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A doutrina classifica o direito sob vários enfoques. Uma das mais conhecidas é classificação do Direito em objetivo e subjetivo. O direito objetivo é definido como o conjunto de normas que o estado mantém em vigor com o objetivo de obrigar uma determinada sociedade a ter um comportamento condizente com a ordem social. Em outras palavras, através do direito objetivo determina-se a conduta que os membros da sociedade devem seguir. O direito subjetivo, por sua vez, designa a faculdade da pessoa de agir dentro das regras do direito, é o que se denomina de facultas agendi. Ele representaria um poder de exigir determinado comportamento de outrem, conferido pela norma jurídica. Em outras palavras, é o poder que as pessoas têm de fazer valer seus direitos individuais. Em relação ao direito subjetivo, a doutrina também apresenta algumas classificações.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a definição de Direito Subjetivo Absoluto.
É o direito subjetivo não passível de alienação por seu titular, quer por disposição legal, quer por disposição negocial.
É aquele que diz respeito à relação jurídica entre uma pessoa e um bem. Como exemplo pode-se citar a propriedade, o usufruto e demais os direitos elencados exemplificativamente no rol do art. 1.225 do Código Civil.
É aquele que não possui valor pecuniário aferível e, portanto, não são alienáveis por seu titular, a exemplo dos direitos da personalidade.
É aquele que, em uma relação jurídica, é o direito subjetivo oponível à outra parte. Como exemplo podem ser citados os direitos de crédito.
É o direito subjetivo oponível erga omnes, ou seja, oponível a todos. Como exemplo de direitos subjetivos oponíveis a todos pode-se citar os direitos elencados no art. 1.225 do Código Civil, a exemplo do uso, da servidão, da propriedade.

Uma situação que sempre gera insegurança jurídica é a conhecida antinomia jurídica. Caracteriza-se pelo fato de uma situação jurídica ser disciplinada, ao mesmo tempo, por duas normas jurídicas conflitantes que incidem total ou parcialmente sobre a mesma situação.
Levando em consideração os critérios de solução de conflitos entre normas jurídicas, assinale a alternativa correta:
O critério cronológico estabelece que nos conflitos entre duas normas incompatíveis de mesma hierarquia, prevalece a norma anterior.
O critério hierárquico estabelece que no conflito entre duas normas incompatíveis disciplinando o mesmo caso, prevalece a hierarquicamente inferior.
O critério da especialidade da lei consiste na aplicação da lei mais genérica em prejuízo da lei específica que trata de um mesmo caso.
O critério temporal estabelece que no conflito entre duas normas incompatíveis de mesma hierarquia, prevalece a lei mais antiga.
O critério da especialidade estabelece que a norma que trata da matéria de modo mais específico prepondera em relação à norma que disciplina tal fato de modo mais genérico.

A ideia da existência de lacuna é um desafio ao conceito de completude do ordenamento jurídico. Segundo o jusfilósofo italiano Norberto Bobbio, no livro Teoria do Ordenamento Jurídico, pode-se completar ou integrar as lacunas existentes no Direito por intermédio de dois métodos, a saber: heterointegração e autointegração.
Assinale a opção que explica como o jusfilósofo define tais conceitos na obra em referência.
A heterointegração exige que o intérprete busque a solução das lacunas nos tratados e nas convenções internacionais de que o país seja signatário; por seu turno, a autointegração está relacionada à busca da solução na jurisprudência pátria.
Na autointegração há o recurso a valores morais, enquanto na heterointegração os valores morais são rejeitados e o intérprete decide com base em critérios puramente técnicos e jurídicos.
A heterointegração consiste em preencher as lacunas recorrendo-se aos princípios gerais do Direito, uma vez que estes não estão necessariamente incutidos nas normas do Direito positivo; já a autointegração consiste em solucionar as lacunas por meio das convicções pessoais do intérprete.
O primeiro método diz respeito à necessidade de utilização da jurisprudência como meio adequado de solucionar as lacunas sem gerar controvérsias; por outro lado, o segundo método implica buscar a solução da lacuna por meio de interpretação extensiva.
O primeiro método consiste na integração operada por meio de recursos a ordenamentos diversos e a fontes diversas daquela que é dominante; o segundo método consiste na integração cumprida por meio do mesmo ordenamento, no âmbito da mesma fonte dominante, sem recorrência a outros ordenamentos.

O artigo 126 do Código de Processo Civil brasileiro dispõe que 'O juiz não se exime de decidir sob a alegação de lacuna ou obscuridade do ordenamento jurídico'. A questão das lacunas na lei é de estudo recorrente no âmbito da Filosofia e da Teoria Geral do Direito. Considerado esse ponto e fazendo uma correlação com as teorias jusnaturalista, positivista e pós-positivista, assinale abaixo a alternativa CORRETA:
Em sua essência, o jusnaturalismo tem uma pretensão de completude do ordenamento jurídico, não admitindo lacunas no Direito.
No âmbito das doutrinas pós-positivistas é possível que os julgadores supram eventuais lacunas na lei por meio da interpretação e da argumentação jurídica, o que revela a pretensão de verdade ou de correção do Direito.
A ideia de completude do ordenamento jurídico, típica do positivismo jurídico, permeia a grande maioria dos ordenamentos jurídicos contemporâneos, uma vez que o Direito, enquanto fenômeno jurídico, não pode admitir lacunas e com isso impossibilitar a atividade judicial.
O Direito, visto como um fenômeno discursivo em que a argumentação jurídica e a ponderação de princípios são elementos centrais, torna inviável a supressão de lacunas na lei por obra dos juízes e tribunais.
Se o Direito é evidenciado perante a sociedade como um conjunto de normas, que somente pode ser visto e compreendido em sua integralidade em conjunto com outras duas dimensões: o fato social e o valor, isso torna impossível a existência de lacunas em um ordenamento jurídico.

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A doutrina classifica o direito sob vários enfoques. Uma das mais conhecidas é classificação do Direito em objetivo e subjetivo. O direito objetivo é definido como o conjunto de normas que o estado mantém em vigor com o objetivo de obrigar uma determinada sociedade a ter um comportamento condizente com a ordem social. Em outras palavras, através do direito objetivo determina-se a conduta que os membros da sociedade devem seguir. O direito subjetivo, por sua vez, designa a faculdade da pessoa de agir dentro das regras do direito, é o que se denomina de facultas agendi. Ele representaria um poder de exigir determinado comportamento de outrem, conferido pela norma jurídica. Em outras palavras, é o poder que as pessoas têm de fazer valer seus direitos individuais. Em relação ao direito subjetivo, a doutrina também apresenta algumas classificações.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a definição de Direito Subjetivo Absoluto.
É o direito subjetivo não passível de alienação por seu titular, quer por disposição legal, quer por disposição negocial.
É aquele que diz respeito à relação jurídica entre uma pessoa e um bem. Como exemplo pode-se citar a propriedade, o usufruto e demais os direitos elencados exemplificativamente no rol do art. 1.225 do Código Civil.
É aquele que não possui valor pecuniário aferível e, portanto, não são alienáveis por seu titular, a exemplo dos direitos da personalidade.
É aquele que, em uma relação jurídica, é o direito subjetivo oponível à outra parte. Como exemplo podem ser citados os direitos de crédito.
É o direito subjetivo oponível erga omnes, ou seja, oponível a todos. Como exemplo de direitos subjetivos oponíveis a todos pode-se citar os direitos elencados no art. 1.225 do Código Civil, a exemplo do uso, da servidão, da propriedade.

Uma situação que sempre gera insegurança jurídica é a conhecida antinomia jurídica. Caracteriza-se pelo fato de uma situação jurídica ser disciplinada, ao mesmo tempo, por duas normas jurídicas conflitantes que incidem total ou parcialmente sobre a mesma situação.
Levando em consideração os critérios de solução de conflitos entre normas jurídicas, assinale a alternativa correta:
O critério cronológico estabelece que nos conflitos entre duas normas incompatíveis de mesma hierarquia, prevalece a norma anterior.
O critério hierárquico estabelece que no conflito entre duas normas incompatíveis disciplinando o mesmo caso, prevalece a hierarquicamente inferior.
O critério da especialidade da lei consiste na aplicação da lei mais genérica em prejuízo da lei específica que trata de um mesmo caso.
O critério temporal estabelece que no conflito entre duas normas incompatíveis de mesma hierarquia, prevalece a lei mais antiga.
O critério da especialidade estabelece que a norma que trata da matéria de modo mais específico prepondera em relação à norma que disciplina tal fato de modo mais genérico.

A ideia da existência de lacuna é um desafio ao conceito de completude do ordenamento jurídico. Segundo o jusfilósofo italiano Norberto Bobbio, no livro Teoria do Ordenamento Jurídico, pode-se completar ou integrar as lacunas existentes no Direito por intermédio de dois métodos, a saber: heterointegração e autointegração.
Assinale a opção que explica como o jusfilósofo define tais conceitos na obra em referência.
A heterointegração exige que o intérprete busque a solução das lacunas nos tratados e nas convenções internacionais de que o país seja signatário; por seu turno, a autointegração está relacionada à busca da solução na jurisprudência pátria.
Na autointegração há o recurso a valores morais, enquanto na heterointegração os valores morais são rejeitados e o intérprete decide com base em critérios puramente técnicos e jurídicos.
A heterointegração consiste em preencher as lacunas recorrendo-se aos princípios gerais do Direito, uma vez que estes não estão necessariamente incutidos nas normas do Direito positivo; já a autointegração consiste em solucionar as lacunas por meio das convicções pessoais do intérprete.
O primeiro método diz respeito à necessidade de utilização da jurisprudência como meio adequado de solucionar as lacunas sem gerar controvérsias; por outro lado, o segundo método implica buscar a solução da lacuna por meio de interpretação extensiva.
O primeiro método consiste na integração operada por meio de recursos a ordenamentos diversos e a fontes diversas daquela que é dominante; o segundo método consiste na integração cumprida por meio do mesmo ordenamento, no âmbito da mesma fonte dominante, sem recorrência a outros ordenamentos.

O artigo 126 do Código de Processo Civil brasileiro dispõe que 'O juiz não se exime de decidir sob a alegação de lacuna ou obscuridade do ordenamento jurídico'. A questão das lacunas na lei é de estudo recorrente no âmbito da Filosofia e da Teoria Geral do Direito. Considerado esse ponto e fazendo uma correlação com as teorias jusnaturalista, positivista e pós-positivista, assinale abaixo a alternativa CORRETA:
Em sua essência, o jusnaturalismo tem uma pretensão de completude do ordenamento jurídico, não admitindo lacunas no Direito.
No âmbito das doutrinas pós-positivistas é possível que os julgadores supram eventuais lacunas na lei por meio da interpretação e da argumentação jurídica, o que revela a pretensão de verdade ou de correção do Direito.
A ideia de completude do ordenamento jurídico, típica do positivismo jurídico, permeia a grande maioria dos ordenamentos jurídicos contemporâneos, uma vez que o Direito, enquanto fenômeno jurídico, não pode admitir lacunas e com isso impossibilitar a atividade judicial.
O Direito, visto como um fenômeno discursivo em que a argumentação jurídica e a ponderação de princípios são elementos centrais, torna inviável a supressão de lacunas na lei por obra dos juízes e tribunais.
Se o Direito é evidenciado perante a sociedade como um conjunto de normas, que somente pode ser visto e compreendido em sua integralidade em conjunto com outras duas dimensões: o fato social e o valor, isso torna impossível a existência de lacunas em um ordenamento jurídico.

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          Questão
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	A doutrina classifica o direito sob vários enfoques. Uma das mais conhecidas é classificação do Direito em objetivo e subjetivo.
O direito objetivo é definido como o conjunto de normas que o estado mantém em vigor com o objetivo de obrigar uma determinada sociedade a ter um comportamento condizente com a ordem social. Em outras palavras, através do direito objetivo determina-se a conduta que os membros da sociedade devem seguir.
O direito subjetivo, por sua vez, designa a faculdade da pessoa de agir dentro das regras do direito, é o que se denomina de facultas agendi. Ele representaria um poder de exigir determinado comportamento de outrem, conferido pela norma jurídica. Em outras palavras, é o poder que as pessoas têm de fazer valer seus direitos individuais.
Em relação ao direito subjetivo, a doutrina também apresenta algumas classificações. Assinale a alternativa que apresenta corretamente a definição de Direito Subjetivo Absoluto.
		
	
	É aquele que, em uma relação jurídica, é o direito subjetivo oponível à outra parte. Como exemplo podem ser citados os direitos de crédito.
	
	É aquele que diz respeito à relação jurídica entre uma pessoa e um bem. Como exemplo pode-se citar a propriedade, o usufruto e demais os direitos elencados exemplificativamente no rol do art. 1.225 do Código Civil.   
	
	É aquele que não possui valor pecuniário aferível e, portanto, não são alienáveis por seu titular, a exemplo dos direitos da personalidade.
	
	É o direito subjetivo não passível de alienação por seu titular, quer por disposição legal, quer por disposição negocial.
	 
	É o direito subjetivo oponível erga omnes, ou seja, oponível a todos. Como exemplo de direitos subjetivos oponíveis a todos pode-se citar os direitos elencados no art. 1.225 do Código Civil, a exemplo do uso, da servidão, da propriedade.
	Respondido em 24/04/2022 22:24:49
	
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	TEXTO BASE:
Uma situação que sempre gera insegurança jurídica é a conhecida antinomia jurídica. Caracteriza-se pelo fato de uma situação jurídica ser disciplinada, ao mesmo tempo, por duas normas jurídicas conflitantes que incidem total ou parcialmente sobre a mesma situação.
ENUNCIADO:
Levando em consideração os critérios de solução de conflitos entre normas jurídicas, assinale a alternativa correta:
		
	
	O critério cronológico estabelece que nos conflitos entre duas normas incompatíveis de mesma hierarquia, prevalece a norma anterior.
	
	o critério hierárquico estabelece que no conflito entre duas normas incompatíveis disciplinando o mesmo caso, prevalece a hierarquicamente inferior.
	
	o critério da especialidade da lei consiste na aplicação da lei mais genérica em prejuízo da lei específica que trata de um mesmo caso.
	
	O critério temporal estabelece que no conflito entre duas normas incompatíveis de mesma hierarquia, prevalece a lei mais antiga.
	 
	o critério da especialidade estabelece que a norma que trata da matéria de modo mais específico prepondera em relação à norma que disciplina tal fato de modo mais genérico.
	Respondido em 24/04/2022 22:18:23
	
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	A ideia da existência de lacuna é um desafio ao conceito de completude do ordenamento jurídico. Segundo o jusfilósofo italiano Norberto Bobbio, no livro Teoria do Ordenamento Jurídico, pode-se completar ou integrar as lacunas existentes no Direito por intermédio de dois métodos, a saber: heterointegração e autointegração. Assinale a opção que explica como o jusfilósofo define tais conceitos na obra em referência.
		
	
	A heterointegração exige que o intérprete busque a solução das lacunas nos tratados e nas convenções internacionais de que o país seja signatário; por seu turno, a autointegração está relacionada à busca da solução na jurisprudência pátria. 
	
	Na autointegração há o recurso a valores morais, enquanto na heterointegração os valores morais são rejeitados e o intérprete decide com base em critérios puramente técnicos e jurídicos. 
	
	A heterointegração consiste em preencher as lacunas recorrendo-se aos princípios gerais do Direito, uma vez que estes não estão necessariamente incutidos nas normas do Direito positivo; já a autointegração consiste em solucionar as lacunas por meio das convicções pessoais do intérprete. 
	
	O primeiro método diz respeito à necessidade de utilização da jurisprudência como meio adequado de solucionar as lacunas sem gerar controvérsias; por outro lado, o segundo método implica buscar a solução da lacuna por meio de interpretação extensiva. 
	 
	O primeiro método consiste na integração operada por meio de recursos a ordenamentos diversos e a fontes diversas daquela que é dominante; o segundo método consiste na integração cumprida por meio do mesmo ordenamento, no âmbito da mesma fonte dominante, sem recorrência a outros ordenamentos. 
	Respondido em 24/04/2022 22:19:07
	
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	O artigo 126 do Código de Processo Civil brasileiro dispõe que ¿O juiz não se exime de decidir sob a alegação de lacuna ou obscuridade do ordenamento jurídico¿. A questão das lacunas na lei é de estudo recorrente no âmbito da Filosofia e da Teoria Geral do Direito. Considerado esse ponto e fazendo uma correlação com as teorias jusnaturalista, positivista e pós-positivista, assinale abaixo a alternativa CORRETA:
		
	 
	No âmbito das doutrinas pós-positivistas é possível que os julgadores supram eventuais lacunas na lei por meio da interpretação e da argumentação jurídica, o que revela a pretensão de verdade ou de correção do Direito.
	
	Em sua essência, o jusnaturalismo tem uma pretensão de completude do ordenamento jurídico, não admitindo lacunas no Direito.
	
	Se o Direito é evidenciado perante a sociedade como um conjunto de normas, que somente pode ser visto e compreendido em sua integralidade em conjunto com outras duas dimensões: o fato social e o valor, isso torna impossível a existência de lacunas em um ordenamento jurídico.
	
	A ideia de completude do ordenamento jurídico, típica do positivismo jurídico, permeia a grande maioria dos ordenamentos jurídicos contemporâneos, uma vez que o Direito, enquanto fenômeno jurídico, não pode admitir lacunas e com isso impossibilitar a atividade judicial.
	
	O Direito, visto como um fenômeno discursivo em que a argumentação jurídica e a ponderação de princípios são elementos centrais, torna inviável a supressão de lacunas na lei por obra dos juízes e tribunais.
	Respondido em 24/04/2022 22:22:07
	
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	Acerto: 0,1  / 0,1
	
	Existe uma lei que estabelece o que é justo e determina os direitos subjetivos das pessoas. Mas as leis não podem ser elaboradas arbitrariamente pelo legislador. Há uma justiça anterior e superior à lei escrita, há direitos que precedem a feitura das normas estatuídas pelo poder social competente. Essas assertivas dizem respeito à corrente de pensamento do Direito denominada como
		
	
	positivismo jurídico.
	 
	jusnaturalismo. 
	
	empirismo. 
	
	essencialismo naturalista.
	
	positivismo metodológico.

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