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PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO LUIS DO CURU SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PODER EXECUTIVO MUNICIPAL – GESTÃO 2021/2024 PLANO ANUAL – 2022 COMPONENTE CURRICULAR: HISTÓRIA LIVRO DIDÁTICO (PNLD): MINORELLI, Caroline Torres. Convergência História: Ensino Fundamental: Anos Finais: 9º Ano/ Caroline Torres Minorelli, Charles Hokiti Fukushigue Chiba. 2 – ed. – São Paulo: Edições SM, 2018. INSTITUIÇÃO DE ENSINO: ESCOLA DE ENSINO BÁSICO ALONSO HERCULANO PROFESSOR(A): LUCAS DE SOUSA MOREIRA SÉRIE(ANO): 9º Ano TURMA: ÚNICA TURNO: Tarde __________________________________________________________________________________ 1º BIMESTRE OBJETO DE CONHECIMENTO HABILIDADES e COMPETÊNCIAS ESTRATÉGIAS / RECURSOS AVALIAÇÃO OS PRIMEIROS ANOS DA REPÚBLICA 08/03 – 19/03 • Comparar as relações sociopolíticas estabelecidas no período, associando- as às práticas de diferentes grupos sociais; • Construção de diferentes textos utilizando diversos tipos de fontes e documentos; • Resumos de textos; • Elaboração de material de ensino prático; • Produção de Mapas Mentais; • Utilização de jogos adaptados para o ensino; • Resolução de exercícios. . • O processo de avaliação será realizado de forma contínua por meio de um conjunto de 4 atividades guiadas que serão desenvolvidas ao longo de cada mês. A entrega das atividades gerará um percentual de participação que será convertido em uma nota parcial. • As atividades respondidas, assim como qualquer dúvida ou sugestões sobre a matéria e as avaliações, devem ser enviadas via contato com o professor ou com a coordenação de ensino. • A avaliação será contínua no decorrer do bimestre, levando em consideração a realização de exercícios, trabalhos e avaliação individual por unidade. MOVIMENTOS SOCIAIS E RESISTÊNCIAS 22/03 • Identificar os mecanismos de exclusão socioeconômica no Brasil. PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL 29/03 – 09/04 • Compreender o contexto histórico da eclosão da Primeira Guerra; • Discutir a dinâmica da guerra como estratégia de poder; • Refletir sobre os problemas de uma guerra. • Ao final do bimestre terá uma avaliação diagnostica dos conteúdos ministrados. Essa avaliação gerará uma segunda nota parcial. 2º BIMESTRE CONTEÚDO HABILIDADES e COMPETÊNCIAS ESTRATÉGIAS / RECURSOS AVALIAÇÃO REVOLUÇÃO RUSSA • Caracterizar os processos revolucionários de matriz socialista; • Reconhecer a dinâmica da organização dos movimentos sociais e a importância da participação da coletividade na transformação da realidade histórico- geográfica. • Construção de diferentes textos utilizando diversos tipos de fontes e documentos; • Resumos de textos; • Elaboração de material de ensino prático; • Produção de Mapas Mentais; • Utilização de jogos adaptados para o ensino; • Resolução de exercícios. • O processo de avaliação será realizado de forma contínua por meio de um conjunto de 4 atividades guiadas que serão desenvolvidas ao longo de cada mês. A entrega das atividades gerará um percentual de participação que será convertido em uma nota parcial. • As atividades respondidas, assim como qualquer dúvida ou sugestões sobre a matéria e as avaliações, devem ser enviadas via contato com o professor ou com a coordenação de ensino. • A avaliação será contínua no decorrer do bimestre, levando em consideração a realização de exercícios, trabalhos e avaliação individual por unidade. • Ao final do bimestre terá uma avaliação diagnostica dos conteúdos ministrados. Essa avaliação gerará uma segunda nota parcial. O PERÍODO ENTREGUERRAS • Entender os impactos sócio-políticos de uma crise econômica; • Identificar diferentes processos de produção ou circulação de riquezas; • Desenvolver atitudes contrárias ao racismo, ao preconceito e qualquer forma de discriminação A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL • Identificar o contexto histórico da Segunda Guerra; • Compreender o significado histórico das relações de poder entre as nações; • Analisar o holocausto no contexto da Segunda Guerra Mundial; TENSÕES E CONFLITOS DA GUERRA FRIA • Analisar o holocausto no contexto da Segunda Guerra Mundial; • Discutir os conceitos de hegemonia, dominação e Guerra Fria. 3º BIMESTRE CONTEÚDO HABILIDADES e COMPETÊNCIAS ESTRATÉGIAS / RECURSOS AVALIAÇÃO O GOVERNO VARGAS • Identificar os agentes que favoreceram a ascensão de Getúlio Vargas ao poder; • Compreender as transformações políticas e socioeconômicas do período; • Discutir os conceitos: revolução, populismo e ditadura social e o desenvolvimento de saberes e técnicas. • Construção de diferentes textos utilizando diversos tipos de fontes e documentos; • Resumos de textos; • Elaboração de material de ensino prático; • Produção de Mapas Mentais; • Utilização de jogos adaptados para o ensino; • Resolução de exercícios. • O processo de avaliação será realizado de forma contínua por meio de um conjunto de 4 atividades guiadas que serão desenvolvidas ao longo de cada mês. A entrega das atividades gerará um percentual de participação que será convertido em uma nota parcial. • As atividades respondidas, assim como qualquer dúvida ou sugestões sobre a matéria e as avaliações, devem ser enviadas via contato com o professor ou com a coordenação de ensino. • A avaliação será contínua no decorrer do bimestre, levando em consideração a realização de exercícios, trabalhos e avaliação individual por unidade. • Ao final do bimestre terá uma avaliação diagnostica dos conteúdos ministrados. Essa avaliação gerará uma segunda nota parcial. A DEMOCRACIA NO BRASIL • Analisar o processo de abertura política ocorrida no Brasil entre 1945 e 1964; O REGIME MILITAR NO BRASIL • Compreender as transformações políticas e socioeconômicas do período; • Discutir os conceitos: revolução, populismo e ditadura. RESISTÊNCIA CONTRA A DITADURA • Comparar as diversas relações de poder democráticas e ditatoriais no período; • Relacionar os movimentos de dominação e resistência no período varguista e na ditadura militar. 4º BIMESTRE CONTEÚDO HABILIDADES e COMPETÊNCIAS ESTRATÉGIAS / RECURSOS AVALIAÇÃO NOVA REPÚBLICA • Contextualizar os diferentes agentes que contribuíram para as sucessivas crises político-econômicas no Brasil; • Compreender as lutas sociais e as conquistas obtidas na construção • Construção de diferentes textos utilizando diversos tipos de fontes e documentos; • Resumos de textos; • Elaboração de • O processo de avaliação será realizado de forma contínua por meio de um conjunto de 4 atividades guiadas que serão desenvolvidas ao longo de cada mês. A entrega das atividades gerará um da democracia e da cidadania no Brasil contemporâneo. material de ensino prático; • Produção de Mapas Mentais; • Utilização de jogos adaptados para o ensino; • Resolução de exercícios. percentual de participação que será convertido em uma nota parcial. • As atividades respondidas, assim como qualquer dúvida ou sugestões sobre a matéria e as avaliações, devem ser enviadas via contato com o professor ou com a coordenação de ensino. • A avaliação será contínua no decorrer do bimestre, levando em consideração a realização de exercícios, trabalhos e avaliação individual por unidade. • Ao finaldo bimestre terá uma avaliação diagnostica dos conteúdos ministrados. Essa avaliação gerará uma segunda nota parcial. • A nota final será a média percentual de entregas das atividades mais a nota da avaliação final. O MUNDO CONTEMPORÂNEO • Correlacionar mudanças geopolíticas no continente africano à expansão imperialista. CONFLITOS ENTRE JUDEUS E PALESTINOS • Questionar as visões preconceituosas sobre a África e o Oriente Médio; • Estimular o respeito à diversidade cultural; INDEPENDENCIA NA ÁFRICA E NA ÁSIA • Comparar a descolonização africana com a asiática. OS DESAFIOS DO MUNDO CONTEMPORÂNEO • Discutir o conceito de globalização e de exclusão social; • Identificar permanências e rupturas entre o projeto liberal e neoliberal. ASPECTOS TEÓRICOS: Compreender o mundo contemporâneo do ponto de vista histórico é uma tarefa bastante complicada. Nesse período que se inicia no século XIX e vem até os dias de hoje, o historiador se depara com um fluxo de acontecimentos muito mais intenso do que em qualquer outro momento da História. De fato, tem-se a nítida impressão que a história começa a ficar mais acelerada e a função de refletir sobre os acontecimentos acaba ficando bastante complexa. Um primeiro fator que explica essa nova configuração tem a ver com o processo de urbanização que se espalha em várias partes do mundo. A concentração de pessoas promove uma ampla cadeia de inflexões na divulgação de informações, na produção de bens de consumo e no próprio ritmo de vida de cada indivíduo. As horas e os dias começam a ser unidades de tempo cada vez mais frágeis, seja em relação ao fluxo de coisas que acontecem ou sob as expectativas do homem para com o futuro. Além disso, podemos também contabilizar um fator de ordem biológico bastante significativo. O avanço da medicina e o aprimoramento das condições de vida estabeleceram o prolongamento da nossa expectativa de vida. Com isso, o número de pessoas presentes no planeta se avolumou e, consequentemente, o desenvolvimento de ações históricas também sofreu um visível incremento. Isso sem levar em conta o avanço dos meios de comunicação que dinamizam a circulação de tais acontecimentos. O grande volume de fatos históricos a serem compreendidos na Idade Contemporânea acabou demonstrando um novo lugar para este campo do conhecimento. Com tantas transformações acontecendo, ficou cada vez mais nítido que a função de historiador não tem nada a ver com a elaboração de projeções para o futuro. A ciência histórica fica mais próxima de uma noção de que as formas de se ver o passado são atreladas aos valores do tempo presente. Todo conhecimento sobre o passado é também um conhecimento do presente elaborado por distintos sujeitos. O historiador indaga com vistas a identificar, analisar e compreender os significados de diferentes objetos, lugares, circunstâncias, temporalidades, movimentos de pessoas, coisas e saberes. As perguntas e as elaborações de hipóteses variadas fundam não apenas os marcos de memória, mas também as diversas formas narrativas, ambos expressão do tempo, do caráter social e da prática da produção do conhecimento histórico. As questões que nos levam a pensar a História como um saber necessário para a formação das crianças e jovens na escola são as originárias do tempo presente. O passado que deve impulsionar a dinâmica do ensino-aprendizagem no Ensino Fundamental é aquele que dialoga com o tempo atual. A relação passado/presente não se processa de forma automática, pois exige o conhecimento de referências teóricas capazes de trazer inteligibilidade aos objetos históricos selecionados. Um objeto só se torna documento quando apropriado por um narrador que a ele confere sentido, tornando-o capaz de expressar a dinâmica da vida das sociedades. Portanto, o que nos interessa no conhecimento histórico é perceber a forma como os indivíduos construíram, com diferentes linguagens, suas narrações sobre o mundo em que viveram e vivem, suas instituições e organizações sociais. Nesse sentido, “O historiador não faz o documento falar: é o historiador quem fala e a explicitação de seus critérios e procedimentos é fundamental para definir o alcance de sua fala”. Toda operação com documentos, portanto, é de natureza retórica. Depois, alarga-se ainda mais em direção a outros povos, com seus usos e costumes específicos. Por fim, parte-se para o mundo, sempre em movimento e transformação. Em meio a inúmeras combinações dessas variáveis – do Eu, do Outro e do Nós –, inseridas em tempos e espaços específicos, indivíduos produzem saberes que os tornam mais aptos para enfrentar situações marcadas pelo conflito ou pela conciliação. Entre os saberes produzidos, destaca-se a capacidade de comunicação e diálogo, instrumento necessário para o respeito à pluralidade cultural, social e política, bem como para o enfrentamento de circunstâncias marcadas pela tensão e pelo conflito. A lógica da palavra, da argumentação, é aquela que permite ao sujeito enfrentar os problemas e propor soluções com vistas à superação das contradições políticas, econômicas e sociais do mundo em que vivemos. Para se pensar o ensino de História, é fundamental considerar a utilização de diferentes fontes e tipos de documento (escritos, iconográficos, materiais, imateriais) capazes de facilitar a compreensão da relação tempo e espaço e das relações sociais que os geraram. Os registros e vestígios das mais diversas naturezas (mobiliário, instrumentos de trabalho, música etc.) deixados pelos indivíduos carregam em si mesmos a experiência humana, as formas específicas de produção, consumo e circulação, tanto de objetos quanto de saberes. Nessa dimensão, o objeto histórico transforma-se em exercício, em laboratório da memória voltado para a produção de um saber próprio da história. A utilização de objetos materiais pode auxiliar o professor e os alunos a colocar em questão o significado das coisas do mundo, estimulando a produção do conhecimento histórico em âmbito escolar. Por meio dessa prática, docentes e discentes poderão desempenhar o papel de agentes do processo de ensino e aprendizagem, assumindo, ambos, uma “atitude historiadora” diante dos conteúdos propostos, no âmbito de um processo adequado ao Ensino Fundamental. Os processos de identificação, comparação, contextualização, interpretação e análise de um objeto estimulam o pensamento. De que material é feito o objeto em questão? Como é produzido? Para que serve? Quem o consome? Seu significado se alterou no tempo e no espaço? Como cada indivíduo descreve o mesmo objeto? Os procedimentos de análise utilizados são sempre semelhantes ou não? Por quê? Essas perguntas auxiliam a identificação de uma questão ou objeto a ser estudado. Diferentes formas de percepção e interação com um mesmo objeto podem favorecer uma melhor compreensão da história, das mudanças ocorridas no tempo, no espaço e, especialmente, nas relações sociais. O pilão, por exemplo, serviu para preparar a comida e, posteriormente, transformou-se em objeto de decoração. Que significados o pilão carrega? Que sociedade o produziu? Quem o utilizava e o utiliza? Qual era a sua utilidade na cozinha? Que novos significados lhe são atribuídos? Por quê? Um dos importantes objetivos de História no Ensino Fundamental é estimular a autonomia de pensamento e a capacidade de reconhecer que os indivíduos agem de acordo com a época e o lugar nos quais vivem, de forma a preservar ou transformar seus hábitos e condutas. A percepção de que existe uma grande diversidade de sujeitos e histórias estimula o pensamento crítico, a autonomia e a formação para a cidadania. A busca de autonomia também exige reconhecimento das bases da epistemologia da História, a saber: a natureza compartilhada do sujeito e do objeto de conhecimento, o conceitode tempo histórico em seus diferentes ritmos e durações, a concepção de documento como suporte das relações sociais, as várias linguagens por meio das quais o ser humano se apropria do mundo. Enfim, percepções capazes de responder aos desafios da prática historiadora presente dentro e fora da sala de aula. Todas essas considerações de ordem teórica devem considerar a experiência dos alunos e professores, tendo em vista a realidade social e o universo da comunidade escolar, bem como seus referenciais históricos, sociais e culturais. Por todas as razões apresentadas, espera-se que o conhecimento histórico seja tratado como uma forma de pensar, entre várias; uma forma de indagar sobre as coisas do passado e do presente, de construir explicações, desvendar significados, compor e decompor interpretações, em movimento contínuo ao longo do tempo e do espaço. Enfim, trata-se de transformar a história em ferramenta a serviço de um discernimento maior sobre as experiências humanas e as sociedades em que se vive. Retornando ao ambiente escolar, a BNCC pretende estimular ações nas quais professores e alunos sejam sujeitos do processo de ensino e aprendizagem. Nesse sentido, eles próprios devem assumir uma atitude historiadora diante dos conteúdos propostos no âmbito do Ensino Fundamental O conhecimento histórico tem sido ampliado por pesquisas que têm transformado seu campo de atuação no que diz respeito, aos agentes condutores da história, indivíduos e classes sociais, povos nos quais devem se concentrar os estudos, o que deve prevalecer e em quais fontes documentais se basear. A proximidade da História com a Antropologia ampliou o estudo dos povos e dos continentes, descentralizando os estudos das populações europeias, passou a considerar a diversidade cultural, política e social, que existe no mundo. As concepções em relação ao tempo também foram transformadas, antes consideradas continuas e evolutivas, percebeu-se que agora poderia ser medido pelas rupturas nas lutas, descontinuidades políticas, e mudanças culturais. O “o que” e “como” ensinar, também afetaram o ensino da História, pois os professores começaram a considerar a diversidade existente em sala de aula, e começaram a pensar sobre a forma de abranger a todos, para que dessa forma se alcançasse a noção de identidade individual, coletiva e social. Devido ao processo migratório nosso país possui uma grande diversidade cultural, o que contribui para a perda da identidade nacional. O ensino da História tem como objetivo resgatar e mostrar aos alunos essa identidade nacional, fundada no passado comum a seu grupo de convívio, buscando formar cidadãos conscientes e atuantes na sociedade. Considerando esses fatos os estudos históricos devem conter três aspectos fundamentais: • A inclusão da identidade social, para que o aluno perceba sua ação e seu papel social no mundo. • Compreensão das diferenças e semelhanças do outro no convívio social • A construção de noções de continuidade e permanência, perceber as diferenças de vestes, comportamentos relacionamentos, entre nós e nossos antecessores. Dessa maneira vemos que o ensino da História envolve relações e compromissos com o conhecimento histórico, propondo uma reflexão contínua do estudante para a construção da identidade social. OBJETIVO DA DISCIPLINA: Inferir sobre os significados das experiências históricas – os processos de permanências e rupturas – e como esses aspectos modificam a evolução cultural humana através do tempo através dos plurais eventos que permeiam a história humana. AVALIAÇÃO: A avaliação pressupõe uma mudança de mentalidade e de atitude de todos os envolvidos no processo de ensino e aprendizagem. A prática dos questionários com respostas padronizadas, as longas listas com exercícios repetitivos, sem aprofundamento e descontextualizados, o isolamento dos alunos dentro das salas de aula e a falta de uma participação solidária, na construção de conhecimento serão substituídos gradativamente por um ensino dinâmico, onde a troca de saberes e de experiências ditam as normas do exercício pedagógico. LIVRO DIDÁTICO: MINORELLI, Caroline Torres. Convergência história: ensino fundamental. Anos finais: 8º ano/ Caroline Torre Minorelli, Charles Hokiti Fukishigue Chiba – 2 ed. – São Paulo: Edições SM, 2018. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: HOBSBAWM, E. J. A era das revoluções. 9.ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996. ________________, E. J. A era do Capital. 9.ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996. ________________, E. J. A era dos Impérios. 9.ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996. ________________________________________ Profº Lucas de Sousa Moreira