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Relatorio de Estagio Helena

Relatório de estágio supervisionado em Engenharia Civil de Helena Hoeppers na Mario Lucena Consultoria de Engenharia Ltda (Ipanema), com identificação da empresa, período e carga horária; descreve atividades (acompanhamento de obras, desenhos técnicos, controle e orçamento de materiais) e inclui conclusões, bibliografia e apêndices.

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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ 
 Curso de Engenharia Civil 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Relatório de Estágio Supervisionado 
 
 
 
 
 
 
Aluna: Helena Hoeppers 
 
 
 
 
 
Campus Praça XI – Rio de Janeiro 
 
 
 
HELENA HOEPPERS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Relatório de Estágio Supervisionado 
 
 
Relatório apresentado como 
conclusão do Estágio Supervisionado 
do Curso de Engenharia Civil da 
Universidade Estácio de Sá. 
 
Professor Supervisor: 
Profª Engª Márcia Machado, MSc 
 
Período: fev a jun. de 2018. 
 
 
Campus Praça XI – Rio de Janeiro 
 
 
 
IDENTIFICAÇÃO DO CAMPO DE ESTÁGIO 
 
Identificação da Empresa: 
Nome: MARIO LUCENA CONSULTORIA DE ENGENHARIA LTDA 
Bairro: Ipanema 
CEP: 22410-000 
Endereço: Rua Visconde de Pirajá, n0: 106 – Ss 01. 
Cidade: Rio de Janeiro 
Telefone: (21) 3591-6408 
 
Área na empresa onde foi realizado o estágio: Engenharia 
Informar o setor: Projetos 
Data de início: 20/03/2018 
Data de término: 20/09/2018 
Duração em horas: 30 horas semanais 
Nome do profissional: Mario Lucena 
Responsável pelo estágio: Mario Lucena 
 
APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 
 
A empresa MARIO LUCENA CONSULTORIA DE ENGENHARIA LTDA, localizada 
na Rua Visconde de Pirajá, 106, Ss 01 – Ipanema – Rio de Janeiro – RJ. Foi criada 
em 2003, tendo como objetivo o ramo de prestação de serviços na área de reformas; 
como serviço de prioridade melhorar o futuro da construção com ética e pesquisas no 
nosso país. 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
1. INTRODUÇÃO ..................................................................................................... 4 
2. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS ...................................................................... 5 
2.1 ACOMPANHAMENTOS DE OBRAS ...................................................................... 5 
2.1.1 O que foi feito ............................................................................................................... 5 
2.1.2 Por que foi feito .................................................................................................................. 5 
2.1.3 Como foi feito ..................................................................................................................... 6 
2.1.4 Aprendizagem com esta atividade ................................................................................... 6 
2.2 DESENHOS TÉCNICOS .......................................................................................... 6 
2.2.1 O que foi feito ...................................................................................................................... 6 
2.2.2 Por que foi feito ................................................................................................................... 6 
2.2.3 Como foi feito ...................................................................................................................... 7 
2.2.4 Aprendizagem com esta atividade ................................................................................... 7 
2.3 CONTROLE, ORÇAMENTO E PEDIDO DE MATERIAIS ...................................... 7 
2.3.1 O que foi feito ...................................................................................................................... 8 
2.3.2 Por que foi feito ................................................................................................................... 8 
2.3.3 Como foi feito ...................................................................................................................... 8 
2.3.4 Aprendizagem com esta atividade ................................................................................... 8 
3. CONCLUSÕES ..................................................................................................... 9 
BIBLIOGRAFIA............................................................................................................. 10 
APÊNDICES .................................................................................................................. 11 
 
 
 
 
1. INTRODUÇÃO 
 
O Estágio Curricular Supervisionado (ECS) visa a desenvolver o senso prático do 
Engenheiro Civil, o que complementa a formação acadêmica. Aplicar o conhecimento 
adquirido durante o curso de graduação, vivenciar o dia-a-dia de uma organização 
voltada para Engenharia e lidar com subordinados e superiores no trabalho fazem 
parte das atividades inerentes ao estágio. 
 O local escolhido para Estágio foi a Empresa Mario Lucena Consultoria de 
Engenharia Ltda. A empresa elabora projetos e orçamentos para serviços de obras 
de engenharia civil e elétrica, tendo no seu efetivo pessoal qualificado para 
acompanhamento de obras, desenhos feitos em softwares, orçamento e controle de 
materiais. 
Meu propósito principal foi contribuir ativamente em determinado projeto ou área dos 
serviços prestados, acompanhar de perto diversas etapas da execução de obras para 
aprender e adquirir um pouco de experiência na área de construção civil! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS 
 
2.1 ACOMPANHAMENTOS DE OBRAS 
Por objetivo, adquirir habilidades profissionais a partir da prática, com a finalidade de 
consolidar o conhecimento técnico aprendido em sala, a integração cultural, científica 
e o tão necessário relacionamento humano, como complementação da formação 
profissional no ambiente de trabalho, através de estudos e a elaboração de projetos 
no software AutoCAD e a aquisição de conhecimento da burocracia para a aprovação 
e desenvolvimento de projetos. 
 
2.1.1 O que foi feito 
Através do arquiteto ou engenheiro responsável, um projeto é enviado para o canteiro 
de obras com a finalidade de ser executado. Os projetos são em sua maioria de 
estruturas – projetos de fôrmas e armação das lajes, vigas e pilares. 
Além do projeto de arquitetura e estruturas, existem os projetos de instalações que 
devem estar em sintonia com os demais a fim que não haja interferências no local. 
O acompanhamento da obra envolve também uma avaliação do cronograma e suas 
atividades, observando a qualidade dos serviços executados. 
Uma boa arrumação do canteiro é tudo. Materiais arrumados de forma correta, entulho 
no lugar de entulho, equipamentos devidamente limpos e organizados, limpeza da 
obra em geral, são alguns dos aspectos que devem ser observados nesta atividade. 
Além é claro de tarefas básicas como por exemplo: conferência de cotas, níveis e 
prumos, alinhamentos, paginações etc. Com tudo isso em mente o canteiro funciona 
de forma mais ágil e eficiente. 
 
2.1.2 Por que foi feito 
Para que os projetos sejam executados de forma correta é necessário que se 
acompanhe a pessoa que está executando cada serviço a fim de garantir a fidelidade 
ao projeto em questão. 
Mantendo a obra limpa e arrumada fica mais fácil de saber onde estão os materiais, 
separar o entulho do restante é fundamental a fim de evitar descarte de material a ser 
utilizado na obra. 
 
 
 
2.1.3 Como foi feito 
Antes do projeto chegar nas mãos do encarregado por executar os serviços, 
precisamos dar uma estudada nos mesmos, principalmente quando não somos os 
autores do projeto. Este estudo prévio é necessário a fim de verificar possíveis dúvidas 
(a serem perguntadas ao responsável), identificar possíveis falhas de projeto, ou ainda, 
debater com o encarregado uma melhor solução para eventuais mudanças de projeto. 
 
2.1.4 Aprendizagem com esta atividade 
A vivência contribuiu para uma maior familiarização com o processo construtivo e as 
várias etapas que o compõem, auxiliando na interpretação e entendimentoda 
sequência correta de execução. Também foram detectadas algumas dificuldades e 
necessidade de melhoria nos mecanismos de comunicação entre os colaboradores 
no canteiro da obra, bem como a imensa dificuldade em se conseguir mão de obra 
qualificada e constante em tal tipo de empreendimento. 
 
2.2 DESENHOS TÉCNICOS 
Foram realizados diversos desenhos utilizando o AutoCAD. Na maior parte das vezes 
o engenheiro efetuava um croqui manualmente e este era utilizado como base para a 
elaboração dos projetos, sendo eu a responsável por redesenhá-los no computador, 
deixando-os preparados para impressão após correções e aprovação final do autor 
do projeto. 
 
2.2.1 O que foi feito 
As plantas feitas à mão em papel vegetal foram transformadas em arquivos digitais, 
que podem ser reimpressos e modificados a qualquer momento sem maiores 
complicações e retrabalhos. 
 
2.2.2 Por que foi feito 
O uso dessa ferramenta evolucionou a indústria de projetos, aumentando 
produtividade dos profissionais e reduzindo drasticamente as chances de erros. Por 
 
 
estas razões temos a necessidade que os desenhos sejam feitos com técnica correta 
para que a impressão seja realizada de forma satisfatória e a pessoa que vá utilizar o 
projeto consiga entender de forma clara e objetiva os desenhos. 
 
2.2.3 Como foi feito 
Tanto a parte de dimensionamento quanto detalhamento já o pré-dimensionamento 
era feito de forma manual baseado em informações de croquis. Na concepção dos 
projetos eram colocadas algumas diretrizes iniciais para um pré-dimensionamento que 
foram seguidas por todo a concepção dos projetos que será descrito logo mais abaixo. 
No que diz respeito aos projetos estruturais: 
• No projeto estrutural eram utilizados pilares retangular e em “L” ao invés de pilares 
que deixe algum dente na parede, devido a questões estéticas. 
• Não se colocava nenhum pilar que morre-se ou nasce-se no pavimento 
intermediário, por questão de padronização do projeto estrutural. 
• As dimensões de todos os pilares eram as mesmas para o primeiro e segundo 
pavimento, devido a economia de forma e padronização do projeto. 
 
2.2.4 Aprendizagem com esta atividade 
A grande utilização de software específico para desenho técnico, no nosso caso o 
Autocad, nos deixa com mais agilidade na produção e/ou correção dos desenhos, 
ganhando uma produtividade maior se comparado com o período em que não fazia 
estes tipos de desenho. Em suma, o que eu fazia em duas horas hoje sou capaz de 
executar em meia hora. 
2.3 CONTROLE, ORÇAMENTO E PEDIDO DE MATERIAIS 
Uma excelente obra precisa de mão de obra qualificada e principalmente materiais. 
Para que a obra não fique parada, os materiais devem estar disponíveis no tempo da 
obra de acordo com o serviço a ser executado naquele momento. Para que isso ocorra 
de maneira correta, é necessário um conhecimento prévio do cronograma de 
atividades, dos principais fornecedores de materiais para que se faça um orçamento 
principalmente dos itens mais impactantes da obra, e posteriormente o pedido. No 
momento que este pedido é feito existe a necessidade do controle do material que 
entrou na obra para que ele seja empregado no local e de maneira correta. 
 
 
 
 
2.3.1 O que foi feito 
Faz-se necessário um controle e planejamento dos materiais a serem utilizados, 
prever os materiais para que estejam no local assim que se fizer necessário para sua 
utilização. Exemplos de materiais: brita, areia, cimento, tijolos etc. 
 
2.3.2 Por que foi feito 
Os materiais com maior impacto no orçamento da obra devem ser orçados a fim de 
garantir maior custo/beneficio ao investidor. Um controle eficaz dos materiais garante 
um desperdício menor, diminuição dos custos, além de evitar extravios indesejáveis. 
 
2.3.3 Como foi feito 
Com este levantamento em mãos, enviamos para três fornecedores a fim de 
levantarmos os preços, prazo de entrega e condições de pagamento. 
Escolhido os fornecedores, efetuamos o pedido e aguardamos a sua entrega na obra 
para conferência e garantindo que o mesmo seja utilizado corretamente nos locais de 
acordo com os projetos. 
 
2.3.4 Aprendizagem com esta atividade 
A atividade de orçamento, pedido e controle de materiais é uma atividade importante 
a fim de garantir os custos previstos no orçamento das obras, assim como o 
andamento da obra. Uma obra sem material pode parar, e ninguém quer ver uma obra 
parada pelo simples motivo de que tempo é dinheiro. 
 
 
 
 
3. CONCLUSÕES 
 
Ao término deste relatório, entende-se que a teoria e a prática se completam e, sendo 
assim, de maneira alguma poderia o acadêmico eximir-se de tal experiência. Em 
canteiros de obras, a presença do engenheiro é de vital importância para o bom 
andamento do projeto executado, atuando como um gerente, promovendo interação 
e facilitando o fluxo de informações e esclarecimentos necessários aos executores, 
visando celeridade e fidelidade ao projeto. Obras são caracterizadas por processos 
muito dinâmicos e interdependentes que, como um conjunto de engrenagens, 
precisam trabalhar sincronizadas e harmonicamente. Ressalte-se a importância de, 
constantemente, promover o planejamento, o desenvolvimento, a correção e a 
avaliação dos processos para, assim, primar pela qualidade e satisfação do cliente, 
seja ele interno ou externo. A vivência do estágio supervisionado promoveu, ainda 
mais, a conscientização do quanto o profissional da engenharia civil, em todas as suas 
áreas de atuação, deve atentar para sua responsabilidade e estar alinhado com as 
diretrizes propostas em cada projeto a ser executado. 
 
 
 
 
BIBLIOGRAFIA 
 
CAMPOS, Alberto, Prática das pequenas construções – 8ª edição. Edgard – 1996, 
São Paulo. 
CHAVES, Roberto, Manual do construtor – 18ª edição. Ediouro – 1995, São 
Paulo.................................................................................................................. 
MONTEIRO, N.B, Apostila Desenho Técnico Básico. Vol I. ..................... 
CREDER, H, Instalações hidráulicas e sanitárias. 6ª edição. Ed.: LTC........ 
Apostila Curso de Planejamento e controle de obras. Instituto Bramante Campos 
 
 
 
 
APÊNDICES 
 
TABELA 1 - Exemplo de Tabela para comparação de preços para compra de 
materiais com alto valor de custo para a obra 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FIGURA 1 – Exemplo de planta de arquitetura a ser seguida durante execução de 
projeto de construção de uma área de lazer de uma casa em Angra dos Reis, RJ. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FIGURA 2 – Exemplo de projeto de instalações sanitárias a ser executado em uma 
casa em Angra dos Reis, RJ. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FIGURA 3 – Exemplo de projeto estrutural de laje para caixa d´água a ser executado 
em uma cobertura no bairro do Cosme Velho, RJ. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 FIGURA 4 – Exemplo de projeto estrutural de piscina desenhado à mão que deverá 
ser redesenhado em software especifico.

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