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CENTRO UNIVERSITÁRIO MAURICIO DE NASSAU CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO TÓPICOS INTEGRADORES II
1) No Brasil, há a base de pensar no potencial e real da negação do princípio de igualdade, onde existe uma diferenciação exorbitante entre as classes sociais e a realidade social, que difericiam os crimes de colarinho branco dos crimens étnicos-raciais, em caráter numerico. Para Labeling Approach o conceito baseava-se na teoria criminológica do Etiquetamento Social marcada pela ideia de que as noções de crime e criminoso são construídas socialmente a partir da definição legal e das ações do Estado para controle social a respeito do comportamento de determinados indivíduos (cifra negra crescente) e crimes de colarinho branco inferiores, até mesmo pelo quantitativo.
2) Labeling Approach fora empírico em sua tese definida, que havia um núcleo central de desvio da criminalidade fenomenológica, mesmo tendo ele, observados uma rica e extraordinária variedade de tipos de controle social e ao comportamento desviante. A despeito, a massa capitalista em sua sociedade, no anseio de sobrevivência, a classe dominante exige do Estado a defesa e manutenção da ordem econômica e a classe baixa, composta em sua maioria por negros e pobres, com intuito de ascender buscam meios ilícitos para tal, em alguns caso, em outros, são taxados pelo simp;es fato de fazerem parte desse meio social.
3) Com relação ao terrorismo, na lógica do do quitandeiro, a resposta é clara, “se ninguém faz nada o direito penal nada pode fazer”, no entanto se delitos são cometidos, os responsáveis devem ser detidos, processados condenados e lavados a cumprir as penas em consonância com as qualificadoras do tipo de crime praticado, porém se não for do direito penal que seja levado a outro ramo do direito.
COMPONENTES DO GRUPO:
Maria Fabiana Santos - 01285437
Milton Pesqueira da Cruz – 01286476
Anne Carolyne Fernandes Silva - 01290680
Joseana Keli do Nascimento – 01290938
Mariana Gomes Soares - 01307272

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