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DOENÇA DE PARKINSON COMPONENTES Fábio Marisley Thalia Thiago INTRODUÇÃO Descrita em 1817, pelo médico Inglês James Parkinson Idiopática ( não possui uma causa definida, está associada a fatores genéticos e hereditários) Segundo o Ministério da Saúde possui estudos com células troncos Segunda maior causa de doença neurodegenerativa. DEFINIÇÃO Doença de Parkinson (DP) é uma doença neurodegenerativa e tratamento progressivo, especificamente dos neurônios dopaminérgicos da substância negra do mesencefálo, com consequente redução da dopamina. Fonte: https://www.erichfonoff.com.br/doenca-de-parkinson/ DEFINIÇÃO A Doença de Parkinson (DP) é caracterizada por uma variação fenotípica importante, manifestando-se por uma síndrome extrapiramidal marcada por tremor, rigidez, lentificação dos movimentos (bradicinesia), dificuldade para iniciar os movimentos (acinesia) e postura característica, encurvada. Fonte: https://www.erichfonoff.com.br/doenca-de-parkinson/ DEFINIÇÃO . A DP predomina no sexo masculino (homem–mulher), com início entre 50 e 65 anos de idade. A duração média da doença é de oito anos (podendo variar de 1 a 30 anos) e nas formas hereditárias, os sintomas geralmente se iniciam entre os adultos jovens (abaixo dos 45 anos) Fonte:https://www.silverbook.org/publication/silver-book-parkinsons-disease-fact-sheet/ DIAGNÓSTICO O diagnóstico da DP é baseado em critérios clínicos, numa história cuidadosa e exame físico minucioso. Não há testes laboratoriais, marcadores biológicos ou estudos de imagem que inequivocamente confirmem o diagnóstico. Porém algumas peculiaridades, que são importantes para o diagnóstico clínico: Tremor, rigidez, anormalidades posturais, bradicinesia (lentidão dos movimentos), perda dos reflexos e congelamento. O diagnóstico da doença de Parkinson se inicia com avaliação neurológica feita em consultório, quando se destaca pelo menos três de quatro sinais: presença de tremores, rigidez nas pernas, braços e tronco, lentidão e diminuição dos movimentos e instabilidade na postura. DIAGNÓSTICO Sintomas e Sinais que auxiliam no diagnóstico de Doença de Parkinson Postura axial alterada, dificuldade em virar-se na cama Postura em flexão Micrografia, Distonia do pé e hálux Amimia (face em máscara, fixado), Fala disártrica, hesitante ou com perda da tensão articulatória Redução do piscamento e blefarospasmos, Disfagia Distúrbio do sono, Distúrbios sexuais, Dermatite seborréica. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL Distinguir a DP de outras desordens é importante para o estabelecimento do diagnóstico e prognóstico. Existe uma longa lista de causas de parkinsonismo como toxinas, lesões estruturais do cérebro, desordens metabólicas e outras desordens neurológicas. A maioria delas é rara, sendo sugeridas pela história e no exame. É importante reconhecer o parkinsonismo induzido por drogas, pois é reversível. EXAMES A ultrassonografia transcraniana é um exame de ultrassom aplicado através do crânio, sem necessidade decontrastes, que mostra mudança de cor (ecogenicidade) de uma parte do cérebro chamada da substancia negra, a região do cérebro que mais produz dopamina. A cintilografia cerebral (com TRODAT), aponta a quantidade de dopamina no estriado, região do cérebro que recebe adopamina que é fabricada na substância negra. A ressonância magnética do encéfalo por muitos anos apenas auxiliava em detectar sinais de outras doenças que não a própria doença de Parkinson, ou seja, era utilizada para excluir outros diagnósticos Com o desenvolvimento de novas técnicas e sequências de ressonância, atualmente podem ser evidenciadas alterações na substância negra descrita como perda do “sinal da cauda da andorinha.Outra alteração evidenciada em pacientes com Parkinson é a redução do sinal da neuromelanina na região do mesencéfalo. TRATAMENTO E MEDICAÇÕES Há uma série de terapias complementares fundamentais para controlar os avanços da doença e garantir a independência do paciente por mais tempo. A fisioterapia ajuda a conservar a força e a flexibilidade dos músculos, melhora a mobilidade e alivia eventuais dores no corpo. Assim como apoio multiprofissional de terapeutas ocupacionais, fonodiólogos e psicólogos. O tratamento pode ser feito com medicamentos, reabilitações e cirurgia. A levodopa é a mais potente droga para o tratamento da DP. TRATAMENTO TRATAMENTO MEDICAMENTOSO Grande parte dos sintomas do Parkinson são provocados pela falta de dopamina no cérebro. Portanto, muitas medicações têm o objetivo de reproduzir os efeitos desse neurotransmissor, reduzindo o tremor, a rigidez muscular e melhorando a capacidade de coordenação de movimentos. Esses medicamentos costumam apresentar ótimos resultados conseguindo controlar os sintomas por anos. No entanto, com o passar do tempo, é necessário ajustar a medicação e até associar novas drogas para manter os mesmos efeitos. Algumas medicações são disponibilizadas através do Sistema Único de Saúde -SUS TRATAMENTO REABILITAÇÃO Existe uma série de terapias complementares fundamentais para controlar os avanços da doença e garantir independência ao paciente. A fisioterapia, por exemplo, auxilia na conservação da força e flexibilidade dos músculos, melhorando a mobilidade e aliviando eventuais dores no corpo. A terapia ocupacional também é uma ótima ferramenta para o paciente realizar atividades rotineiras com mais tranquilidade, segurança e autonomia. Assim como a fonoaudiologia, que trabalha a força da voz para que o paciente mantenha o volume e clareza da fala, podendo assim continuar mantendo seus laços sociais e afetivos. TRATAMENTO CIRURGIA O procedimento de implante de eletrodos cerebrais atualmente é considerada um tratamento seguro e efetivo. É indicada para pacientes que já responderam muito bem à medicação e com o tempo não conseguem mais os mesmos efeitos. Nesses casos, a cirurgia consegue retroceder alguns anos nos sintomas e na resposta a medicação, consequentemente ganhando em qualidade de vida e maior funcionalidade. A ideia não é interromper o tratamento medicamentoso, isso nem é considerado mais um objetivo da cirurgia. Em geral, as medicações e doses são reduzidas drasticamente, muitas vezes pela metade depois da cirurgia e permanecem em doses bem menores durante anos. EVOLUÇÃO DA DOENÇA Descrita por James Parkinson em 1817, caracteriza-se, clinicamente, pela presença de dois ou mais dos sinais ou sintomas da tétrade clássica (tremor de repouso, bradicinesia, rigidez e instabilidade postural); pela assimetria das manifestações e pela resposta favorável à levodopaterapia. Anatomopatologicamente pela presença de inclusões osinofílicas intracitoplasmáticas (corpos de Lewy) e pela degeneração e morte dos neurônios pigmentados dopaminérgicos da porção compacta da substância negra. EVOLUÇÃO DA DOENÇA Estágio 1 - O comprometimento da formação reticular bulbar, cujos neurotransmissores são a noradrenalina e a acetilcolina, conduz aos distúrbios do sono, tais como, insônia inicial, fragmentação, despertar precoce, sonhos vívidos, pesadelos, movimentos periódicos dos membros e distúrbio comportamental. Estágio 2 - A formação reticular, que tem a acetilcolina como neurotransmissor, está relacionada ao ciclo de sonovigília. Constitui uma das manifestações não-motoras, podendo ocorrer em 40% a 75% dos pacientes. Além das causas secundárias, tais como, os espasmos distônicos, as alterações músculo-esqueléticas, podendo apresentar dores. Estágios 3 e 4 - comprometimento da substância negra e outros núcleos profundos, gerando a tétrade clássica da doença, marcando o diagnóstico clínico da síndrome. · Estágio 5 e 6 - presença dos corpos de Lewy nas estruturas límbicas e neocórtex, presença de sintomatologia neuropsiquiátrica, como depressão,declínio cognitivo e alucinações visuais. PROGNÓSTICO Sintomas motores, se não forem tratados, avançam agressivamente nos estágios iniciais da doença e depois mais lentamente. Sem tratamento, indivíduos deverão perder a deambulação independente após uma médiade oito anos e estar acamada após dez anos. No entanto, é raro encontrar pessoas não tratadas nos dias de hoje. A medicação melhorou o prognóstico dos sintomas motores, enquanto ao mesmo tempo é uma nova fonte de incapacidade devido aos efeitos indesejáveis da levodopa após anos de uso. Em pessoas que tomam levodopa, o tempo de progressão dos sintomas, para uma fase de alta dependência de cuidadores pode ser mais de 15 anos. No entanto, é difícil prever para onde o curso da doença vai levar um determinado indivíduo. A idade é o melhor preditor de progressão da doença. A taxa de declínio do sistema motor é maior naqueles com menos imparidade no momento do diagnóstico, enquanto comprometimento cognitivo é mais freqüente naqueles que possuem mais de 70 anos de idade no início dos sintomas. PROGNÓSTICO Em pessoas que tomam levodopa, o tempo de progressão dos sintomas, para uma fase de alta dependência de cuidadores pode ser mais de 15 anos. No entanto, é difícil prever para onde o curso da doença vai levar um determinado indivíduo. A idade é o melhor preditor de progressão da doença. A taxa de declínio do sistema motor é maior naqueles com menos imparidade no momento do diagnóstico, enquanto comprometimento cognitivo é mais freqüente naqueles que possuem mais de 70 anos de idade no início dos sintomas. REFERÊNCIAS Correlações Anatomoclínicas na Doença de Parkinson. Disponível em: http://files.bvs.br/upload/S/0101-8469/2008/v44n4/a41-47.pdf. Acesso: Nov/2021. Doença de Parkinson. Disponível : https://www.erichfonoff.com.br/doenca-de-parkinson/. Acesso: Nov/2021. Doença de Parkinson: como diagnosticar e tratar. Disponível em: https://mail.google.com/mail/u/0/?tab=rm&ogbl#inbox?projector=1. Acesso:Nov/2021.