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Fiscal de Loja
Introdução
O fiscal de loja é um dos mais altos postos dentro de uma 
empresa, ficando atrás apenas dos cargos ligados à gerência da 
mesma. Afinal, como fiscal, ele deve fiscalizar toda a loja e isso 
não é trabalho fácil.
Introdução
Quem deseja atuar como fiscal de loja deve caminhar por duas áreas que a 
prioridade podem parecer bem opostas: lidar com pessoas e números. Bem 
opostas porque é lugar comum escutarmos de alguns profissionais 
(normalmente profissionais mais antigos, que ainda tem aquela cabeça de que 
“ou você faz isso” ou “faz aquilo”) que quem trabalha com números, informática, 
lógica e parte técnica é porque não tem tato com clientes, funcionários e 
funções que exijam liderança e relacionamento humano. O fiscal de loja prova 
que isso já não é bem assim.
Introdução
O fiscal de loja demonstra que as coisas não funcionam dessa 
forma e que a cada vez mais as empresas exigem 
multidisciplinaridade de seus funcionários. Esse, no caso, é 
responsável por lidar com pessoas e patrimônios.
O que faz o fiscal de loja?
No que diz respeito à parte de números este profissional deve 
fazer cumprir com todas as regras estabelecidas pela empresa, 
receber valores, conferir saída e entrada de mercadorias e 
estoques bem como notas fiscais, elaborar relatórios 
administrativos, acompanhar serviços terceirizados, mapear 
setores de risco e preencher formulários internos, entre outras 
tantas funções que lhe podem ser exigidas.
O que faz o fiscal de loja?
Já na parte de gerenciamento humano, ele deve fazer 
abordagens tanto em funcionários, como em pessoas 
suspeitas, investigar roubos e furtos, conduzir suspeitos de 
delito à sala de segurança ou até mesmo a unidades da polícia, 
esclarecer dúvidas de clientes e funcionários, conferir a entrada 
de funcionários, supervisionar a limpeza e as 
escalas/revezamento de horários.
O que faz o fiscal de loja?
O fiscal de loja é parte do coração da empresa e assim como o 
nosso coração, se ele para de pulsar, todo o resto do corpo para. 
Dentre as muitas habilidades exigidas desse profissional, 
destacam-se: gestão de tempo, excelência no atendimento, 
matemática financeira e auditoria contábil. Uma boa dose de 
psicologia também é bem vinda, já que grande parte de seu 
trabalho consiste em contato direto com pessoas.
Quanto ganha?
No cargo de Fiscal de Loja se inicia ganhando R$ 1.155,00 de 
salário e pode vir a ganhar até R$ 1.502,00.
Identificando furtantes e suas atitudes 
suspeitas na área de vendas das lojas
A principal causa geradora de perdas para vários segmentos do 
varejo, o furto realizado na área de vendas, conhecido como 
furto externo, tem merecido atenção
especial por parte dos varejistas na implementação de medidas 
preventivas.
Identificando furtantes e suas atitudes 
suspeitas na área de vendas das lojas
A adoção de medidas tradicionais como a instalação de câmeras, etiquetas 
eletrônicas, antenas anti-furto, embalagens de proteção, etc, possuem sua 
importância, porém, a preocupação atual com a fragilidade dos processos, 
impulsionou a implementação de ações visando a melhoria dos processos, 
através da criação de políticas de segurança focando a realização de 
abordagens, políticas de contingência para o gerenciamento de crises e 
principalmente, a realização de treinamentos, para fixação das normas, 
procedimentos e responsabilidades dos colaboradores para evitar o furto.
Identificando furtantes e suas atitudes 
suspeitas na área de vendas das lojas
Para a correta elaboração dessas políticas, faz-se necessário 
antecipadamente, traçar o perfil dos furtantes para identificar a 
ação preventiva mais adequada, assim como, os procedimentos 
para o desfecho satisfatório das situações que deram causa. De 
uma forma geral, podemos classificar os furtantes em três 
categorias:
Identificando furtantes e suas atitudes 
suspeitas na área de vendas das lojas
1) Furtante Ocasional: Geralmente o furtante ocasional é um cliente 
regular da loja. Quando age, compra produtos e tenta levar outro(s) de 
“brinde”. Tem como característica não chamar a atenção pois conversa 
com funcionários, inclusive, solicita ajuda. Para esse tipo de “furtante’, 
muitas optam em não chamar a polícia quando o furto é consumado, 
por tratar-se de um cliente, que muitas vezes, subtrai um produto de 
pouca relevância.
Identificando furtantes e suas atitudes 
suspeitas na área de vendas das lojas
2) Furtante Impulsivo: Não é um cliente da loja, age sozinho e costuma 
não comprar produtos. Também se enquadram nessa classificação os 
cleptomaníacos. Esse tipo de furtante merece uma atenção especial, 
pois, a exceção pode virar regra e a prática do delito pode gerar 
grandes prejuízos a empresa. Nesse caso, acionar a polícia e registrar 
um boletim de ocorrência pode conter futuras tentativas.
Identificando furtantes e suas atitudes 
suspeitas na área de vendas das lojas
3) Furtante Profissional: Geralmente agem em duplas ou quadrilhas. Cada 
membro da quadrilha possui uma função, como chamar a atenção da equipe de 
Prevenção de Perdas para que outros tenham maior facilidade para furtar. 
Utilizam sacolas preparadas, alicates para cortar dispositivos eletrônicos e 
outros dispositivos na tentativa de burlar os sistemas de segurança da loja. Não 
há o que se discutir, para esse tipo de furtante, o acionamento da autoridade 
policial quando há a consumação do furto é um procedimento obrigatório.
 Atitudes Suspeitas
Todos esses furtantes apresentam, em determinadas situações, as 
mesmas características e atitudes suspeitas. Uma equipe de 
Prevenção de Perdas bem treinada, necessita estar capacitada para 
agir antes da consumação do furto, isto é, antes do cliente sair da loja, 
para isto, é necessário o mapeamento dessas ações suspeitas para a 
tomada de ações preventivas, A seguir destaco algumas atitudes que 
podem levar a desconfiança dos colaboradores:
 Atitudes Suspeitas
● Olhar muito para os lados;
● Levantar o produto à altura dos olhos observando o movimento de 
funcionários;
● Deixar cair o produto no chão de forma proposital para colocá-lo na bolsa 
ou sacola;
● Permanecer por muito tempo em um local de pouca visibilidade e 
circulação de funcionários;
● Abrir a bolsa ou sacola de forma proposital em local onde se escolhe 
produtos;
● Provar produtos na área de vendas.
 Atitudes Suspeitas
Quando essas atitudes são identificadas, colocar em prática a 
Abordagem Preventiva (destaque mais abaixo), pode gerar 
resultados positivos tanto na mitigação do Risco de Furto 
como o Risco legal, em razão de ações indenizatórias por 
Danos Morais.
Locais utilizados para Ocultação dos 
produtos
O crime de furto é consumado quando o furtante retira produtos da loja sem 
efetuar o devido pagamento no caixa, ultrapassando os limites da 
entrada/saída da loja, portanto, enquanto o cliente permanecer com o produto 
dentro da loja, guardando por exemplo, dentro de sua bolsa, não pode ser 
caracterizado um furto. Nesse caso, o possível furtante pode alegar que ainda 
está dentro da loja e na sua saída, efetuará o pagamento. portanto, a atuação 
da equipe de prevenção de perdas é limitada e precisa respeitar os direitos dos 
clientes como consumidores.
Locais utilizados para Ocultação dos 
produtos
Porém, guardar os produtos dentro da bolsa (popularmente 
chamado de ocultação) não é uma prática usual, nesse caso, 
temos que ficar atentos. Os locais geralmente utilizados para 
essa ocultação dos produtos, são os seguintes:
Locais utilizados para Ocultação dos 
produtos
● Casacos;
● Guarda Chuvas;
● Sacolas;
● Saias;
● Livros;
● Carrinho de bebê e Falsa gravidez;
● Bolsa grande, Mochila;
● Paletó;
● Bolsa aberta a tiracolo;
● Pasta, Maleta;
● Nos bolsos do próprio produto quando da entrada no provador.
Realizando uma Abordagem Preventiva
A Abordagem Preventiva tem como objetivo evitar a 
consumação de uma perda que pode ser ocasionada pelo 
consumo ou furto de produtos na área de vendas.
Várias são as técnicasutilizadas atualmente, alinhando o apoio 
da tecnologia (CFTV, antenas / etiquetas) aos treinamentos dos 
procedimentos e políticas a todos os colaboradores envolvidos.
Realizando uma Abordagem Preventiva
Esse tipo de abordagem é realizada, quando o cliente apresenta uma 
atitude suspeita, que pode ser identificada por qualquer colaborador 
e/ou pelo circuito fechado de TV. Aproximando-se da pessoa com 
atitudes suspeitas, o colaborador deve tomar todas as precauções para 
não provocar constrangimentos, para isso é necessário a realização de 
constantes treinamentos, principalmente, para a equipe responsável 
pela fiscalização da loja.
Realizando uma Abordagem Preventiva
Recomenda-se na abordagem, estabelecer um diálogo pró-ativo 
junto ao “Cliente”, oferecendo um serviço da loja, 
sacola/cesto/carrinho para carregar suas compras, 
demonstrando que sua atitude foi percebida e que está sendo 
observado.
Realizando uma Abordagem Preventiva
Na ocorrência de ocultação de um produto (Ex. guardar uma 
mercadoria dentro de sua bolsa ainda dentro da loja), o cliente 
deverá ser acompanhado em todos os seus movimentos, 
porém, não poderá ser obrigado a pagar o produto até sua 
efetiva saída da loja. Esse acompanhamento tem como objetivo, 
obter a certeza que o produto encontra-se no local onde foi 
ocultado dentro da loja até sua efetiva saída.
Realizando uma Abordagem Preventiva
Algumas empresas costumam abordar o cliente após a 
ocultação (ainda dentro a loja) demonstrando de forma clara, 
que o local onde o produto foi “guardado”, não é o adequado, 
sem obrigar a apresentação do produto e o pagamento imediato 
(ação que particularmente recomendo), porém, essa prática é 
arriscada quando não realizada de forma correta, podendo gerar 
futuras “Ações Judiciais” por Danos Morais.
Realizando uma Abordagem Preventiva
A abordagem conservadora ocorre quando o “furtante” sai da 
loja, levando consigo o produto, sem o efetivo pagamento. 
Nesse caso, o sucesso dependerá do nível de prevenção 
efetuada ainda dentro da loja, isto é, da completa certeza que o 
furtante está de posse do produto “sem ter efetivado o 
pagamento”. Recomenda-se nesse caso abordar o cliente e 
encaminhá-lo a um local reservado, para que sejam tomadas as 
devidas providências, tais como:
Realizando uma Abordagem Preventiva
● 1- Permitir o pagamento, caso o cliente solicite.
● 2- Acionar autoridade policial para registro de um boletim de 
ocorrência.
● 3- Liberação do Cliente.
Realizando uma Abordagem Preventiva
A decisão deve estar pautada na relação custo X benefício X 
ação empregada pelo(s) furtante(s), mas não podemos deixar 
de coibir ações dessa natureza, que no primeiro momento 
apresentam um impacto baixo, porém, a ação pode estar sendo 
utilizada como “isca” para uma de maior proporção.
Realizando uma Abordagem Preventiva
Outro ponto de destaque, está relacionado com o disparo das 
Antenas (Sistemas anti-furto), recomenda-se nesse caso, 
abordagem em todos os disparos, mesmo que o motivo tenha 
sido gerado por uma falha operacional ou técnica. Algumas 
empresas costumam “não abordar” o cliente na ocorrência do 
disparo da antena, quando não existe evidência de ocultação 
do produto dentro da loja, isto é, sem a certeza do furto.
Realizando uma Abordagem Preventiva
Essa decisão está relacionada ao risco de Ações Judiciais 
(Dano Moral), porém, também corre-se o risco de pessoas 
desonestas utilizarem desse expediente para a prática de 
condutas ilícitas. Cabe as empresas, a decisão do formato 
adequado de abordagem em razão de sua configuração 
interna, tecnologias disponíveis e nível de qualificação e 
treinamento dos colaboradores
Inimigo oculto
Tecnologia e um bom preparo dos colaboradores auxiliam no combate 
às fraudes, aos furtos e à inadimplência.
Ação requer acompanhamento constante.
Crise de valores? Problemas econômicos? não importa a causa do 
delito, quando
o supermercadista tem que calcular quanto é preciso vender para 
cobrir o custo de um produto furtado, sente um gosto amargo na 
boca, pois o custo invisível da perda por furto, roubo ou fraude é 
principalmente o estresse pela falta de segurança.
Inimigo oculto
"não se pode descuidar da segurança, o mercado caminha para 
investimentos em tecnologia", admite o gerente da loja 
Pinheiros da rede Futurama, Roberto Dias. O supermercado 
conta com fiscais de loja, câmaras de circuito interno, vigilantes 
e bom relacionamento com policiais do entorno, o que, segundo 
o gerente, faz os índices de furtos serem pequenos.
Inimigo oculto
Outro custo cujo benefício é compensador, segundo Dias, é a 
terceirização do sistema de telecomunicação. "Hoje os fiscais 
de loja utilizam equipamentos alugados, acabou nosso trabalho 
e despesa com manutenção e assistência técnica", explica o 
gerente.
Mais do que pensa
Segundo a gerente de marketing da Plastron Sensormatic, Meire 
Soares dos Santos, embora a atribuição de valor seja do 
supermercadista, como regra geral seria necessário vender o 
dobro dos itens para recuperar a metade.  Os custos invisíveis 
com segurança, segundo ela, incluem a manutenção preventiva 
e corretiva dos equipamentos, contratação e treinamento de 
pessoas.
Mais do que pensa
"Muitos supermercadistas acham que se perde pouco com 
furtos e roubos externos e internos, mas basta um pequeno 
cálculo para saber o tamanho do prejuízo", comenta Meire, que 
contabiliza uma média razoável para as perdas, uma vez que 
ela considera impossível reduzi-las 100%.
Mais do que pensa
Segundo pesquisa do Programa de Administração de Varejo da Fundação 
Instituto de Administração (Provar/ FIA), feita em parceria com a Associação 
Brasileira de Supermercados (Abras), as perdas no varejo brasileiro somaram, 
em média, 1,77% da receita operacional das empresas em 2009, o que 
representa um queda de 0,28 ponto percentual em relação a 2008, quando 
chegaram a contabilizar 2,05% do total. Embora as principais causas estejam 
relacionadas as quebras operacionais (30,9%), somando-se os furtos externos 
(20,4%) e furtos internos (20,1%), o total dos últimos indicadores ultrapassa o 
primeiro colocado.
Mais do que pensa
O levantamento, feito com 79 empresas brasileiras dos setores 
de supermercado, eletrônico, farmácia, material de construção 
e vestuário, constatou que apesar da quebra operacional 
continuar como principal fator de perdas, houve um aumento 
de 7,6% de furtos internos e externos em relação a 2008. A 
conclusão é que a segurança continua sendo o ralo por onde 
vai grande parte da lucratividade.
Mais do que pensa
"Se o supermercadista admite que perde só 1% e afirma ter lucro, deve 
pensar que, quando se soma 1% do montante do faturamento em um 
ano, representa uma grande soma", complementa Meire. O 
confinamento de produtos mais caros também é apontado por ela 
como uma solução inócua, pois o cliente só compra o que está ao 
alcance das mãos. "sempre haverá furtos pequenos, internos e 
externos, mas os melhores investimentos são em treinamento e 
tecnologia", sentencia a gerente.
Tudo em casa
O Conselho Federal de Contabilidade defini fraude como "ato 
de omissão ou manipulação de transações, adulteração de 
documentos, registros e demonstrações contábeis", mas de 
modo geral as fraudes são decorrentes de áreas onde os 
controles internos são vulneráveis, permitindo que o fraudador 
aja por anos a fio com a esperança de jamais ser descoberto 
(ver boxe).
Tudo em casa
Conforme pesquisa realizada pela KPMG, empresa multinacional de 
auditoria, as maiores causas para o crescimento de atos fraudulentos 
estão relacionados à insuficiência de sistemas de controle, com 51%, 
impunidade (52%), e perdas de valores sociais e morais (62%). 
Segundo outra pesquisa também realizada pela MPMG, o ato 
fraudulento pode ter como origem funcionários (58%), prestadores de 
serviço (18%), fornecedores (14%) ou clientes (8%).
Ocasião faz o ladrão
Oportunidade. Esse é o principal motivo que leva um funcionário 
a realizar desvios sema percepção da empresa. Um ambiente 
propício para ato ilícito é o suficiente para que ocorra uma 
fraude.
A KPMG sugere algumas ações para coibir esses abusos de 
alguns funcionários.
Ocasião faz o ladrão
● Segregação de função
Nenhum funcionário, independente da posição, título ou 
função, pode processar sozinho uma transação do início a 
conclusão. Exemplo: quem faz não aprova, e quem aprova não 
faz.
Ocasião faz o ladrão
● Definição de responsabilidade
Nenhuma operação poderá ser processada sem alguma forma 
de autorização, que pode ser manual (assinada) ou autorizada 
por meio de senha eletrônica (senha de supervisor ou 
autorizador).
Ocasião faz o ladrão
●  Inventário, conciliação ou prova de contas
Registros contábeis devem ser periodicamente comparados 
com os registros físicos, documentos ou conta de controle, 
para assegurar sua exatidão e promover as regularizações, 
quando forem necessárias.
Ocasião faz o ladrão
● Acesso em duplas ou duplo acesso
Documentos que respaldem juridicamente os direitos de uma 
instituição ou de seus clientes requerem duas pessoas para 
sua guarda e retirada.
Ocasião faz o ladrão
● Princípio da transparência de controle
Toda rotina de conferência/controle deve ser evidenciada por 
meio de registro de verificação, por carimbo e/ou visto do 
responsável
Ocasião faz o ladrão
● Definição de responsabilidade
Todo funcionário deve ser suficiente e claramente informado 
das responsabilidades e controles  exigidos em seu trabalho. 
Aqueles com funções de guarda de valores e de autorização de 
transações não devem em hipótese nenhuma compartilhar 
segredos, chaves, senhas de acesso que estejam sob sua 
responsabilidade direta.
Ocasião faz o ladrão
Este artigo tem como finalidade mostrar alguns tipos de 
fraudes existente nos departamento de compras. Mostra o 
quanto é frágil os métodos utilizados nas empresas para 
assegurar que tais fraudes não ocorram.
Ocasião faz o ladrão
Cada dia mais existe ferramentas a fim de evitar ou detectar as 
fraudes no departamento de compras. Sistemas integrados, 
departamentalização, troca constante de fornecedores e 
diversas outras ações. Mesmo assim é praticamente 
impossível garantir 100% de segurança no departamento de 
compras.
Ocasião faz o ladrão
Grande parte das fraudes são ocasionadas por culpa da própria 
empresa, não exigindo transparência nas compras feitas.
Existem diversas maneiras de burlar todo o sistema de segurança de 
uma empresa, talvez as formas mais fáceis sejam as formas mais 
indetectáveis. Conforme descrevo no próximo slide:
Ocasião faz o ladrão
Compra de material no qual não recebe-se toda a quantia comprada. 
Um exemplo disto é a compra de 1000 unidades de parafusos, no qual, 
fica acordado com o fornecedor que só ira ser entregue 900 unidades, 
o valor desta diferença geralmente é abatido o imposto e o outro valor 
é dividido entre comprador e fornecedor. Existem casos que o valor é 
inteiro do comprador, dependendo do valor da compra e do acerto 
feito anteriormente.
Ocasião faz o ladrão
Aumento no valor da cotação. Exemplo: São feitas 3 cotações de um 
determinado produto, exposto da seguinte forma: Fornecedor A R$1000 - 
Fornecedor B R$1200 e fornecedor C R$1500. Seguindo o raciocínio que todas 
as cotações são referente a produtos idênticos, com a mesma qualidade, 
garantia e etc, obviamente a compra seria fechada com o fornecedor A, e será, 
a única alteração será no valor exposto, no qual o valor de R$1000 apresentado 
será alterado, não podendo passar dos R$1200 apresentados pelo fornecedor 
B. Esta diferença é descontado os impostos e o restante fica com o 
comprador.
Ocasião faz o ladrão
Abertura de cotação. Exemplo: É muito comum ter um 
relacionamento mais "intimo" com o fornecedor, sendo assim, 
esta amizade acaba que sendo confundida com o 
profissionalismo. O fornecedor, que já é praticamente um 
parente do comprador, acaba sabendo qual o valor da cotação 
dos outros fornecedores, sendo assim, exibe um valor menor 
aos outros já apresentados.
Ocasião faz o ladrão
Até agora foram expostas algumas maneiras de fraudar uma 
empresa e você me pergunta, "o que eu posso fazer para 
evitar?"
Existem métodos para dificultar este tipo de fraudes, mas 
algum método que seja 100% eficaz eu não conheço.
Tecnologia a Favor da Prevenção de 
Perdas
Processos, Pessoas e Tecnologias são pilares para a 
implantação de um Programa de Prevenção de Perdas em uma 
unidade de Varejo. É essencial o conhecimento das perdas para 
que um programa tenha sucesso e os resultados planejados
sejam alcançados.
Tecnologia a Favor da Prevenção de 
Perdas
Nesse sentido, a Tecnologia vem para suportar um programa de 
Prevenção de Perdas agindo como interface entre os pilares 
mas nunca sendo a solução definitiva. Dentro do universo de 
possíveis investimentos em tecnologias para a utilização na 
Prevenção de Perdas, merecem destaque os produtos:
EAS ( Eletronic Article Surveilance) ou 
Proteção Eletrônica de Mercadorias
Tecnologia que se baseia na utilização de etiquetas com 
circuitos eletrônicos disponíveis em modelos de papel e 
plástico(conhecida como etiqueta rígida), sendo aplicada junto 
aos produtos, o qual dentro de um planejamento, é definido sua 
proteção.
EAS ( Eletronic Article Surveilance) ou 
Proteção Eletrônica de Mercadorias
Para o modelo de papel, essas etiquetas podem ser desativadas 
através de equipamentos que podem ou não ser instalados 
juntos aos leitores (scanners) dos caixas, tal situação vai 
depender da tecnologia utilizada, esse dispositivo tem 
característica one-way, isto é, não é retirado e acompanha o 
produto.
EAS ( Eletronic Article Surveilance) ou 
Proteção Eletrônica de Mercadorias
Já o modelo rígido, é necessário sua desativação através de 
equipamentos eletrônicos e/ou manuais. São equipamentos 
reutilizáveis, criados originalmente para utilização em produtos 
têxtil.
O sistema se completa com a utilização de Antenas de Alarme 
posicionados em locais estratégicos no ponto de venda como 
nas portas de saída, entrada de banheiros, check-out.
EAS ( Eletronic Article Surveilance) ou 
Proteção Eletrônica de Mercadorias
Essas antenas são ativadas quando aproximadas de etiquetas eletrônicas não 
desativadas, em razão de uma falha operacional no caixa, furto de produto, 
esquecimento do pagamento por parte do cliente, etc. Essa detecção ocorre na 
aproximação e/ou passagem entre a(s) antena(s) da pessoa de posse de um 
produto contendo uma etiqueta eletrônica, emitindo sinais sonoros e visuais.
As tecnologias disponíveis hoje no mercado brasileiro são as seguintes:
EAS ( Eletronic Article Surveilance) ou 
Proteção Eletrônica de Mercadorias
Rádio Freqüência
As antenas (transmissora e receptora), utilizam um sinal de freqüência que varia 
de 7.4 a 8.8 MHZ.Ao aproximar uma etiqueta eletrônica das antenas, o 
transmissor energiza a etiqueta e gera um sinal que é lido pelo receptor. Caso o 
sinal tenha determinadas propriedades (assinatura) o receptor reconhece a 
presença da etiqueta e gera um alarme.
EAS ( Eletronic Article Surveilance) ou 
Proteção Eletrônica de Mercadorias
Acusto Magnético
Um transmissor envia um sinal na freqüência de 58 khz, em pulso.Se uma 
etiqueta eletrônica estiver na zona de detecção, ela emite uma outra freqüência 
única, como um diapasão, da mesma freqüência daquele gerado pelo 
transmissor, até ser identificado pelo receptor.Se todos os critérios estiverem 
corretos (nível e freqüência correta), é gerado um alarme.
EAS ( Eletronic Article Surveilance) ou 
Proteção Eletrônica de Mercadorias
Eletro Magnético
O Sistema eletro-magnético cria um campo de baixa freqüência, geralmente 
entre 70hz and 1kHz, variando a intensidade e polaridade, repetindo um cliclo de 
positivo e negativo.A presença de uma etiqueta eletrônica, inverte 
repentinamente este campo, gerando um sinal momentâneo. Se os 
microcontroladores do sistema identificarem essas frequências, o alarme é 
acionado.
CFTV (Circuito Fechado de TV)Sistema de Monitoramento através de câmeras que permite visualizar 
todo o processo de controle de acesso de colaboradores e terceiros, 
fluxo de clientes, locais estratégicos como tesourarias e estoques, área 
perimetral e operações internas. A evolução tecnológica a cada dia 
disponibiliza para o mercado uma variedade de produtos e serviços 
que podem ser adaptados a qualquer estratégia definida pela empresa
CFTV (Circuito Fechado de TV) 
Em geral, o varejo brasileiro utiliza esse recurso para inibir ações de 
furto na área de vendas das lojas, através de câmeras fixas, speed 
domes e câmeras falsas. Podem simplesmente estarem dispostas sem 
qualquer tipo de acompanhamento, como também ser monitoradas 
através de uma central no próprio ponto de venda e/ou por uma central 
externa da própria empresa ou terceirizada.
CFTV (Circuito Fechado de TV) 
Os sistemas de gravação estão evoluindo. O time-lapse (gravador 
profissional) está perdendo espaço para os sistemas digitais como 
placas conectadas no hardware do computador e principalmente, para 
as soluções fechadas conhecidas como DVR.
CFTV (Circuito Fechado de TV) 
Outra evolução que ganha corpo são os sistemas IP’s, onde a própria câmera se 
conecta a um computador via rede interna, com gravação local através de 
software específico e disponibilidade de acesso via internet através de um IP 
fixo para essa câmera.
Alarmes de Presença
Sistema eletrônico de segurança, seu funcionamento 
se baseia na instalação de sensores de presença em 
pontos estratégicos definidos de acordo com a 
política de segurança. Esses sensores possuem a 
função de detectar movimentos limitados a sua faixa 
de alcance e enviar mensagens para uma central de 
alarme local, que pode a partir dessa detecção, emitir 
um sinal sonoro, realizar ligações telefônicas para os 
números cadastrados e também, enviar mensagem 
para uma central de monitoramento externo para a 
tomada de ações, que pode ser desde um 
comunicado aos responsáveis e/ou autoridade 
policial até mesmo, envio de unidade móvel para o 
local.
Alarmes de Presença
Caso a solução implantada possibilite o monitoramento externo, o sistema 
poderá dispor de outros recursos como botão de pânico, que pode ser acionado 
por funcionários em situações de furto de produtos, roubo de produtos e 
numerários e outras situações que sejam necessárias intervenções de terceiros.
Para o sucesso de um Programa de Prevenção de Perdas sustentável, o 
investimento em tecnologia é fundamental, Deve ser levado em consideração a 
viabilidade financeira do investimento em relação aos custos e benefícios do 
projeto.
Câmeras de segurança no ambiente de 
trabalho
Utilizada para zelar pela segurança de um ambiente, as câmeras 
de vigilância têm sido adotadas por empresas de todo o País. O 
problema, no entanto, é que nem sempre esse sistema tem sido 
empregado de forma correta,
sendo implantado também para vigiar mais atentamente os 
contratados de uma organização - e é aqui que mora o perigo!
Câmeras de segurança no ambiente de 
trabalho
De acordo a advogada trabalhista e previdenciária do Cenofisco, 
Rosania de Lima Costa, apesar de não haver na atual legislação 
brasileira alguma determinação que especifique os termos do 
monitoramento em ambientes de trabalho, a Justiça não costuma ser 
muito amigável com os empregadores que implantarem sistemas de 
vigilância com tal intenção. “Se o profissional perceber que o gestor 
está utilizando a câmera para monitorá-lo e controlá-lo, o mesmo pode 
processar a companhia por assédio moral”, explica Rosania.
Câmeras de segurança no ambiente de 
trabalho
E não pense você que a Justiça costuma ser mais ‘branda’ com os 
empresários que possuírem câmeras, mas que mantem o equipamento 
desligado. “A instalação de câmeras psicológicas tem um efeito ainda 
pior na visão da Justiça. A mesma entende que, ao serem monitorados, 
os funcionários ficam sob uma constante pressão psicológica”, explica. 
Por isso, avalie bem se o local onde trabalha possui câmeras e se as 
mesmas são utilizadas, de fato, para proteger a empresa. 
Câmeras de segurança no ambiente de 
trabalho
Segundo os mais recentes casos julgados pela Justiça, a instalação de 
câmeras não é recomendada, por exemplo, em locais que possam ferir 
a intimidade de um trabalhador. Desta forma, nada de câmeras em 
refeitórios e salas de café, e nos banheiros e vestiários sua utilização é 
proibida. “O ideal é que não haja monitoramento nos locais onde o 
trabalhador se sente mais à vontade para fazer brincadeiras com os 
colegas ou mesmo em outras áreas onde ele possa se sentir 
constrangido”, diz Rosania.
Câmeras de segurança no ambiente de 
trabalho
Contudo, caso se faça necessário, uma alternativa pode ser estudada. Para o 
diretor da Abese (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas eletrônicos 
de Segurança), Oswaldo Oggiam, os empreendedores que não abrirem mão de 
tal vigilância podem optar apenas pela instalação de câmeras nos locais de 
passagem e acesso. Ou seja, na entrada de refeitórios, por exemplo. 
“Costumamos aliar a colocação de câmeras às catracas que registram a 
entrada e saída dos funcionários. No refeitório, um sistema de monitoramento 
pode até ser instalado”, argumenta Oggiam.
Câmeras de segurança no ambiente de 
trabalho
Avise! E não se esqueça: ao instalar sistemas de 
monitoramento, todos os funcionários devem ser avisados.“Eles 
precisam assinar um termo no qual reconhecem que o ambiente 
está sendo filmado”, diz Oggiam.
Gravações telefônicas
Com as gravações telefônicas a situação não é muito diferente, mesmo 
sendo este um tópico mais delicado do ponto de vista trabalhista. “A 
gravação de telefonemas é comum em empresas como consultorias, 
escritórios de direito e até call centers, que queiram se proteger de 
eventuais processos. Mas mesmo em casos como estes, os 
profissionais precisam ser informados que o telefone está sendo 
monitorado. Assim, muitos problemas podem ser evitados”, explica 
Rosania.
Chegamos no fim!
1. Pessoas: no final tudo depende delas
2. Processos: padronize e identifique os riscos
3. Tecnologia: uma aliada da prevenção de perdas
4. Informação: entenda o seu negócio e reduza as perdas
5. Indicadores: um termômetro da prevenção de perdas

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