas etapas principais:
· Na via glicolítica de Embden-Meyerhof, a glicose é convertida, por uma serie de etapas, em duas moléculas de iões piruvato, CH3COCOO. Esta decomposição é realizada anaerobicamente, isto é, sem oxigéneo. Em seguida, o piruvato entra no ciclo de Krebs do ácido cítrico, que tem com produtos finais CO2, H2O e ATP. Os oxidantes que participam directamente do ciclo de Krebs são, por sua vez, oxidados por uma cadeia de pares de óxidos-redução que tem o oxigéneo molecular como oxidante final. 
Via Embden-Meyerhof de glicólise. O símbolo P representa a grupo fosfato PO3
 O ATP, entao ,anexa mais um grupo fosfato. o disfosfato resultante e dividido em dois fragmentos de tres carbonos, ambos convertidos em 1.3 disforoglicerato. Esta molecula perde um grupo fosfato e reconstritui uma molecula de ATP apartir do ADP. Após uma isomerisação e desidratação, o ultimo grupo fosfato e eliminado, formando se outra molecula de ATP; O produto piruvate então esta pronto para prosseguir no ciclo oxidativo do Krebs. Se não houver nenhum oxigénio diponivel, como pode ser o caso, depois de uma breve mas violenta acção muscular, o ácido purivuco e reduzido a ácido lático pela NADH. Quando oxigénio torna disponível, este lactato é reoxidado aperuvato, entrando em seguida no ciclo oxidadtivo de Krebs. 
Na via de Embden-Meyerhof há duas reações de óxido-redução. Na etapa 5, NAD+ é o oxidante, reduzido a NADH. No entanto se for formado o lactato apartir do piruvado na última etapa, uma quantidade equivalente de NADH sera consumida. Sendo assim, se for formado o lactato, não haverá oxidação ou redução efetiva associado á glicólise, há uma produção efectiva de ATP. Um total de 2 moles de ATP por mol de Glicólise são consumido nas etapas 1 e 3, mas nas etapas 6 e 9, 2moles de ATP por mol de fragmento de 3 carbonos, ou 4 moles de ATP por mol de Glicólise são produzida. A decomposição de glicolise em piruvato é acompanhada pela formação de ATP, mólecula rica em energia.
Ciclo de Krebs do ácido cítrico. As enzimas que catalizam estas reações estão na mitocôndria celular.
O ciclo de Krebs do ácido cítrico coverte os produtos da glicólise em dióxido de carbono e água, sendo tambem a via pela qual os fragumento do ácido glaxos são oxidados. É um ciclo importante e fundamental no esquema metabólico.
O ácido pirúvico entra no ciclo de KREBS perdendo CO2 e sendo convertido num grupo acetila CH3CO, ligado ao exofre da coenzima A. A oxidação exigida nesta etapa é efetuadapela NAD+, e reoxidada, resultando uma produção de 3 moléculas de ATP. A acetilico A, é o produto de decomposição de ácido glaxo, transfere então seu grupo acetila para o oxoluacetato, formando citrato. Em seguida ocorre reações de desidratação e hidratação que convertem citratoem isocitrato. 
Uma oxidação NADP+, um éster de fosfato da NAD+, libera CO2, e leva finalmente a produção de 3 moléculas de ATP formando α-cetoglutarato. Uma outra oxidação desde vez por NAD+ auxiliada pela CoA e por outros agentes libera uma molécula de CO2, produzindo succinato. Nesta altura, o fragmento com 2 carbonos que entram no ciclo na forma de um grupo acetila foi oxidada a CO2 e as de mais etapas do ciclo servem para recuperar o oxaloacetato, com o qual o ciclo teve inicio. O succinato é desidrogenado afumarado. 
A adição de água forma malato, e a oxidação desta molécula pela NAD+ produz finalmente o ácido oxaloacético que então torna-se disponível para começar o ciclo novamente.
Para cada grupo acetila que entra no ciclo de Krebs, são produzida 12 moléculas de ATP, para além disso, 3 moléculas de ATP e uma molécula de CO2 são formadas quando a glicólise , o ácido é convertido na acetila CoA que entram no ciclo.
Reação global de oxidação do carboidrato.
C3H4O3 + 5/ 2 O2 + 15 ADP + 15 H3PO4 → 3 CO2 + 2 H2O + 15 ATP. H2O 
O oxigénio so entra na reação por via indirecta, por meio dos oxidantes NAD+, NADP+ e FAD.
8. Metabolismo Lípidico
Metabolismo é o conjunto de reações quimicas que ocorre num organismo vivo com fim de promover a satisfação de necessidade estrutural e enegético.
Os Lipídeos são componentes celulares insuluveis em água que podem ser extraidos da céluala por meio de solventes orgânicos como éter, benzeno e cloroformio. Os Lipídeos consistem em substâncias que, quando submetidas a hidólise produzem ácidos alifáticos de cadeia longa, sem aneis aromáticos, denominados ácidos graxos 
8.1. Classificação dos lipídeos
Lipídeos simples: Este grupo inclue as gorduras que são ésteres de ácidos glaxos e glicerol, CH2OHCHOHCH2OH, e as ceras, ácidos graxos esterificados com álcoois de elevado peso molecular, quase 10% do peso de um mamífero pode estar na forma de gorduras ou trigliceril-ésteres dos ácidos graxos.
Formula geral
Os três R-C-, representam os residuos de ácidos graxos que podem ser iguais ou diferentes. Os Triglicerídeos de ácidos saturados apresentam tempraturas de funsão maiores do que os dos ácidos insaturados. As gorduras animais são relativamente ricas em triglicerídeos saturados e esta é a razão de serem sólidas na temperatura ambiente. Óleos vegetais, como o óleo de milho e o de açafroa tem uma grande percentagem de triglicerídeos insarturados e portantanto são liquidos em temperatura ambiente, estes óleos vegetais liquidos custumam ser hidrogenados para produzir uma gordura sólida mais saturada do uso domestico.
As ceras são também éster de ácido graxos com um álcool alifático primário ou secundário de cadeia longa. Como exemplo teremos a cera de abelhas que em grande parte, é um éter de ácido palmítico com álcool merecílico, CH3 (CH2)29OH : 
8.2. Lipídos Compostos
Incluem éster de ácidos graxos de molécula de açúcar e acucar e moleculas em que o glicerol e esterificado com acidos graxos e acido fosforico .os acidos graxos sao acidos carboxilico ,RCOOH,de peso molecular elevado ,o grupo alquila R pode ser saturado,insaturado ,ciclico ou de cadeia ramificada.Estes acidos R e uma cadeia nao ramificada aberta ,Quase todos acidos de ocorrencia natural a um numero par de atmos de carbono .O acido saturado mais abundante em gorduras animais e o palmitico C16 ,em seguida vem o acido estearico C18 .O acido oleico e um acido insaturado de ocorrencia frequente C18.
Os acidos graxos insaturados mais abundantes tem a forma
RCH=CH(CH2)7COOH
Sendo que sete atmos C separam o acido carboxilico dos grupos funcionais etilenicos .O grupo R pode ser insaturado,apresenca da dupla ligacao tras a possibilidade de insomeria cis−trans.A configuracao cis e aquela que e encontrada praticamente em todos os caidos de ocorrencia natural.
8.3. Esquema de Classificação dos lipideos.
8.4. Função dos lipideos
Os lipidios ocorrem na membrana celular, Controla o transporte de substancia para dentro da célula.
São sulúveis em solventes orgânicos e atravessa sem dificuldade a camada lipida da membrana. Moléculas soluveis apenas em agua nao conseguem difundir se com facilidade por essa camada de lipidios, por tanto devem entrar e sair da célula, seja associadas a substâncias solúveis em lipidios através dos poros da membrana .
Os lipídios sao principais constituentes do tecido adiposos que insola os animais de sangue quente de um ambiente muito frio.Nas plantas as ceras servem para proteger as superfícies das folhas e caules contra a água e os ataques de insetos e bactérias.
8.5. Principal Função das gorduras 
E servir como maior e mais eficiente repositorio de energia.A combustao completa de um 1g de gordura produz aproximadamente 38kj,que e bem mais do que mais os 17kg-1 obtidos na proteina ou os18KJ-1 Produzidos pelos carbohidratos.As gorduras apresentam um elevado calor de combustao porque sao quase inteiramente hidrocarbonetos ,ao passo que nas proteinas e,particularmente ,nos carbohidratos ,o esqueleto de hidrocarboneto ja esta parcialmente oxidado .
A primeira etapa no metabolismo das gorduras e a hidrolise dos triglicerideos gerando glicerol e acidos graxos .
A reaccao e catalizada por ezimas soluveis em agua denominada lipases ou esterases .Os lipidos insoluveis em agua sao emulsificados por acido biliares,e hidrolise catalisada pela enzima soluvel em agua ocorre na superficie de contato entre a gota de lipidio e o fluido digestivo aquoso .Os produtos da hidrolise sao levados para as celulas onde sofrem metabolismo oxidativo.
8.6. Biossíntese de lipídeos
Em situações de abundância de acetil-CoA, o fígado e o tecido adiposo sintetizam ácidos graxos. O processo de síntese apresenta bastante semelhança com o inverso da β-oxidação, mas também tem diferenças importantes:
· Ocorre no citoplasma, e não na mitocôndria (β-oxidação);
· Usa NADPH como fonte de electrões;
· O transportador de grupos acil é a ACP (Acyl Carrier Protein) e não a
coenzima A. A síntese de ácidos graxos é feita a partir de acetil-CoA. No entanto, o processo é endergônico, pelo qual o Acetil-CoA deve ser previamente ativado. A biossíntese de ácidos graxos ocorre no citosol e a degradação, no interior da mitocôndria. Portanto, o Acetil-CoA produzido na mitocôndria deve ser transportado para o citosol. O Acetil-CoA é formado na matriz mitocondrial e como a membrana mitocondrial é impermeável para essa molécula ela usa o artifício de saída na forma de citrato.
8.7. Biossíntese dos triacilgliceróis e dos fosfolipídeos
Para biossíntese do triacilglicerol, é necessário a fotofosforilação do glicerol em glicerolfosfato para receber os três Acil-CoA
No tecido adiposo, a síntese de triglicerídeos não ocorre por meio da enzima glicerolquinase que não existe neste tecido. O glicerol fosfato é obtido através da redução da hidroxiacetonafosfato originada da via glicolítica ou via das pentoses e daí a síntese de triacilglicerol. Esses ácidos graxos também reagem para formar outras moléculas lipídicas.
9. Metabolismomo dos triagliceróis
Os triagliceróis são insoluveis em água, enquanto as enzimas digestivas são hidrosoluveis, a digestão de triagliceróis ocorre em interfase lípidios-água. Digestão dos triagliceróis depende da área de superfície interfase a qual é bastante amontada pelo peristático do intestino combinados com acção emocificante dos ácidos biliares. Os ácidos biliares (sais biliais ) são molécula anfipáticas semelhantes a detergentes que atuam na solibilização dos globos de gorduras. Os ácidos biliares deviva-se do colesterol, que é sintetizado pelo fígado e secretados na vezicula biliar, na forma de conjugados de glicina ou de taurina. Esses ácidos são secretados no intestino delgado onde ocorre a maior parte da digestão e absorção dos lipídeos.
Os lipídeos são transportados como lipoproteína pelos ácidos graxos produzidos pela digestao de lipídeos, absorvidos pela mocosa intestinal e são distribuidos para outros tecidos para o catabolismo ou aramzenamento. Contudo, são poucosolúveis em solução aquosa, lipídeos são transportyado pela cirlação em complexo em proteína. As lipoproteínas são particulas globulares semelhantes a micelas que consistem em um nucleo apolar de triacilgliceróis e éster de colesterol em voilta or uma cobertura afifilicas de proteínas fofolipídeos e colesterol.
10. Conclusão
Findo do trabalho concluimos que o metabolismo célular (catabolismo e anabolismo) é o conjunto de reações de síntese necessário para o crescimento de novas celulas e a manutenção de todos os tecidos.
As príncipais fontes de energia metabolicas são os carbohidratos lípidos (gorduras e proteínas) a que são produtos de acto conteúdo inergético ingerido pelos animais para os quais constituem a unica fonte inergético. E de compostos quimicos para constituíção da célula. Entretanto, estes compostos seguem rota metabolicas diferentes que tem como finalidade produzir compostos finai específicos e essenciais para a vida.
11. Referências Bíbliográficas
STRYER, LUMBERT, 1996,. Bioquímica, 4a ed., Rio de Janeiro, Editora Guanabara Koogan, 1000p.
STRYER, LUMBERT, 2006, Bioquímica, 6a ed., Rio de Janeiro, Editora Guanabara Koogan , 1253p
TRYER, LUMBERT, 2003, Bioquímica, 5a ed., Rio de Janeiro Editora Guanabara Koogan, 1198p
VOET, DONALD; VOET, JUDITH, 1995,. Biochemistre, 2a ed., New York: John Wily & Sons, 1360p.
VOET, DONALD; VOET, JUDITH; PRATT, CHARLOTTE, 2000, Fundamentos de Bioquimica, Porto Alegre, ARTEMED, 931p.
VOET, DONALD; VOET, JUDITH; PRATT, CHARLOTTE, 2003, Fundamentos de Bioquimica, Porto Alegre, ARTEMED, 931p.
VOET, DONALD; VOET, JUDITH; PRATT, CHARLOTTE, 2014, Fundamentos de Bioquimica, Porto Alegre, ARTEMED, 931p.

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