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Sumário Histologia da Drenagem Linfática .................................................2 Anatomia e fisiologia do sistema linfático ................................5 Edema é o excesso de líquido no espaço intersticial ....... 20 Drenagem Linfática ............................................................................22 Referências............................................................................................ 28 Passos que se deve percorrer para colocar uma técnica no mercado ...........................................................................................26 Como baixar, instalar e utilizar o Atlas 3D de Anatomia ..27 Eu costumo falar que há a teoria. Ela nos liberta porque é conhecimento. O conhecimento é libertador. Isso é bíblico. Conheceremos a verdade e a verdade vos libertará. Eu sei que pode ser um pouquinho chato. Às vezes a teoria. Ah, eu quero que a Fátima chegue na prática. Eu quero ver como é que a Fátima aplica a drenagem, porque amanhã mesmo quero aplicar igual ela não profissional. Você é única! Você só precisa respeitar a anatomia e fisiologia. Vocês verão o tanto de mestres que eu falei o nome aqui. Você pode aplicar aí a sua drenagem linfática. Ela precisa ser igualzinha a Fátima. É o verdadeiro discípulo. Ele supera o mestre. E é isso que eu quero que vocês façam. Eu quero que vocês superem a Fátima. Por isso que você não tem que ser mais uma cópia nesse mundão de Deus. Esse mundo tá cheio de cópias. Você tem que ser única, desde que você respeite a anatomia e fisiologia. Então é importante essa parte da teoria. 1 Histologia da Drenagem Linfática JÁ RECONHECIA A LINFA COMO SANGUE BRANCO 385a.C 450a.cHIPÓCRATES MENSIONAVA EM ESCRITOS "ESTRUTURA QUE GERAM UM FLUÍDO INCOLOR" ARISTÓTELES Idade media séc V ao XV PROIBIÇÃO DO AVANÇO NA MEDICINA EM GERAL PROFESSOR OBSERVOU OS VASOS LINFÁTICOS NO INTESTINO DE UM CACHORRO séc XV (1581 A 1626) RETORNOU AS INVESTIGAÇÕES EM ANATOMIA GASPARO ASELLI 1848 à 1917. A. Winiwarter, cirurgião EXPOS SEU LIVRO DIE ELEPHANTIA EM 1892 A TÉCNICA DE UMA MASSAGEM SUAVE APLICOU DE DE PROXIMAL A DISTAL Introduziu procedimentos especializados de massagem e compressão para tratar o linfedema , uma doença que causa inchaço nos braços e pernas devido à retenção de líquidos no sistema linfático Em 1932, o fisioterapeuta dinamarquês Emil Vodder refinou e melhorou a técnica de Winiwarter para tratar o linfedema. O tratamento de Vodder ficou conhecido como drenagem linfática manual . 2 1896 VODDER Dr. Emil Vodder e sua esposa, Dr. Estrid Vodder, propuseram a prática de medicina alternativa da "linfologia". Enquanto trabalhavam na Riviera Francesa, tratando pacientes com resfriados crônicos, eles notaram que esses pacientes tinham linfonodos inchados Círculos fixos; Bombeamento; Mao em concha; Giratório ou rotação; De 30 a 40 mmHg; Suave e leve deve ser decrescente, da palma das mãos para os dedos; Não utiliza produto; Corporal: Proximal para distal; Facial: Centro da face ao linfonodo correspondente. FOLDI ALEMANHA1920 ALUNO DA ESCOLA DE VODDER Sobre os autores: Prof. Dr. Michael Földi é médico especialista em linfologia. Foi diretor da II. Medizinischen Universitätsklinik, onde realizou seu doutorado. Atualmente é professor APL na Universidade de Freiburg, Alemanha. Em 1986, fundou uma clínica especializada em linfologia, a Földiklinik 3 Bombeamento embracelete; Círculos estacionários; Pinçamento com mobilização tecidual; De 30 a 40 mHg suave, lenta,intermitente e relaxante; não usa produto; Bandagem elástica de média compressão. Corporal: Proximal para distal; Facial: Centro da face ao linfonodo correspondente; LEDUC BELGICA 1914 ALUNO DA ESCOLA DE VODDER Circular com os dedos; Circular com os polegares; Combinados Pressão em bracelete; De 30 a 40 mmHg suave e leve deve ser decrescente da palma das mãos para os dedos; Bandagens,pressoterapia ou exercícios; Corporal: Proximal para distal; Facial: Centro da face ao linfonodo correspondente Bombeamento em bracelete; GODOY E GODOY BRASIL ALUNO DA ESCOLA DE VODDER José Maria Pereira de Godoy atualmente trabalha no Departamento de Cardiologia da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto. José Maria faz pesquisa em Cirurgia. Seu projeto atual é 'Erradicar a elefantíase'. 4 Bombeamento por ativação clavicular; Mao em concha; Giratório ou rotação; De 30 a 40 mmHg suave e leve devem ser decrescente da palma das mãos para os dedos; Roletes eRA de Godoy e Godoy; Corporal: Proximal para distal; Facial: Centro da face ao linfonodo correspondente; Associa cremes para deslizamrnto. Anatomia e fisiologia do sistema linfático 5 Profissional há o sistema linfático e sistema cardiovascular. Eles são paralelos. Essa imagem aqui deixa muito claro para você que está o cardiovascular. Aqui está o retorno à veia e aqui está todo o sistema linfático. Então, o sistema linfático? Ele é paralelo, porém ele é unidirecional, O sistema linfático é uma via acessória de circulação pela qual o liquido retorna do espaço intersticial para a veia cava superior e ali onde o líquido vai drenar para o sistema sanguíneo, devolvendo as proteínas para a circulação sanguínea. O sistema linfático se comunica partindo de um pequeno vaso, e vai aumentando o calibre do vaso, até chegar nos vasos mais profundos. ENTRETANTO a grande maioria dele está muito superficial Onde vai ter as trocas metabólicas? Ou quando sangue vem, ele vem nutrindo as células. Ele vai nutrir as células e vai alimentar as células. Então, o que é jogado para fora? Os vasos, os capilares venosos, os pegam, pegam aí uma média de 90%. Vai ficar 10% no interstício, o que nós chamamos de líquido intersticial e nesse interstício vai ter proteína. E aí quem vem pegar esses 10 por cento ou os capilares linfáticos! E aí vai ter todo um processo para devolver para a circulação. 6 Sistema Linfático O corpo humano é formado por um conjunto de órgãos que agrupados, dão origem aos sistemas responsáveis pelo funcionamento e equilíbrio do organismo, entre estes, o sistema linfático é responsável por: 1- Remover fluidos em excesso dos tecidos; 2- Absorver ácidos graxos transporte subsequente da gordura para o sistema circulatório; 3- Controlar a concentração de proteínas no intersticio, o volume do fluido intersticial e sua pressão; 4- Agindo paralelamente ao sistema cardiovascular; 5- Produção de células imunes (como linfócitos, monócitos e células produtoras de anticorpos conhecidas como plasmócitos). O sistema linfático tem origem no mesoderma, folheto germinativo do qual derivam diversos tecidos como: o muscular, conjuntivo e vascular. Constituído por uma ampla rede de vasos, funciona paralelamente ao sistema circulatório. Embriologia 7 Transportar nutrientes do sangue às células do corpo; • Age como defesa contra toxinas e bactérias; • Remover resíduos das células do corpo para o sangue; Proporcionar um ambiente líquido adequado para as células; É o principal sistema de defesa do organismo; Atua na absorção dos ácidos graxos e no equilibrio dos líquidos nos tecidos. Intertício •Espaço entre as células •Representa 1/6 do corpo •Líquido intersticial: formado por filtração e difusão •Constituição muito semelhante à do plasma sanguíneo (concentrações muito menores) Sabe-se que o fluxo da linfa é lento, uma vez que o Sistema Linfático não possui um sistema bombeador próprio. Função 8 Capilar linfático ou capilar inicial É formado por células endoteliais, quando o tecido movimenta eles se abrem, assim captando o liquido intersticial, pois estao ancorados na derme. les ficam muito superficiais. Por isso eu não preciso força na hora de uma drenagem, eu não preciso fazer movimentos repetitivos rápidos e profundo no mesmo local, isso eu eu chamo de espalhamento de líquido, ok, profissionais. Como eu sei que 80% está na derme. Então eu, para eu imitar os capilares linfático, eu não tenho que colocar a força. Se eu sei que no máximo 40mmHg, se eu estou vendoaqui na imagem que eles estão ancorados na derme, os capilares linfáticos não ficam soltos para eu querer força na pele do meu cliente, e chamar de drenagem linfática, isso está errado. Se eles estão ancorados. E aí, quando você faz os movimentos corretos vocês o estimulam a abrir essas fendas e auxilia esse líquido que está no interstício a permear nesse capilar. É isso que acontece. Profissional, mas independente da sua mãozinha abençoada isso está acontecendo o tempo todo. Se o sistema linfático para de funcionar, o paciente morre em 24 horas. (NETO 2004). 9 São espalhados em todo corpo os quais absorvem a linfa Os vasos linfáticos Capilares linfáticos Pré coletores e coletores Recebem a linfa dos capilares linfáticos e possuem a mesma estrutura que os capilares com a excessão que os mesmos são valvulados e apresenta uma estrutura com nome linfangion entregam a linfa no coletor e a válvula impede o retorno desse líquido. O capilar ele é fininho, profissional. Ele fica na derme. Os pré coletores ele já apresenta válvulas. Ele já apresenta uma musculatura lisa, então já é diferente do capilar linfático. O capilar ele não faz o bombeamento, que é uma uma estrutura que faz com que bombeie e empurre a linfa que você vai ver mais lá na frente. O coletor já está mais profundo. Então a válvula já é mais expansiva, já tem mais camadas de células endoteliais. 10 Defende-se contra partículas estranhas e microorganismos. Restaurar qualquer excesso de moléculas de proteínas e fluido intersticial de volta à circulação sistêmica. Absorção de vitaminas lipossolúveis e substâncias gordurosas do trato gastrointestinal. O sistema linfático ele é muito ligado também ao sistema imune, tem as células de defesa dentro do vaso. Então essas células de defesa saem para o combate como soldadinhos. Elas saem do vaso, cata os invasores que está ali no organismo no espaço intersticial . Segura na mão deles, leva para dentro do linfonodos. E lá dentro do linfonodos tem uma batalha, tem uma luta literalmente. Essas células de defesa vai destruir esses invasores, vai comer.Você vai encontrar uma palavrinha aí com o nome de fagocitar. Nada mais é que comer que engolir. Destruir os inimigos, os inimigos. Os invasores Então acontece literalmente uma batalha, uma luta dentro da estrutura do linfonodos que nós vamos chegar lá. As principais funções dos vasos linfáticos incluem o seguinte: Por isso o profissional que não precisa colocar força, porque você coloca a força em uma drenagem você vai simplesmente esmagar o capilar linfático. E se você esmaga o capilar linfático, não vai acontecer o seu estímulo na drenagem linfática. Quem existe uma comunicação? Perceba que o capilar linfático se comunica com o pré coletor que se comunica com o coletor. 11 Muitos entendem porque é disseminado de uma maneira errada que o sistema linfático faz com que as pessoas vá até o banheiro e faça ''xixi de gordura''. Mas por que será que foi disseminado isso no mercado? Pois isso foi disseminado justamente por quem interpretaram isso aqui errado. Olha, o que acontece no intestino, tem muitos vasos linfáticos e são uns vasos linfáticos especiais com o nome de lácteos. Então esses vasos? Eles pegam a gordura, pegam a vitaminas lipossolúveis, entregam na cisterna do quiloque tem essa função, ela fica localizada na L1 e L2 próximo também da L3. Então, na adianta você ficar fazendo estimulo da cisterna do quilo em um paciente. A sua mão não vai chegar lá. Isso não existe. ''Ah, mas já aprendi assim''. Eu também. Um dia aprendi assim e eu peguei a literatura e compreendi que é impossível eu fazer movimentos falando que estou desbloqueando, desobstruindo a cisterna do quilo. Isso não vai acontecer. 12 A função da cisterna do quilo é pegar e recepcionar os vasos lácteos no intestino que entregam e ela direciona para os adipócitos. Não é para o xixi. Ninguém vai urinar a gordura. Se isso acontecer, a gente é uma patologia, é uma doença. Entrega a linfa no ganglio, o qual filtra essa linfa para que ela retorne pura a grande circulação sanguinea, esses coletores apresenta uma musculatura lisa onde encontramos onde encontramos o linfangion o qual faz uma contração espetacular. Coletores 13 https://www.google.com/search?sxsrf=APq-WBu7p2T3C6HTfvJGYR4DHkF7dXMKvg:1650724768594&q=adip%C3%B3citos&spell=1&sa=X&ved=2ahUKEwjUxdD7tKr3AhXWH7kGHfTNAK4QkeECKAB6BAgCEDg https://www.google.com/search?sxsrf=APq-WBu7p2T3C6HTfvJGYR4DHkF7dXMKvg:1650724768594&q=adip%C3%B3citos&spell=1&sa=X&ved=2ahUKEwjUxdD7tKr3AhXWH7kGHfTNAK4QkeECKAB6BAgCEDg https://www.google.com/search?sxsrf=APq-WBu7p2T3C6HTfvJGYR4DHkF7dXMKvg:1650724768594&q=adip%C3%B3citos&spell=1&sa=X&ved=2ahUKEwjUxdD7tKr3AhXWH7kGHfTNAK4QkeECKAB6BAgCEDg https://www.google.com/search?sxsrf=APq-WBu7p2T3C6HTfvJGYR4DHkF7dXMKvg:1650724768594&q=adip%C3%B3citos&spell=1&sa=X&ved=2ahUKEwjUxdD7tKr3AhXWH7kGHfTNAK4QkeECKAB6BAgCEDg https://www.google.com/search?sxsrf=APq-WBu7p2T3C6HTfvJGYR4DHkF7dXMKvg:1650724768594&q=adip%C3%B3citos&spell=1&sa=X&ved=2ahUKEwjUxdD7tKr3AhXWH7kGHfTNAK4QkeECKAB6BAgCEDg https://www.google.com/search?sxsrf=APq-WBu7p2T3C6HTfvJGYR4DHkF7dXMKvg:1650724768594&q=adip%C3%B3citos&spell=1&sa=X&ved=2ahUKEwjUxdD7tKr3AhXWH7kGHfTNAK4QkeECKAB6BAgCEDg Linfangion Faz parte do vaso pré coletor e coletor, essa estrutura realiza contração interpretado como o coração do sistema linfático e impulsiona a linfa por contração da musculatura lisa de 6 a 7 vezes por minuto a linfa dentro do vaso linfático. Por isso que a drenagem é lenta, porque eu preciso imitar né essa anatomia e fisiologia. Essa estrutura contém válvulas que abrem e fecham impuncioando a linfa unidirecional. A linfa jamais retorna, se isso ocorrer é uma patologia. Dentro do normal não retornará, ela seguirá até o canal torácico localizado no tórax desembocando a linfa no ângulo venoso esquerdo, que é a junção da veia jugular interna esquerda com a veia subclávia esquerda vai para o ducto torácico. No ângulo venoso direito vai para o ducto linfático. Fig. Estrutura e função do linfangion: A - Disposição da musculatura B - Função normal C - Vaso linfático dilatado com insuficiência valvar e refluxo. 1 - Linfangion 2 - Segmento contraído (fase de esvaziamento) 3 - Segmento relaxado (fase de enchimento) NOTA: As setas indicam a direção do fluxo. Modificado do Livro Didático de Linfologia de Foeldi 14 Células reticulares: Atividade fagocitar e pinocitose (absorve o líquido). Células linfoides: Contém memória imunológica isto é cuidam da imunidade forma barreira de proteção. Células que compõem os linfonodos: Está tudo certo se você falar Linfonodos, gânglios ou nódulos linfáticos. A função do gânglio linfático é proteger o corpo de invasores. Temos em mêdia 700 linfonodos. Gânglios, linfonodos ou nodulos linfáticos São pequenas estruturas ovais interpostas no trajeto dos vasos linfáticos que tem como função criar uma barreira ou filtro contra a penetração de microorgansmos, toxinas ou substancias estranhas e/ou nocivas ao organismo na corrente sanguinea. Então, as células de defesa vai lá e traz os microorganismo para dentro do linfonodos. E quando chega do linfonodos, vai ter uma batalha vai destruir esses invasores porque a linfa ela tem que retornar por para a circulação sanguínea, ela tem que retornar limpinha, né? Ela não tem que levar nenhum invasor. 15 https://www.google.com/search?sxsrf=APq-WBu7p2T3C6HTfvJGYR4DHkF7dXMKvg:1650724768594&q=adip%C3%B3citos&spell=1&sa=X&ved=2ahUKEwjUxdD7tKr3AhXWH7kGHfTNAK4QkeECKAB6BAgCEDg https://www.google.com/search?sxsrf=APq-WBu7p2T3C6HTfvJGYR4DHkF7dXMKvg:1650724768594&q=adip%C3%B3citos&spell=1&sa=X&ved=2ahUKEwjUxdD7tKr3AhXWH7kGHfTNAK4QkeECKAB6BAgCEDg https://www.google.com/search?sxsrf=APq-WBu7p2T3C6HTfvJGYR4DHkF7dXMKvg:1650724768594&q=adip%C3%B3citos&spell=1&sa=X&ved=2ahUKEwjUxdD7tKr3AhXWH7kGHfTNAK4QkeECKAB6BAgCEDg https://www.google.com/search?sxsrf=APq-WBu7p2T3C6HTfvJGYR4DHkF7dXMKvg:1650724768594&q=adip%C3%B3citos&spell=1&sa=X&ved=2ahUKEwjUxdD7tKr3AhXWH7kGHfTNAK4QkeECKAB6BAgCEDghttps://www.google.com/search?sxsrf=APq-WBu7p2T3C6HTfvJGYR4DHkF7dXMKvg:1650724768594&q=adip%C3%B3citos&spell=1&sa=X&ved=2ahUKEwjUxdD7tKr3AhXWH7kGHfTNAK4QkeECKAB6BAgCEDg https://www.google.com/search?sxsrf=APq-WBu7p2T3C6HTfvJGYR4DHkF7dXMKvg:1650724768594&q=adip%C3%B3citos&spell=1&sa=X&ved=2ahUKEwjUxdD7tKr3AhXWH7kGHfTNAK4QkeECKAB6BAgCEDg Localiza-se no tórax via final da evacuação, nesse canal tem a cisterna de pecquet alojada na altura da L3 o canal torácico desemboca no ângulo venoso jugulo subclávio esquerdo, em alguns casos Uma ramificação que termina no ângulo venoso direito( inconstante). O canal torácico Então tudo acontece aqui. o retorno no ângulo venoso quando a linfa retorna e volta a ser plasma na circulação sanguínea. O Godoy Godoy ele fala que se você ficar 30 minutinhos com os seus dedinhos parados aqui, vai responder a uma drenagem linfática. Reabsorvem o líquido intersticial não são valvuladas são aderidas a derme calibre superior ao capilar venoso e numerosas anastomose linfo-linfáticos caracterizam a rede. As vias linfáticas Fig. Ângulos venosos direito e esquerdo: 1, 1a - veias jugulares internas 2, 2a - veias subclávias 3 - Veia cava superior 4 - ducto torácico 5 - ducto linfático direito Modificado do Livro Didático de Linfologia de Foeldi 16 O ducto torácico Coleta a linfa dos: Membros inferiores; Abdômen inferior; Hemitronco esquerdo; Membro superior esquerdo hemiface esquerda. O ducto torácico drena aprox. ¾ da linfa do corpo no ângulo venoso esquerdo (veia subclávia). Região drenada pelo ducto toráxico Região drenada pelo ducto linfático direito Tronco linfático direito O ducto linfático drena aprox. ¼ da linfa do corpo emo ângulo venoso direito (veia subclávia). (August,2015) Hemitronco direito; Hemiface direita; Membro superior direito. Coletar a linfa dos: Trajeto da linfa: CAVA INFERIOR JUNÇÃO SUBCLÁVIA E JUGULAR INTERNA CAPILARES PRÉ COLETORES DUCTO TORÁCICO/DUCTO LINFÁTICO DIREITO COLETORES 17 Participa da resposta imune através da formação de linfócitos. BAÇO Veia esplênica Artéria esplênica Órgãos Linfóides Existem ainda três órgãos que são relacionados ao sistema linfático, devido à presença de tecido linfoide, são eles Funciona como barreira contra Micro Organismo da região oral e faríngea. TONSILAS Atua no desenvolvimento do sistema imunológico, instruindo os linfócitos tornando-os imunocompetentes TIMO 18 Curiosidade: A formação do sistema linfático se inicia ao final da sexta semana da gestação. 2 semanas após o sistema cardiovascular.( Moore, 2000). Absorve gordura e vitaminas solúveis (vitamina C e toda a família da vitamina B).e gordura e vitaminas solúveis vitamina C e toda. Considerando a função lipolítica o sistema tem início no interior do intestino delgado a gordura é liberada na cisterna do quilo o piquete localizada nas vértebras lombares Hélium L2 e atrás da horta abdominal para ser transportada ao sistema circulatório e finalmente entregue para o adipócito. Participação do sistema linfático na absorção da gordura 19 Edema é o excesso de líquido no espaço intersticial. Tipos de edema -Edema venoso: Ineficiencia vascular, identificado pelo sinal de GODET OU CACIFO. - Edema linfático: Ineficiencia linfática, defeito nos vasos linfáticos, acúmulo de líquido e proteína e pode apresentar fibroses. Exmplo: elefantíase e Pós operatório. Entende-se por edema o aumento no volume de liquido intersticial e/ou cavidades corporais, resultante de um desequilíbrio das pressões hidrostáticas e oncótica que atuam para mover o liquido para o capilar sanguíneo. 20 A circulação venosa drena uma parte da fração líquida do edema. A circulação linfática transporta a fração constituída pelas grandes moléculas e parte líquida. O edema evacuado através de duas vias: Auxiliadores do sistema linfático Contração do músculo; Pulsação arterial; Movimento respiratório; Drenagem linfática manual. Drenagem linfática manual: É uma conduta terapêutica que visa estimular o correto funcionamento do sistema linfático, aumentando a oxigenação tecidual e diminuído o edema causado por acumulo de liquido. Contração e peristaltismo muscular: Os movimentos de contração muscular, pela própria fisiologia do movimento, influenciam a formação da linfa, na sua propulsão e do fluxo linfático. Promove movimentação dos líquidos tanto da circulação sangüínea (sangue), quanto da linfática (linfa). Essa movimentação permite que os líquidos que se encontram em estase alcancem os ductos linfáticos, facilitando sua drenagem. Respiração: É um coadjuvante para o retorno da linfa no canal torácico, os movimentos de respiração e expiração produzem aumento de pressão surgindo seguidos de diminuições que atuam sobre o canal torácico facilitando o retorno venoso. 21 A técnica de drenagem linfática se faz necessário respeitar anatomia e fisiologia do sistema linfático. Assim independentemente do método aplicado, os movimentos da drenagem sempre devem ser suaves e lentos, seguindo o sentido do fluxo da linfa. Enfatizo ainda que, quando aplicado por profissional capacitado e da maneira correta, a drenagem linfática manual proporciona resultados positivos na redução de edemas, razão pelo qual é tão difundida pelo universo. É uma técnica que favorece o retorno dessa livre para circulação sanguínea. Drena o líquido que se encontra no espaço intersticial. Drenagem Linfática A progressão da linfa no nível dos capilares é facilitada por pressões exercidas pelas contrações dos músculos vizinhos e pela pulsação arterial. As mobilizações de diversos planos tissulares entre si, durante movimentos do corpo favorecem a progressão da corrente linfática. Enfim, as pressões líquidas e tissulares têm um papel discreto, mas essencial, na manutenção da drenagem linfática. A drenagem linfática é mais uma das funções fisiológicas comparada a todos os outros existentes. Técnica drenagem linfática favorece o retorno da linfa para circulação sanguínea. A conduta do terapeuta que aplica a técnica drenagem linfática manual é favorece o retorno da linfa para circulação sanguínea, assim diminuindo o edema que se encontra no espaço intersticial. 22 Manobras básicas Mão superficial estimulando os capilares, assim aumenta a captação da linfa. Acontece nos pré coletores e coletores. Realizada nos linfonodos, assim recebem a linfa dos coletore. Captação: Reabsorção: Evacuação: A pressão da drenagem linfática não pode ser superior a 30- 40mmgH, pois causaria um colapso dos vasos, porque a pressão exterior do vaso ultrapassa o valor da pressão hidrostática que o mantém aberto. Pressão das mãos ''Quanto mais importante for a pressão tissular, menos efetiva é a filtragem.'' Leduc Processos que contribuem para evacuação desse líquido Realizado pelos capilares linfáticos. Primeiro captação Liquido entregue no pré coletor e coletor, esses processos acontecerão se aplicar adequadamente a drenagem linfática manual, portanto a pressão não deve ultrapassar determinada intensidade e obedecer o sentido da drenagem fisiológica. Estímulo dos gânglios realizar com cautela assim como drenagem das vias linfáticas para não serem lesionados. Segundo Evacuação: 23 Ativos cosméticos vasoprotetores. Aumentam a resistencia capilar, sendo assim contribuem para acelerar a eliminação do edema. Ativos: Arnica: concentração até 5% Ruscus: oncentração até 5% Castanha da india: Concentração até 5% Centella: Concentração até 5% Ginkgo biloba: Concentração até 5% Hera: Concentração até: 5%. Indicações da Drenagem Linfática Edema linfático e venoso; Exemplo: Cirurgia plástica; estética(linfático); Posição ortostática(venoso); Gestante; Puérpera; Idoso; Transito intestinal comprometido; Dor de cabeça; Fibromialgia; Ttranstorno pré menstrual. Contraindicação da Drenagem Linfática 24 Contraindicação relativa. Cancer tratado;Cancer em tratamento; Inflamações cronicas; Tromboses; Flebites; Transtorno da tireoide; Asma; Hipotensão; Dor de cabeça; Erisipela. Contraindicação absoluta Trombose aguda; Inflamação bacteriana ou viral aguada; Tuberculose; Crise asmática; Insuficiencia cardíaca descompensada; Gestação de 9 a 13 semanas; Eczema agudo. 25 Passos que se deve percorrer para colocar uma técnica no mercado 26 Como baixar, instalar e utilizar o Atlas 3D de Anatomia O Human Anatomy Atlas (Visible Body) é um sofware médico do corpo humano em 3D que você pode baixar facilmente no seu computador. Clique aqui 27 https://www.youtube.com/watch?v=JqvUnXRoxys Referências Raciocínio Clínico Aplicado à Estética Corporal Dr. João Tassinary,Ma. Giovana Sinigaliae Dra. Marialva Sinigaglia Drenagem linfática manual: Teoria e prática por Ary Elwing (Autor), Orlando Castilho Sanches (Autor) Desmistificando Assuntos da Estética Carla Leone Bases e Métodos de Avaliação Aplicados à Estética Dr. João Tassinary e Esp. Luana Nicolau Rogéri Richard Richard Drake Gray's Anatomia BásicaLinfologia. Diagnóstico, Clínica e Tratamento Henrique Jorge Guedes Neto Eletroterapia aplicada a gordura localizada. por Jones E. Agne ( Fisioterapia Dermato Funcional Aplicada à Cirurgia Plástica por Lange Angela Nodari Drenagem Linfatica: Teoria e Pratica Albert Leduc Olivier Leduc 28