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L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Leonardo Fonseca Xavier29855884809, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. BIZU – ICMS – SP – DIREITO PENAL – PROF. PEDRO IVO 1 www.pontodosconcursos.com.br Futuro(a) Aprovado(a), Com base nas últimas provas e na “lógica” da banca, vamos analisar os tópicos do edital que devem ser priorizados nesta reta final, pois, provavelmente, serão encontrados em sua PROVA! 11 –– AAPPLLIICCAAÇÇÃÃOO DDAA LLEEII PPEENNAALL Este é um tema bem relevante, pois, dificilmente, encontramos este assunto previsto no edital sem ao menos uma questão na PROVA correspondente. Deste modo, muita atenção! Lembre-se que o Código Penal adota para o tempo do crime a teoria da ATIVIDADE, segundo a qual se considera praticado o crime no momento da ação ou omissão, ainda que outro seja o momento do resultado. Diferentemente, para o lugar do crime adota-se a teoria da UBIQUIDADE e, assim, considera-se praticado o crime no lugar em que ocorreu a ação ou omissão, no todo ou em parte, bem como onde se produziu ou deveria produzir-se o resultado. Outra questão recorrente em prova diz respeito à retroatividade da lei penal mais benéfica, principalmente no que tange aos crimes permanentes e continuados. Neste ponto, é importante lembrar-se do preceituado pela importantíssima súmula 711 do STF que dispõe: A lei penal mais grave aplica-se ao crime continuado ou ao crime permanente, se a sua vigência é anterior à cessação da continuidade ou da permanência. Por fim, não deixe de estudar as particularidades das leis temporárias e excepcionais, tema este presente em diversas provas da FCC no último ano. Com relação a este tópico os artigos que você não pode deixar de ler no Código Penal são: Art. 3º / Art. 4º / Art. 6º / Art. 7º, I. 22 -- TTEEOORRIIAA DDOO CCRRIIMMEE Este tema, normalmente, tem uma atenção especial por parte do examinador. Vamos analisá-lo! Logo no início do Código, quando o texto legal começa a tratar do crime, temos o assunto relação de causalidade. Este tema é bem extenso, mas não é muito exigido em provas. Sendo assim, tenha algum conhecimento do assunto, mas não recomendo que perca muito tempo com este tópico nesta reta final. Logo depois, nos artigos 14, 15 e 16 temos importantes assuntos que juntamente com o artigo 23 (excludentes de ilicitude) disputam a preferência do examinador. Não deixe de conhecer bem a diferença entre a desistência L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Leonardo Fonseca Xavier29855884809, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. BIZU – ICMS – SP – DIREITO PENAL – PROF. PEDRO IVO 2 www.pontodosconcursos.com.br voluntária, o arrependimento eficaz e o arrependimento posterior. Este tema é recorrente em provas e pode ser resumido da seguinte forma: Além disso, dê atenção especial para a diferenciação entre Legítima Defesa e Estado de Necessidade. Relembre: � No estado de necessidade, há um conflito entre dois bens jurídicos expostos a perigo; na legítima defesa, uma repulsa a ataque; � No estado de necessidade, o bem jurídico é exposto a perigo; na legítima defesa, o direito sofre uma agressão atual ou iminente; � No estado de necessidade, o perigo pode ou não advir da conduta humana; na legítima defesa, a agressão só pode ser praticada por pessoa humana; � No estado de necessidade, a conduta pode ser dirigida contra terceiro inocente; na legítima defesa, somente contra o agressor; � No estado de necessidade, a agressão não precisa ser injusta; na legítima defesa, por outro lado, só existe se houver injusta agressão (exemplo: dois náufragos disputando a tábua de salvação. Um agride o outro para ficar com ela, mas nenhuma agressão é injusta). No que tange à culpabilidade, não se preocupe em aprofundar, mas tenha conhecimento dos seus requisitos que são: � IMPUTABILIDADE; � POTENCIAL CONSCIÊNCIA DA ILICITUDE ���� Para merecer uma pena, o sujeito deve ter agido na consciência de que sua conduta era ilícita. Se não detiver o necessário conhecimento da proibição (que não se confunde com desconhecimento da lei, o qual é inescusável), sua ação ou omissão não terá a mesma reprovabilidade. � EXIGIBILIDADE DE CONDUTA DIVERSA ���� Está relacionada, primordialmente, com a coação moral irresistível e com a obediência hierárquica à ordem manifestamente ilegal. Na coação moral irresistível, há fato típico e ilícito, mas o sujeito não é considerado culpado, em face da exclusão da exigibilidade de conduta diversa. L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Leonardo Fonseca Xavier29855884809, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. BIZU – ICMS – SP – DIREITO PENAL – PROF. PEDRO IVO 3 www.pontodosconcursos.com.br Na obediência hierárquica, se a ordem é aparentemente legal e o subordinado não podia perceber sua ilegalidade, exclui-se a exigibilidade de conduta diversa, e ele fica isento de pena.Com relação a este tópico os artigos que você não pode deixar de ler no Código Penal são: Art. 14, II / Art. 15 / Art. 16 / Art. 17 / Art.18, II / Art. 20, caput, / Art. 21 / Art. 23. 33 -- IIMMPPUUTTAABBIILLIIDDAADDEE // CCOONNCCUURRSSOO DDEE PPEESSSSOOAASS A imputabilidade penal é o conjunto de condições pessoais que dão ao agente capacidade para lhe ser juridicamente imputada a prática de um fato punível. Com relação a este tópico, a banca costuma repetir muito suas questões. Assim, se analisarmos as diversas provas, apenas uma pequena parte deste tema é exigido. Primeiramente, é importantíssimo que você tenha conhecimento do art. 26 do Código Penal. Diversas questões são retiradas deste dispositivo e, muitas vezes, apenas algumas palavras são trocadas. Assim, saiba que: É isento de pena o agente que, por doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar- se de acordo com esse entendimento. Outra questão muito presente nas provas da FCC diz respeito ao sistema adotado para aferição da inimputabilidade. Em nosso país, o legislador optou pelo SISTEMA BIOPSICOLÓGICO segundo o qual é inimputável aquele que, ao tempo da conduta, apresenta um problema mental e, em razão disso, não possui capacidade para entender o caráter ilícito do fato. Faz-se importante ressaltar que, excepcionalmente, o SISTEMA BIOLÓGICO é adotado no tocante aos menores de 18 anos, ou seja, não importa a capacidade mental, bastando a simples qualificação como menor para caracterizar a inimputabilidade. Há presunção absoluta. Tenha conhecimento das causas de inimputabilidade, que são: 1. Menoridade; 2. Desenvolvimento mental retardado; 3. Desenvolvimento mental incompleto; 4. Doença mental; 5. Embriaguez completa proveniente de caso fortuito ou força maior. Observação: Lembre-se que não excluem a imputabilidade penal a emoção ou a paixão. L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Leonardo Fonseca Xavier29855884809, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. BIZU – ICMS – SP – DIREITO PENAL – PROF. PEDRO IVO 4 www.pontodosconcursos.com.br Por fim, dê uma atenção especial às consequências da embriaguez que podem ser assim resumidas: Neste tópico, não deixe de ler os seguintes artigos: Art. 26 / Art. 27 e Art. 28. Passemos, agora, ao concurso de pessoas. Para que seja possível a ocorrência do concurso de pessoas será necessária a conjugação de 05 requisitos: 1. P luralidade de agentes e condutas; 2. R elevância causal das condutas; 3. I dentidade de infração; 4. V ínculo subjetivo; e 5. E xistência de fato punível. Perceba que a primeira letra de cada um dos requisitos forma a palavra PRIVE e, portanto, fica fácil lembrá-los na hora da prova! O Código Penal, ao começar a tratar do concurso de pessoas, dispõe em seu art. 29: Art. 29 - Quem, de qualquer modo, concorre para o crime incide nas penas a este cominadas, na medida de sua culpabilidade. Este artigo deixa claro que o legislador penal optou por adotar a TEORIA MONISTA, ou seja, todos os indivíduos envolvidos na infração responderão por ela. Mas isso quer dizer que todos os envolvidos terão a mesma pena? A resposta é negativa, pois o que prega a teoria monista é a unidade de infração e não de pena. Assim, a penalização será aplicada na medida da L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Leonardo Fonseca Xavier29855884809, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. BIZU – ICMS – SP – DIREITO PENAL – PROF. PEDRO IVO 5 www.pontodosconcursos.com.br CULPABILIDADE de cada agente. (Daqui são retiradas a maioria das questões de prova!) Por fim, cabe relembrar um importante aspecto, também recorrente em PROVAS, que diz respeito à participação: A participação, quando analisada como espécie do gênero concurso de pessoas, deve ser compreendida como uma intervenção voluntária e consciente de um terceiro a um fato alheio, revelando-se como um comportamento acessório que favorece a execução da conduta principal. É nesse cenário que pode surgir a PARTICIPAÇÃO DE MENOR IMPORTÂNCIA que encontra previsão no parágrafo 1º do art. 29 do Código Penal. Observe: Art. 29. [...] § 1º - Se a participação for de menor importância, a pena pode ser diminuída de um sexto a um terço. Trata-se de uma contribuição ínfima, que comparada com a conduta praticada pelo autor ou coautor, se mostra insignificante, ou seja, quando a instigação, o induzimento ou o auxílio não forem determinantes para a realização do delito. Ressalte-se que somente é possível aplicar essa causa de diminuição de pena ao partícipe, não alcançando o coautor. Não se cogita, portanto, a existência de uma "coautoria de menor importância", vez que o coautor executa a conduta típica. 44 –– EEXXTTIINNÇÇÃÃOO DDAA PPUUNNIIBBIILLIIDDAADDEE O art. 107 do Código Penal prevê diversas formas de extinção da punibilidade em rol meramente exemplificativo. Tal dispositivo é importantíssimo para sua PROVA. Conheça cada um dos conceitos e dê uma atenção especial para a prescrição, pois é o que normalmente aparece nas PROVAS da FCC. Podemos resumir o tema: PRESCRIÇÃO DA PRETENSÃO PRESCRIÇÃO DA PRETENSÃO PRESCRIÇÃO DA PRETENSÃO PUNITIVA PRESCRIÇÃO INTERCORRENTE PRESCRIÇÃO RETROATIVA Não há trânsito em julgado da condenação para nenhuma das Há trânsito em julgado para a acusação, mas não para a defesa. Há trânsito em julgado para ambas as partes L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o Fo n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Leonardo Fonseca Xavier29855884809, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. BIZU – ICMS – SP – DIREITO PENAL – PROF. PEDRO IVO 6 www.pontodosconcursos.com.br 55 -- DDOOSS CCRRIIMMEESS CCOONNTTRRAA AA AADDMMIINNIISSTTRRAAÇÇÃÃOO PPÚÚBBLLIICCAA Este tema é questão quase certa em sua prova e merece uma atenção especial. Os crimes contra a administração são classificados em três grupos: 1. Crimes cometidos por Funcionário Público contra a Administração em geral; 2. Crimes praticados por Particular contra a Administração em geral; e 3. Crimes contra a Administração da Justiça. Dentre os três, nesta reta final de estudos, atenha-se aos delitos tratados nos artigos 312 a 326. Os crimes que mais são exigidos pela banca são: CRIME CONDUTA CONSUMAÇÃO PECULATO PECULATO- APROPRIAÇÃO E PECULATO-DESVIO Apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio. A consumação no peculato- apropriação ocorre quando o indivíduo age como se fosse dono do objeto. Por sua vez, no peculato-desvio ocorre quando o indivíduo desvia o bem, sendo irrelevante se consegue ou não proveito próprio ou alheio. CONCUSSÃO Exigir, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida. A concussão é um delito FORMAL e a consumação ocorre com a exigência, no momento que esta chega ao conhecimento do sujeito passivo. EXCESSO DE EXAÇÃO Se o funcionário exige tributo ou contribuição social que sabe ou deveria saber indevido ou, quando devido, emprega na cobrança meio vexatório ou gravoso que a lei não autoriza; OU se desvia, em proveito próprio ou de outrem, o que recebeu indevidamente para recolher aos cofres públicos. Trata-se de crime Formal e o delito se consuma no momento da exigência ou do emprego do meio vexatório ou gravoso. CORRUPÇÃO PASSIVA Solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função, ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem. A pena é aumentada de um terço se, em conseqüência da vantagem ou promessa, o funcionário retarda ou deixa de praticar qualquer ato de ofício ou o pratica infringindo dever funcional. Trata-se de crime Formal e o delito se consuma no momento em que a solicitação chega ao conhecimento do terceiro ou quando o funcionário recebe a vantagem ou aceita a promessa de sua entrega. PREVARICAÇÃO Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa Consuma-se o delito com a omissão, retardamento ou realização do ato. L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Leonardo Fonseca Xavier29855884809, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. BIZU – ICMS – SP – DIREITO PENAL – PROF. PEDRO IVO 7 www.pontodosconcursos.com.br de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal. CONDESCENDÊNCIA CRIMINOSA Deixar o funcionário, por indulgência, de responsabilizar subordinado que cometeu infração no exercício do cargo ou, quando lhe falte competência, não levar o fato ao conhecimento da autoridade competente. É CRIME OMISSIVO PRÓPRIO, consumando-se com a simples conduta negativa. ADVOCACIA ADMINISTRATIVA Patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário. Há agravante se o interesse é ILEGÍTIMO. Consuma-se o delito com a realização do primeiro ato de patrocínio, independentemente da obtenção do resultado pretendido. Além disso, não deixe de conhecer bem o conceito de funcionário público previsto no artigo 327. É importantíssimo!!! Em relação aos demais crimes contra a Administração, não deixe de ler os arts. 331 / 333 e 337-A. 66 -- DDOOSS CCRRIIMMEESS CCOONNTTRRAA AA HHOONNRRAA Faça uma revisão no capítulo V, do Título I, da Parte Especial do Código Penal Brasileiro que trata “Dos Crimes Contra a Honra”, definindo condutas delituosas do art. 138 ao 141. Não deixe de ver, também, o art. 135-A, introduzido pela Lei nº 12.653/12, que introduziu o crime de Condicionamento de atendimento médico-hospitalar emergencial 77 -- DDOOSS CCRRIIMMEESS CCOONNTTRRAA OO PPAATTRRIIMMÔÔNNIIOO Neste tema, a FCC costuma variar bastante suas questões referentes a este tema. Assim, apresentarei uma tabela para que você faça uma revisão geral dos principais pontos: CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO CRIME CONDUTA FORMAS ESPECIAIS FURTO Subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel. FURTO QUALIFICADO - Se o crime é cometido: I - com destruição ou rompimento de obstáculo à subtração da coisa; II - com abuso de confiança ou mediante fraude, escalada ou destreza; III - com emprego de chave falsa; IV - mediante concurso de duas ou mais pessoas. FURTO DE COISA COMUM – Subtrair o condômino, co-herdeiro ou sócio, para si ou para outrem, a quem legitimamente a detém, a coisa comum. L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 O conteúdo deste curso éde uso exclusivo de Leonardo Fonseca Xavier29855884809, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. BIZU – ICMS – SP – DIREITO PENAL – PROF. PEDRO IVO 8 www.pontodosconcursos.com.br ROUBO Subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência à pessoa, ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade de resistência. A pena aumenta-se de um terço até a metade: I - se a violência ou ameaça é exercida com emprego de arma; II - se há o concurso de duas ou mais pessoas; III - se a vítima está em serviço de transporte de valores e o agente conhece tal circunstância. IV - se a subtração for de veículo automotor que venha a ser transportado para outro Estado ou para o exterior; V - se o agente mantém a vítima em seu poder, restringindo sua liberdade. EXTORSÃO Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, e com o intuito de obter para si ou para outrem indevida vantagem econômica, a fazer, tolerar que se faça ou deixar fazer alguma coisa. EXTORSÃO MEDIANTE SEQUESTRO – Seqüestrar pessoa com o fim de obter, para si ou para outrem, qualquer vantagem, como condição ou preço do resgate. EXTORSÃO INDIRETA – Exigir ou receber, como garantia de dívida, abusando da situação de alguém, documento que pode dar causa a procedimento criminal contra a vítima ou contra terceiro. APROPRIAÇÃO INDÉBITA Apropriar-se de coisa alheia móvel, de que tem a posse ou a detenção. APROPRIAÇÃO INDÉBITA PREVIDENCIÁRIA - Deixar de repassar à previdência social as contribuições recolhidas dos contribuintes, no prazo e forma legal ou convencional. ESTELIONATO E OUTRAS FRAUDES Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento. DISPOSIÇÃO DE COISA ALHEIA COMO PRÓPRIA - Vender, permutar, dar em pagamento, em locação ou em garantia coisa alheia como própria. RECEPTAÇÃO Adquirir, receber, transportar, conduzir ou ocultar, em proveito próprio ou alheio, coisa que sabe ser produto de crime, ou influir para que terceiro, de boa-fé, a adquira, receba ou oculte. RECEPTAÇÃO QUALIFICADA - Adquirir, receber, transportar, conduzir, ocultar, ter em depósito, desmontar, montar, remontar, vender, expor à venda, ou de qualquer forma utilizar, em proveito próprio ou alheio, no exercício de atividade comercial ou industrial, coisa que deve saber ser produto de crime. OBSERVAÇÕES É ISENTO DE PENA QUEM COMETE QUALQUER DOS CRIMES PREVISTOS NESTA TABELA EM PREJUÍZO: I - DO CÔNJUGE, NA CONSTÂNCIA DA SOCIEDADE CONJUGAL; II - DE ASCENDENTE OU DESCENDENTE, SEJA O PARENTESCO LEGÍTIMO OU ILEGÍTIMO, CIVIL OU NATURAL. SOMENTE SE PROCEDE MEDIANTE REPRESENTAÇÃO SE O CRIME PREVISTO NESTE TÍTULO É COMETIDO EM PREJUÍZO: I - DO CÔNJUGE DESQUITADO OU JUDICIALMENTE SEPARADO; II - DE IRMÃO, LEGÍTIMO OU ILEGÍTIMO; III - DE TIO OU SOBRINHO COM QUEM O AGENTE COABITA. NÃO SE APLICA O DISPOSTO ACIMA: I - SE O CRIME É DE ROUBO OU DE EXTORSÃO OU, EM GERAL, QUANDO HAJA EMPREGO DE GRAVE AMEAÇA OU VIOLÊNCIA À PESSOA; II - AO ESTRANHO QUE PARTICIPA DO CRIME. L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Leonardo Fonseca Xavier29855884809, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. BIZU – ICMS – SP – DIREITO PENAL – PROF. PEDRO IVO 9 www.pontodosconcursos.com.br 88 -- DDOOSS CCRRIIMMEESS CCOONNTTRRAA AA FFÉÉ PPÚÚBBLLIICCAA É um tema muito vasto, mas que, regra geral, tem suas questões retiradas do seguinte artigo: Art. 297 [...] § 2º - Para os efeitos penais, equiparam-se a documento público o emanado de entidade paraestatal, o título ao portador ou transmissível por endosso, as ações de sociedade comercial, os livros mercantis e o testamento particular. Assim, do supracitado dispositivo, podemos retirar que são documentos públicos por equiparação: 1. O EMANADO DE ENTIDADE PARAESTATAL; 2. O TÍTULO AO PORTADOR OU TRANSMISSÍVEL POR ENDOSSO; 3. AS AÇÕES DE SOCIEDADE COMERCIAL; 4. OS LIVROS MERCANTIS; E 5. O TESTAMENTO PARTICULAR (HOLÓGRAFO). Não deixe, também, de analisar os arts. 289 e 304. 99 –– AAÇÇÃÃOO PPEENNAALL FERNANDO CAPEZ define ação penal como o direito de pedir ao Estado-Juiz a aplicação do direito objetivo a um caso concreto. Segundo o renomado autor é também o direito público subjetivo do Estado-Administração, único titular do poder-dever de punir, de pleitear ao Estado-Juiz a aplicação do direito penal objetivo, com a conseqüente satisfação da pretensão punitiva. A ação penal deve cumprir as seguintes condições: No nosso país as ações penais são divididas em dois grandes grupos: L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Leonardo Fonseca Xavier29855884809, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. BIZU – ICMS – SP – DIREITO PENAL – PROF. PEDRO IVO 10 www.pontodosconcursos.com.br 1. AÇÃO PENAL PÚBLICA 2. AÇÃO PENAL PRIVADA É importante ressaltar que a regra geral é a ação penal pública, sendo a privada, a exceção (art. 100). Trata-se de uma questão recorrente da FCC. Por fim, tenha conhecimento de cada uma das espécies de ação e reserve um tempo para o estudo da representação, necessária para a denúncia da ação penal pública condicionada. Observação importante: 1100 -- AABBUUSSOO DDEE AAUUTTOORRIIDDAADDEE ((LLEEII NNºº 44..889988//11996655)) Antes de qualquer coisa, quem quer acertar questões referentes a este tema, tem que conhecer bem os artigos 3º e 4º. MUITA ATENÇÃO com esse ponto. É importante,também, levar para a prova o conhecimento de que o Supremo Tribunal Federal, através da súmula vinculante nº 11, impôs que o uso de algemas sóó éé llíícciittoo nnoo ccaassoo ddee rreessiissttêênncciiaa ee ddee ffuunnddaaddoo rreecceeiioo ddee ffuuggaa oouu ddee ppeerriiggoo àà iinntteeggrriiddaaddee ffííssiiccaa pprróópprriiaa oouu aallhheeiiaa,, ppoorr ppaarrttee ddoo pprreessoo oouu ddee tteerrcceeiirrooss,, jjuussttiiffiiccaaddaa aa eexxcceeppcciioonnaalliiddaaddeess ppoorr eessccrriittoo,, ssoobb ppeennaa ddee rreessppoonnssaabbiilliiddaaddee ddiisscciipplliinnaarr cciivviill ee ppeennaall ddoo aaggeennttee oouu ddaa aauuttoorriiddaaddee ee ddee nnuulliiddaaddee ddaa pprriissããoo oouu ddoo aattoo pprroocceessssuuaall aa qquuee ssee rreeffeerree,, sseemm pprreejjuuíízzoo ddaa rreessppoonnssaabbiilliiddaaddee cciivviill ddoo EEssttaaddoo.. 1111 –– LLEEII NNºº 88..113377//9900 Nesta reta final dê atenção especial aos delitos funcionais contra a ordem tributária presentes no artigo 3º da lei nº 8.137/90: 1. Extraviar livro oficial, processo fiscal ou qualquer documento, de que tenha a guarda em razão da função; sonegá-lo, ou inutilizá-lo, total ou parcialmente, acarretando pagamento indevido ou inexato de tributo ou contribuição social; 2. Exigir, solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de iniciar seu exercício, mas em razão dela, vantagem indevida; ou aceitar promessa de tal vantagem, para deixar de lançar ou cobrar tributo ou contribuição social, ou cobrá-los parcialmente. 3. Patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração fazendária, valendo-se da qualidade de funcionário público. Não há forma rígida para a representação, bastando a manifestação de vontade da ofendida para que fosse apurada a responsabilidade do paciente (STJ, HC 48.692/SP) L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 L e o n a r d o F o n s e c a X a v i e r 2 9 8 5 5 8 8 4 8 0 9 O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Leonardo Fonseca Xavier29855884809, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. BIZU – ICMS – SP – DIREITO PENAL – PROF. PEDRO IVO 11 www.pontodosconcursos.com.br Com relação aos demais temas previstos no edital, releia os dispositivos do Código Penal, mas não perca um grande tempo nesta reta final. Regra geral, as questões são retiradas do TEXTO LEGAL. ************************************************************* Caro(a) Aluno(a), Desejo sinceramente que seu esforço seja recompensado e que Deus ilumine sua mente no dia da prova. Acredite em você e lembre-se que não importa a quantidade de candidatos, pois se há uma vaga aberta ela pode e será sua! No dia da prova estarei torcendo pelo seu sucesso! Abraços e bons estudos, Pedro Ivo Pedro@pontodosconcursos.com.br