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PROVAS 5 PERÍODO ODONTO UNIFENAS

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PROVAS 5º PERÍODO 
 Dentística II - 22/03/2021 
Avaliação referente aos conteúdos apresentados na disciplina de Dentística II, cumulativos 
às disciplinas de Dentística I e Materiais Dentários. Responda de forma atenta ao que se 
pede. Leia os enunciados com atenção. Observe que: -Respostas com textos iguais ou que 
remetam à cópia serão anuladas. -Respostas que remetam à possibilidade de plágio 
também serão desconsideradas. -O valor da prova é de 6,0 pontos, a pontuação restante 
estará nas demais atividades que vamos ter ao longo desta e da próxima semana. Fiquem 
atentos. -Nosso horário de prova se encerra às 18h e será automático. Se por qualquer 
motivo não conseguir entregar a tempo (queda de energia, queda da internet...), não será 
possível reabrir a prova. Registre seu problema junto ao representante de turma e será 
necessário fazer outra prova, em outro momento. -Você poderá voltar às questões 
anteriores. Porém, tenha certeza que está enviando a questão e não está finalizando a 
prova. Bom trabalho! 
Seu endereço de e-mail (tais.silva@aluno.unifenas.br) foi registrado quando você enviou 
este formulário. 
Nome: * 
Taís Albano Lacerda Silva 
Clareamento dental 
Valor de cada questão: 0,5 ponto 
Os produtos de clareamento podem causar perda de substância mineral da 
superfície do esmalte? Como explicar este fato ao paciente? * 
O pH do material usado para realizar o procedimento de clareamento dental pode causar 
uma leve perda mineral, porém, esse dano não é considerável, já que em nossa boca 
ocorre o tempo todo processos de desmineralização e remineralização. Entretanto, se o 
paciente fizer o uso do material clareador sem os cuidados necessários, há uma 
possibilidade de ocorrer uma perda mineral irreversível. O ideal é que o paciente faça uma 
boa higienização enquanto passa pelo processo clareador, pois quanto menor o biofilme, 
menor a chance de haver uma desmineralização exacerbada. Além disso, deve-se sempre 
seguir as recomendações (tempo de uso correto e concentração indicada para cada caso). 
Os agentes clareadores são colocados na superfície do esmalte mas precisam 
chegar até a camada mais superficial da dentina para promover o efeito do 
clareamento. Como se explica este fato? * 
É necessário que o agente clareador chegue até a camada mais superficial da dentina pois 
é ela quem estabelece a cor natural dos dentes. O esmalte funciona como um filtro, 
resultando em tonalidade amarelada da dentina, modificada pela quantidade de esmalte. 
O clareamento de dentes não vitais conta com a aplicação de uma camada de 
ionômero de vidro no interior da câmara pulpar. Qual o risco se este vedamento 
não for realizado? * 
mailto:tais.silva@aluno.unifenas.br
O vedamento é indicado pois, em estudos antigos, o clareamento em dentes tratados 
endodonticamente já foi associado a reabsorções cervicais externas, pois, muitas vezes, o 
paciente já havia sofrido um trauma na região cervical, e isso fez com que os túbulos 
dentinários ali presentes perdessem a proteção, havendo a possibilidade do clareador 
extravasar do esmalte para a região periodontal. Isso causaria uma desnaturação da 
dentina, e essa dentina desnaturada seria reconhecida como corpo estranho pelo 
organismo, que iniciaria um processo de reabsorção. 
Um paciente passou pelo clareamento caseiro utilizando peróxido de 
hidrogênio a 7,5%, usado por um período de 15 dias, durante uma hora por dia. 
Terminado o clareamento será dada continuidade ao tratamento restaurador, 
com a substituição das restaurações antigas. Qual o melhor momento para que 
seja iniciada a troca destas restaurações? Por quê? * 
Recomenda-se esperar de uma semana a vinte dias após o término do tratamento 
clareador para iniciar o tratamento restaurador, visto que após o clareamento, há 
remanescente de material clareador na superfície dentária, o que pode interferir na adesão 
da resina com o sistema adesivo. 
Facetas diretas em resina 
Valor de cada questão: 0,5 ponto 
A resina composta é um excelente material estético para a reabilitação de 
dentes anteriores com manchamentos resistentes ao clareamento. Facetas em 
resina podem ser indicadas com grande taxa de sucesso. Quais as limitações 
no uso de resinas microparticuladas para este tipo de restauração? Qual seria o 
tipo de resina mais indicada atualmente para facetas e por quê? * 
As resinas microparticuladas apresentam menor resistência, menor diversidade de cor e 
maior dificuldade no momento de polimento. Esses fatores fazem com que elas não sejam 
indicadas para esse tipo de restauração. O tipo de resina mais indicada seria a 
nanoparticulada, visto que elas apresentam maior resistência e têm uma ampla paleta de 
cores para se trabalhar. 
Durante a confecção de uma faceta em resina deve-se ter especial atenção à 
espessura das camadas de resina. Por que é importante que durante a 
restauração e também durante o preparo se tenha uma visibilidade dinâmica de 
toda a área do dente em questão? * 
Para ter noção do quanto de resina deverá ser aplicada em cada camada. Por exemplo, 
caso eu aplique muita resina de corpo, ao término da restauração, ela estará muito 
vestibularizada e, por isso, será necessário fazer um acabamento. Esse acabamento 
resultará na eliminação da camada superficial de resina que corresponde ao esmalte, que 
é aquela mais clara. Assim, o resultado final da restauração apresentará um dente mais 
escuro do que os adjacentes. Além disso, uma má visibilidade durante a restauração e o 
preparo pode gerar diferença nas espessuras da restauração entre os terços dos dentes 
(cervical, médio e incisal). O preparo deve ter espessura suficiente para caber as resinas 
pensadas para o melhor resultado da restauração. 
Um paciente tem um dente bastante escurecido e foi feita a opção de melhoria 
estética através de uma faceta em resina. Ao término do preparo foi observado 
substrato escurecido. Trata-se de um dente tratado endodonticamente. Qual 
seria uma boa opção para que esta porção escurecida não interfira na cor final 
da resina? * 
Trabalhar com uma resina opacificadora ou tinta opacificadora, que deverão ser usadas 
em espessuras pequenas, o suficiente para vedar essa superfície escurecida e, 
posteriormente, haver espaço para adicionar as outras resinas de corpo e de esmalte. Elas 
serão adicionadas antes das primeiras camadas de resina e serão polimerizadas. 
Até um tempo atrás era fato dizermos que um preparo para faceta direta 
corresponderia a um preparo mais conservador, quando comparado ao preparo 
para facetas indiretas. Por que atualmente esta fala não se apresenta como 
totalmente verdadeira? * 
Porque em alguns caso, é necessário fazer um grande desgaste para conseguir obter um 
bom resultado nas facetas diretas. Por exemplo, para fazer uma correção de cor, é 
necessário fazer um desgaste profundo, visando obter espaço suficiente para colocar 
todas as camadas de resina planejadas. 
Cimentação adesiva 
Valor de cada questão: 0,25 ponto 
Quais os tipos de cimentos resinosos que temos no mercado? Cite uma 
indicação para cada um deles. * 
Existem quatro tipos de cimentos resinosos no mercado. O fotoativado/fotopolimerizado, 
que só é ativado por luz, sendo indicado para facetas indiretas; o químico, que apresenta 
uma pasta base e uma pasta catalizadora que serão misturadas para sofrerem 
polimerização química. Nesse tipo de cimento, não é necessário fazer o uso de luz. Tem 
indicação de uso para cimentação de núcleos. Há, também, o cimento resinoso dual, que 
combina a polimerização química com a polimerização fotoativa, sendo um cimento de 
grande praticidade e de fácil manuseio, sendo considerado um cimento nacional. Quanto 
ao cimento autoadesivo/auto condicionante, ele se baseia na combinação das duas 
formas de polimerização, entretanto, não é necessário preparar o substrato para a adesão. 
Cimentos resinosos e resinas flow podem ser considerados um mesmo tipo de 
material? Quais as semelhanças positivas e negativas

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