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ESTUDO DE CASO RESOLUÇÃO - ETAPA REGULAR - FASE AI 2022

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Segundo Isa colli “Ser criança, é ter liberdade para viver a infância com qualidade. Ser criança, é ter direito à moradia adequada, à alimentação saudável e a uma boa educação. Ser criança, é poder ser amado, protegido e feliz. Simples assim.”
Com base em algumas pesquisas observei o tratado CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA, firmado pelas nações unidas, neste visa que o reconhecimento da dignidade inerente e dos direitos iguais e inalienáveis de todos os membros da família humana constitui o fundamento da liberdade, da justiça e da paz do mundo; Alguns artigos nele presentes que me chamaram atenção são :Artigo 2º - 1. Os Estados-partes respeitarão os direitos previstos nesta Convenção e os assegurarão a toda criança sujeita à sua jurisdição, sem discriminação de qualquer tipo, independentemente de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou outra, origem nacional, étnica ou social, posição econômica, impedimentos físicos, nascimento ou qualquer outra condição da criança, de seus pais ou de seus representantes legais.
Os Estados-partes assegurarão que as instituições, serviços e instalações responsáveis pelos cuidados ou proteção das crianças conformar-se-ão com os padrões estabelecidos pelas autoridades competentes, particularmente no tocante à segurança e à saúde das crianças, ao número e à competência de seu pessoal, e à existência de supervisão adequadas.
Artigo 5º - Os Estados-partes respeitarão as responsabilidades, os direitos e os deveres dos pais ou, conforme o caso, dos familiares ou da comunidade, conforme os costumes locais, dos tutores ou de outras pessoas legalmente responsáveis pela criança, de orientar e instruir apropriadamente a criança de modo consistente com a evolução de sua capacidade, no exercício dos direitos reconhecidos na presente Convenção.
Artigo 7º - 1. A criança será registrada imediatamente após o seu nascimento e terá, desde o seu nascimento, direito a um nome, a uma nacionalidade e, na medida do possível, direito de conhecer seus pais e ser cuidada por eles.
2. Os Estados-partes assegurarão a implementação desses direitos, de acordo com suas leis nacionais e suas obrigações sob os instrumentos internacionais pertinentes, em particular se a criança se tornar apátrida. (neste caso é muito comum a execução deste artigo em minha região de forma que toda criança após o nascimento deve ser obrigatoriamente registrada pelos pais ou no mínimo pela mãe, ou responsável legal).
Aprofundando minhas pesquisas observei o projeto ‘Confiar’ de União da Vitória PR, o qual foi criado pelo Centro Judiciário de Soluções de Conflitos e Cidadania (CEJUSC) de União da Vitória, que tem como objetivo contribuir para a criação de políticas públicas e atendimento especializado, sem aumentar ainda mais o sofrimento das vítimas. A partir dessa iniciativa se estabelece um atendimento em formato mais acolhedor e com postura mais respeitosa e qualificada. Nos últimos cinco anos, mais de mil crianças e adolescentes vítimas de violência foram atendidas na Comarca com essa sistemática de trabalho. Há, ainda, o foco em evitar a revitimização e oferecer suporte de trabalho terapêutico para superar traumas ou minimizar danos ocasionados pelos atos criminosos.
Indo além e pesquisando na minha cidade encontrei o projeto violência infanto juvenil não dá pra engolir o choro, produzido em forma de campanha pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) de Dois Vizinhos, instituição que oferece serviços especializados e continuados a famílias e indivíduos em situação de ameaça ou violação de direitos, juntamente com as demais entidades que fazem parte da rede de proteção à criança e ao adolescente que busca envolver toda a sociedade organizada através de entidades como o próprio CREAS, CRAS, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Conselho Tutelar, Secretaria de Assistência Social, Guarda Mirim, AABB, Casa da Paz, poder público e outras que dedicam atenção especial a esse segmento no qual está distribuindo cartilhas e cartazes que contêm importantes informações sobre o assunto e chamam a atenção para a necessidade da participação de toda a comunidade no combate a esse mal. Diante disto podem ser feitas nas escolas aulas de conscientização de forma que a criança que estiver sofrendo algum tipo de violência se sinta segura em denunciar na aos professores para que eles levem o caso adiante.

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