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Considere que um administrador tenha sido nomeado por ato próprio para exercer a função de administrador de uma sociedade limitada que desenvolve atividade empresária de prestação de serviços médicos, para tanto, foi-lhe concedido o direito de falar pela pessoa jurídica, podendo assinar contratos em nome desta, movimentar recursos financeiros e celebrar contratos. Valendo-se da condição desta condição, o administrador em tela adquiriu uma série de bens para ele próprio, mas em nome da sociedade, utilizando-se recursos próprios da atividade empresária por ela desenvolvida. Quando suas atividades irregulares e ilegais foram descobertas pelo Conselho Fiscal a denúncia foi formalmente analisada pelos sócios em reunião extraordinária onde deliberaram pela destituição do administrador, nomeação de novo gestor. Ocorre que, quando o fato foi deliberado pelos sócios a sociedade já havia entrando em situação deficitária e credores da sociedade já haviam movido ações judiciais de cobrança nas quais requeriam a desconsideração da personalidade jurídica visando resgatar os bens que estavam indevidamente em poder do então administrador. Considerando os fatos hipotéticos narrados e a legislação vigente, assinale a alternativa correta. Resposta: A DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDAE JURIDICA PODE ALCANÇAR O ADMINISTRADOR MESMO QUE NÃO SEJA SOCIO.