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· O ídolo das origens A explicação sobre esse tópico começa pelo esclarecimento do nome do mesmo. O título “O ídolo das origens” não é por acaso, e sim uma referência a François Simiand que por sua vez se direcionou aos historiadores uma vez como uma tribo da qual tem três ídolos destacados: o ídolo político, o ídolo individual e o ídolo cronológico. Marc Bloch utilizou da mesma metáfora para nomear este tópico, pois justamente vem se contrapor a essa obsessão sobre as origens vinda da parte dos historiadores daquela época. De início Marc Bloch apresenta o que seria esse fascínio pelas origens exercida pelos historiadores. Demostra que era comum a tentação de explicar o mais próximo pelo mais distante. Nesse sentido, temos que as origens é tratada no sentido de buscar do atual momento um começo para todas as coisas. A própria palavra “origem” parece remeter à ideia de um “começo” que se explica; ou, com sentido ainda mais perigoso, “um começo que tudo explica”. Contudo essa ambição em buscar sentido nas origens deverá ser controlada e utilizada moderadamente, correndo o risco de imputar a eventos antecedentes a tremenda responsabilidade de justificar ou condenar o momento presente que se estuda, conforme fizeram os Positivistas. Logo, a busca das origens, seria, desse modo, perigosa, pois procura respostas e explicações em um começo. Nesta condição, o passado daria completo sentido ao mais recente. Para exemplificar o que Bloch quer dizer em sua proposta, ele usa do cristianismo como exemplo. Ao saber que Jesus Cristo fora crucificado e em seguida ressuscitado não é suficiente para compreender como é possível que o cristianismo tenha se mantido mais ou menos homogêneo com o passar do tempo e durante toda a evolução humana. Assim, se comprova que as origens não são o suficiente para entendemos certas questões. Ao tratar do “ídolo das origens”, o autor critica uma forma de visão sobre a história. March Bloch reprovava completamente a filosofia do estudo exclusivo do passado e afirma que só é possível explicar um fenômeno histórico de acordo com seu momento. Por fim, esclarecendo esta vertente das origens como sendo inadequada à História sendo esta mutável e subjetiva, não se podendo confundir o propósito de filiação das origens com a providência de uma “explicação” ou comprovativo empírico. Muitos historiadores fazem do passado o seu principal tema de estudo, ou seja, isso é a obsessão das origens. “Em todas as coisas humanas, as origens em primeiro lugar são dignas de estud Muitos historiadores fazem do passado o seu principal tema de estudo, ou seja, isso é a obsessão das origens. “Em todas as coisas humanas, as origens em primeiro lugar são dignas de estud Muitos historiadores fazem do passado o seu principal tema de estudo, ou seja, isso é a obsessão das origens. “Em todas as coisas humanas, as origens em primeiro lugar são dignas de estud Muitos historiadores fazem do passado o seu principal tema de estudo, ou seja, isso é a obsessão das origens. “Em todas as coisas humanas, as origens em primeiro lugar são dignas de estud Muitos historiadores fazem do passado o seu principal tema de estudo, ou seja, isso é a obsessão das origens. “Em todas as coisas humanas, as origens em primeiro lugar são dignas de estud Muitos historiadores fazem do passado o seu principal tema de estudo, ou seja, isso é a obsessão das origens. “Em todas as coisas humanas, as origens em primeiro lugar são dignas de estud Muitos historiadores fazem do passado o seu principal tema de estudo, ou seja, isso é a obsessão das origens. “Em todas as coisas humanas, as origens em primeiro lugar são dignas de estud Muitos historiadores fazem do passado o seu principal tema de estudo, ou seja, isso é a obsessão das origens. “Em todas as coisas humanas, as origens em primeiro lugar são dignas de estud Muitos historiadores fazem do passado o seu principal tema de estudo, ou seja, isso é a obsessão das origens. “Em todas as coisas humanas, as origens em primeiro lugar são dignas de estud