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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA CAROLINE JESUS SILVA TRABALHO ÚNICO PARA TODAS AS DISCIPLINAS COM PCC JEQUIÉ- BA PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR – PCC INTRODUÇÃO Não existe uma “receita” para ensinar crianças e adolescentes com TEA. Hoje, os especialistas em educação já sabem: mesmo que duas pessoas apresentem o mesmo diagnóstico, elas podem reagir de modos diferentes a uma mesma proposta pedagógica. Por isso, o que funciona para um estudante com autismo pode não funcionar para outro. Para ensinar, portanto, o professor não precisa ser especialista no transtorno. O recomendado é que se procure conhecer todos os alunos de forma individual e se perceba como cada um aprende. Mais do que um conhecimento específico, a inclusão dessas crianças e adolescentes requer uma mudança no modo como a escola pensa e faz educação. No Brasil, a participação do aluno do TEA no ensino regular é garantida pela Lei De Diretrizes e Bases da Educação. Segundo a legislação, “O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes regulares de ensino regular” (art. 58, parágrafo § 2º). DESENVOLVIMENTOO Desabafo de Marly Tostes, mãe de Joao Bernardo, de 4 anos . "É um absurdo a criança autista não ter valor, não ser tratada como outra criança" , Em entrevista ao Portal da Cidade Ipatinga, Marysol afirmou que há algum tempo percebeu que tinha algo de diferente na forma com que seu filho era tratado. "Em uma reunião de Pais e Mestres só o nome do meu filho tinha escrito autista na frente. A Diretora afirmou que foi um erro de impressão, aceitei as desculpas mas fiquei com um pé atrás”, afirmou. No decorrer do tempo ela notou que seu filho não recebia uma quantidade comum de atividades igual os outros alunos, em outra ocasião o viram na quadra, assistindo televisão enquanto outras crianças estavam fazendo atividade juntas . Em uma reunião os pais tomaram conhecimento que por vezes João Bernardo ficava em uma sala à parte. " Quando ele se incomodava e fazer alguma pirraça ele ficava nesta de sala separada e somente vinte minutos dentro de sala de aula fazendo as atividades com os outros alunos. Eu saí dilacerada e imediatamente fiz uma denúncia para a Secretaria Municipal de Educação” relatou. Com base na pesquisa de campo. Esta última ocorreu na Escola de bairro , tendo por sujeitos: estudantes com Transtorno do espectro Autista, professores das respectivas turmas e cuidadores responsáveis pelos alunos com TEA. Durante a pesquisa de campo fui observar o ambiente e fiz registro em diário de campo e o questionário aplicado junto aos professores dos alunos com TEA, cujo foco foi conhecer seus conhecimentos acerca do TEA e das metodologias que podem favorecer a inclusão desses alunos no ambiente escolar. Os resultados da pesquisa revelou que existe um enfraquecimento visível referente à formação e capacitação dos docentes e que essa se reflete na inclusão dos alunos com TEA, se tornando um impasse significativo para inclusão desses alunos na rede regular de ensino. Além disso, outro aspecto a ser considerado diz respeito à presença dos acompanhantes especializados, cujas formações precisam ser compatíveis com a responsabilidade que assumem. Tais resultados nos levam a repensar sobre os reais significados da inclusão e da necessidade urgente que as políticas públicas assumam a responsabilidade sobre a formação docente, como instrumento principal em favor dos alunos que necessitam de olhar diferenciado e da regulamentação da profissão de acompanhante especializado, que no caso da Escola se refere a figura do cuidador. Sem isto, consideramos que não será possível falar sobre inclusão, mas, somente de inserção e matrícula de estudantes com deficiência ou transtornos na escola, sem que se atendam suas necessidades e se garanta seus direitos, conforme prevê a legislação brasileira. PROJETO A conscientização do autismo na escola INTRODUÇÃO: Os professores da educação infantil têm um papel ativo nesse processo, utilizando práticas pedagógicas inclusivas para ajudar seus alunos com autismo a desenvolver habilidades de comunicação, sociais e comportamentais. A educação infantil é a porta de entrada da escola, portanto, a base do processo de aprendizagem. Dessa forma, é muito importante conhecer as características e necessidades dos alunos com autismo, para entender quais as melhores estratégias para usar em sala de aula. JUSTIFICATIVA: A Escola tem como obrigação promover cursos especialistas no que desrespeito a educação voltada para alunos com TDA e assim a turma precisa saber através dos professores que o coleguinha autista é único e diferente dos demais, por isso deve agir com muita paciência, compreensão e muito companheirismo, para que ele se sinta abraçado por todos. OBJETIVO GERAL: A ideia é sensibilizar a escola, os pais, alunos, funcionários e entre outros sobre o tema e combater o preconceito contra os alunos autistas, mostrando que não possuem uma doença e, sim, um transtorno do neurodesenvolvimento que prejudica a comunicação verbal e não verbal do paciente, levando em consideração que o aluno autista deve ocupar e fazer uso dos espaços públicos, assim como todos os cidadãos. OBJETIVO ESPECÍFICO: O ambiente escolar é o local oportuno para a desenvolvimento de alunos com TEA, por tanto, faz-se necessário que a escola em geral esteja preparada para recebê-los. Assento O intuito do projeto é a interação de autistas com os colegas na sala de aula, parece coisas tão simples, mas pode ajudar bastante, basta que a escola estimule o diálogo com alunos com TEA, é importante incluir o autista nas conversas, falar com ele, perguntar como ele está (mesmo que ele não responda). Pois, é uma forma de ele perceber que as pessoas ao redor se importam e vão interagir com ele. Quando falo escola estou me referindo em modo geral desde o senhor que fica na portaria até á senhora que prepara o lanche. “Dá um aperto no coração, ouvir meu filho dizer que nenhum coleguinha na escola quer brincar com ele ou deixar ele participar das brincadeiras, por que ele é muito lento e não sabe brincar.” Relato de uma mãe de criança autista de doze anos. Esse e outros comentários que ouvimos, e para tentar evitar esse tipo de situação é preciso que escola estimule a família dos alunos para juntos de seus filhos busquem respeitar a diferença do colega, e de alguma forma compreender que trabalhos colaborativos, atividades em grupo e pequenas brincadeiras devem incentivar a parceria e a construção coletiva de conhecimento. Se colocar no lugar do próximo, compreender que o barulho atrapalha alguns autista, entender que é normal que o coleguinha autista sente no chão ao invés da cadeira, essas e outras atitudes podem ajudar e evitar alguns problemas que os alunos com TEA passam na sala de aula, então é fundamental a colaboração de todos, principalmente dos pais dos demais alunos, eles dialogando sob o assunto no seu convívio familiar abrirá a mente dos seus pequenos e assim todo se ajudam. METODOLOGIA: A primeira etapa neste processo é bem simples a escola terá que fazer um planejamento do conteúdo com um objetivo claro, buscar sob o assunto pesquisar bastante e disponibilizar cursos online e gratuitos para todos os seus funcionários, assim que todos concluírem e dominarem sob o assunto ,a escola por sua vez marcará uma palestra com o tema “Autismo não se cura, se compreende .” comos pais de todos os alunos e convida rá também um especialista no assunto, pode ser Fonoaudiólogo, Psicólogo ou até mesmo um acadêmico relacionado ao tema. Todos ali poderão fazer perguntas, tirar dúvidas sobre o autismo, os pais de alunos com TEA pode m contar relatos, situações que seus filhos já passaram etc. E por fim, a escola discursava a importância de todos ali presente de levarem o assunto para suas casas. A segunda fase é entre o professor e aluno, dentro da sala de aula o professor poderá organizar uma roda de conversa com os seus alunos, (levando em consideração a escola e a turma que visitei que são alunos de 10 a 12 anos de idade). Mostrando de forma clara, a importância de empatia, respeito e companheirismo na sala de aula. REFERÊNCIA: https://institutoneurosaber.com.br/a-importancia-da-educacao-infantil-para-alunos-com-o-transtorno-do-espectro-autista/ https://ipatinga.portaldacidade.com/noticias/cidade/o-autista-tem-que-ser-respeitado-desabafa-mae-que-denunciou-exclusao-do-filho-4339. . https://diversa.org.br/inclusao-de-alunos-com-autismo-na-escola-dicas-e-exemplos-para-pratica/?gclid=CjwKCAjw14uVBhBEEiwAaufYx-Ve15IVnMnNQ5inVLcrl551r_vvywtadw8dR1TyFByM50Lmm-JqPhoCIGwQAvD_BwE https://todospelaeducacao.org.br/noticias/conheca-o-historico-da-legislacao-sobre-educacao-inclusiva/