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METODOLOGIA 
DE PESQUISA EM 
SERVIÇO SOCIAL
Camila Muniz Assumpção
Elaboração de bibliografia
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
  Definir bibliografia.
  Descrever os elementos que compõem a bibliografia.
  Apontar as normatizações técnicas de uma bibliografia (ABNT, entre 
outras).
Introdução
Neste capítulo, você vai ver que todo o trabalho que o pesquisador tem 
de coletar dados, trocar e buscar informações — advindas de autores, 
livros e revistas, por exemplo — é de suma importância. Isso ocorre 
porque, ao final da pesquisa, ele precisa referenciar suas fontes de forma 
clara, ordenada e correta.
A referência bibliográfica é um dos elementos mais importantes da 
pesquisa, pois sustenta todo o conteúdo que o pesquisador estudou e 
utilizou para elaborar o seu trabalho. Aqui, você vai conhecer a definição 
de bibliografia, verificar quais são os seus elementos e se familiarizar com 
as normas que a regem.
A bibliografia
A bibliografi a faz parte da pesquisa e pode ser entendida como a relação das 
obras consultadas ou citadas, destacada depois do corpo do trabalho. Ou 
seja, é a bibliografi a que lista as fontes de consulta utilizadas na pesquisa. O 
objetivo da bibliografi a é documentar o trabalho, mostrando que as opiniões 
que constam nele são sustentadas pelas fontes consultadas.
Como você pode imaginar, não basta saber como elaborar a bibliogra-
fia. Também é fundamental entender o quanto ela foi importante durante 
todo o processo de pesquisa. Por isso se faz necessário compreender o que 
é a pesquisa. Segundo Luna (1988 apud ROSA; ARNOLDI, 2006, p. 71), a 
pesquisa é “[...] uma atividade de investigação capaz de oferecer e, portanto, 
produzir um conhecimento novo a respeito de uma área ou de um fenômeno, 
sistematizando-o em relação ao que já se sabe”.
Gil (1999, p. 45), por sua vez, conceitua pesquisa como um “[...] procedi-
mento racional e sistemático que tem como objetivo proporcionar respostas 
aos problemas que são propostos”. A pesquisa é desenvolvida mediante a 
utilização de conhecimentos disponíveis e de métodos, técnicas e outros 
procedimentos científicos. Esse processo de pesquisar envolve inúmeras 
fases, desde a formulação adequada do problema até a apresentação dos 
resultados. A pesquisa é, portanto, o caminho para se chegar à ciência, ao 
conhecimento.
O ponto de partida de uma investigação científica é o levantamento de 
dados. Para esse levantamento, é necessária, num primeiro momento, uma 
pesquisa bibliográfica. Segundo Fonseca (2002, p. 32):
A pesquisa bibliográfica é feita a partir do levantamento de referências teóri-
cas já analisadas e publicadas por meios escritos e eletrônicos, como livros, 
artigos científicos, páginas de websites. Qualquer trabalho científico inicia-se 
com uma pesquisa bibliográfica, que permite ao pesquisador conhecer o que 
já se estudou sobre o assunto. Existem, porém, pesquisas científicas que se 
baseiam unicamente na pesquisa bibliográfica, procurando referências teóricas 
publicadas com o objetivo de recolher informações ou conhecimentos prévios 
sobre o problema a respeito do qual se procura a resposta.
A pesquisa bibliográfica é uma das etapas da investigação científica. Por 
ser um trabalho minucioso, ela requer tempo, dedicação e atenção de quem 
resolve empreendê-la. Essa pesquisa traz a possibilidade de o pesquisador 
desvelar novas formas de compreender os dados coletados e subsidiar o 
processo investigativo. Muitas vezes se confunde a pesquisa bibliográfica 
com a revisão bibliográfica, mas elas são distintas. Afinal, a pesquisa 
bibliográfica é um método de pesquisa, enquanto a revisão bibliográfica 
(revisão de literatura) é uma etapa dos diversos métodos de pesquisa exis-
tentes. O que possuem em comum é que ambas buscam subsídios para a 
pesquisa na literatura.
Assim, a referência bibliográfica é uma parte muito importante de toda 
e qualquer pesquisa, pois é a sua fundamentação teórica. Toda pesquisa, 
qualquer que seja o seu delineamento ou a sua classificação em termos 
metodológicos, deve envolver uma revisão bibliográfica. Essa revisão tem 
como objetivos:
Elaboração de bibliografia2
  proporcionar aprendizado sobre determinada área de conhecimento;
  facilitar a identificação e a seleção de métodos e técnicas a serem 
utilizados pelo pesquisador;
  oferecer subsídios para a redação da introdução, para a revisão da 
literatura e para a redação da discussão do trabalho científico.
Segundo Vianna (2001), para haver avanço em um campo de conhecimento, 
é necessário que os estudiosos conheçam o que já foi realizado por outros pes-
quisadores e saibam quais são as fronteiras do conhecimento. Assim, a revisão 
bibliográfica pode ser entendida como a base que sustenta qualquer pesquisa 
científica. Além disso, a revisão bibliográfica, de acordo com Medeiros e Tomasi 
(2008), também contribui para as construções teóricas, as comparações e a vali-
dação de resultados de trabalhos de conclusão de curso e de artigos científicos.
O material bibliográfico pode ser classificado em três tipos: as fontes primárias, 
as fontes secundárias e as fontes terciárias. A palavra “fonte” é definida por Ferreira 
(1986, p. 797) como “[...] aquilo que se origina ou produz [...]”, ou ainda como “[...] 
qualquer pessoa, documento, organismo ou instituição que transmite informações 
[...]”. Assim, as fontes remetem a algo investigado, pesquisado, analisado. Elas 
consistem na documentação a ser trabalhada na revisão bibliográfica. Segundo 
Nunes (2002, p. 53), “[...] a separação em fonte primária e fonte secundária tem 
validade quando se trata do trabalho sobre um autor e/ou sua obra (fonte primária) 
e os comentários desse autor e/ou suas obras (fonte secundária)”.
Tudo aquilo que é pesquisado pode ser entendido como informação trans-
mitida, colhida, e essas informações possuem valor fundamental quando 
processadas e disseminadas de maneira correta. Assim, é necessária a seleção 
de fontes de informações que trarão a possibilidade de alcançar objetivos. As 
fontes podem ser classificadas de acordo com a forma como a informação 
é transmitida, com a facilidade de acessá-las e com o tipo e a origem da 
informação gerada.
Segundo Dias e Pires (2005), as fontes primárias dizem respeito aos 
trabalhos originais, com conhecimento inédito e publicados pela primeira 
vez pelos autores. Pinheiro (2006) afirma que tais fontes correspondem à 
“literatura primária” e são aquelas que se apresentam e são disseminadas 
exatamente da forma como são produzidas pelos autores. Como exemplos, 
você pode considerar: teses universitárias, livros, relatórios técnicos, artigos 
em revistas científicas, entre outros.
As fontes secundárias são os trabalhos não originais e que basicamente 
citam, revisam e interpretam trabalhos originais. Como exemplos, considere: 
3Elaboração de bibliografia
artigos de revisão bibliográfica, tratados, enciclopédias, entre outros. As fontes 
terciárias, por sua vez, contêm índices categorizados de trabalhos primários 
e secundários, com ou sem resumo. Como exemplos, você pode considerar: 
dados bibliográficos, índices e listas bibliográficas.
Você sabe qual é a diferença entre bibliografia e referência bibliográfica? A bibliografia é 
o conjunto de obras consultadas. Ela deve ser inserida no final do trabalho. Já a referência 
bibliográfica é o conjunto de obras citadas. Ela deve ser inserida em cada citação e, no final 
do trabalho, deve fazer parte da bibliografia.
Elementos da bibliografia
As referências bibliográfi cas são compostas de elementos essenciais e comple-
mentares. Os elementos essenciais são aqueles indispensáveis à identifi cação 
de publicações mencionadas. Eles podem ser considerados obrigatórios e 
incluem os itens listados a seguir.
  Autor: é o responsável pela criação do conteúdo intelectual ou artístico 
de um documento.
  Título: é o nome do documento. Quando os títulos forem longos, 
pode-se retiraras últimas palavras, sinalizando essa ação por meio 
de reticências. Mas você deve estar atento para que o sentido do 
título não seja alterado. Se ele estiver em mais de uma língua, usa-
-se o primeiro idioma. Contudo, se você achar necessário, pode 
usar também o segundo, colocando um sinal de igual entre eles. 
Quando não houver título, você deve usar uma palavra ou frase que 
identifique o documento.
  Edição: indica todos os exemplares produzidos a partir de um original 
ou matriz. Se houver edição, deve ser indicada em número seguido 
da abreviação “ed”. Pertencem à mesma edição de uma obra todas as 
suas impressões, reimpressões, tiragens, etc. produzidas diretamente 
ou por outros métodos, sem modificações, independentemente do 
período decorrido desde a primeira publicação.
  Local: diz respeito ao lugar onde foi feita a publicação.
Elaboração de bibliografia4
  Editora: é a casa publicadora, pessoa ou instituição responsável pela 
produção editorial. Conforme o suporte documental, outras denomina-
ções são utilizadas: produtora (para imagens em movimento), gravadora 
(para registros sonoros), entre outras. Na indicação da editora, o prenome 
deve ser abreviado. Por exemplo: Editora José Olympio deve aparecer 
como J. Olympio.
  Data: é a data da publicação. Deve ser indicada em algarismos arábicos 
(1975, 2002, 2019). Se a obra não informar a sua data de publicação, 
você deve usar a data da distribuição ou da impressão, ou, como orienta 
a ABNT NBR 6023, indicar uma data aproximada, o que deve ser feito 
entre colchetes.
Os elementos complementares são os opcionais. Acrescentados aos essen-
ciais, eles permitem caracterizar melhor as publicações referenciadas. Entre 
os elementos complementares, você pode incluir:
  subtítulos;
  notas bibliográficas;
  número de páginas;
  série.
Tanto os elementos essenciais quanto os complementares são retirados do 
próprio documento. Quando isso não for possível, utilize outras fontes de infor-
mação, indicando os dados obtidos entre colchetes. No Quadro 1, a seguir, você 
pode ver uma síntese a respeito dos elementos essenciais e complementares.
ELEMENTOS 
ESSENCIAIS
Informações indispensáveis à identificação do documento.
Vinculados ao suporte documental.
Variam de acordo com o suporte.
ELEMENTOS 
COMPLEMENTARES
Podem ser acrescentados aos essenciais.
Permitem melhor caracterização do suporte documental.
Quadro 1. Elementos essenciais e complementares.
Para apresentar as referências, existem algumas regras gerais. Os elemen-
tos essenciais e os complementares da referência devem ser indicados em 
sequência padronizada.
5Elaboração de bibliografia
A seguir, veja como fazer a referência bibliográfica de um texto técnico impresso 
segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) (2002).
  Elemento essencial segundo a ABNT NBR 6023:
  GOMES, L. G. F. F. Novela e sociedade no Brasil. Niterói: EdUFF, 1998.
  Elemento complementar segundo a ABNT NBR 6023:
  GOMES, L. G. F. F. Novela e sociedade no Brasil. Niterói: EdUFF, 1998. 137 p., 21 cm. (Cole-
ção Antropologia e Ciência Política, 15). Bibliografia: p. 131–132. ISBN 85-228-0268-8.
Normatizações técnicas de uma bibliografia
No mundo todo, existem várias organizações que normatizam as formas de 
acesso e publicização das pesquisas e escritas científi cas. É o caso da ABNT, 
da American Psychological Association (APA), das normas de Vancouver, 
entre outras. Aqui, você vai conhecer melhor as orientações da ABNT, já 
que ela é a instituição mais importante no Brasil, em especial na área do 
Serviço Social.
A Associação Brasileira de Normas Técnicas foi criada na década de 1940, 
quando se percebeu a necessidade de fundar uma instituição capaz de dar 
insumos ao desenvolvimento tecnológico no País e de fiscalizar a padronização 
de certos conteúdos. Assim, a ABNT é uma instituição privada de utilidade 
pública e sem fins lucrativo que é responsável pela normalização técnica no 
Brasil, fornecendo insumos ao desenvolvimento tecnológico brasileiro. Ela 
pode ser entendida como o Fórum Nacional de Normalização. As normas 
brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros 
(ABNT/CB) e dos Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS), são 
elaboradas por Comissões de Estudos (CE), formadas por representantes dos 
setores envolvidos. Essas comissões são compostas por produtores, consu-
midores e neutros.
As normas Vancouver receberam esse nome devido a uma reunião que foi realizada 
na cidade de Vancouver, no Canadá, em 1978.
Elaboração de bibliografia6
Os projetos de norma brasileira, elaborados no âmbito dos ABNT/CB e 
ABNT/ONS, circulam para consulta pública entre os associados da ABNT e 
demais interessados. A norma que trata das referências bibliográficas é a ABNT 
NBR 6023, que foi atualizada em novembro de 2018. Ela tem como objetivo 
apresentar a ordem dos elementos das referências e estabelecer padrões para 
a transcrição e a apresentação da informação originada do documento e/ou de 
outras fontes de informações. Essa norma se destina a orientar a preparação 
e a compilação de referências de materiais utilizados para a produção de 
documentos e para a inclusão em bibliografias, resumos, resenhas, recensões 
e outros.
No Quadro 2, a seguir, você pode ver as orientações da ABNT NBR 6023 
a respeito da indicação do autor nas referências bibliográficas.
Autor
Inicia-se pelo último sobrenome do autor em maiúscu-
las, seguido dos prenomes, da forma como constam no 
documento. Adota-se um padrão de apresentação na 
lista de referência: ou todos os prenomes abreviados, ou 
todos por extenso.
Um só autor
FAZENDA, Ivani C. Arantes. Interdisciplinaridade: um 
projeto em parceria. 6. ed. São Paulo: Loyola, 2007.
Dois autores
Os nomes são separados por ponto e vírgula.
LOURENÇO, Eva; MARCONI, Maria. Ensino Superior. 5 ed. 
Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002.
Três autores
Os nomes são separados por ponto e vírgula.
AMARAL, Emília; SEVERINO, Antônio; PATROCÍNIO, Mauro 
Ferreira do. Novo manual de redação: gramática, literatura, 
interpretação de texto. São Paulo: Círculo do Livro, 1995.
Mais de três 
autores
Apenas o primeiro autor é indicado, acrescentando-se a 
expressão et alii (“e outros”) ou, de forma abreviada, et al.
URANI, A. et al. Constituição de uma matriz de contabili-
dade social para o Brasil. Brasília, DF: IPEA, 1994.
Entidade 
como autor
A entrada é feita pelo nome da entidade.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 
6023: informação e documentação, referências, elabora-
ção. Rio de Janeiro, 2002.
Quadro 2. Referências bibliográficas do autor — meio impresso.
(Continua)
7Elaboração de bibliografia
Além de orientar a elaboração das referências bibliográficas em relação 
ao autor, a ABNT criou regras referentes a outras situações, como você pode 
ver a seguir.
  Referências a publicações em revistas:
 ■ AUTOR DO ARTIGO. Título do artigo. Título da revista, local 
de publicação, número do volume, número do fascículo, páginas 
inicial–final, mês e ano.
  Referências a teses:
 ■ AUTOR, nome abreviado. Título. Ano de apresentação. Número de 
folhas. Categoria — instituição, local, ano.
  Referências a artigos de jornal:
 ■ NOME DO AUTOR EM CAIXA ALTA — título do artigo — nome 
do jornal — local — data (dia, mês, ano) — número do caderno — 
seção — páginas (inicial–final).
  Referências a vídeos:
 ■ TÍTULO do vídeo — indicação de responsabilidade — outras in-
dicações de responsabilidade — local: produtora, ano. Duração em 
minutos — disponível em: link. Acesso em: mês e ano de acesso.
Há diversas regras gerais para as referências bibliográficas. Você deve 
considerar, por exemplo, que as referências devem se alinhar somente pela 
Fonte: adaptado de Universidade Federal de São Paulo (2014).
Órgão da 
administração 
(federal, estadual 
ou municipal) 
como autor
A entrada da referência é feita pela própria denomina-
ção do órgão, quando esta for específica. Se a denomi-
nação for genérica, inicia-sea referência pelo nome do 
órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à 
qual pertence a unidade.
BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate 
à Fome. A Política Nacional de Assistência Social (PNAS). 
Norma Operacional Básica NOB/SUAS. Brasília, 2004.
Autor não 
mencionado
A entrada é feita pela primeira palavra do título (não se 
utiliza a expressão “autor anônimo”).
PERFIL da administração pública paulista. 6. ed. São 
Paulo: Fundap, 1994. 317 p.
Quadro 2. Referências bibliográficas do autor — meio impresso.
(Continuação)
Elaboração de bibliografia8
margem esquerda, sem recuos (na segunda linha ou nas linhas posteriores), 
sem a obrigatoriedade de alinhamento à direita e com espaçamento simples. 
Além disso, o local da publicação não pode ser abreviado. Quando houver 
cidades homônimas que pertençam a estados ou países diferentes, é necessário 
acrescentar o nome do estado e/ou país para especificar o local correto.
Nesse contexto, entende-se que a ABNT existe com o objetivo de instituir 
soluções consensuais que possam ser adotadas por todas as partes envolvidas 
na pesquisa e no desenvolvimento. Ela trata de temas que possuem caráter 
repetitivo (como as pesquisas acadêmicas), que assim podem ser disciplinados 
e controlados em suas variáveis.
Uma das normas da ABNT torna obrigatória a inclusão das referências 
bibliográficas nos trabalhos acadêmicos. Assim, é imprescindível construir 
um arsenal das referências, fundamentando e organizando as pesquisas. Em 
síntese, a referência bibliográfica é essencial e precisa ser elaborada com 
cuidado. Ela apresenta os detalhes da pesquisa, permitindo uma identificação 
correta e clara do que foi utilizado.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023 informação e documentação: 
referências, elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.
DIAS, M. M. K; PIRES, D. Fontes de informação: um manual para cursos de graduação em 
Biblioteconomia e Ciência da Informação. São Carlos: UFSCAR, 2005.
FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova 
Fronteira, 1986.
FONSECA, J. J. S. Metodologia da pesquisa científica. Fortaleza: UEC, 2002. 
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 1999.
MEDEIROS, J.B.; TOMASI, C. Comunicação científica: normas técnicas para redação 
científica. São Paulo: Atlas, 2008.
NUNES, R. Manual da monografia jurídica. São Paulo: Saraiva, 2002.
PINHEIRO, L. V. R. P. Fontes ou recursos de informação: categorias e evolução conceitual. 
Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação e Biblioteconomia, v. 1, n. 1, 2006. Disponí-
vel em: http://www.periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/pbcib/article/view/8809/4716. 
Acesso em: 9 mar. 2019.
ROSA, M. V. F. P. C.; ARNOLDI, M. A. G. C. A entrevista na pesquisa qualitativa: mecanismos 
para a validação dos resultados. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.
9Elaboração de bibliografia
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO. Guia básico para elaboração de referências 
bibliográficas: segundo a ABNT. São Paulo: UNIFESP, 2014. Disponível em: http://dgi.
unifesp.br/sites/comunicacao/pdf/entreteses/guia_biblio.pdf. Acesso em: 9 mar. 2019.
VIANNA, I. O. Metodologia do trabalho científico: um enfoque didático da produção 
científica. São Paulo: EPU, 2001. 
Leituras recomendadas
MEDEIROS, J. B.; ANDRADE, M. M. Manual de elaboração de referências bibliográficas: a 
nova NBR 6023:2000 da ABNT: exemplos e comentários. São Paulo: Atlas, 2001.
RODRIGUES, A. F. Como elaborar referência bibliográfica. 7. ed. São Paulo: Humanitas, 2008. 
RUIZ, J. A. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 6. ed. São Paulo: 
Atlas, 2006. 
SALVADOR, A. D. Métodos e técnicas de pesquisa bibliográfica. 11. ed. Porto Alegre: Sulina. 
1986. 
Elaboração de bibliografia10

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