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– 1 Tem a função de vedar os túbulos dentinários. São insolúveis em fluidos orais. Reduzem a infiltração em torno das margens e das paredes da interface restauração- dente e previnem a penetração de produtos de corrosão do amálgama na dentina. Podem ser rompidos pelos monômeros de restaurações em resina ou compósitos e não são utilizados abaixo de bases terapêuticas. Constituídos de resina copal ou metilcelulose dissolvidas em solventes orgânicos, que podem ser éter, clorofórmio, álcool ou outros. São polímeros ou aminas, dissolvidos também em solventes orgânicos. Aplicado sob o cimento fosfato de zinco, em virtude do seu baixo pH. × Vedar os túbulos dentinários em contato com a restauração de amálgama de prata, minimizando o manchamento da dentina, que torna o dente acinzentado. × Recobrir restauração de cimento ionômero de vidro recém- concluídas, protegendo-o da síntese e/ou embebição. Constituídos de resina copal, dissolvidos em solventes orgânicos e acrescidos de óxido de zinco e/ou hidróxido de cálcio. São polímeros ou aminas, dissolvidas também em solventes orgânicos, e a estes são adicionados óxido de zinco e/ou hidróxido de cálcio. São as mesmas do convencional, com a vantagem de unir as propriedades do verniz aos efeitos protetores pulpares do óxido de zinco e/ou hidróxido de cálcio presentes em sua composição. Vedamento dos túbulos dentinários. Proteção pulpar contra agentes irritantes. Minimizar a infiltração marginal. Baixa resistência mecânica. Bom isolante elétrico. Fraco isolante térmico. Sob restaurações de resina acrílica e composta, pois os vernizes interferem nas reações de polimerização. Sob o hidróxido de cálcio, pois ao obstruir os túbulos dentinários, impedirá o estímulo do hidróxido de cálcio no sentido do estímulo para formação da dentina reparadora. Utilizando um pincel, deve-se pincelar 2 vezes o verniz nas paredes cavitarias, com um intervalo de 30s.