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5 HIPOTIREOIDISMOS E HIPERTIREOIDISMOS docx

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pode-se solicitar T3 livre também 
 > solicitar anti-TPO que pode vir positivo 
- EF: ausência de dor á palpação 
- pode-se solicitar US 
- cintilografia mostrará uma tireoide hipocaptante 
| tratamento de fase de tireoitoxicose pela 
ausência de dor com beta-bloqueador 
- reavaliar após 2m para avaliar se evoluiu para 
hipotireoidismo permanente ou não 
 
- pode ocorrer em até 1a no pós parto 
- geralmente ocorre no primeiro mês pós parto 
- acredita-se que se trata de um tipo de tireoidite 
linfocítica indolor 
- durante a gravidez, a placenta induz uma 
tolerância imunológica na mãe > todas as doenças 
autoimunes tendem a entrar em remissão > 
quando a criança nasce, diminui a 
imunotolerância > toda a resposta autoimune que 
existia na mulher, vêm de forma aguda 
 > destruição aguda da tireoide que pode 
evoluir ou não para hipotireoidismo 
- o anti-TPO vem MUITO positivo 
 > pra que seja negativo, deve ser menor 
que 35 
 > pós parto pode estar com título em 3000, 
4000, pra mais 
- sintomas de tireotoxicose seguido de 
hipotireoidismo 
| tratamento: CUSTO BENEFÍCIO beta-bloqueador 
para casos de sintomas intensos | o beta-
bloqueador passa pelo leite da amamentação > se 
sintomas leves, não indicar 
- não deve-se solicitar cintilografia > iodo 
radioativo vai para a criança pela amamentação 
- acompanhamento da puérpera 
 
- tireoidite crônica muito rara 
- substituição da tireoide por tecido fibrótico com 
perda de função 
TXXIV Larissa Cardeal 
 
 
 > infiltração pode levar sintomas 
compressivos como: disfagia, dispneia, sensação 
de sufocamento, rouquidão 
- anti-TPO negativo > não é autoimune 
 
- paciente deve ficar de 1min com os braços 
erguidos > bócio muito grande pode aumentar a 
compressão e o paciente fica pletórico, com 
distensão das veias do pescoço, dispnéia, cianose 
e até estridor 
 > pela compressão, indica-se cirurgia para 
remoção tireoideana 
 
- disormonogênse > mutação na enzima da 
tireoperoxidade, na tireoglobulina ou em alguma 
proteína importante para a produção de 
hormônios tireoideanos 
- o iodo é importante para a síntese de hormônios 
tireoideanos 
 > porém, o iodo em excesso, gera o 
fenômeno de Wolff Chaikoff – inibição da produção 
de hormônio tireoideano >> mecanismo protetor 
do organismo para que não haja produção de 
tireoitoxicose – fenômeno transitório, que se 
permanecer em excesso de iodo, pode começar 
haver falha nesse mecanismo protetor e produção 
de tireotoxicose 
 > obs: pacientes pós uso de contrastes 
iodados podem ter alteração nos hormônios 
tireoideanos e não é indicada a realização de 
dosagens desses hormônios logo após 
| recomendação de ingestão diária de iodo é de 100 
a 150mcg/dia 
| há indivíduos que indicam o uso de Lugol para 
“repor” iodo – mas há ~3000 a 4000mcg de iodo 
por gota de Lugol > risco de tireotoxicose 
 > pode gerar disfunção tireoideana, 
aumento do risco de hipotireoidismo, doença 
tireoideana autoimune, tireotoxicose e pode 
aumentar a incidência de carcinoma papilífero 
 
- hipotireoidismo secundário >>> causa CENTRAL 
- menos de 1% dos casos de hipotireoidismo > são 
raros 
 
- hipotireoidismo secundário >>> causa CENTRAL 
- mutação na hipófise, que não produz o TSH 
TXXIV Larissa Cardeal 
 
 
 
- sintomas sistêmicos que podem ser confundidos 
com outras doenças 
 > pode-se solicitar TSH para avaliar 
possível hipotireoidismo 
 
- o hipotireoidismo pode cursar com alterações 
laboratoriais: 
 > dislipemia: hipercolesterolemia com 
aumento do LDL – importante solicitar TSH em 
pacientes com hipercolesterolemia 
- o hipotireoidismo mexe com todo o eixo 
endócrino do indivíduo 
> homens: testosterona baixa, disfunção de 
libido e disfunção erétil 
> mulheres: aumento da prolactina 
 
- insuficiência cardíaca > ocorre diminuição do 
inotropismo cardíaco, diminuição do débito 
cardíaco 
- hipertensão arterial diastólica > aumento da 
RVP, com tendência de aumento da pressão 
diastólica, que leva também ao aumento da 
pressão sistólica 
| dosagem de TSH é indicada em inúmeras 
etiologias, pois é DD de muitos sintomas 
 
TXXIV Larissa Cardeal 
 
 
 
i. Fácies mixedematosa 
ii. Edema periobital 
iii. Cardiomegalia – restabelecimento 
cardíaco após tratamento do 
hipotireoidismo 
iv. Ascite (raro) 
v. Hipotireoidismo congênito (fácies 
infiltrada, língua ejetada, criança 
hipotônica, disfunção de sucção, 
sonolência 
 
- TSH e T4 livre normais > não há disfunção 
tireoideana > buscar outras etiologias 
- hipotireoidismo primário declarado > TSH >20 e 
T4 diminuído > tratar 
- hipotireoidismo primário subclínico > TSH entre 
5 e 20, T4 livre ainda na normalidade – há 
indicações para tratamento 
- hipotireoidismo central (secundário) > TSH 
normal, diminuído ou minimamente elevado com 
T4 livre diminuído > solicitar RM de sela túrcica 
 
- em média, adultos necessitam de dose de 1 a 
2mcg/kg/dia 
- as crianças necessitam de maiores doses do que 
adultos >> importante para o desenvolvimento 
 
- TSH >= 10 deve-se TRATAR – já se trata de uma 
disfunção importante e há benefícios ao 
tratamento 
- TSH entre 5 a 10 > literatura é controversa 
 > sempre tratar em gestantes!! 
 > crianças com distúrbio do crescimento 
 > pacientes com sintomas – dor no corpo, 
sono, etc – reavaliar sintomatologias, se houve 
melhora ou não 
 > dislipidemia 
 > bócio (indica evolução para disfunção 
tireoideana 
 > tratamento prévio de hipertireoidismo – 
aumenta os riscos de evolução para 
hipotireoidismo 
TXXIV Larissa Cardeal 
 
 
 > história familiar 
 > idade >60a 
- hipotireoidismo em coronariopatas 
 > os hormônios tireoideanos melhoram 
consumo miocárdico de oxigênio, melhora 
inotropismo cardíaco, aumenta DC e aumenta o 
trabalho cardíaco) 
 > deve-se aumentar as doses aos poucos 
– doses elevadas de uma só vez podem levar IAM 
 > deve-se ter mais cuidado com pacientes 
mais velhos – tempo para que ele se adapte aos 
níveis de hormônios tireoideanos 
- hipotireoidismo em paciente com insuficiência 
adrenal 
 > reposição de cortisol antes – se houver 
reposição de levotiroxina antes, pode precipitar 
insuficiência adrenal 
 
 
- tireotoxicose = excesso de hormônios 
tireoideanos circulantes (T3 e T4) 
- hipertireoidismo = hiperfunção tireoideana e, 
consequentemente, podendo causar uma 
tireotoxicose 
- bócio nodular tóxico = doença de Plummer – 
nódulo hiperfuncionante 
- bócio multinodular hiperfuncionante é mais 
comum em idosos com nódulos, que podem 
começar ficar hiperfuncionantes e causar 
tireotoxicose 
- tireoidites subagudas levam ao hipertireoidismo 
pela destruição de tecido tireoideano, com 
liberação de hormônios que estavam reservados 
no tecido > tireotoxicose por destruição 
- tireotoxicose factícia > paciente que toma 
hormônio tireoideano (em remédio para 
emagrecer), sem doença tireoideana 
- Hashitoxicose > tireotoxicose induzida pela 
tireoidite de Hashimoto 
 > tireoidite de Hashimoto induzindo 
processo destrutivo da tireoide de forma muito 
rápida 
- tireotropinoma (TSHnoma) > tumor produzindo 
TSH – etiologia muito rara 
 
- útil para avaliar quando é necessário e indicado 
solicitar dosagem de tireoglobulina 
 | BAIXA: Struma ovarii e tireotoxicose 
factícia (uso de medicamento para emagrecer 
com tireoide normopalpável) > dosagem de Tg 
reforça o diagnóstico 
TXXIV Larissa Cardeal 
 
 
 | AUMENTADA: tireoidites subagudas > 
destruição da tireoide com liberação das 
tireoglobulinas 
 
- BNT > bócio nodular tóxico = doença de Plummer 
- RAIU – cintilografia 
- tireotropinoma são muito raros 
 
- os anticorpos podem ser positivos em uma 
parcela da população > devem ser solicitados 
quando há suspeitas de disfunções tireoideanas 
nos pacientes 
- quando solicitar? E qual? 
 | quadro que sugere

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